Brasil toma atitude inédita em 23 anos para estreitar relações com a China
Ministério da Fazenda estuda ferramentas para diminuir impacto negativo do tarifaço de Donald Trump na economia local
O Brasil vai tomar uma atitude inédita em 23 anos para tentar estreitar ainda mais as relações comerciais com a China. O Ministério da Fazenda afirmou a agência Reuters que vai criar uma adidância tributária em território chinês nos próximos meses. Adidâncias tributárias nada mais são que representações tributárias em outros países com o objetivo de promover a cooperação e o intercâmbio de informações entre os países. A ferramenta facilita a comunicação e a troca de dados entre duas nações. Para se ter uma ideia, o Brasil não instala uma nova adidância tributária desde meados de 2002. Atualmente, o país conta com adidâncias em Washington, Buenos Aires, Assunção e Montevidéu. O ministério nega oficialmente que a manobra tem razões políticas ou que está relacionada ao tarifaço promovido por Donald Trump, mas ressalta que adidâncias “desempenham um papel estratégico na cooperação internacional”.
Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:





