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Mike & Molly

CBS renova nove séries

'Elementary'

Antes mesmo de apresentar seu Upfront em maio, o canal CBS já renovou séries que constam de sua grade de programação. Elas são, Elementary, The Good Wife, 2 Broke Girls, Mike & Molly, NCIS: LA, Person Of Interest, The Mentalist, Hawaii Five-0 e Blue Bloods. Somando as renovações já anunciadas de CSI, The Big Bang Theory, How I Met Your Mother e NCIS, o canal tem treze produções renovadas até o momento.

Entre as renovações anunciadas, apenas Elementary é novata. Com um ótimo desempenho, a série que traz Sherlock Holmes para o tempo presente, vivendo em Nova Iorque, chega à sua segunda temporada. Com dezoito episódios exibidos até o momento, a primeira temporada vem mantendo a média de 11.56 milhões de telespectadores ao vivo, com 2.65% entre o público alvo (18-49). Sendo que a média da audiência da CBS no momento é de 12.2 milhões de telespectadores com 3% da audiência entre o público alvo (18-49).

Ainda falta o canal definir o futuro de Vegas, que ainda precisam provar seu valor, Golden Boy, que vem tendo um bom desempenho, CSI: NY, ainda uma dúvida, Rules of Engagement, que provavelmente será cancelada, Criminal Minds e Two and a Half Men, estas duas últimas em fase de negociações com o elenco.

25/05/2012

às 13:19 \ Televisão

As 10 séries de maior audiência da Temporada 2011-2012

'Modern Family'

Neste mês de maio encerrou nos EUA a Temporada 2011-2012. Assim, a Nielsen divulga a média da audiência da Temporada (que tem início em setembro) por canais e por programas. A lista também revela qual a faixa etária média do público que acompanha a programação de cada canal da rede aberta americana (não estão incluídos os programas produzidos para a TV a cabo).

Os números referem-se à audiência ao vivo (aquela que realmente interessa ao canal e ao anunciante) e a audiência em DVR (pessoas que deixam gravando para assistir mais tarde em um período máximo de sete dias). Lembrando que a audiência é medida através do sistema de amostragem.

Pelo oitavo ano consecutivo a Fox conquistou o primeiro lugar na audiência do público alvo do anunciante, que compreende a faixa etária entre 18 e 49 anos. A vitória foi conquistada graças ao programa American Idol, seu carro chefe, responsável por um terço de sua audiência na última Temporada.

A CBS ficou em segundo lugar na medição da audiência pelo público alvo, mas conquistou o primeiro lugar na soma do público em geral. Com a transmissão de jogos esportivos, a NBC saiu do quarto lugar na audiência americana, posição que ocupava há oito anos. Ela aparece em terceiro lugar, posição que era ocupada pela ABC, que ficou em quarto lugar. No entanto, a diferença entre os dois canais é mínima.

Mas as mudanças mais significativas ocorreram com o canal CW, que permanece em último lugar. Os números registrados revelam uma queda significativa de sua audiência em relação à Temporada anterior, tanto na audiência total quanto entre o público alvo.

As 10 séries de maior audiência da TV americana – rede aberta
(a lista abaixo não leva em consideração outros formatos de programas como esportes, reality shows, humorísticos, talk shows ou noticiários):

Entre o público alvo (18-49 anos): rating/share

1. Modern Family – 5.54/15
2. The Big Bang Theory – 5.53/17
3. Two and a Half Men – 5.10/12
4. 2 Broke Girls – 4.35/11
5. Grey’s Anatomy – 4.23/11
6. New Girl – 4.20/11
7. How I Met Your Mother – 4.12/12
8. Once Upon a Time – 4.10/10
9. NCIS – 4.01/11
10. Family Guy – 3.79/9

Nas cinco posições seguintes entram Mike & Molly (3.77/9), Criminal Minds (3.73/10), Rob (3.71/10), Glee (3.66/10) e Terra Nova (3.58/9).

Por milhões de telespectadores
1. NCIS – 19.491 milhões
2. NCIS: Los Angeles – 16.011 milhões
3. The Big Bang Theory – 15.820 milhões
4. Two and a Half Men – 14.639 milhões
5. The Mentalist – 14.570 milhões
6. Person of Interest – 14.337 milhões
7. Criminal Minds – 13.196 milhões
8. Modern Family – 12.930 milhões
9. CSI – 12.490 milhões
10. Castle – 12.181 milhões

Nas cinco posições seguintes entram Blue Bloods (12.159 milhões), Unforgettable (12.106 milhões), Rob (12.012 milhões), Havaí 5-0 (11.834 milhões) e The Good Wife (11.830 milhões).

'NCIS'

Os números dos canais:

Audiência média por canal na faixa 18-49 anos:
Fox: 3.2  milhões de telespectadores (queda de 9% em relação à Temporada 2010-2011)
CBS: 3.0 milhões de telespectadores (aumento de 3% em relação à Temporada de 2010-2011)
NBC: 2.5 milhões de telespectadores (aumento de 9% em relação à Temporada de 2010-2011)
ABC: 2.4 milhões de telespectadores (queda de 4% em relação à Temporada de 2010-2011)
CW: 0.7 mil telespectadores (queda de 22% em relação à Temporada de 2010-2011)

Audiência média por canal na totalidade:
CBS: 11.7 milhões de telespectadores (aumento de 1% em relação à Temporada 2010-2011)
Fox: 8.9 milhões de telespectadores (queda de 9% em relação à Temporada 2010-2011)
ABC: 8.4 milhões de telespctadores (queda de 1% em relação à Temporada de 2010-2011)
NBC: 7.4 milhões de telespectadores (aumento de 5% em relação à Temporada de 2010-2011)
CW: 1.7 milhões de telespectadores (queda de 15% em relacão à Temporada 2010-2011)

Audiência média na faixa etária entre 18-34 (público alvo do canal CW)
Fox: 2.7 milhões de telespctadores (queda de 13% em relação à Temporada anterior)
NBC: 2.0 milhões de telespectadores (aumento de 5% em relação à Temporada anterior)
CBS: 1.9 milhões de telespctadores (não houve mudanças)
ABC: 1.8 milhões de telespectadores (queda de 5% em relação à Temporada anterior)
CW: 0.8 mil telespectadores (queda de 20% em relação à Temporada anterior)

Faixa etária média do público por canal:
CBS: média de 55.6 anos de idade
ABC: média de 52.3 anos de idade
NBC: média de 49.3 anos de idade
Fox: média de 46.2 anos de idade
CW: média de 37.1 anos de idade

Vejam aqui como fazer a leitura dos números da audiência. Cliquem nas imagens para ampliar.

CBS renova onze séries

O mês de maio costuma ser o período no qual é realizado o Upfront, evento no qual os canais de rede aberta dos EUA divulgam sua nova programação para a temporada que tem início no mês de setembro. Com isso, são reveladas quais produções foram canceladas e quais novos projetos foram transformados em séries. No entanto, por vezes os canais antecipam alguns anúncios, especialmente aqueles relacionadas à renovação de séries, as quais já teriam sua continuidade prevista. Foi o que fez o canal CBS esta tarde.

Em nota oficial o canal anunciou a renovação das seguintes séries:  2 Broke Girls, Mike & MollyPerson of InterestHawaii Five-0, Blue BloodsThe Good Wife, NCIS, NCIS: LA, Criminal Minds, CSI The Mentalist. Lembrando que já estavam renovadas as séries How I Met Your Mother (até 2013) e The Big Bang Theory (até 2014).

Ainda falta decidir o futuro das séries Unforgettable, RobA Gifted ManCSI: Miami, CSI: NY e Rules Of Engagement, bem como a continuidade de Two And A Half Men, a qual ainda está em fase de negociações entre o canal e o estúdio, bem como com o ator Ashton Kutcher, que substituiu Charlie Sheen.

Em termos de números, as séries que foram renovadas apresentam a seguinte audiência para a atual temporada:

Blue Bloods: 10.4 milhões com 1.6% entre o público alvo (18-49 anos)
NCIS: 17.7 milhões de telespectadores com 3.4% entre o público alvo;
NCIS: LA: 14.8 milhões com 3.0% entre o público alvo;
Person of Interest: 12 milhões com 2.6% entre o público alvo;
The Mentalist: 12 milhões com 2.4% entre o público alvo (quando exibida na sexta-feira, a série baixou para 11.8 milhões com 2%).
Criminal Minds: 11.6 milhões com 3.1% entre o público alvo
The Good Wife: 10 milhões com 2% entre o público alvo.
Hawaii Five-0: 9.8 milhões com 2.7% entre o público alvo (a série já foi vendida para ser exibida em reprises pelo canal TNT americano que passará a apresentá-la a partir de 2014)
CSI: 10.6 milhões com 2.5% entre o público alvo.
2 Broke Girls: 10.8 milhões com 4% entre o público alvo.
Mike & Molly: 10.9 milhões com 3.5% entre o público alvo.

18/10/2010

às 13:10 \ Curiosidades, Televisão

As Séries com os Intervalos Comerciais mais Caros da TV Americana

Curioso em saber quanto vale o espaço comercial de sua série favorita? O jornal Advertising Age divulgou uma lista contendo os valores cobrados pelos 10 programas mais caros da TV aberta americana.

Os números são proporcionais à audiência, ao tema desenvolvido pelo programa, área e faixa etária atingida, dia e horário em que são exibidos e repercussão na mídia. Lembrando que são valores de referências calculados com base nas tabelas disponibilizadas por seis agências.  Também não foram incluídos os valores pagos para divulgação de produtos dentro do conteúdo exibido.

No topo da lista está “American Idol”, do canal Fox. O reality show, que trabalha um dos temas mais antigos da indústria do entretenimento (a descoberta de novos talentos), ainda conquista uma das maiores audiências da TV aberta. A média por temporada gira em torno de 25 a 30 milhões de telespectadores. Resultado: o espaço comercial do programa custa cerca de $467.617,00 dólares para cada 30 segundos de comercial. Mas este é apenas o valor cobrado para a exibição original. As reprises de cada programa custam $400.546,00 dólares.

Em segundo lugar ficaram as partidas de futebol da NBC que tem um horário fixo, todos os domingos à noite, com o “Sunday Night Football“. Cada 30 segundos de intervalo comercial tem um custo de $415.000,00.

Em terceiro vem a primeira série da lista, “Glee”, do canal Fox, que cobra cerca de $272,694,00 dólares para cada 30 segundos. A série conquista cerca de 11 milhões de telespectadores por episódio. Mas durante as férias de verão, a Fox cobrou cerca de $373.014,00 dólares por cada 30 segundos de comercial. O custo dos intervalos de “Glee” teve um aumento de $145.344,00 dólares entre a primeira e a segunda temporada.

A Fox se mantém com as três posições seguintes: “Uma Família da Pesada/Family Guy” está em quarto lugar, com cerca de 259.289, 00 dólares. Curiosamente, a série vale mais que “Os Simpsons“, outra produção da Fox que está em quinto lugar da lista e há 22 anos no ar. Para anunciar durante os intervalos da família amarela é preciso pagar cerca de $253.170,00 dólares. Em sexto lugar, está “House”, série estrelada por Hugh Laurie, que cobra cerca de $226.180,00 dólares para cada 30 segundos de comercial. Atualmente, cada episódio de “House” gera cerca de 10 milhões de telespectadores.

Em sétimo lugar está a primeira das duas produções da rede ABC a figurar na lista dos dez mais.  Os intervalos de “Grey’s Anatomy” tem um custo de $222.113,00 dólares. A série registra cerca de 12 millhões telespectadores por episódio. O valor é menor que o cobrado no ano passado, quando os intervalos custavam cerca de $240.462,00 dólares.

Em oitavo lugar está “The Office“, que cobra $213.617,00 dólares para cada 30 segundos. Curiosamente, a série não está entre as maiores audiências do canal. Os episódios de “The Office” registram cerca de 7 milhões de telespectadores. Agora dá para entender o porquê da NBC desejar dar continuidade à série mesmo após a saída de Steve Carell. Esta é a única série do canal a figurar na lista das dez mais entre anunciantes. Resta saber se a troca de ator manterá a produção nessa lista.

Desperate Housewives”, da ABC, ficou em nono lugar. Cobrando $210.064,00 dólares, a série é a segunda do canal a figurar na lista, embora o valor tenha sido reduzido em relação ao do ano passado, quando cobrava cerca de $228.851,oo dólares. Atualmente, cada episódio da série registra cerca de 13 milhões de telespectadores.

A lista encerra com “Two and a Half Men”, da CBS. A sitcom estrelada por Charlie Sheen figura em último lugar na lista dos dez mais, com $206.722,00 dólares para cada 30 segundos de intervalo. Cada episódio da série registra cerca de 14 milhões de telespectadores.

Entre as séries novas, quem apostou em “Havaí 5-0″, perdeu. A série com o maior valor cobrado em seu espaço comercial é a sitcom “Mike and Molly”. O espaço comerical de 30 segundos da série vale $189,160,00. A série registra cerca de 12 milhões de telespectadores por episódio, a mesma média do remake de “Havaí 5-0″. Vale lembrar que no ano passado a série nova mais cara da TV aberta americana foi “FlashForward”, que cobrou cerca de $175.724,00 dólares para cada 30 segundos de comercial, mas foi cancelada na primeira temporada.

As empresas que desejam anunciar compram um pacote de meses, ou semanas, período pelo qual se comprometem a divulgar seus produtos naquele dia e horário. Com isso, garantem valores fixos mesmo se o programa sofrer aumento de custo. Por outro lado, se a série ou programa perde audiência, a empresa continua pagando o mesmo valor já definido no pacote.

Breve Histórico da Publicidade na TV Americana

A publicidade foi o principal motivo pelo qual os proprietários de estações de rádio investiram no desenvolvimento da televisão, que surgiu para absorver o excesso de anunciantes dos programas radiofônicos. Em função disso, a produção televisiva nada mais era que uma ‘desculpa’ para vender espaços comerciais. Até hoje a publicidade é o principal motivo pelo qual um programa é produzido para a TV aberta. Ao longo dos anos surgiu uma  relação de ‘amor e ódio’ entre anunciantes, executivos, produtores e público, em função da influência que a publicidade exerceu, e que de certa forma ainda exerce, no conteúdo desenvolvido por cada programa.

Entre 1946 e 1964, as agências de publicidade praticamente determinavam o que seria exibido. Sua influência em relação ao conteúdo prejudicou a legitimação do veículo junto à crítica e intelectuais. Algo que até hoje a TV aberta ainda não conquistou. Alguns títulos produzidos ‘aqui e ali’ conseguem estabelecer um patamar que os colocam em uma posição de legitimação, mas o veículo continua sendo desconsiderado. Atualmente, é a TV a cabo que detém o respeito do meio intelectual da sociedade.

O primeiro comercial de TV foi ao ar no dia 1º de julho de 1941, quando o FCC, órgão que fiscaliza o conteúdo televisivo, oficializou o início das transmissões no país. Com duração de 20 segundos, a marca de relógios Bulova anunciou o início da programação da TV americana, ao custo de $9,00 dólares. Ao longo da noite, outros comerciais, ao custo médio de 100 dólares cada, foram exibidos para uma audiência com cerca de 4.500 telespectadores.

Cada propaganda tinha a duração média de um minuto, sendo que os poucos programas que eram exibidos (ficcional, noticiários e jogos) também traziam em seu conteúdo anúncios de produtos. Foi nesse período que surgiu na TV os comerciais com narrativa de documentário, que explicavam ao público as qualidades do produto e suas origens. Esse tipo de comercial chegava a durar cerca de cinco a sete minutos.

Até o ano de 1964, a estrutura era dividida entre a compra de espaços comercias, patrocínio a programas específicos e anúncio dentro de programas. Uma empresa poderia comprar um horário na televisão, que era dividido por blocos de meia-hora ou de uma hora, através de um sistema de cotas. Desta forma, os patrocinadores poderiam escolher o tipo de programa que seria exibido naquele horário ou o conteúdo do programa exibido. Eles também podiam censurar a divulgação de produtos concorrentes durante a exibição de um programa. A situação chegava ao ponto de termos serem evitados para que não fossem confundidos com produtos da concorrência.

A série ou programa tornava-se um produto do patrocinador, que poderia figurar no título como, por exemplo, “Colgate Comedy Hour”, um humorístico. O domínio que a publicidade tinha sobre o conteúdo do veículo chegou ao ponto de surgirem empresas independentes que tinham como objetivo produzirem séries e humorísticos, correrem atrás dos anunciantes e venderem o produto para um canal de TV já com os anunciantes garantidos.  Com essa prática, agências de publicidade como a Screem Gems foram transformadas em produtoras.

Os patrocinadores decidiam os programas que seriam levados ao ar, sua continuidade ou cancelamento, troca de atores, evolução de personagens, temas que poderiam (ou não) ser abordados e a forma como eles seriam desenvolvidos.  Com isso, a publicidade arcava não apenas com o sucesso das séries, mas, também, com seu fracasso. A base de critérios utilizados pelas agências era o segmento de público que seus clientes desejavam atingir. Nas primeiras duas décadas, os patrocinadores buscavam conquistar toda a família americana, bem como moradores do interior e das grandes cidades, de preferência com o mesmo programa.

Assim, a TV se formou respeitando a moral e os bons costumes, oferecendo conteúdo com narrativas simples, trazendo personagens/atores que pudessem criar uma conexão afetiva rápida e fácil com o público. A chegada dos grandes estúdios à TV, a partir de 1954, promoveu a elevação dos custos dos anúncios e patrocínios. Este e outros problemas levaram os executivos da TV a mudarem a estrutura de vendas.

Foi então que surgiu a midseason, entre 1964 e 1965. Desde o final da década de 1940, até os dias de hoje, a programação televisiva corresponde a um sistema de temporadas (season). Cada série ou programa produz um número X de episódios os quais são, em geral, exibidos uma vez por semana. O número de episódios foi determinado pelo número de semanas que os anunciantes ou patrocinadores se comprometiam a pagar pelo espaço publicitário de uma série ou programa.

Até 1965, as temporadas correspondiam a um número entre 36 e 40 semanas, em média. A partir da introdução da mid-season, o número foi reduzido a 26 semanas. Atualmente, a temporada corresponde a 22 semanas. A mid-season, ou meia temporada, corresponde ao período entre janeiro e março (podendo chegar a abril), estabelecendo 13 semanas (13 episódios). Com a adoção da midseason, as emissoras conseguiram livrar-se da produção de séries que não estavam mais dando boa audiência, mas cujos contratos com anunciantes interessados no programa ainda estavam valendo.

Além da mid-season, os canais estabeleceram a venda por spots/inserções, eliminando a venda por blocos de horários. Com isso, os programas deixaram de ter um patrocinador e os concorrentes poderiam anunciar no mesmo programa. O tempo de cada spot foi definido em 30 segundos, não sendo permitida as variáveis, salvo raras exceções.

As mudanças foram bem aceitas pelas agências, que já estavam esgotadas com as pressões que recaíam sobre elas. Dessa forma, as agências estavam livres da responsabilidade de alcançar um determinado nível de audiência e do controle sobre a criatividade do programa.

25/09/2010

às 15:22 \ Opinião, Séries Anos 2010-2019

Pilotos da Temporada 2010-2011 – Parte 1

Quem acompanha esse blog deve ter visto as postagens que venho fazendo sobre as novas séries que estão estreando nessa atual Temporada nos EUA, que teve início em setembro. Ainda faltam as estreias de algumas séries, mas a partir de hoje começarei a fazer breves comentários. As observações que farei aqui são restritas ao potencial dos personagens e das situações introduzidas nos episódios pilotos. Muitas séries podem não começar bem, mas conseguirem, ao longo da primeira ou até mesmo da segunda temporada, encontrar seu caminho (caso a emissora dê esse tempo aos produtores, não cancelando as séries). Outras podem começar bem e perderem o fôlego ainda na primeira temporada. E existem aquelas que estão tão bem estruturadas que conseguem manter a qualidade oferecida desde o início.

Muito mais que tramas, edição ou fotografia, as séries são personagens, os quais vivenciarão situações em um determinado ambiente. É a partir deles que a história acontece, mesmo quando os produtores decidem colocar a trama acima deles. Se os personagens não forem bem construídos, a história não caminha, o que leva os roteiristas a forçarem situações e diálogos para chegarem a algum lugar, enfraquecendo a potencialidade da série. O piloto serve para mostrar o potencial qualitativo desses personagens e das situações em que se encontram, bem como o nível de roteiros que poderão ser vistos nos próximos episódios.

Após a estreia das séries, os produtores costumam fazer um levantamento da receptividade de suas produções, o que os levam, em muitos casos, a fazerem os reajustes necessários nos personagens e/ou na trama para que a série possa ser salva. Mas em geral, quando estreiam, as séries já têm uma média de seis ou sete episódios produzidos, portanto as mudanças que são feitas somente serão percebidas lá para o final da primeira temporada. Em muitos casos, em virtude da baixa audiência, a série não consegue chegar nesse ponto. Em outros casos, negociações entre emissora e produtores podem permitir que a série finalize a primeira temporada podendo, inclusive, chegar a uma segunda, na qual as mudanças propostas para a emissora de fato ocorrerão.

As notas que coloquei abaixo de cada série referem-se à minha opinião sobre o resultado da proposta apresentada no episódio piloto. Não significa que a produção não tenha potencial para encontrar seu público ou se desenvolver melhor: A para ótimo; B para bom; C para fraco; D para ruim.

Mike & Molly

A série estreou nos EUA registrando uma média de 12.24 milhões de telespectadores. Apesar do número impressionar, é necessário levar em conta que a CBS encaixou a série entre duas produções de forte apelo de público. Ela é exibida entre “Two and a Half Men”, que gera cerca de 14 milhões de telespectadores por episódio, e “Havaí 5-0″, uma das estreias mais aguardadas da temporada. Além disso, é uma produção de Chuck Lorre, que tem um nome forte no mercado de comédias, tal qual outros produtores de ficção e drama têm em suas áreas, o que leva seus fãs a acompanharem seu trabalho. Mesmo que a audiência de “Mike & Molly” decline com o tempo, é muito provável que mantenha um número bom, visto que o público sintoniza o canal para ver “Two and a Half Men” e acaba assistindo a série na espera do programa seguinte.

“Mike & Molly” tem uma proposta boa: mostrar a relação entre duas pessoas extremamente obesas, que sofrem dos mesmos problemas e preconceitos. Através desse casal, se discutiria o tratamento que a sociedade oferece às pessoas nessas condições. Esta série, e a produção da ABC Family, “Huge“, estrearam no mesmo ano em que a Primeira Dama, Michelle Obama, lançou um projeto para diminuir ou eliminar a obesidade infanto juvenil. Enquanto que “Mike & Molly” gira em torno de personagens adultos, a série “Huge” retrata o universo dos adolescentes.

Apesar do quadro no qual a série está inserida, o único ponto positivo da produção é o casal principal, que tem potencial e conteúdo para se desenvolver ao longo dos episódios.

O problema são os personagens coadjuvantes e o texto. A mãe e a irmã de Molly têm uma construção extremamente rasa, que gera poucas oportunidades de envolvimento com a história do casal. No episódio piloto, as duas sobraram. O fato da irmã ser viciada em drogas não sustenta a personagem. Já o policial colega de Mike tem uma presença mais positiva, visto ser a consciência e ponto de apoio do personagem principal, mas a escolha do ator foi péssima, promovendo um detrimento ao personagem, que ainda precisa ser melhor desenvolvido para que possa se posicionar melhor na história.  Salva-se o garçon do restaurante que Mike e seu colega frequentam.

“Mike e Molly” concorre com “Lone Star”, “The Event” e o reality “Dancing with the Stars”.

Nota: C

$#*! My Dad Says

A série provocou expectativas e causou polêmica em função de suas origens. A proposta original traz a relação entre pai e filho. O primeiro um homem amargo e rabugento, politicamente incorreto, que não gosta da companhia de pessoas, mas se vê obrigado a conviver com o filho por quem não tem nenhum respeito, tornando-se incapaz de entender suas necessidades afetivas. O segundo, um rapaz extremamente sensível, tímido e carente, que luta para se afastar da influência paterna, mas se vê obrigado a conviver com ele. Tendo um profundo amor e respeito por aquele velho que o esculacha diariamente, o rapaz sonha em um dia conquistar o amor e a admiração do pai. Esses são os personagens Samuel e Justin que fizeram sucesso através de um perfil do Twitter, o que levou à criação da sitcom, que alguns jornais estão chamando de Twitcom.

Mas não é essa a série que foi produzida pela CBS e foi isso que provocou a revolta de críticos americanos, que massacraram a sitcom. O que foi produzida e exibida foi uma série sobre William Shatner comportando-se de forma politicamente incorreta. O ator, um ícone da televisão americana, tem um público fiel que ele conquistou ao longo de cinco décadas. Assistir à sitcom é ver o Capitão Kirk, de “Jornada nas Estrelas”, ou o Danny Crane, de “Justiça Sem Limites/Boston Legal”.

Se o projeto tivesse sido comprado por um canal a cabo, veríamos uma adaptação fiel aos personagens e situações do original. No entanto, foi comprado por um canal aberto, o que leva a produção a sofrer alterações para adequação de público. Apesar dos problemas, o  potencial da série é grande. Embora os personagens da vida real não tenham sido devidamente adaptados para a sitcom, esta apresenta dois novos personagens com suas próprias características, que ainda precisam ser lapidadas para justificarem suas existências. Afinal, não é nenhuma novidade ver a relação entre uma pessoa politicamente incorreta com uma pessoa que se preocupa em se relacionar com o meio em que vive. Temos o exemplo de “Tudo em Família”, nos anos 70, que era uma versão americana de uma série inglesa, na qual acompanhamos Archie em oposição ao genro. É claro que Shatner está longe de ser um Carroll O’Connor (Archie), mas ainda assim, o ator demonstra potencial vestindo esse tipo de personagem. Tanto que é ele quem carrega o piloto de “$#*! My Dad Says”, ou o que sobrou do episódio que foi picotado e modificado entre a primeira e segunda produção.

Shatner é muito suave para o tipo de personagem proposto no original. Para interpretar Sam, o pai de Justin, que tem suas frases jogadas no Twitter, seria necessário um ator do tipo de Jerry Stiller, o pai de George em “Seinfeld”. Trata-se de um ator com uma presença mais pesada, amarga e de fato rabugenta. Shatner consegue ser, no máximo, mal humorado por alguns momentos. Se Jerry fizesse o personagem, a série poderia manter o texto ‘sentimentalóide’ que foi apresentado, do jeito que está, pois o contraste entre a imagem do ator e o texto ficaria engraçada. A suavidade de Sam, que na série recebeu o nome de Ed (Shatner), ao lado da suavidade de Henry (a versão televisiva de Justin), revelam dois personagens iguais com opiniões e posturas diferentes. E, visto que as frases de efeito de Sam, retiradas do Twitter, foram suavizadas para a TV aberta, o impacto ficou diluído. Somando-se a isso, percebe-se que os roteiristas forçaram situações e diálogos para conseguirem encaixar algumas frases.

Outro problema da série é o casal composto pelo filho mais velho de Ed, Vince e sua esposa Bonnie. Um ‘apêndice desnecessário’ na trama. Não acrescentam nada e atrapalham. Com interpretações caricatas, sem sal e totalmente inseguros com o texto, os atores estão deslocados. É claro que seria difícil deixar apenas Henry e Ed na série, mas teria sido melhor se a produção tivesse optado por introduzir novos personagens quando eles fossem realmente necessários, mantendo na trama aquele, ou aqueles, que melhor se relacionassem com o desenvolvimento dos dois personagens centrais.

Com um grande potencial para se tornar uma boa sitcom, a partir dos personagens centrais, os roteiristas terão que ter muita criatividade para oferecerem situações e diálogos nos quais os protagonistas possam justificar suas existências e a própria série.

“$#*! My Dad Says” teve uma audiência de 12.5 milhões de telespectadores para sua estreia. Nota-se uma grande condescendência do canal para com a série. Programada para ser exibida logo após “The Big Bang Theory” e antes de “CSI”, que registraram em torno de 14 milhões de telespectadores, cada uma, percebe-se que a CBS torce para que a série dê certo.

A sitcom estrelada por William Shatner concorre com “Community”, “30 Rock”, “My Generation” e “Bones”.

Nota: C

17/09/2010

às 14:08 \ Séries Anos 2010-2019

Nova Série – Mike & Molly e a Obesidade

O universo das séries de TV americanas explorou na última década histórias estreladas pelos ‘excluídos’ da sociedade. Nerds e estrangeiros foram os principais alvos das produções seriadas, tanto dramáticas quanto comédias, em especial as séries voltadas para adolescentes.

Geralmente, os ‘esquisitos’ são coadjuvantes, os melhores amigos dos personagens principais, que têm aparências, personalidades e futuros garantidos, mas que, muitas vezes, não sabem como colocar em prática ‘as bençãos’ recebidas. Cabe aos ‘esquisitos’ mostrar-lhes o caminho. Nesse grupo enquadram-se os personagens gordinhos, ou obesos, que vivem através das alegrias e tristezas do melhor amigo magrinho(a).

A cultura do corpo esquelético teve início na década de 60 quando a modelo inglesa Twiggy transformou-se em uma superstar por sua aparência andrógena. A partir daí, as mulheres volumosas, ao estilo Marilyn Monroe, foram, aos poucos, saindo de moda. Na década de 80, com o surgimento das supermodelos, o culto à aparência e consequentemente do peso ganhou impulso tornando a bulimia e a anorexia doenças de conhecimento público.

Na TV, a obesidade sempre foi um problema. Na década de 50 a produção seriada era dividida entre aquelas estreladas por atores que vinham do rádio e aquelas estreladas por modelos selecionados em capas de revistas, dublês ou aspirantes a atores de cinema que não tinham conseguido uma chance na tela grande. Também existiam produções estreladas por famosos de Hollywood que já não conseguiam mais atrair bilheteria e que, por isso, migravam para as séries de TV.

Foram raras as vezes em que uma série foi estrelada por atores obesos. Entre elas, “Honeymooners”, “”Cannon”, “Jake e McCabe”, “Roseanne”, “Fat Actress”, “Less Than Perfect”, “Drop Dead Diva”, “According to Jim” e  “Sherri”. Também tem alguns desenhos animados, como  “Fat Albert” ou “Uma Família da Pesada”. Algumas lidaram com a questão da obesidade, outras ignoraram o fato, explorando outras possibilidades de roteiros.

Nessa última década, o sucesso de reality shows como “The Biggest Loser” mostraram aos canais o potencial de interesse da audiência por esse tema para as séries ficcionais. Não é à toa que nesse mesmo ano tenha estreado no canal ABC Family a série “Huge“, voltada para o público adolescente, que trata da obesidade infanto-juvenil. Agora a TV aberta investe em uma sitcom para adultos, com a qual se propõe a abordar o tema de forma cômica sem, contudo ‘levantar bandeiras’.

A proposta de “Mike & Molly” é apresentar o cotidiano de personagens obesos que, apesar de buscarem uma forma de controlarem o peso, mantém a rotina de suas vidas e afazeres, tentando realizar seus sonhos e alcançar a felicidade. No entanto, o piloto não agradou a crítica americana, que aponta personagens, situações e piadas previsíveis como fatores que tornam a sitcom uma forte candidata ao cancelamento.

Na história, Mike Biggs (Billy Gardell, de “My Name is Earl”) é um policial obeso que busca a ajuda do grupo Overeaters Anonymous, uma espécie de Vigilantes do Peso, que oferece um programa em 12 etapas para controlar  compulsão por comida. Lá, ele conhece Molly Flynn (Melissa McCarthy, de “Gilmore Girls” e “Samantha Who?”), uma professora primária. Os dois começam a namorar, enfrentando juntos os preconceitos em torno de suas medidas além dos problemas que geralmente surgem entre casais que estão recém se conhecendo.

Molly vive com a mãe Joyce (Swoosie Kurtz, de “Pushing Daisies”) e com a irmã Victoria (Katy Mixon), duas pessoas que comem de tudo e não engordam, o que deixa Molly desesperada, especialmente quando tenta fazer regime. Já Mike conta com o apoio de Carl McMillan (Reno Wilson), seu colega de trabalho, que apesar de fazer comentários irônicos sobre seu peso, está sempre apoiando suas decisões. Outro amigo de Mike é Samuel (Nyambi Nyambi), o garçon do restaurante que ele frenquenta, que não entende os motivos pelos quais seu melhor cliente deseja emagrecer.

Criada por Mark Roberts, a série é uma produção de Chuck Lorre, ambos de “The Big Bang Theory” e “Two and a Half Men”. O projeto foi desenvolvido para o canal CBS, que encomendou o piloto em dezembro de 2009. Em maio de 2010 o canal transformou o projeto em série de TV, com a encomenda de 13 episódios iniciais para a primeira temporada. Com “Mike & Molly”, Chuck Lorre terá três séries no ar, sendo que nenhuma delas faz parte de uma franquia.

“Mike & Molly” estreia nos EUA no dia 20 de setembro. Ainda não há previsão de quando será exibida no Brasil.

Com a produção seriada começando a explorar o estilo de vida de pessoas obesas, a televisão se propõe, através da ficção, discutir um tema que é uma preocupação constante para a sociedade americana. Estatisticas revelam que cerca de dois terços da população americana é obesa, sendo que o estado do Mississippi vem liderando o ranking nos últimos anos. O excesso de comida gordurosa, enlatados, fast foods e a falta de exercícios estão levando os americanos a um alto índice de mortalidade por obesidade ou doenças provocadas pelo aumento de peso.

Os gastos do governo com programas de saúde e conscientização incluem o programa “Let’s Move“, que tem como objetivo eliminar ou reduzir a obesidade infantil, lançado em  fevereiro desse ano pela Primeira Dama Michelle Obama.

Preview da série apresentado por Jim Belushi e Jerry O’Connell, que estrelam “The Defenders”, outra nova série da CBS, sobre a qual falarei em outra postagem.

06/08/2010

às 14:22 \ Cartazes

Cartazes de $#*! My Dad Says e Mike & Molly

A nova série estrelada por William Shatner estreia nos EUA no dia 23 de setembro. Confiram informações aqui. Já a sitcom “Mike & Molly” estreia na TV americana no dia 20 de setembro. Confiram informações aqui.

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16/05/2010

às 13:17 \ Séries Anos 2010-2019

Mais Três Séries Encomendadas

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Franklin & Bash - O canal TNT encomendou a produção de 10 episódios dessa série que traz de volta o ator Mark-Paul Gosselaar, de “Raising the Bar”, novamente interpretando um advogado. Criada por Kevin Fallas e Bill Chais, a produção é da Four Sucamore Productions em parceria com a Left Coast, FanFare e a Sony Pictures Television.

Na história dois jovens advogados, Steven Bash (Gossellaar) e Jared Franklin (Breckin Meyer) se unem a um importante escritório de advocacia, comandado por Stanton Infeld (Malcolm McDowell), um homem que mantém um comportamento tradicional tanto na vida quanto no trabalho. Por isso mesmo, a chegada dos dois amigos irá trazer para a empresa uma nova abordagem na forma de se aplicar a lei. Franklin tem uma grande habilidade em se conectar rapidamente com os membros do júri e o juiz, enquanto que Bash, prefere provocar situações que possam causar polêmicas.

Ainda no elenco estão Dana Davis (de “10 Things I Hate About You”), Kumail Nanjimai, Reed Diamond (de “Dollhouse”) e Garcelle Beauvais.

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The Paul Reiser show (ex-Next) - Paul Reiser ficou famoso ao criar, produzir e estrelar a sitcom dos anos 90 “Louco por Você/Mad About You” pela rede NBC, série que teve como referência suas experiências de homem casado. Agora, o canal recruta novamente o ator e roteirista para criar mais uma comédia, que irá abordar outra fase de sua vida. Talvez por isso a produção tenha recebido o título de “Next”, ou seja, “Próxima”. Foram encomendados seis episódios iniciais.

Na história temos um ator (Reiser) que um dia estrelou uma série de TV famosa e que hoje lida com o dia a dia de sua vida na meia idade. A narrativa deverá seguir o estilo apresentado por “Curb Your Enthusiasm”, apresentando Paul com uma família fictícia. Sua esposa será interpretada por Amy Landecker. No elenco também estão  Andrew Daly, Ben Shenkman, Brock Waidmann, Duane Martin, Koby Rouviere e Omid Djalili.

Mike & Molly – Quem já passou por uma dieta rigorosa ou não consegue parar de contar as calorias conseguirá se conectar rapidamente com os problemas vividos por esse casal. Mike e Molly são duas pessoas obesas que se conheceram durante uma reunião dos Vigilantes do Peso e agora, juntos, tentam perder peso enquanto lidam com a rotina do dia-a-dia de uma vida juntos. Além, é claro, das interferêncais das respectivas famílias.

A televisão é um veículo que tradicionalmente apresenta séries estrelas por homens e mulheres de corpos perfeitos. Ela cobra de seus atores o controle do peso, a ponto de demitir ou ameaçar de demissão aqueles que ultrapassam o limite de peso considerado ideal. Nos anos 80, a atriz Delta Burke sofria para conseguir manter-se magra para integrar o elenco de “Designing Women”, série na qual ela interpretava uma ex-rainha da beleza. Mas, ao longo da produção ela começou a engordar, o que a levou a entrar em constantes atritos com a produção da série. Os atritos prejudicaram o ambiente de trabalho, causando seu afastamento do elenco.

Pessoas obesas geralmente são os amigos simpáticos ou esquisitos ou solitários. Raramente são os atores principais. É mais fácil atores obesos estrelarem comédias, mas, na maioria das vezes, não giram em torno da questão do peso, e sim de situações amorosas ou de trabalho, ou familiares. As mais conhecidas comédias centradas em personagens obesos são “Roseanne” e “Less Than Perfect”. Recentemente tivemos “Sherri”, pelo Lifetime, canal a cabo. Agora, em 2010, a televisão americana tem dois projetos acerca do cotidiano de pessoas obesas em suas lutas contra a balança: “Mike & Molly”, pela rede aberta CBS, e “Huge“, pelo canal a cabo ABC Family.

“Mike & Molly” foi criada por Mark Roberts, com produção de Chuck Lorre, tendo 13 episódios iniciais encomendados pela rede CBS. No elenco estão Billy Gardell (Mike Biggs), de “My Name is Earl”, Melissa McCarthy (Molly Flynn), de “Samantha Who?” e “Gilmore Girls”, Katy Mixon (Victoria Flynn), Nyambi (Samuel), Reno Wilson (Carl McMillan) e Swoosie Kurtz (Joyce Flynn), de “Pushing Daisies”, que interpreta a mãe de Molly.

30/03/2010

às 14:35 \ Pilotos de Séries

Novos Projetos e Pilotos – Parte 27 – Elenco

David James Elliott

Scoundrels - David James Elliott, de “JAG”, substitui Neal McDonough, visto em “Desperate Housewives”, no elenco desse piloto da ABC. Trata-se de uma versão da neozeolandesa “Outrageous Fortune”. Elliott interpretará o pai de uma família de ladrões, que é preso. Sua esposa, interpretada por Virginia Madsen, decide fazer com que seus filhos mudem de vida e se tornem honestos, mas eles resistem à ideia.

This Little Piggy - Nick D´Agosto entrou para o elenco desse projeto da NBC sobre dois irmãos, Brooje Bloo e D’Agosto, que se mudam para a casa do irmão mais velho.

The Pink House – Ashley Madekwe, de “Secret Diary of a Call Girl”, interpretará uma mulher que saiu da pobreza e agora procura por um marido rico. Ela será vizinha de dois jovens do interior que se mudam para Los Angeles e alugam uma casa na praia.

Friends With Benefits - Jessica Lucas, de “Melrose Place”, será um dos cinco amigos que mantém relações sexuais entre eles enquanto não encontram o verdadeiro amor.

Tyler Labine

Mad Love (ex-True Love) – Pelo visto “Sons of Tucson” não passará da primeira temporada. Tyler Labine, o ator principal, também conhecido por “Reaper”, entrou para o elenco dessa sitcom da CBS. Criada por Matt Tarses, a história gira em torno de quatro amigos que vivem em Nova York. Labine substitui Dan Fogler anteriormente divulgado. Ele será um advogado que não acredita no amor, enquanto que seu amigo, Henry (Jason Biggs), será um advogado que se apaixona por uma jovem (Minka Kelly) enquanto namorada outra.

Mike and Molly  -Melissa McCarthy, de “Gilmore Girls”, e “Samantha Who?”, interpretará a Molly do título dessa nova sitcom de Chuck Lorre. Mike (Billy Gardell) é um oficial de polícia obeso que conhece Molly (Melissa), nas reuniões dos Obesos Anônimos. Também no elenco está Swoosie Kurtz, de “Pushing Daisies”.

Livin’ On a Prayer - Lindsay Sloane se une à Kyle Bornheimer nesse piloto sobre um casal não casado, Tommy (Kyle) e Gina (Lindsay), que estão apaixonados, mas enfrentam a resistência do próprio Tommy, um jovem que tem problemas para assumir compromissos.

The Gates - Marisol Nichols, de “24 Horas”, Rhona Mitra, de “Boston Legal”, Victoria Platt, Justin Miles e Skyler Samuels se unem à Frank Grillo nesse drama de sobrenatural, que já tem 13 episódios iniciais encomendados pela ABC. Grillo é o chefe de polícia de uma comunidade chamada Gates, onde os moradores têm seus próprios segredos. Marisol é uma mulher que se muda para o local em busca de uma nova vida, enquanto Rhona será uma vampira. Ainda não foi divulgado o que tipo de segredo os demais guardam, mas todos os demais atores citados interpretarão moradores da comunidade

Brandon Routh

In Security - Brandon Routh, o novo Superman dos cinemas, está no elenco desse piloto da TBS, ao lado do veterano Hal Linden, de “Barney Miller”, Amir Arison, Tina Majorino e Kevin Michael Richardson. A história gira em torno de duas irmãs (Constance Zimmer e Kat Foster), que assumem a empresa de segurança de seu pai (Linden), dedicada a proteger celebridades e a “nata” da sociedade. Brandon será um ex-oficial da marinha que se torna guarda-costas e namorado de uma das irmãs.

Franklin and Bash – Este é outro projeto da TBS que terá Garcelle Beauvais-Nilon, Reed Diamond e Dana Davis no elenco ao lado de Breckin Meyer e Mark-Paul Gosselaar.  Na história, Jared (Meyer) e Steven (Gosselaar) são dois advogados e amigos que são contratados para trabalhar em um renomado escritório, comandado pelo personagem de Malcolm McDowell.

Glory Daze - Também um projeto da TBS, o piloto terá Teri Polo, vista em “The West Wing”, Tim Jo e Josh Brener; Teri será uma professora de inglês, enquanto que os outros dois serão membros de uma fraternidade nessa história situada nos anos 80.

Boston’s FinestJason Wiles, de “Third Watch” e “Persons Unknown” (série que ainda não estreou nos EUA), e Miles Williams unem-se à Katee Sackhoff, de “BSG”, nesse piloto onde ela interpreta uma detetive ao lado de Goran Visnjic, de “ER/ Plantão Médico”, um ex-policial que tenta desvendar uma conspiração que o levou a ser expulso da polícia. Jason será Christian, namorado da personaegm de Katee, um jovem arrogante que raramente comete erros; Miles será o filho de Angus (Goran), mas adotado por Jack (Treat Williams), ex-colega de Angus. Também no elenco estão Nia Long, Richard T. Jones e Will Yun Lee.

CutthroatTeo e Isa Briones serão Alex e Lily, filhos de Nina (Mia Maestro), uma viúva que mantém um cartel de drogas em Beverly Hills. Também no elenco estão Escher Holloway, Jon Seda, Peggy Lipton e Sarah Wynter.

Hal Linden

How To Be a Better American - Dylan Matzke será Martin, o filho de 9 anos fanático de um homem (Jason Jones) que decide se tornar uma pessoa melhor, o que leva sua família à loucura. Também no elenco estão Emily Rose Everhard, Johnny Sneed e Missi Pyle.

It Takes a VillageChristopher Sieber, de “It’s All Relative”; Gabriel Morales e Zack Mills, de “Rita Rocks”, estão no elenco dessa comédia da ABC. Sieber será Howard, ex-marido de Karen (Leah Remini), que agora vive com o namorado Scott (Cheyenne Jackson). Karen está, agora, casada, com Carl (James Patrick Stuart). Mas os quatro mantém a responsabilidade de juntos enducarem George (Zach), o filho de 15 anos de George e Karen. Enquanto isso, Gabriel interpretará Chris, o melhor amigo de George.

LeapfrogJake Lacy será Casey um jovem que precisa se casar às pressas com a namorada (Joanna Garcia) quando ela descobre que está grávida, nesse piloto da ABC que gira em torno de duas irmãs em diferentes estágios de seus respectivos relacionamentos. Também no elenco estão Jennifer Finnigan, Debra Jo Rupp, Josh Cooke e Kurt Fuller.

Nolan Knows Best - Este é o título do Dana Gould Project, da ABC, que gira em torno de um conselheiro escolar (Dana Gould), que precisa decidir o tipo de educação que dará a seus dois filhos: a tradicional ou a moderna. Lexi Jourden e Payton Lucas serão os filhos, enquanto que Brian Dennehy será o pai do conselheiro. Também no elenco estão Traylor Howard que interpretará a esposa.

Martin Short

Off the MapJose Julian será o guia local de uma ilha tropical onde funciona uma clínica médica, deste novo projeto de Shonda Rhimes. Mamie Gummer, Caroline Dhavernas, Enrique Murciano, Jason George, Martin Henderson e Valerie Cruz também estão no elenco.

Tax Man – Martin Short, que está na atual temporada de “Damages”, entou para o elenco desse piloto da Fox criado por Brent Forrester e produzido por Ron Howard, sobre funcionários do Departamento do Imposto de Renda em Fresno. Short será Mike, o chefe do Departamento. Também no elenco já estão confirmados David Krumholtz, Judy Greer, Kerri Kenney e Randall Park. O piloto será dirigido por Fred Savage, o Kevin Arnold de “Anos Incríveis”.

The Whole Truth - Christine Adams será Lena, uma promotora que se torna advogada nesse projeto da ABC produzido por Kerry Bruckheimer, sobre a construção de casos jurídicos vistos sob dois pontos de vistas: o da defesa e o da acusação. Já confirmados no elenco estão Rob Morrow, de “Numb3rs”; e Joely Richardson, de “Nip/Tuck”.

Christine Woods

Perfect Couples - Christine Woods, de “FlashForward”, será a atriz principal desse piloto da NBC. Ela interpretará Julia, casada com Dave, que tenta manter sua relação afastada das interferências de amigos e familiares.

Wilde Kingdom - Jayne Houdyshell e Joe Nunez se unem à Will Arnett e Keri Russell, neste piloto que gira em torno de Steven (Arnett), um milionário de Beverly Hills que se apaixona por Emmy (Russell), uma jovem que não gosta de seu estilo de vida. Jayne interpretará a ex-babá de Steven que agora é responsável por sua segurança, e Nunez será o melhor amigo de Steven. Também no elenco está Stephania Owen, como a filha de Emmy.

Haven - A versão para a TV do livro de Stephen King, “The Colorado Kid”, já transformado em série a ser exibida pelo SyFy, terá no elenco os atores Lucas Bryant e Eric Balfour, de “24 Horas” e “A Sete Palmos/ Six Feet Under”. Eles se unem à Emily Rose, de “Jericho”, que interpreta uma agente do FBI investigando uma pequena cidade habitada por pessoas com poderes sobrenaturais. Lucas será Nathan, um policial que se torna parceiro da agente, enquanto que Eric será Duke, um residente excentrico. A estreia da série está prevista para 2011 nos EUA.

The Line – Terry Kinney interpretará um assaltante que também é um poeta, filósofo e sociopata, nesse piloto de série estrelado por Dylan Walsh, de “Nip/Tuck”, sobre agentes especiais na caça de criminosos perigosos.

Hitched - Thomas Middleditch interpretará o melhor amigo de um casal (Kristin Kreuk e Jack Carpenter) recém casado que descobre ter pouco em comum.

Na foto acima temos os bastidores de produção do piloto “Pleading Guilty“, estrelado por Madchen Amick (à esquerda) e Jason Isaacs (à direita). Também no elenco está John Larroquette. A moça do meio é a produtora Katherine Pope.

27/02/2010

às 20:35 \ Pilotos de Séries, Remakes

Novos Projetos e Pilotos – Parte 19 – Elenco

Leah Remini e Zeljko Ivanek

Em função da quantidade de informações sobre escalação de elenco para novos projetos de séries, vou separar o conteúdo das postagens. Mantendo o mesmo título, publicarei as novidades sobre o elenco de pilotos em uma postagem; em uma outra, publicarei os novos projetos, bem como projetos cancelados ou transformados em séries, mantendo a continuidade da numeração.

A produção de pilotos para possíveis novas séries deverá ocorrer até meados de abril e maio. Então, até lá, continuarão a surgir notícias em maior número sobre contratações de elenco. A partir dessa data, as notícias serão mais voltadas às informações sobre quais pilotos serão ou não transformados em séries. Lá por outubro, recomeçam a surgir notícias de novos projetos em desenvolvimento para o ano seguinte.

Seleção de Elencos

It Takes a Village - Leah Remini, de “King of Queens”, entrou para o elenco dessa comédia da ABC que gira em torno de um casal divorciado que agora se envolve, cada um, com outras pessoas, formando dois novos casais; os quais são responsáveis em educar um garoto de 15 anos.

The Event - O piloto será estrelado por Jason Ritter, também terá os atores Zeljko Ivanek, de “Damages”, Ian Anthony Dale e Laura Innes, de “Plantão Médico”, no elenco. A história gira em torno de Sean, personagem de Ritter, que se vê envolvido em uma cospiração para o assassinato do Presidente americano. Ivanek será o diretor da CIA; Laura será a pessoa em comando de uma agência secreta; enquanto que Dale interpretará um funcionário do governo. Ainda no elenco estão Sarah Roemer e Scott Patterson, que interpretarão pai e filha. Sarah será a namorada de Sean, uma bioquímica que é sequestrada com o objetivo de forçar o pai, um piloto de avião, a jogar a aeronave contra a residência presidencial. (Para quem não assistiu à primeira temporada de “24 Horas”, e centenas de outras produções, o enredo poderá parecer inédito).

This Little Piggy – Ben Koldyke irá estrelar esse piloto da NBC que gira em torno de um homem que precisa acolher seus dois filhos adultos quando estes passam por dificuldades financeiras. No elenco também estão Andrea Parker e Rebecca Creskoff. Esta é a terceira tentativa de Koldyke em estrelar uma série. As duas primeiras foram os pilotos “Boldly Going Nowhere” e “The Big D”, ambos engavetados.

Wayne Knight e Romany Malco

No Ordinary Family - Terá Romany Malco, de “Weeds”, no elenco ao lado de Michael Chiklis e Autumm Reeser, já divulgados, sobre uma família com poderes especiais. Romany interpretará o melhor amigo de Jim (Chiklis)

Ant Hines Project - Wayne Knight, o Newman de “Seinfeld”, entrou para o elenco desse piloto da CBS a ser dirigido por Larry Charles, do filme “Bruno”. Ainda sem título, a história, estrelada por Paul Kaye, gira em torno de um britânico que se muda para Los Angeles para ficar perto da filha.

Perfect Couples - Olivia Munn estrela esse piloto da NBC que gira em torno das relações entre três casais.

187 Detroit - O piloto da ABC terá D. J. Cotrona no elenco, interpretando um detetive que trabalha infiltrado no mundo do crime. A história é uma espécie de “Cops”, na qual temos uma equipe de documentaristas acompanhando o trabalho da polícia. Nessa mesma linha, já temos produções como “Modern Family”, “The Office” e “Parks and Recreation”.

Generation Y - O mesmo formato semi-documental, que já faz sucesso entre os reality shows, será utilizado nesse projeto que é uma adaptação de uma série produzida na Escandinávia. A história gira em torno da vida de um grupo de jovens que há dez anos é acompanhado por uma equipe de documentaristas. Julian Morris, Daniella Alonso e Kelli Garner entraram para o elenco do piloto. Julian será o garoto rico; Daniella, a CDF e Kelli o garoto punk.

Most Likely to Succeed - Kaitlin Doubleday e Malcolm Barrett, da ainda não cancelada “Better of Ted”, entraram para o elenco dessa comédia da Fox, sobre jovens que no período escolar foram os mais populares, mas que, agora, enfrentam a dura realidade da vida adulta. Kaitlin interpretará Rebecca que se divorciou do marido que a traía; e Malcolm será o ex-garanhão da escola que agora não consegue conquistar ninguém.

David Denman e Megan Boone

Breakout Kings - O piloto da Fox terá Malcolm Goodwin no elenco dessa série que gira em torno de um delegado (Laz Alonso), que recruta a ajuda de ex-criminosos para ajudá-lo a prender fugitivos. Goodwin será um dos criminosos recrutados pelo delegado. Domenick Lombardozzi, de “The Wire”,interpretará o assistente do delegado.

Freshman - O projeto de série que será estrelado por Sarah Chalke também terá no elenco a atriz Tara Killian que interpertará a assistente da personagem de Sarah. A história gira em torno de três congressistas que dividem um apartamento em Washington. Sarah, Tommy Dewey e Ben Lawson, de “The Deep End”, que ainda não foi oficialmente cancelada, serão os congressistas. Também no elenco está Suzy Nakamura.

HMS - Megan Boone entrou para o elenco desse projeto que tem um título provisório. Assinado por Amy Holden Jones, a produção é da atriz Hayden Panettiere para o canal CW. A história gira em torno de estudantes de medicina. Megan será Nell, a personagem central, que se sente intimidada pelos demais colegas. Também no elenco estão Sarah Jones e Tasso Feldman, que interpretarão a aluna rica que sonha em ser cirurgiã; e o aluno arrogante que se acha melhor que os outros.

Traffic Light - David Denman, de “The Office”, estará ao lado de Nelson Franklin nessa série da Fox, que é uma versão de uma produção israelense. Franklin interpreta Adam um editor de revista que “juntou os trapinhos” e agora vive com sua namorada. O problema é que na casa também vivem seus dois melhores amigos, um deles interpretado por David.

Swoosie Kurtz e Kelly Hu

The OddsKelly Hu, de “Martial Law”, entrou para o elenco desse piloto da CBS que gira em torno de um departamento da polícia de Las Vegas, no qual os policiais comentem tanto, ou mais crimes, que os criminosos que eles perseguem. Kelly interpretará uma das poucas personagens que mantém a moral da profissão.

Body of Evidence - Windell Middlebrooks, Geoffrey Arend, de “Trust Me”, e John Carroll Lynch, de “The Drew Carey Show”, estão no elenco desse piloto da ABC que narra o dia-a-dia de uma cirurgiã e sua equipe, que passam a trabalhar como médicos legistas. Os dois primeiros atores farão parte da equipe médica, enquanto que o último será um detetive da polícia.

Off the Map - Caroline Dhavernas, de “Wonderfalls”, e Valerie Cruz entraram para o elenco dessa nova série de Shonda Rhimes, responsável por “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”. Dessa vez, a equipe médica da trama proposta por Rhimes estará atendendo pacientes carentes que vivem em algum lugar da América Latina (pelo título será um lugar pequeno e desconhecido).Caroline será uma médica e Valerie uma enfermeira.

Mike & MollySwoosie Kurtz, de “Pushing Daisies”, está no elenco dessa comédia da CBS a qual gira em torno de um casal obeso que luta contra o peso, enfrentando toda espécie de regime. Kurtz interpretará Joyce, a mãe de Molly. Criado por Chuck Lorre, o projeto também tem no elenco o ator Bill Gardell que interpretará Mike. A atriz que interpretará Molly ainda não foi escalada; Mike será interpretado por Billy Gardell, de “My Name is Earl”.

Kelli Giddish e Casey Wilson

ChaseKelli Giddish, de “Past Life”, está agora no projeto de Jerry Bruckheimer para a NBC. Ela será Anni Frost, uma delegada de polícia no Texas que persegue fugitivos.

Kindreds - Ben Chaplin irá estrelar o novo projeto de David E. Kelley para a TV, que gira em torno de Harry Korn, um ex-advogados de patentes que junta uma equipe para praticar defender a lei de foram nada convencional (com David E. Kelley não poderia ser diferente). Chaplin interpretará um professor de biologia que contrata o escritório de Korn para defendê-lo em um caso, e acaba indo trabalhar para ele como voluntário.

Happy Endings - Casey Wilson está no elenco dessa série para a ABC, que gira em torno de um casal que cancela o casamento quando estão no altar. Agora precisam descobrir uma forma para manter a amizade dos quatro amigos. Casey será um dos amigos do casal.

True Blue - O piloto dessa série terá Malcolm-Jamal Warner, de “Cosby Show”, e Eric Lange, visto em “Lost”, no elenco. A história gira em torno de detetives da polícia de São Francisco que tentam solucionar o assassinato de um de seus colegas. Lange será um dos detetives que estará sob suspeita de ter cometido o crime, enquanto que Malcolm será o parceiro do policial morto.

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Kurtwood Smith e Carlos Bernard

HitchedKurtwood Smith, de “That 70′s Show”, será o pai de Kristin Kreuk nessa nova série de Josh Shwartz que gira em torno de um jovem casal que após a lua-de-mel, descobre não ter nada em comum.

Scoundrels - Leven Rambin, Vanessa Marano e Carlos Bernard, o Tony de “24 Horas”, estão no elenco dessa damédia da ABC, que é uma versão de uma produção da Nova Zelândia estrelada por Virginia Madsen e Neal McDonough. A história gira em torno de uma família de criminosos; quando o pai (McDonough) é preso, a mãe (Madsen) tenta endireitar os filhos, que preferem a vida do crime. Lembra um pouco o enredo de “Arrested Development” em que temos Michael tentando conter os gastos da família depois que o pai é preso por fraude. Leven e Vanessa interpretarão as filhas do casal, enquanto que Carlos interpreterará um detetive que mantém vigilância sobre cada membro da família.

Nevermind NirvanaRavi Patel, de “Past Life”, está no elenco dessa série na qual interpretará um dos irmãos que vivem em uma comunidade indiana. Enquanto que o personagem de Patel se apaixona por uma branca (a ser interpretada por Rachel Leigh Cooke), o outro, segue as tradições da família, e aceita a noiva que o pai escolheu para ele.

Open Books - Patti LuPone está no elenco desse projeto no qual interpretará a mãe de June (Laura Benanti), uma editora de livros.

Grace Park e Shane West

Midland - Eloise Munford entrou para o elenco desse piloto que gira em torno de um bigamo (Jimmy Wolk), que mantém duas famílias vivendo em diferentes cidaddes do Texas. Eloise será uma das esposas.

The CapeDavid Lyons, de “ER/Plantão Médico”, interpretará Vince Faraday, um ex-policial acusado de um crime que não cometeu. Agora ele se veste de super-herói para descobrir o verdadeiro criminoso.

Havaí 5-0 - Grace Park, a Boomer do remake de “Battlestar Galactica”, entrou para o elenco desse outro remake a ser estrelado por Alex O’Loughlin. Grace interpretará Kono Kalakaulau, a sobrinha do detetive Chin Ho Kelly, a ser interpretado por Daniel Dae Kim, de “Lost”. A personagem é uma surfista recém formada pela Academia de Polícia, que é recrutada por McGarret para se unir à equipe. Grace Park também foi vista nas séries “The Cleaner”, e na canadense “The Border”, cancelada recentemente.

Nikita - O remake de “La Femme Nikita”, que está em desenvolvimento pelo CW, terá Shane West, de “ER/Plantão Médico”, interpretando o agente responsável em recrutar e treinar a nova Nikita. Na série original, o personagem se chamava Michael. Não há informações concretas de que o remake manterá o mesmo nome.

Janeane Garofalo e Dennis Farina

John Wells Project - Janeane Garofalo, vista em “24 Horas”, entrou para o elenco desse piloto ainda sem título da CBS. A história gira em torno de uma equipe ambulante de médicos que percorre cidades americanas atendendo pessoas necessitadas. Janeane interpretará Angel, chefe das enfermeiras. Também no elenco, já divulgado, estão Amy Smart e Rachelle Lefevre.

LuckDennis Farina, de “Histórias do Crime” e “Lei & Ordem”, e John Ortiz entraram para o elenco desse piloto da HBO criado por David Milch, com direção de Michael Mann, “Miami Vice”. A história é situada no universo das corridas de cavalos e de pessoas que tiram seu sustento delas, e de pessoas que passam a vida apostando no próximo vencedor. A narrativa acompanha a vida de Ace Bernstain, que sai da prisão após 3 anos, unindo-se a Gus (Farina), com quem planeja um novo negócio. Ortiz interpretará Turo, um treinador de cavalos com péssima reputação.

 

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