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Crescimento do país é mais relevante que juros para Moura Dubeux, diz CEO

Diego Villar avalia que brasileiros tomam empréstimo independente dos juros, desde que seja condizente com a renda

Por Felipe Erlich Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 dez 2025, 18h55 • Atualizado em 26 dez 2025, 19h04
  • Os setores de construção e imobiliário são alguns dos que mais sofrem com a alta dos juros, segundo economistas. A alta histórica da taxa Selic, fixada em 15% ao ano, o maior patamar em 20 anos, não auxilia nos planos dos empresários. Para a Moura Dubeux, contudo, os juros são um fato menor quando comparados ao crescimento do país. “Os juros são importantes, porque eles dão um enquadramento de renda para financiamentos, mas o mais importante é a confiança das pessoas na economia”, diz o CEO da incorporadora nordestina, Diego Villar, ao Radar Econômico.

    Villar pondera que o país vive um momento de juros bastante elevados e, ao mesmo tempo, forte demanda por financiamentos imobiliários, algo que não é uma novidade na nossa história. “Entre 2006 e 2012, pelo menos no Nordeste e na média do Brasil, foi o período que mais se venderam apartamentos e os juros daquela época eram de dois dígitos, como hoje”, diz. Segundo o empresário, ambos os momentos têm uma conjuntura semelhante: crescimento econômico e desemprego baixo, o que impulsiona a demanda a despeito da Selic.

    “É óbvio que se os juros estivessem menores, teríamos uma quantidade maior de famílias comprando, mas o brasileiro toma empréstimo independentemente do valor dos juros, desde que seja condizente com a sua renda”, conclui o pernambucano. Durante a pandemia, no entanto, o empresário lembra que a demanda por imóveis arrefeceu apesar de juros baixos, pois havia insegurança sobre o futuro.

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