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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Deputado quer proibir uso do Pix no estado de São Paulo

Projeto quer que meio de pagamento seja suspenso até que Banco Central crie mecanismos que garantam a segurança dos usuários contra fraudes e sequestros

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 8 set 2021, 20h43 - Publicado em 9 set 2021, 08h30

As transações feitas por meio de Pix no estado de São Paulo podem estar com os dias contados.

Tramita na Assembleia Legislativa um projeto que visa suspender o uso do meio de pagamento até que o Banco Central desenvolva um mecanismo de segurança que assegure a integridade física dos usuários.

O autor da proposta, o deputado Campos Machado (Avante), diz que a medida tem como objetivo frear a escalada de golpes, fraudes e crimes como o sequestro-relâmpago envolvendo o Pix, principalmente na cidade de São Paulo.

O texto foi apresentado na última semana e ainda não teve o parecer de nenhuma das comissões.

Segundo um levantamento da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o número de sequestros-relâmpago teve alta de 39,1% nos sete primeiros meses de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado, quando não havia Pix.

O aumento da insegurança no meio de pagamento que se tornou popular entre os brasileiros fez com que o Banco Central impusesse algumas restrições quanto ao seu uso.

Recentemente, foi anunciado que as transações feitas com Pix terão limite de 1.000 reais quando forem feitas entre às 20h e às 6h. Além disso, agora os bancos vão poder reter as transferências, que hoje levam no máximo 6 segundos, por até 30 minutos durante o dia ou por 60 minutos durante a noite.

 

 

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