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Maílson da Nóbrega Por Coluna Blog do economista Maílson da Nóbrega: política, economia e história
O efeito poderia ser a volta do risco de colapso fiscal, uma grave perda de confiança no país e o retorno da inflação alta e sem controle
A principal causa de tal quadro está na produtividade, que é o fator mais fundamental de geração de riqueza de um país
A experiência brasileira mostra que em situações de emergência fiscal o governo recorre a impostos de fácil arrecadação, ainda que disfuncionais
Os juízes não se preocuparam com a marcha rumo ao colapso dos serviços públicos
A nova CPMF seria definitiva e não provisória, como era no caso da antiga. Seus graves defeitos e riscos para a economia são os mesmos
O regime é típico de países de instituições fracas, o que não é o caso do Brasil
A competição dos estados por investimentos, via incentivos fiscais do ICMS, distorce a alocação de recursos e conspira contra a produtividade
A nova contribuição previdenciária (CP) tem os mesmos defeitos da velha CPMF, particularmente pela cumulatividade, isto é, o seu efeito em cascata
Órgão tem atribuições estranhas às funções do BC; transferência pode prejudicar o exercício das atividades de ambas as organizações
A nova CPMF aumentará a taxa de juros, mudará a forma de organização da atividade econômica e prejudicará a eficiência e a produtividade da economia
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