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Mike & Molly

Distribuidora cancela ‘Mike & Molly’ em DVD no Brasil

Mike & Molly S4A distribuidora Warner informa que não lançará mais as novas temporadas da série Mike & Molly em DVD no Brasil.

A quarta temporada chegou a ser anunciada para o mês julho. Depois de entrar em pré-venda, ela teve seu lançamento adiado e posteriormente cancelado. A distribuidora não informa as razões que levaram ao cancelamento.

Criada por Mark Roberts, a série acompanha a vida de Mike (Billy Gardell, de My Name is Earl), um policial obeso que busca a ajuda do grupo Overeaters Anonymous, uma espécie de Vigilantes do Peso, que oferece um programa em 12 etapas para controlar compulsão por comida. Lá ele conhece Molly (Melissa McCarthy, de Gilmore Girls e Samantha Who?), uma professora primária, com quem inicia um relacionamento.

Produzida pela Warner Brothers em parceria com a Chuck Lorre Productions, a série está em sua quinta temporada, que estreia nos EUA no dia 8 de dezembro.

Cliquem na foto para ampliar. 

CBS define datas de estreias e retornos de sua Fall Season

Madam Secretary

A rede CBS divulgou seu calendário de estreias para a Fall Season 2014, período que inicia em setembro.

No dia 21 de setembro, o canal começa a exibir a sexta temporada de The Good Wife. No mesmo dia ocorre a estreia de Madam Secretary, série estrelada por Téa Leoni (The Naked Truth), que interpreta a Secretária de Estado. Com isso, o canal fez uma dobradinha com séries que trazem uma temática parecida: mulheres fortes ocupando cargos importantes na sociedade e na política.

No dia seguinte estreia a oitava temporada de The Big Bang Theory, com a exibição de dois episódios, sendo que a série entra em seu horário normal no dia 30 de outubro. Ainda no dia 22 de setembro a CBS começa a exibir Scoprion,  série sobre um grupo de pessoas com o QI elevado, que busca soluções para os problemas globais. No dia 23 de setembro estreiam as novas temporadas de Person of Interest e NCIS, bem como a spinoff NCIS: New Orleans. No dia 26 de setembro é a vez do canal começar a exibir a quinta temporada de Blue Bloods e do remake de Havaí 5-0.

A décima quinta temporada de CSI estreia no dia 28 de setembro. No dia seguinte retornam Mom e NCIS: Los Angeles. No dia 1 de outubro ocorre a estreia da décima temporada de Criminal Minds e de Stalker, nova série com Dylan McDermott (Hostages, American Horror Story) e Maggie Q (Nikita), que integram uma equipe da polícia especializada em solucionar crimes relacionados a pessoas obcecadas por outras. No dia 27 de outubro a CBS começa a exibir a terceira quarta temporada de 2 Broke Girls.

As estreias da Fall Season da CBS encerram no dia 30 de outubro com o retorno de The Millers, Two and a Half Men e Elementary, além da estreia de The McCarthys, sitcom que acompanha a rotina de uma família irlandesa vivendo em Boston.

As séries CSI: Cyber, spinoff de CSI estrelada por Patricia ArquetteOdd Couple, sitcom com Matthew Perry; Battle Creek, nova série de Vince Gilligan (Breaking Bad) e David Shore (House); The Mentalist e Mike & Molly ficaram para a Midseason de 2015.

Um calendário completo da Fall Season de 2014 será publicado no final de agosto neste blog. Por enquanto, confiram as datas de estreia da Summer Season aqui.

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Atenção: entre os dias 16 e 28 de junho estarei em férias. O blog continuará a ser atualizado diariamente, mas de forma mais lenta.

CBS renova quatorze séries

The Millers4

Postagem corrigida no dia de sua publicação.

Depois de garantir a continuidade de The Big Bang Theory, o canal CBS renova a produção de mais quatorze séries que fazem parte de sua grade de programação. São elas: NCIS, NCIS: LA, Criminal Minds, Person Of Interest, Elementary, CSI, Hawaii Five-0, Blue Bloods, The Good Wife, 2 Broke Girls, The Millers, Two And A Half Men, Mike & Molly e Mom.

O canal ainda não confirmou se esta será a última temporada de Two and a Half Men. Entre as produções renovadas, apenas The Millers e Mom são novatas.

The Millers é uma sitcom tradicional criada por Greg Garcia (Raising Hope). Na história, quando Tom (Beau BridgesStargate SG1) descobre que seu filho Jack (Will Arnett, de Up All Night), um repórter televisivo, se divorciou, decide que também é chegada a hora de se separar de sua esposa Carol (Margo Martindale, de Justified e A Gifted Man), uma mulher alegre, porém controladora. Assim, Tom vai morar com a filha Debbie (Jayma Mays, de Glee), casada com Adam (Nelson Franklin). Enquanto isso, Carol vai morar com Jack e, ‘sem querer querendo’, acaba interferindo na rotina do filho.

S1Mom4A primeira temporada, ainda em exibição, vem registrando a média de 11.28 milhões de telespectadores, com 2.7% ao vivo.

A sitcom Mom é mais uma criação de Chuck Lorre, também responsável por Two and a Half Men, The Big Bang Theory e Mike & Molly. Na história, Christy (Anna Faris) é uma garçonete com dois filhos adolescentes, Roscoe (Blake Garrett Rosenthal) e Violet (Sadie Calvano). Sóbria há quatro meses, ela enfrenta seu maior desafio: a presença de sua mãe Bonnie (Allison Janney, de The West Wing), uma ex-alcoólatra com quem Christy luta para manter uma boa relação.

A primeira temporada, que também ainda está em exibição, registra a média de 7.66 milhões, com 2.06% entre o público alvo ao vivo.

Em maio, os canais da rede aberta americana divulgam sua nova programação. Em entrevistas, representantes da rede CBS dizem que encomendarão apenas quatro novas séries para a Temporada 2014-2015, sendo que duas serão dramas e duas comédias.

Confiram aqui a lista de pilotos que disputam um espaço na grade de programação do canal.

CBS renova nove séries

'Elementary'

Antes mesmo de apresentar seu Upfront em maio, o canal CBS já renovou séries que constam de sua grade de programação. Elas são, Elementary, The Good Wife, 2 Broke Girls, Mike & Molly, NCIS: LA, Person Of Interest, The Mentalist, Hawaii Five-0 e Blue Bloods. Somando as renovações já anunciadas de CSI, The Big Bang Theory, How I Met Your Mother e NCIS, o canal tem treze produções renovadas até o momento.

Entre as renovações anunciadas, apenas Elementary é novata. Com um ótimo desempenho, a série que traz Sherlock Holmes para o tempo presente, vivendo em Nova Iorque, chega à sua segunda temporada. Com dezoito episódios exibidos até o momento, a primeira temporada vem mantendo a média de 11.56 milhões de telespectadores ao vivo, com 2.65% entre o público alvo (18-49). Sendo que a média da audiência da CBS no momento é de 12.2 milhões de telespectadores com 3% da audiência entre o público alvo (18-49).

Ainda falta o canal definir o futuro de Vegas, que ainda precisam provar seu valor, Golden Boy, que vem tendo um bom desempenho, CSI: NY, ainda uma dúvida, Rules of Engagement, que provavelmente será cancelada, Criminal Minds e Two and a Half Men, estas duas últimas em fase de negociações com o elenco.

25/05/2012

às 13:19 \ Audiência, Televisão

As 10 séries de maior audiência da Temporada 2011-2012

'Modern Family'

Neste mês de maio encerrou nos EUA a Temporada 2011-2012. Assim, a Nielsen divulga a média da audiência da Temporada (que tem início em setembro) por canais e por programas. A lista também revela qual a faixa etária média do público que acompanha a programação de cada canal da rede aberta americana (não estão incluídos os programas produzidos para a TV a cabo).

Os números referem-se à audiência ao vivo (aquela que realmente interessa ao canal e ao anunciante) e a audiência em DVR (pessoas que deixam gravando para assistir mais tarde em um período máximo de sete dias). Lembrando que a audiência é medida através do sistema de amostragem.

Pelo oitavo ano consecutivo a Fox conquistou o primeiro lugar na audiência do público alvo do anunciante, que compreende a faixa etária entre 18 e 49 anos. A vitória foi conquistada graças ao programa American Idol, seu carro chefe, responsável por um terço de sua audiência na última Temporada.

A CBS ficou em segundo lugar na medição da audiência pelo público alvo, mas conquistou o primeiro lugar na soma do público em geral. Com a transmissão de jogos esportivos, a NBC saiu do quarto lugar na audiência americana, posição que ocupava há oito anos. Ela aparece em terceiro lugar, posição que era ocupada pela ABC, que ficou em quarto lugar. No entanto, a diferença entre os dois canais é mínima.

Mas as mudanças mais significativas ocorreram com o canal CW, que permanece em último lugar. Os números registrados revelam uma queda significativa de sua audiência em relação à Temporada anterior, tanto na audiência total quanto entre o público alvo.

As 10 séries de maior audiência da TV americana – rede aberta
(a lista abaixo não leva em consideração outros formatos de programas como esportes, reality shows, humorísticos, talk shows ou noticiários):

Entre o público alvo (18-49 anos): rating/share

1. Modern Family – 5.54/15
2. The Big Bang Theory – 5.53/17
3. Two and a Half Men – 5.10/12
4. 2 Broke Girls – 4.35/11
5. Grey’s Anatomy – 4.23/11
6. New Girl – 4.20/11
7. How I Met Your Mother – 4.12/12
8. Once Upon a Time – 4.10/10
9. NCIS – 4.01/11
10. Family Guy – 3.79/9

Nas cinco posições seguintes entram Mike & Molly (3.77/9), Criminal Minds (3.73/10), Rob (3.71/10), Glee (3.66/10) e Terra Nova (3.58/9).

Por milhões de telespectadores
1. NCIS – 19.491 milhões
2. NCIS: Los Angeles – 16.011 milhões
3. The Big Bang Theory – 15.820 milhões
4. Two and a Half Men – 14.639 milhões
5. The Mentalist – 14.570 milhões
6. Person of Interest – 14.337 milhões
7. Criminal Minds – 13.196 milhões
8. Modern Family – 12.930 milhões
9. CSI – 12.490 milhões
10. Castle – 12.181 milhões

Nas cinco posições seguintes entram Blue Bloods (12.159 milhões), Unforgettable (12.106 milhões), Rob (12.012 milhões), Havaí 5-0 (11.834 milhões) e The Good Wife (11.830 milhões).

'NCIS'

Os números dos canais:

Audiência média por canal na faixa 18-49 anos:
Fox: 3.2  milhões de telespectadores (queda de 9% em relação à Temporada 2010-2011)
CBS: 3.0 milhões de telespectadores (aumento de 3% em relação à Temporada de 2010-2011)
NBC: 2.5 milhões de telespectadores (aumento de 9% em relação à Temporada de 2010-2011)
ABC: 2.4 milhões de telespectadores (queda de 4% em relação à Temporada de 2010-2011)
CW: 0.7 mil telespectadores (queda de 22% em relação à Temporada de 2010-2011)

Audiência média por canal na totalidade:
CBS: 11.7 milhões de telespectadores (aumento de 1% em relação à Temporada 2010-2011)
Fox: 8.9 milhões de telespectadores (queda de 9% em relação à Temporada 2010-2011)
ABC: 8.4 milhões de telespctadores (queda de 1% em relação à Temporada de 2010-2011)
NBC: 7.4 milhões de telespectadores (aumento de 5% em relação à Temporada de 2010-2011)
CW: 1.7 milhões de telespectadores (queda de 15% em relacão à Temporada 2010-2011)

Audiência média na faixa etária entre 18-34 (público alvo do canal CW)
Fox: 2.7 milhões de telespctadores (queda de 13% em relação à Temporada anterior)
NBC: 2.0 milhões de telespectadores (aumento de 5% em relação à Temporada anterior)
CBS: 1.9 milhões de telespctadores (não houve mudanças)
ABC: 1.8 milhões de telespectadores (queda de 5% em relação à Temporada anterior)
CW: 0.8 mil telespectadores (queda de 20% em relação à Temporada anterior)

Faixa etária média do público por canal:
CBS: média de 55.6 anos de idade
ABC: média de 52.3 anos de idade
NBC: média de 49.3 anos de idade
Fox: média de 46.2 anos de idade
CW: média de 37.1 anos de idade

Vejam aqui como fazer a leitura dos números da audiência. Cliquem nas imagens para ampliar.

CBS renova onze séries

O mês de maio costuma ser o período no qual é realizado o Upfront, evento no qual os canais de rede aberta dos EUA divulgam sua nova programação para a temporada que tem início no mês de setembro. Com isso, são reveladas quais produções foram canceladas e quais novos projetos foram transformados em séries. No entanto, por vezes os canais antecipam alguns anúncios, especialmente aqueles relacionadas à renovação de séries, as quais já teriam sua continuidade prevista. Foi o que fez o canal CBS esta tarde.

Em nota oficial o canal anunciou a renovação das seguintes séries:  2 Broke Girls, Mike & MollyPerson of InterestHawaii Five-0, Blue BloodsThe Good Wife, NCIS, NCIS: LA, Criminal Minds, CSI The Mentalist. Lembrando que já estavam renovadas as séries How I Met Your Mother (até 2013) e The Big Bang Theory (até 2014).

Ainda falta decidir o futuro das séries Unforgettable, RobA Gifted ManCSI: Miami, CSI: NY e Rules Of Engagement, bem como a continuidade de Two And A Half Men, a qual ainda está em fase de negociações entre o canal e o estúdio, bem como com o ator Ashton Kutcher, que substituiu Charlie Sheen.

Em termos de números, as séries que foram renovadas apresentam a seguinte audiência para a atual temporada:

Blue Bloods: 10.4 milhões com 1.6% entre o público alvo (18-49 anos)
NCIS: 17.7 milhões de telespectadores com 3.4% entre o público alvo;
NCIS: LA: 14.8 milhões com 3.0% entre o público alvo;
Person of Interest: 12 milhões com 2.6% entre o público alvo;
The Mentalist: 12 milhões com 2.4% entre o público alvo (quando exibida na sexta-feira, a série baixou para 11.8 milhões com 2%).
Criminal Minds: 11.6 milhões com 3.1% entre o público alvo
The Good Wife: 10 milhões com 2% entre o público alvo.
Hawaii Five-0: 9.8 milhões com 2.7% entre o público alvo (a série já foi vendida para ser exibida em reprises pelo canal TNT americano que passará a apresentá-la a partir de 2014)
CSI: 10.6 milhões com 2.5% entre o público alvo.
2 Broke Girls: 10.8 milhões com 4% entre o público alvo.
Mike & Molly: 10.9 milhões com 3.5% entre o público alvo.

18/10/2010

às 13:10 \ Curiosidades, Televisão

As Séries com os Intervalos Comerciais mais Caros da TV Americana

Curioso em saber quanto vale o espaço comercial de sua série favorita? O jornal Advertising Age divulgou uma lista contendo os valores cobrados pelos 10 programas mais caros da TV aberta americana.

Os números são proporcionais à audiência, ao tema desenvolvido pelo programa, área e faixa etária atingida, dia e horário em que são exibidos e repercussão na mídia. Lembrando que são valores de referências calculados com base nas tabelas disponibilizadas por seis agências.  Também não foram incluídos os valores pagos para divulgação de produtos dentro do conteúdo exibido.

No topo da lista está “American Idol”, do canal Fox. O reality show, que trabalha um dos temas mais antigos da indústria do entretenimento (a descoberta de novos talentos), ainda conquista uma das maiores audiências da TV aberta. A média por temporada gira em torno de 25 a 30 milhões de telespectadores. Resultado: o espaço comercial do programa custa cerca de $467.617,00 dólares para cada 30 segundos de comercial. Mas este é apenas o valor cobrado para a exibição original. As reprises de cada programa custam $400.546,00 dólares.

Em segundo lugar ficaram as partidas de futebol da NBC que tem um horário fixo, todos os domingos à noite, com o “Sunday Night Football“. Cada 30 segundos de intervalo comercial tem um custo de $415.000,00.

Em terceiro vem a primeira série da lista, “Glee”, do canal Fox, que cobra cerca de $272,694,00 dólares para cada 30 segundos. A série conquista cerca de 11 milhões de telespectadores por episódio. Mas durante as férias de verão, a Fox cobrou cerca de $373.014,00 dólares por cada 30 segundos de comercial. O custo dos intervalos de “Glee” teve um aumento de $145.344,00 dólares entre a primeira e a segunda temporada.

A Fox se mantém com as três posições seguintes: “Uma Família da Pesada/Family Guy” está em quarto lugar, com cerca de 259.289, 00 dólares. Curiosamente, a série vale mais que “Os Simpsons“, outra produção da Fox que está em quinto lugar da lista e há 22 anos no ar. Para anunciar durante os intervalos da família amarela é preciso pagar cerca de $253.170,00 dólares. Em sexto lugar, está “House”, série estrelada por Hugh Laurie, que cobra cerca de $226.180,00 dólares para cada 30 segundos de comercial. Atualmente, cada episódio de “House” gera cerca de 10 milhões de telespectadores.

Em sétimo lugar está a primeira das duas produções da rede ABC a figurar na lista dos dez mais.  Os intervalos de “Grey’s Anatomy” tem um custo de $222.113,00 dólares. A série registra cerca de 12 millhões telespectadores por episódio. O valor é menor que o cobrado no ano passado, quando os intervalos custavam cerca de $240.462,00 dólares.

Em oitavo lugar está “The Office“, que cobra $213.617,00 dólares para cada 30 segundos. Curiosamente, a série não está entre as maiores audiências do canal. Os episódios de “The Office” registram cerca de 7 milhões de telespectadores. Agora dá para entender o porquê da NBC desejar dar continuidade à série mesmo após a saída de Steve Carell. Esta é a única série do canal a figurar na lista das dez mais entre anunciantes. Resta saber se a troca de ator manterá a produção nessa lista.

Desperate Housewives”, da ABC, ficou em nono lugar. Cobrando $210.064,00 dólares, a série é a segunda do canal a figurar na lista, embora o valor tenha sido reduzido em relação ao do ano passado, quando cobrava cerca de $228.851,oo dólares. Atualmente, cada episódio da série registra cerca de 13 milhões de telespectadores.

A lista encerra com “Two and a Half Men”, da CBS. A sitcom estrelada por Charlie Sheen figura em último lugar na lista dos dez mais, com $206.722,00 dólares para cada 30 segundos de intervalo. Cada episódio da série registra cerca de 14 milhões de telespectadores.

Entre as séries novas, quem apostou em “Havaí 5-0″, perdeu. A série com o maior valor cobrado em seu espaço comercial é a sitcom “Mike and Molly”. O espaço comerical de 30 segundos da série vale $189,160,00. A série registra cerca de 12 milhões de telespectadores por episódio, a mesma média do remake de “Havaí 5-0″. Vale lembrar que no ano passado a série nova mais cara da TV aberta americana foi “FlashForward”, que cobrou cerca de $175.724,00 dólares para cada 30 segundos de comercial, mas foi cancelada na primeira temporada.

As empresas que desejam anunciar compram um pacote de meses, ou semanas, período pelo qual se comprometem a divulgar seus produtos naquele dia e horário. Com isso, garantem valores fixos mesmo se o programa sofrer aumento de custo. Por outro lado, se a série ou programa perde audiência, a empresa continua pagando o mesmo valor já definido no pacote.

Breve Histórico da Publicidade na TV Americana

A publicidade foi o principal motivo pelo qual os proprietários de estações de rádio investiram no desenvolvimento da televisão, que surgiu para absorver o excesso de anunciantes dos programas radiofônicos. Em função disso, a produção televisiva nada mais era que uma ‘desculpa’ para vender espaços comerciais. Até hoje a publicidade é o principal motivo pelo qual um programa é produzido para a TV aberta. Ao longo dos anos surgiu uma  relação de ‘amor e ódio’ entre anunciantes, executivos, produtores e público, em função da influência que a publicidade exerceu, e que de certa forma ainda exerce, no conteúdo desenvolvido por cada programa.

Entre 1946 e 1964, as agências de publicidade praticamente determinavam o que seria exibido. Sua influência em relação ao conteúdo prejudicou a legitimação do veículo junto à crítica e intelectuais. Algo que até hoje a TV aberta ainda não conquistou. Alguns títulos produzidos ‘aqui e ali’ conseguem estabelecer um patamar que os colocam em uma posição de legitimação, mas o veículo continua sendo desconsiderado. Atualmente, é a TV a cabo que detém o respeito do meio intelectual da sociedade.

O primeiro comercial de TV foi ao ar no dia 1º de julho de 1941, quando o FCC, órgão que fiscaliza o conteúdo televisivo, oficializou o início das transmissões no país. Com duração de 20 segundos, a marca de relógios Bulova anunciou o início da programação da TV americana, ao custo de $9,00 dólares. Ao longo da noite, outros comerciais, ao custo médio de 100 dólares cada, foram exibidos para uma audiência com cerca de 4.500 telespectadores.

Cada propaganda tinha a duração média de um minuto, sendo que os poucos programas que eram exibidos (ficcional, noticiários e jogos) também traziam em seu conteúdo anúncios de produtos. Foi nesse período que surgiu na TV os comerciais com narrativa de documentário, que explicavam ao público as qualidades do produto e suas origens. Esse tipo de comercial chegava a durar cerca de cinco a sete minutos.

Até o ano de 1964, a estrutura era dividida entre a compra de espaços comercias, patrocínio a programas específicos e anúncio dentro de programas. Uma empresa poderia comprar um horário na televisão, que era dividido por blocos de meia-hora ou de uma hora, através de um sistema de cotas. Desta forma, os patrocinadores poderiam escolher o tipo de programa que seria exibido naquele horário ou o conteúdo do programa exibido. Eles também podiam censurar a divulgação de produtos concorrentes durante a exibição de um programa. A situação chegava ao ponto de termos serem evitados para que não fossem confundidos com produtos da concorrência.

A série ou programa tornava-se um produto do patrocinador, que poderia figurar no título como, por exemplo, “Colgate Comedy Hour”, um humorístico. O domínio que a publicidade tinha sobre o conteúdo do veículo chegou ao ponto de surgirem empresas independentes que tinham como objetivo produzirem séries e humorísticos, correrem atrás dos anunciantes e venderem o produto para um canal de TV já com os anunciantes garantidos.  Com essa prática, agências de publicidade como a Screem Gems foram transformadas em produtoras.

Os patrocinadores decidiam os programas que seriam levados ao ar, sua continuidade ou cancelamento, troca de atores, evolução de personagens, temas que poderiam (ou não) ser abordados e a forma como eles seriam desenvolvidos.  Com isso, a publicidade arcava não apenas com o sucesso das séries, mas, também, com seu fracasso. A base de critérios utilizados pelas agências era o segmento de público que seus clientes desejavam atingir. Nas primeiras duas décadas, os patrocinadores buscavam conquistar toda a família americana, bem como moradores do interior e das grandes cidades, de preferência com o mesmo programa.

Assim, a TV se formou respeitando a moral e os bons costumes, oferecendo conteúdo com narrativas simples, trazendo personagens/atores que pudessem criar uma conexão afetiva rápida e fácil com o público. A chegada dos grandes estúdios à TV, a partir de 1954, promoveu a elevação dos custos dos anúncios e patrocínios. Este e outros problemas levaram os executivos da TV a mudarem a estrutura de vendas.

Foi então que surgiu a midseason, entre 1964 e 1965. Desde o final da década de 1940, até os dias de hoje, a programação televisiva corresponde a um sistema de temporadas (season). Cada série ou programa produz um número X de episódios os quais são, em geral, exibidos uma vez por semana. O número de episódios foi determinado pelo número de semanas que os anunciantes ou patrocinadores se comprometiam a pagar pelo espaço publicitário de uma série ou programa.

Até 1965, as temporadas correspondiam a um número entre 36 e 40 semanas, em média. A partir da introdução da mid-season, o número foi reduzido a 26 semanas. Atualmente, a temporada corresponde a 22 semanas. A mid-season, ou meia temporada, corresponde ao período entre janeiro e março (podendo chegar a abril), estabelecendo 13 semanas (13 episódios). Com a adoção da midseason, as emissoras conseguiram livrar-se da produção de séries que não estavam mais dando boa audiência, mas cujos contratos com anunciantes interessados no programa ainda estavam valendo.

Além da mid-season, os canais estabeleceram a venda por spots/inserções, eliminando a venda por blocos de horários. Com isso, os programas deixaram de ter um patrocinador e os concorrentes poderiam anunciar no mesmo programa. O tempo de cada spot foi definido em 30 segundos, não sendo permitida as variáveis, salvo raras exceções.

As mudanças foram bem aceitas pelas agências, que já estavam esgotadas com as pressões que recaíam sobre elas. Dessa forma, as agências estavam livres da responsabilidade de alcançar um determinado nível de audiência e do controle sobre a criatividade do programa.

25/09/2010

às 15:22 \ Opinião, Séries Anos 2010-2019

Pilotos da Temporada 2010-2011 – Parte 1

Quem acompanha esse blog deve ter visto as postagens que venho fazendo sobre as novas séries que estão estreando nessa atual Temporada nos EUA, que teve início em setembro. Ainda faltam as estreias de algumas séries, mas a partir de hoje começarei a fazer breves comentários. As observações que farei aqui são restritas ao potencial dos personagens e das situações introduzidas nos episódios pilotos. Muitas séries podem não começar bem, mas conseguirem, ao longo da primeira ou até mesmo da segunda temporada, encontrar seu caminho (caso a emissora dê esse tempo aos produtores, não cancelando as séries). Outras podem começar bem e perderem o fôlego ainda na primeira temporada. E existem aquelas que estão tão bem estruturadas que conseguem manter a qualidade oferecida desde o início.

Muito mais que tramas, edição ou fotografia, as séries são personagens, os quais vivenciarão situações em um determinado ambiente. É a partir deles que a história acontece, mesmo quando os produtores decidem colocar a trama acima deles. Se os personagens não forem bem construídos, a história não caminha, o que leva os roteiristas a forçarem situações e diálogos para chegarem a algum lugar, enfraquecendo a potencialidade da série. O piloto serve para mostrar o potencial qualitativo desses personagens e das situações em que se encontram, bem como o nível de roteiros que poderão ser vistos nos próximos episódios.

Após a estreia das séries, os produtores costumam fazer um levantamento da receptividade de suas produções, o que os levam, em muitos casos, a fazerem os reajustes necessários nos personagens e/ou na trama para que a série possa ser salva. Mas em geral, quando estreiam, as séries já têm uma média de seis ou sete episódios produzidos, portanto as mudanças que são feitas somente serão percebidas lá para o final da primeira temporada. Em muitos casos, em virtude da baixa audiência, a série não consegue chegar nesse ponto. Em outros casos, negociações entre emissora e produtores podem permitir que a série finalize a primeira temporada podendo, inclusive, chegar a uma segunda, na qual as mudanças propostas para a emissora de fato ocorrerão.

As notas que coloquei abaixo de cada série referem-se à minha opinião sobre o resultado da proposta apresentada no episódio piloto. Não significa que a produção não tenha potencial para encontrar seu público ou se desenvolver melhor: A para ótimo; B para bom; C para fraco; D para ruim.

Mike & Molly

A série estreou nos EUA registrando uma média de 12.24 milhões de telespectadores. Apesar do número impressionar, é necessário levar em conta que a CBS encaixou a série entre duas produções de forte apelo de público. Ela é exibida entre “Two and a Half Men”, que gera cerca de 14 milhões de telespectadores por episódio, e “Havaí 5-0″, uma das estreias mais aguardadas da temporada. Além disso, é uma produção de Chuck Lorre, que tem um nome forte no mercado de comédias, tal qual outros produtores de ficção e drama têm em suas áreas, o que leva seus fãs a acompanharem seu trabalho. Mesmo que a audiência de “Mike & Molly” decline com o tempo, é muito provável que mantenha um número bom, visto que o público sintoniza o canal para ver “Two and a Half Men” e acaba assistindo a série na espera do programa seguinte.

“Mike & Molly” tem uma proposta boa: mostrar a relação entre duas pessoas extremamente obesas, que sofrem dos mesmos problemas e preconceitos. Através desse casal, se discutiria o tratamento que a sociedade oferece às pessoas nessas condições. Esta série, e a produção da ABC Family, “Huge“, estrearam no mesmo ano em que a Primeira Dama, Michelle Obama, lançou um projeto para diminuir ou eliminar a obesidade infanto juvenil. Enquanto que “Mike & Molly” gira em torno de personagens adultos, a série “Huge” retrata o universo dos adolescentes.

Apesar do quadro no qual a série está inserida, o único ponto positivo da produção é o casal principal, que tem potencial e conteúdo para se desenvolver ao longo dos episódios.

O problema são os personagens coadjuvantes e o texto. A mãe e a irmã de Molly têm uma construção extremamente rasa, que gera poucas oportunidades de envolvimento com a história do casal. No episódio piloto, as duas sobraram. O fato da irmã ser viciada em drogas não sustenta a personagem. Já o policial colega de Mike tem uma presença mais positiva, visto ser a consciência e ponto de apoio do personagem principal, mas a escolha do ator foi péssima, promovendo um detrimento ao personagem, que ainda precisa ser melhor desenvolvido para que possa se posicionar melhor na história.  Salva-se o garçon do restaurante que Mike e seu colega frequentam.

“Mike e Molly” concorre com “Lone Star”, “The Event” e o reality “Dancing with the Stars”.

Nota: C

$#*! My Dad Says

A série provocou expectativas e causou polêmica em função de suas origens. A proposta original traz a relação entre pai e filho. O primeiro um homem amargo e rabugento, politicamente incorreto, que não gosta da companhia de pessoas, mas se vê obrigado a conviver com o filho por quem não tem nenhum respeito, tornando-se incapaz de entender suas necessidades afetivas. O segundo, um rapaz extremamente sensível, tímido e carente, que luta para se afastar da influência paterna, mas se vê obrigado a conviver com ele. Tendo um profundo amor e respeito por aquele velho que o esculacha diariamente, o rapaz sonha em um dia conquistar o amor e a admiração do pai. Esses são os personagens Samuel e Justin que fizeram sucesso através de um perfil do Twitter, o que levou à criação da sitcom, que alguns jornais estão chamando de Twitcom.

Mas não é essa a série que foi produzida pela CBS e foi isso que provocou a revolta de críticos americanos, que massacraram a sitcom. O que foi produzida e exibida foi uma série sobre William Shatner comportando-se de forma politicamente incorreta. O ator, um ícone da televisão americana, tem um público fiel que ele conquistou ao longo de cinco décadas. Assistir à sitcom é ver o Capitão Kirk, de “Jornada nas Estrelas”, ou o Danny Crane, de “Justiça Sem Limites/Boston Legal”.

Se o projeto tivesse sido comprado por um canal a cabo, veríamos uma adaptação fiel aos personagens e situações do original. No entanto, foi comprado por um canal aberto, o que leva a produção a sofrer alterações para adequação de público. Apesar dos problemas, o  potencial da série é grande. Embora os personagens da vida real não tenham sido devidamente adaptados para a sitcom, esta apresenta dois novos personagens com suas próprias características, que ainda precisam ser lapidadas para justificarem suas existências. Afinal, não é nenhuma novidade ver a relação entre uma pessoa politicamente incorreta com uma pessoa que se preocupa em se relacionar com o meio em que vive. Temos o exemplo de “Tudo em Família”, nos anos 70, que era uma versão americana de uma série inglesa, na qual acompanhamos Archie em oposição ao genro. É claro que Shatner está longe de ser um Carroll O’Connor (Archie), mas ainda assim, o ator demonstra potencial vestindo esse tipo de personagem. Tanto que é ele quem carrega o piloto de “$#*! My Dad Says”, ou o que sobrou do episódio que foi picotado e modificado entre a primeira e segunda produção.

Shatner é muito suave para o tipo de personagem proposto no original. Para interpretar Sam, o pai de Justin, que tem suas frases jogadas no Twitter, seria necessário um ator do tipo de Jerry Stiller, o pai de George em “Seinfeld”. Trata-se de um ator com uma presença mais pesada, amarga e de fato rabugenta. Shatner consegue ser, no máximo, mal humorado por alguns momentos. Se Jerry fizesse o personagem, a série poderia manter o texto ‘sentimentalóide’ que foi apresentado, do jeito que está, pois o contraste entre a imagem do ator e o texto ficaria engraçada. A suavidade de Sam, que na série recebeu o nome de Ed (Shatner), ao lado da suavidade de Henry (a versão televisiva de Justin), revelam dois personagens iguais com opiniões e posturas diferentes. E, visto que as frases de efeito de Sam, retiradas do Twitter, foram suavizadas para a TV aberta, o impacto ficou diluído. Somando-se a isso, percebe-se que os roteiristas forçaram situações e diálogos para conseguirem encaixar algumas frases.

Outro problema da série é o casal composto pelo filho mais velho de Ed, Vince e sua esposa Bonnie. Um ‘apêndice desnecessário’ na trama. Não acrescentam nada e atrapalham. Com interpretações caricatas, sem sal e totalmente inseguros com o texto, os atores estão deslocados. É claro que seria difícil deixar apenas Henry e Ed na série, mas teria sido melhor se a produção tivesse optado por introduzir novos personagens quando eles fossem realmente necessários, mantendo na trama aquele, ou aqueles, que melhor se relacionassem com o desenvolvimento dos dois personagens centrais.

Com um grande potencial para se tornar uma boa sitcom, a partir dos personagens centrais, os roteiristas terão que ter muita criatividade para oferecerem situações e diálogos nos quais os protagonistas possam justificar suas existências e a própria série.

“$#*! My Dad Says” teve uma audiência de 12.5 milhões de telespectadores para sua estreia. Nota-se uma grande condescendência do canal para com a série. Programada para ser exibida logo após “The Big Bang Theory” e antes de “CSI”, que registraram em torno de 14 milhões de telespectadores, cada uma, percebe-se que a CBS torce para que a série dê certo.

A sitcom estrelada por William Shatner concorre com “Community”, “30 Rock”, “My Generation” e “Bones”.

Nota: C

17/09/2010

às 14:08 \ Séries Anos 2010-2019

Nova Série – Mike & Molly e a Obesidade

O universo das séries de TV americanas explorou na última década histórias estreladas pelos ‘excluídos’ da sociedade. Nerds e estrangeiros foram os principais alvos das produções seriadas, tanto dramáticas quanto comédias, em especial as séries voltadas para adolescentes.

Geralmente, os ‘esquisitos’ são coadjuvantes, os melhores amigos dos personagens principais, que têm aparências, personalidades e futuros garantidos, mas que, muitas vezes, não sabem como colocar em prática ‘as bençãos’ recebidas. Cabe aos ‘esquisitos’ mostrar-lhes o caminho. Nesse grupo enquadram-se os personagens gordinhos, ou obesos, que vivem através das alegrias e tristezas do melhor amigo magrinho(a).

A cultura do corpo esquelético teve início na década de 60 quando a modelo inglesa Twiggy transformou-se em uma superstar por sua aparência andrógena. A partir daí, as mulheres volumosas, ao estilo Marilyn Monroe, foram, aos poucos, saindo de moda. Na década de 80, com o surgimento das supermodelos, o culto à aparência e consequentemente do peso ganhou impulso tornando a bulimia e a anorexia doenças de conhecimento público.

Na TV, a obesidade sempre foi um problema. Na década de 50 a produção seriada era dividida entre aquelas estreladas por atores que vinham do rádio e aquelas estreladas por modelos selecionados em capas de revistas, dublês ou aspirantes a atores de cinema que não tinham conseguido uma chance na tela grande. Também existiam produções estreladas por famosos de Hollywood que já não conseguiam mais atrair bilheteria e que, por isso, migravam para as séries de TV.

Foram raras as vezes em que uma série foi estrelada por atores obesos. Entre elas, “Honeymooners”, “”Cannon”, “Jake e McCabe”, “Roseanne”, “Fat Actress”, “Less Than Perfect”, “Drop Dead Diva”, “According to Jim” e  “Sherri”. Também tem alguns desenhos animados, como  “Fat Albert” ou “Uma Família da Pesada”. Algumas lidaram com a questão da obesidade, outras ignoraram o fato, explorando outras possibilidades de roteiros.

Nessa última década, o sucesso de reality shows como “The Biggest Loser” mostraram aos canais o potencial de interesse da audiência por esse tema para as séries ficcionais. Não é à toa que nesse mesmo ano tenha estreado no canal ABC Family a série “Huge“, voltada para o público adolescente, que trata da obesidade infanto-juvenil. Agora a TV aberta investe em uma sitcom para adultos, com a qual se propõe a abordar o tema de forma cômica sem, contudo ‘levantar bandeiras’.

A proposta de “Mike & Molly” é apresentar o cotidiano de personagens obesos que, apesar de buscarem uma forma de controlarem o peso, mantém a rotina de suas vidas e afazeres, tentando realizar seus sonhos e alcançar a felicidade. No entanto, o piloto não agradou a crítica americana, que aponta personagens, situações e piadas previsíveis como fatores que tornam a sitcom uma forte candidata ao cancelamento.

Na história, Mike Biggs (Billy Gardell, de “My Name is Earl”) é um policial obeso que busca a ajuda do grupo Overeaters Anonymous, uma espécie de Vigilantes do Peso, que oferece um programa em 12 etapas para controlar  compulsão por comida. Lá, ele conhece Molly Flynn (Melissa McCarthy, de “Gilmore Girls” e “Samantha Who?”), uma professora primária. Os dois começam a namorar, enfrentando juntos os preconceitos em torno de suas medidas além dos problemas que geralmente surgem entre casais que estão recém se conhecendo.

Molly vive com a mãe Joyce (Swoosie Kurtz, de “Pushing Daisies”) e com a irmã Victoria (Katy Mixon), duas pessoas que comem de tudo e não engordam, o que deixa Molly desesperada, especialmente quando tenta fazer regime. Já Mike conta com o apoio de Carl McMillan (Reno Wilson), seu colega de trabalho, que apesar de fazer comentários irônicos sobre seu peso, está sempre apoiando suas decisões. Outro amigo de Mike é Samuel (Nyambi Nyambi), o garçon do restaurante que ele frenquenta, que não entende os motivos pelos quais seu melhor cliente deseja emagrecer.

Criada por Mark Roberts, a série é uma produção de Chuck Lorre, ambos de “The Big Bang Theory” e “Two and a Half Men”. O projeto foi desenvolvido para o canal CBS, que encomendou o piloto em dezembro de 2009. Em maio de 2010 o canal transformou o projeto em série de TV, com a encomenda de 13 episódios iniciais para a primeira temporada. Com “Mike & Molly”, Chuck Lorre terá três séries no ar, sendo que nenhuma delas faz parte de uma franquia.

“Mike & Molly” estreia nos EUA no dia 20 de setembro. Ainda não há previsão de quando será exibida no Brasil.

Com a produção seriada começando a explorar o estilo de vida de pessoas obesas, a televisão se propõe, através da ficção, discutir um tema que é uma preocupação constante para a sociedade americana. Estatisticas revelam que cerca de dois terços da população americana é obesa, sendo que o estado do Mississippi vem liderando o ranking nos últimos anos. O excesso de comida gordurosa, enlatados, fast foods e a falta de exercícios estão levando os americanos a um alto índice de mortalidade por obesidade ou doenças provocadas pelo aumento de peso.

Os gastos do governo com programas de saúde e conscientização incluem o programa “Let’s Move“, que tem como objetivo eliminar ou reduzir a obesidade infantil, lançado em  fevereiro desse ano pela Primeira Dama Michelle Obama.

Preview da série apresentado por Jim Belushi e Jerry O’Connell, que estrelam “The Defenders”, outra nova série da CBS, sobre a qual falarei em outra postagem.

06/08/2010

às 14:22 \ Cartazes

Cartazes de $#*! My Dad Says e Mike & Molly

A nova série estrelada por William Shatner estreia nos EUA no dia 23 de setembro. Confiram informações aqui. Já a sitcom “Mike & Molly” estreia na TV americana no dia 20 de setembro. Confiram informações aqui.

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