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O que está por trás da improvável aposta de Lula de se aproximar do México

VEJA Mercado debate a nova estratégia comercial do Brasil e o aceno de Trump à China diante do silêncio em relação ao Brasil

Por Diego Gimenes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 24 jul 2025, 08h00 • Atualizado em 24 jul 2025, 12h56
  • VEJA Mercado | 24 de julho de 2025.

    As bolsas europeias e os futuros americanos são negociados em alta na manhã desta quinta-feira, 24. O México é a nova alternativa que o presidente Lula encontrou para tentar compensar parte do prejuízo com as tarifas de 50% impostas contra o país pelos Estados Unidos. Lula telefonou a Claudia Sheinbaum, presidente mexicana, e sugeriu que os países aprofundem as relações econômicas e comerciais por causa do atual “momento de incertezas”. Lula defendeu a ampliação de acordos comerciais com mexicanos também. Os países acertaram uma viagem do vice-presidente Geraldo Alckmin acompanhado de uma comitiva de empresários no próximo mês de agosto com o objetivo de acelerar as negociações nesse sentido.

    Ao mesmo tempo, o presidente Donald Trump ignora solenemente o Brasil. Ele afirmou durante evento que está próximo de concluir um amplo acordo comercial com a China e que pretende estabelecer tarifas diretas contra outros países. Trump disse que as taxas vão variar entre 15% e 50%. “Alguns países terão 50% porque não estamos nos dando muito bem com eles”, disse. Somente o Brasil recebeu uma tarifa de 50% até agora.

    O ministro Fernando Haddad falou a jornalistas que o plano de contingência ao tarifaço foi concluído pelas áreas técnicas e que será enviado ao Palácio do Planalto na próxima semana. As tarifas vão atingir até mesmo o setor de dispositivos médicos — que exportou mais de 1 bilhão de dólares em 2024.

    Diego Gimenes entrevista Marcelo Fonseca, economista-chefe da Reag Investimentos, e Paulo Henrique Fraccaro, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo). A aproximação comercial entre Brasil e México e os frutos dessa possível parceria foram assuntos da edição. “A agenda de abertura da economia brasileira é histórica, mas ainda existe uma resistência ideológica muito forte. A ação com o México é simbólica, a relação comercial é de segunda ordem e não está entre os principais destinos. Mesmo assim, é uma oportunidade de dois países que sofrem com as tarifas de construir tal relação”, diz Fonseca. O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube e nas redes sociais, a partir das 10h.

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