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As ‘feridas abertas’ em que Haddad quer mexer com as novas regras do IR

Ministro anunciou hoje detalhes da cobrança de novas alíquotas de imposto sobre super-ricos

Por Juliana Machado Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 mar 2025, 13h26 • Atualizado em 18 mar 2025, 15h05
  • No anúncio realizado na tarde desta terça-feira 18, sobre a nova cobrança de Imposto de Renda sobre os “super-ricos” — aqueles com renda acima de R$ 50 mil por mês —, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mandou uma mensagem clara aos correligionários e críticos ao governo. “É muito difícil tocar em feridas como essa, mas precisamos enfrentar isso em algum momento da nossa história, e esse momento chegou”, disse ele, após anunciar a taxação de 10% sobre aqueles com maior renda no Brasil, incluindo dividendos. “Isso vai permitir que a sociedade brasileira, com sabedoria, enfrente o debate sem medo de que ele possa trazer outra coisa que não seja mais felicidade para nossa nação.”

    Após o anúncio de hoje, Haddad mais uma vez fica suscetível a novas críticas do setor financeiro ao adotar o recolhimento maior sobre os super-ricos como alternativa à isenção de imposto para salários até 5.000 reais por mês, anunciada no ano passado. Ainda assim, o ministro reforçou que a decisão vai atingir “uma fração diminuta” de pessoas com renda maior.

    Ele reforçou a mensagem de que o governo irá discriminar aquilo que continuará isento, como a poupança, e destacou que a alíquota definida em lei para o caso de dividendos é menor do que a média da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “O que se quer é que as pessoas que não colaboram com alíquota mínima passem a contribuir.”

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