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Matheus Leitão

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Blog de notícias exclusivas e opinião nas áreas de política, direitos humanos e meio ambiente. Jornalista desde 2000, Matheus Leitão é vencedor de prêmios como Esso e Vladimir Herzog

O encontro marcado nos EUA que piora a crise global, incluindo o Brasil

Entenda

Por Matheus Leitão 17 abr 2025, 10h41 • Atualizado em 17 abr 2025, 12h16
  • O presidente do Fed (Banco Central Americano), Jerome Powell, mostrou em pronunciamento nesta quarta, 16, em Chicago, que está onde sempre esteve em sua linha de atuação: no combate à inflação. 

    Mas ao dar essa declaração os mercados caíram. Por que?

    Porque os juros estavam em queda e continuariam caindo não fosse a confusão que o presidente Donald Trump aprontou com a metralhadora tarifária para o mundo. 

    O Fed pausou as taxas em 4,25% a 4,5% e agora ele avisa que vai manter os juros onde estão. Alguns analistas acham que o FED pode até voltar a subir os juros.

    Isso provocará um conflito com Donald Trump. Mais um. Powell foi indicado pelo republicano no primeiro mandato, mas depois entrou em conflito com o presidente e acabou tendo o mandato renovado por Joe Biden.

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    Hoje o presidente do Fed é um ponto de resistência na economia americana. Trump o acusa de atuar politicamente e ele continua agindo tecnicamente.

    Estava conseguindo derrubar a inflação e agora os sinais são de alta justamente por causa das tarifas. Por todos os sinais que deu até agora, Powell não se deixará pressionar e permanecerá envolvido em manter a inflação no caminho da meta. 

    O risco inflacionário que estava sendo vencido só voltou ao cenário por culpa, como disse, da política tarifária de Trump.

    Caso o conflito escale, e Trump tenha algum sucesso em avançar sobre a independência da autoridade monetária… bem, aí a crise global ficará ainda pior.

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