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Stone e Linx protocolam na SEC proposta de aquisição

Empresas renegociaram o contrato e, ainda nesta terça, será encaminhada à autoridade americana o plano de fusão

Por Machado da Costa Atualizado em 1 set 2020, 11h23 - Publicado em 1 set 2020, 11h14

Após Stone e Linx renegociarem o contrato de aquisição pela companhia, as empresas vão protocolar nesta terça-feira, 1º, o plano de aquisição na Securities Exchange Commission (SEC), a CVM dos Estados Unidos. É por meio do formulário F-4 onde as companhias expõem toda a negociação e os valores, além de pedirem permissão por lá para fazer a fusão das ações das empresas. Como a Stone é listada na Nasdaq e a Linx possui ações negociadas nos Estados Unidos, este é um passo crucial para levar a proposta para ser debatida nas assembleias de acionistas da Linx.

Nesta terça, as empresas também apresentaram novos valores da renegociação. A Stone elevou o valor da proposta para 6,28 bilhões de reais, mas, em contrapartida, reduziu as taxas de insucesso das negociações (break up fee) — de no máximo de 650 milhões de reais para 453,7 milhões de reais — e as de não competição oferecidas aos fundadores da Linx.

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Agora, Alberto Menache, o CEO da Linx, poderá receber até 98 milhões de reais (a preços de hoje) em cinco anos, Nércio Fernandes, presidente do Conselho, até 76 milhões de reais, e o conselheiro Alon Dayan até 15 milhões de reais. O novo pacote reduz em 26 milhões de reais as taxas de não competição combinadas com os fundadores na negociação anterior.

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