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Itaú recebe sinal verde para aumentar participação em braço da Energisa

Banco e companhia do setor elétrico foram ao Cade para validarem seus acordos, que permitirá ao Itaú ter posição maior em uma subsidiária de investimentos

Por Machado da Costa Atualizado em 3 mar 2021, 15h00 - Publicado em 3 mar 2021, 10h38

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições uma ampliação da participação do banco Itaú Unibanco na Energisa Participações Minoritárias (EPM), uma subsidiária do Grupo Energisa — holding formada por empresas do setor de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica. No início de fevereiro, advogados dos dois grupos entraram com um processo para garantir a anuência do órgão antitruste, a qual veio rápido. Na sexta-feira, 26 de fevereiro, a superintendente-geral substituta, Patrícia Morita Sakowski, aprovou sem restrições a ampliação da participação do Itaú no capital da Energisa.

O banco investe diretamente no Grupo Energisa (com 5,66% do capital, segundo documentos enviados em 22 de fevereiro à B3) e também indiretamente, por meio da empresa Gipar, controlada pela família Botelho. O Itaú precisou mobilizar o Cade devido a eventualidade de elevar sua participação acima de 20% na EPM. Segundo porta-vozes da Energisa, o banco elevou sua participação de 14,7% para 17,2%.

Atualização 14h55: Diferentemente do que foi publicado originalmente pelo Radar Econômico, o Itaú não recebeu o sinal verde do Cade para assumir o controle da Energisa, mas para aumentar a participação na subsidiária Energisa Participações Minoritárias, um braço de investimentos do Grupo Energisa. As informações, no título, e no texto, foram corrigidas.

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