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Negócios, Mercados & Cia
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Empresários e banqueiros: melhor ter o segundo turno?

Boa parte dos líderes do mercado financeiro torce para que haja o segundo turno das eleições presidenciais; mas há quem discorde

Por Neuza Sanches Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 30 set 2022, 17h43 - Publicado em 30 set 2022, 09h30

Boa parte dos banqueiros e gestores do eixo Faria Lima-Leblon torce para que a eleição deste domingo para presidente da República seja decidida em dois turnos. “Será fundamental ter um segundo turno”, afirma um deles.

A visão no mercado financeiro é de que um segundo turno tornaria a eleição mais “clara” e exigiria que os candidatos – no caso, o petista Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição – fossem mais explícitos em relação a suas principais medidas para o país. E isso permitiria que eleitores definissem com mais segurança o seu voto. “É muito importante exercitarmos nossa democracia plenamente, fazendo com que as instituições funcionem”, afirma um sócio de uma grande gestora.

Há, porém, outra avaliação considerada sine qua non pelo mercado financeiro: não parecer que foi dada uma “carta branca” ao vencedor, seja ele Lula ou Bolsonaro. “Prefiro o segundo turno, pra não ficarem de salto alto, diz um banqueiro. “O Lula e o PT não podem achar que têm carta branca”, afirma outra liderança do mercado financeiro, caso o candidato petista vença mesmo as eleições – como a maioria das pesquisas de intenção de voto tem indicado até agora.

Para muitos líderes desse setor – que engloba mais de 850 instituições financeiras e assets e patrimônio líquido de quase R$ 7 trilhões –, a opção por Lula seria mais para “garantir a democracia” sem turbulência do que, na verdade, um voto de confiança na administração petista. “O voto é anti-bolsonaro, e não pró-PT”, afirma outro banqueiro. “Bastará ver o resultado das eleições para governador e deputados federais”, conclui ele.

Há exceções nesse pensamento? Sim, existe. Há os banqueiros que acreditam ser desnecessário um segundo turno, que só prolongaria a confusão e violência instaladas no país. “A eleição já está polarizada em dois candidatos”, diz um banqueiro. “O primeiro já é o segundo turno”, conclui ele. É fato. Histórico, aliás.

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