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Caixa em baixa, dívida em alta: o tamanho do desafio da Petrobras

Estatal enfrenta percalços financeiros, após registrar prejuízo histórico no último trimestre

Por Pedro Gil Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 fev 2025, 13h29 • Atualizado em 27 fev 2025, 16h33
  • Não é pouca bobagem o tamanho do calvário da Petrobras. A empresa encerrou 2024 com um caixa de 46,6 bilhões de reais, o menor valor registrado desde 2019, quando a empresa tinha 33,2 bilhões de reais em caixa. Essa redução de 28,6 bilhões de reais contrasta com o aumento da dívida de curto prazo, que atingiu 68,7 bilhões de reais, representando um crescimento de 13 bilhões de reais em relação a 2023. A análise é do economista Einar Rivero.

    Desde 2003, início do primeiro governo Lula, a Petrobras apresentou caixa inferior à dívida de curto prazo em apenas duas ocasiões: em 2019, com uma cobertura de 80,9%, e em 2024, com 67,8%, índice inferior ao registrado em 2019. “Manter um caixa superior às obrigações de curto prazo é vital para a saúde financeira de uma empresa. A análise de liquidez, que avalia a capacidade de cumprir compromissos imediatos, é crucial para investidores e credores”, diz Rivero. Um índice de liquidez corrente superior a 1 indica que a empresa dispõe de ativos líquidos suficientes para cobrir suas dívidas de curto prazo, sugerindo uma posição financeira saudável; já um índice inferior a 1 pode sinalizar dificuldades de liquidez, exigindo financiamento adicional ou a venda de ativos para evitar inadimplências.

    Em call de resultados para investidores nesta quinta-feira 27, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a geração de caixa da estatal foi “invejável” em 2024, com receita de 204 bilhões de reais. ‘Pagamos 270 bilhões de reais em tributos e terminamos o ano com a menor dívida financeira dos últimos dez anos”, disse.

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