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Maílson da Nóbrega Por Coluna Blog do economista Maílson da Nóbrega: política, economia e história
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Caberia autorizar o Banco Central a comprar títulos do Tesouro em emissões primárias para facilitar o financiamento da expansão de gastos públicos
Se assinar decreto para liberar o funcionamento das empresas, governadores e prefeitos desobedecerão; medida ainda seria anulada pelo Congresso e pelo STF
O ministro da Saúde emite sinais de que permanecerá no cargo, deixando ao presidente da República o ônus de demiti-lo
Fortalecer o Estado para bem prestar serviços à sociedade
As medidas fiscais se intensificam na direção correta, apesar de menor eficiência de sua implementação. Bolsonaro retoma o tom beligerante
Ação mais correta seria o subsídio salarial, pois muitas empresas não terão condições de saldar o empréstimo que lhes será oferecido pelos bancos
O Tesouro Nacional não tem qualquer dificuldade de se financiar nos mercados interno e externo de capitais; a proposta é despropositada
Ações contribuirão pouco para evitar desemprego; mais efetivo seria reduzir a jornada e os salários com subsídio para ajudar a manter os postos de trabalho
As medidas para reforçar as dotações orçamentárias da área da saúde e para prover liquidez em favor das famílias e das empresas estão na direção correta
Por dinheiro nas mãos das pessoas e reforçar o caixa das empresas, particularmente as de menor porte, são ações recomendáveis neste momento
Pânico, ainda que exagerado, provoca excessiva volatilidade na cotação do dólar
Seria ilógico equiparar nossa despesa por aluno à de países ricos
Ainda que lentamente, país se recupera, impulsionado por consumo e investimento; desempenho da indústria decepciona e preocupa
Sem adequadas articulação política e base parlamentar, o governo pode assistir a aprovação de projetos que impactam negativamente a economia
Ao contrário do que disse, caberia determinar ao ministro Paulo Guedes que se apressasse em apresentar as ideias do governo sobre o assunto
A criação de uma comissão mista de deputados e senadores é sinal inequívoco do compromisso de avançar na reforma, malgrado a ausência do governo federal
A nova CPMF seria permanente, retiraria competitividade da indústria e agravaria a cunha fiscal que aumenta a taxa de juros para os tomadores finais
Os privilégios atribuídos aos servidores públicos são injustificados e merecem ser revistos, mas não é apropriado chamá-los de parasitas
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