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Soja e dólar explicam aumento de fluxo na hidrovia Tietê-Paraná

Entre março e maio, volume movimentado pela hidrovia foi de 461.634 toneladas.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 15 jun 2020, 12h17 - Publicado em 15 jun 2020, 16h32

A hidrovia Tietê-Paraná registra altas sucessivas na movimentação de cargas mesmo durante a pandemia do novo coronavírus. Conforme o último balanço, houve alta inclusive em relação a fevereiro, mês anterior à decretação da quarentena, quando foram transportadas 82.785 toneladas. Em março, foram 133.491 toneladas.

No mês seguinte, foram 184 mil toneladas e, em maio, foram 236,8 mil toneladas. Entre março e maio o total registrado é de 461.634 toneladas de produtos como cana-de-açúcar e soja. A maior parte destes itens teve como destino final o Porto de Santos.

“A hidrovia Tietê-Paraná não parou durante a pandemia e ainda ampliou os volumes transportados. É o caso da soja, que teve aumento gradativo entre os meses de fevereiro e maio. A alta foi impulsionada também pela alteração do dólar, mas é um demonstrativo claro da importância da hidrovia no sistema logístico do Estado de São Paulo”, explica José Reis, diretor do Departamento Hidroviário, órgão ligado à Secretaria de Logística e Transportes do governo paulista.

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