Blogs e Colunistas

A Mulher-Maravilha

28/01/2013

às 22:55 \ Pilotos de Séries, Versão Televisiva

Projeto de série da Mulher-Maravilha é adiado

Lynda Carter como Diana Prince na série da década de 1970

O canal CW anunciou os projetos de séries que ganharam a encomenda de um episódio piloto para avaliação. Amazon, projeto que pretende adaptar a história da Mulher Maravilha, não está entre eles.

Segundo divulgado pela imprensa americana, o canal decidiu dar mais tempo para que os envolvidos desenvolvam a trama e os personagens. Com isso, o projeto entra na lista daqueles que disputarão uma vaga na grade do canal para a Temporada de 2014.

Criada por Allan Heinberg (Grey’s Anatomy, The O.C.), a história acompanha a vida de uma guerreira que vem de um país longínquo. Responsável por liderar um pelotão em diversas batalhas de campo, ela tenta escapar da brutalidade que a cerca em seu país. Chegando nos EUA, ela se encanta, ao mesmo tempo em que fica horrorizada, com os diversos aspectos que cercam a rotina de vida das pessoas.

Tentando aprender sobre a cultura e os costumes locais, a jovem inexperiente e ingênua é capaz de perceber quando alguém está mentindo. Uma guerreira com coração romântico, ela luta até a morte para defender aqueles que ama, buscando transformar o mundo em um lugar mais seguro.

Por enquanto, o projeto está restrito ao desenvolvimento do roteiro. Nenhum ator foi contratado. Esta é a segunda tentativa recente de se produzir uma série estrelada pela Mulher Maravilha. A primeira ocorreu em 2011, quando David E. Kelley desenvolveu um projeto sobre a heroína, o qual chegou a ter um piloto produzido mas teve a produção da série rejeitada pela rede NBC.

Entre os projetos desenvolvidos para este ano pelo CW, o canal aprovou a produção do piloto da nova versão de Seres do Amanhã/The Tomorrow People, bem como de Blink, Reign, Oxygen, The Hundred, The Originals, Company Town (sobre as consequências de um escândalo ocorrido em uma base naval da Virgínia) e um novo piloto de The Selection.
Somente depois de avaliar os pilotos é que o canal CW decidirá quais terão a produção de uma série aprovada.

EUA: piloto original da série ‘Mulher-Maravilha’ sai em DVD

Cathy Lee Crosby como a Mulher-Maravilha no telefilme de 1974

Na década de 1970 a rede ABC, em parceria com a Warner Brothers, decidiu adaptar a história de A Mulher-Maravilha. A ideia original era a de produzir um telefilme que narrasse a origem a heroína.

O projeto ficou a cargo do produtor Douglas S. Cramer, que decidiu dar o papel de Diana Prince/Mulher-Maravilha para a ex-tenista profissional Cathy Lee Crosby.

O problema é que a atriz era loira e, como se isso não bastasse, vestia um uniforme completamente diferente daquele visto nos quadrinhos. Sem superpoderes, a personagem fugia do universo conhecido pelos fãs da heroína.

Kathy e Kas Garas, como Diane e Steve

Atacados pela crítica e pelos fãs, os produtores foram forçados a reformular o projeto e produzir um novo telefilme, desta vez mais fiel ao original. Com isso, Cathy foi substituída por Lynda Carter, que acabou estrelando a série que se originou do segundo telefilme. Até o momento, esta é a única versão seriada da heroína na TV (as demais são versões animadas).

Ao longo dos anos, o telefilme estrelado por Cathy ‘foi para a gaveta’. Pouco reprisada, esta produção ficou de fora até do lançamento em DVD da série. Agora, para matar a curiosidade dos fãs, a Warner Collection decidiu lançá-lo.

O DVD estará disponível no mercado americano a partir do dia 11 de dezembro. A capa é, digamos assim, nada atraente (confiram a foto abaixo).

Com roteiro de John D. F. Black, a história apresenta Diana Prince trabalhando como assistente do agente Steve Trevor, aqui interpretado por Kaz Garas, ator lituano que estrelou a série britânica Strange Report, exibida no Brasil pelo Eurochannel.

Quando Abner Smith (Ricardo Montalban, de A Ilha da Fantasia) rouba um livro de códigos, a Mulher-Maravilha se une a Steve para capturá-lo. Durante sua missão, a heroína encontra Ahnjayla (Anitra Ford), outra amazona que agora vive em exílio.

Apesar de não ser uma adaptação fiel da HQ, o telefilme traz diversos elementos do universo da Mulher-Maravilha, como a ilha Paraíso, o avião invisível e os braceletes. Mais informações sobre a história de A Mulher-Maravilha e suas adaptações aqui.

Tal como foi feito com outras séries lançadas especialmente para atender os fãs, o telefilme é lançado em DVD no sistema MOD (manufaturado sob encomenda), gravado em DVD-R. Wonder Woman – The Cathy Lee Crosby Pilot tem um total de 73 minutos, mas só vale pela curiosidade.

Cliquem nas imagens para ampliar.
______________

Atenção: entre os dias 8 e 20 de dezembro estarei em férias. O blog continuará a ser atualizado diariamente, mas de forma mais lenta.

30/11/2012

às 10:55 \ Pilotos de Séries, Versão Televisiva

A Mulher-Maravilha do CW não será Diana Prince?

Lynda Carter como a amazona Diana Prince, na série da década de 1970

Postagem atualizada no dia 2 de dezembro.

Divulgado pelo CW em setembro como uma nova adaptação de A Mulher-Maravilha, o projeto de série Amazon ainda não recebeu a encomenda de um episódio piloto para avaliação, mas seus produtores já começaram a fazer uma pesquisa de elenco, na expectativa de conseguir levar o projeto para a TV. Com isso, alguns detalhes foram divulgados sobre o enredo.

As primeiras informações sobre o projeto criado por Allan Heinberg (Grey’s Anatomy, The O.C.) sugeriam que a história poderia ser centrada na vida da princesa Diana na ilha das Amazonas ou então a juventude da personagem vivendo nos EUA (à la Smallville). Mas, segundo o site Deadline, o projeto não parece girar em torno de Diana Prince, o que poderá dar mais liberdade ao roteirista de explorar novos caminhos, independente daquele que foi estabelecido nos quadrinhos.

A história acompanha a vida de Íris, uma guerreira que vêm de um país longínquo. Ela foi responsável por liderar um pelotão em diversas batalhas de campo. Tentando escapar da brutalidade que a cerca em seu país, ela vai parar nos EUA.

Cathy Lee Crosby como a amazona Diana Prince, no primeiro filme piloto da série da década de 1970

Encantada e também horrorizada com os diversos aspectos que cercam a rotina de vida das pessoas, Íris tenta aprender sobre a cultura e os costumes locais. Inexperiente, ingênua e sem medir as palavras, ela diz o que pensa todo o tempo. No entanto, ela é capaz de perceber quando alguém está mentindo. Uma guerreira com coração romântico, ela lutará até a morte para defender aqueles que ama e tornar o mundo mais seguro.

Pela descrição da personagem, trata-se da mesma situação vivida por Diana Prince quando chegou aos EUA, mas vivida por outra personagem.

O roteiro do episódio piloto ainda está sendo escrito e os demais personagens do projeto não tiveram suas descrições divulgadas. Por isso, ainda é cedo para saber o quanto esse projeto está próximo da história de A Mulher-Maravilha. Ele pode ser uma adaptação ou apenas inspirado na HQ.

Até o momento, A Mulher-Maravilha tem apenas uma série produzida para a TV na década de 1970 (as demais são versões animadas). Em 2011, a NBC chegou a encomendar a produção de um piloto que poderia dar à personagem uma nova adaptação, com um projeto assinado por David E. Kelley. Mas, apesar do interesse da DC Comics em ver a personagem na TV, o projeto  foi descartado pelo canal.

Cliquem nas fotos para ampliar. 

07/09/2012

às 9:36 \ Pilotos de Séries, Versão Televisiva

Novos projetos e pilotos – Setembro 2012 – Parte 2

Cena da série 'A Mulher-Maravilha' da década de 1970, com Carolyn Jones e Lynda Carter como a Rainha Hipólita e a princesa Diana na ilha das amazonas (Foto: arquivo)

CBS

Projeto de Mike Wolfe – Desenvolvido por Wolfe, responsável pelo reality show American Pickers, o projeto é uma comédia tradicional que acompanha a vida de funcionários e clientes de uma loja de antiguidades colecionáveis. O roteiro está a cargo de Tom Brady (Good Vibes). A produção é da CBS TV Studios em parceria com a Tannenbaum Company.

Projeto de Diana Son – Desenvolvido por Diana (Law & Order: Criminal Intent), o projeto é um drama que acompanha a vida de uma mulher, cirurgiã chefe do setor de traumatologia de um hospital em Manhattan. Quando seu marido, que ficava em casa cuidando dos filhos, morre em um acidente, ela se vê obrigada a equilibrar sua vida familiar com o trabalho. Assim, ela decide assumir a clínica médica de seu sogro. A produção é da Tribeca, empresa de Robert De Niro e Jane Rosenthal, em parceria com a CBS TV Studios.

CW

Boiling Point – Projeto de Craig Sweeny (The 4400, Medium) que por enquanto está restrito ao roteiro. A história gira em torno de dois ex-membros da banda Boiling Point que decidem abrir uma agência de detetives. Atendendo uma clientela de famosos ou aspirantes à fama, eles utilizam os recursos da agência para tentar localizar o irmão desaparecido de um deles, que também era membro da banda. A produção é da CBS Studios em parceria com a Olé.

Amazon – E mais uma vez a Mulher-Maravilha entra na lista de projetos de novas séries. Esta é a segunda tentativa recente de dar à heroína uma nova versão televisiva. A primeira foi em 2011, com um projeto assinado por David E. Kelley, que chegou a ganhar a encomenda de um episódio piloto, mas foi descartado pela NBC. Contando com apenas uma série produzida na década de 1970 (as demais são versões animadas) a personagem ainda não conseguiu estrelar um remake ou uma versão para o cinema, apesar do interesse da DC Comics. Este novo projeto, que ainda está restrito ao roteiro, está a cargo de Allan Heinberg (Grey’s Anatomy, The O.C.). Seguindo a linha de Smallville, o projeto pretende apresentar a origem da Mulher-Maravilha. Na versão original, Diana é filha da rainha Hipólita. Moldada em argila, ela cresceu na ilha das Amazonas, daí o título do projeto. Posteriormente surgiu uma nova versão da origem da princesa das amazonas, a de que ela seria a filha natural de Hipólita e Zeus. Diana se torna a Mulher-Maravilha quando o piloto Steve Trevor sofre um acidente e é resgatado pelas amazonas. Após vencer uma disputa, Diana é encarregada de levar Steve de volta para os EUA e permanecer lá para ajudar os aliados a vencer a 2ª Guerra Mundial. Na década de 1960 foram publicadas algumas edições que narraram uma outra fase da vida de Diana. Deixando seus poderes de lado, ela se torna a proprietária de uma loja e pupila de I Ching, um mestre de artes marciais. Juntos eles enfrentam espiões e outros vilões.

Fox

Bastards – Projeto de Jason Micallef, responsável pelo roteiro, e de Seth Gordon. Nenhuma informação foi divulgada sobre o enredo, apenas que se trata de uma comédia sobre uma família que nunca se conheceu. A produção é da Sony TV em parceria com a Fanfare e Underground.

Projeto de Abrams e Wyman – Criado por J.J. Abrams (Lost, Fringe) e J.H. Wyman (Fringe), o projeto é um drama futurista no qual a polícia de Los Angeles trabalha ao lado de andróides com aparência humana. Pelo contrato, o canal é obrigado a encomendar a produção de um episódio piloto para avaliação, caso contrário terá que pagar multa. A produção é da Warner Brothers TV em parceria com a Bad Robot, produtora de Abrams.

Projeto de Kevin Biegel – Desenvolvido por um dos criadores da série Cougar Town, o projeto é uma comédia inspirada na vida de Biegel. Na história, três irmãos de temperamentos diferentes servem juntos na mesma base militar localizada na Flórida. A produção é da 20th Century Fox.

I Suck at Girls - Projeto desenvolvido por Bill Lawrence (Scrubs, Cougar Town). Pelo contrato, o canal terá de encomendar a produção de um episódio piloto para avaliação, caso contrário pagará multa. Trata-se de uma comédia que adapta a obra de Justin Halpern, que ficará responsável pelo roteiro juntamente com Patrick Schumacker. Os dois criaram a série  $#*! My Dad Says, que foi inspirada no perfil do Twitter de Halpern. No livro, Justin relembra diversos momentos de sua infância, adolescência e fase adulta. As pessoas que conheceu, as lições que aprendeu, os erros que cometeu e os acertos que o levaram a uma nova fase de sua existência, na companhia de amigos e familiares. A série deverá retratar esses momentos, algo na linha de Anos Incríveis, podendo não seguir uma cronologia. A produção é da Warner Brothers TV.

FX

Diva. Clown. Killer. – Projeto de Kurt Sutter (Sons of Anarchy). Trata-se de uma comédia de humor negro que acompanha a relação entre mãe e filho. Ela é uma ex-diva do rock, que fez sucesso na década de 1980. Agora, tem um filho que trabalha vestindo-se de palhaço em festas infantis. Mas esta é apenas uma fachada para sua verdadeira atividade: um assassino profissional.

NBC

Projeto de Green e Leroi – Criado por Cee Lo Green e Ali Leroi (Everybody Hates Chris), o projeto é uma sitcom tradicional que poderá ser estrelado por Green. Inspirada em sua vida, a história acompanha a versão ficcional de Green, que tenta equilibrar sua carreira como músico e sua vida familiar, com esposa e filhos.

Showtime

The Good Shepherd – Projeto de Robert De Niro e Jane Rosenthal com roteiro de Eric Roth. Trata-se de uma versão para a TV do filme O Bom Pastor, escrito por Roth e lançado em  2006, com Matt Damon no elenco. Situado na época da guerra fria, o filme narrou a história de um jovem que se torna um dos primeiros agentes da CIA quando ela é criada. Na série, a história acompanhará a vida da família de um agente da CIA. A ideia original era produzir uma sequência para o filme, mas os envolvidos chegaram à conclusão que o projeto seria melhor desenvolvido se fosse uma série de TV. A produção é da Tribeca, produtora de De Niro e Rosenthal.

Sem Canal Definido

Act of  Valor – Projeto da Relativity e da Bandito Brothers, empresas responsáveis pelo filme Ato de Valor, que agora planejam produzir uma versão para a TV. Lançado este ano, o filme acompanha as atividades de um grupo de fuzileiros americanos que tem a missão de resgatar um agente da CIA sequestrado. O projeto será oferecido a canais da rede aberta e a cabo.

Projeto de Cristela Alonzo – A comediante de origem latina desenvolve este projeto que se for transformado em série poderá ser estrelado por ela. Trata-se de uma sitcom tradicional inspirada em sua própria vida. A história acompanha uma jovem que vive no Texas onde tenta fazer carreira como stand-up comedian. Além disso, ela precisa lidar com as diferenças culturais que existem entre sua vida familiar e seu ambiente de trabalho. A produção é da 20th Century Fox em parceria com a 21 Laps/Adelstein.

Cliquem nas fotos para ampliar. 

Documentário narra a trajetória da ‘Mulher Maravilha’ na cultura popular

A Mulher Maravilha não tem tido muita sorte, seja na TV ou no cinema. O piloto que daria um remake para a série da década de 1970 não foi aprovado e a ideia de levá-la para o cinema ainda não saiu do papel. Mas a personagem é tema de um documentário que apresenta sua trajetória dos quadrinhos, desde seu surgimento na década de 1940, até as produções televisivas.

A heroína também é ponto de referência do documentário para mostrar sua influência na cultura popular, bem como a forma como retratou a figura feminina em suas histórias.

Com o título de Wonder Women! The Untold Story of American Superheroines, o documentário será apresentado no SXSW Festival, dia 10 de março, em Austin, Texas.

O documentário conta com as participações de Lynda Carter, que interpretou a personagem na série dos anos de 1970, Lindsay Wagner, mais conhecida como A Mulher Biônica, e roteiristas de HQs, entre outros.

Ao lado, o cartaz do documentário (cliquem para ampliar). Confiram o trailer no vídeo abaixo.

25/07/2011

às 10:57 \ Curiosidades, Pilotos de Séries

Piloto Rejeitado de A Mulher-Maravilha Cai na Rede

Adrianne Palicki

A quem (ainda) interessar possa… o piloto rejeitado do remake de “A Mulher-Maravilha” caiu na rede neste final de semana. Primeiro para download e agora no YouTube.

Quem tiver curiosidade de ver o que David E. Kelley fez com a Princesa Amazona, pode conferir aqui. Quem tiver coragem de assistir ao episódio completo, poderá constatar a incapacidade de Kelley de desenvolver personagens femininas dentro de seu próprio universo.

Anunciada com toda pompa em outubro de 2010, a nova versão da heroína, estrelada por Adrianne Palicki, foi rejeitada pelo canal NBC em maio de 2011. Com isso, esse piloto faz companhia ao que foi rejeitado pela Fox na década de 1960. Apesar da adaptação da personagem dos quadrinhos para a TV ter sido cancelada, ainda existe a possibilidade da Mulher-Maravilha ganhar um filme para o cinema, embora remota.

Até o momento, apenas uma série foi produzida para a TV (com atores) narrando a história de Diana Prince/Mulher-Maravilha. Estrelada por Linda Carter, a série foi produzida entre 1975 e 1979 (já lançada em DVD no Brasil).

23/06/2011

às 17:53 \ Curiosidades, Pilotos de Séries

Cena do Piloto Rejeitado de A Mulher-Maravilha

Até que demorou, mas cedo ou tarde trechos desse piloto teriam que começar a aparecer pela Internet. Depois de muita badalação, o projeto de série que traria a Mulher-Maravilha de volta à TV, anunciado em outubro de 2010, foi rejeitado pela rede NBC em maio de 2011. Um filme para o cinema ainda é uma possibilidade, embora outra atriz deva ser escolhida para o papel. Então, desse projeto de série sobraram apenas fotos e informações e agora esse trecho que caiu na rede. E aí, vendo esta cena vocês acham que o projeto merecia uma chance?

Lynda Carter Ainda é a Mulher-Maravilha

Lynda Carter

Como já divulgado, a série que traria de volta à telinha a heroína dos quadrinhos não foi aprovada pelo canal NBC, ficando restrita ao episódio piloto, estrelado por Adrianne Palicki. Com isso, Lynda Carter, atriz que estrelou a série dos anos de 1970, continua sendo a “Mulher-Maravilha” da TV.

A expectativa criada pela imprensa em torno do remake fez parecer que a produção da série era algo certo. Mas, logo de início o projeto assinado por David E. Kelley já despertava reações negativas dos fãs que, tendo acesso às informações sobre o roteiro, não aprovaram várias propostas do projeto.

Entre as mudanças, o novo uniforme, que foi apontado pela imprensa americana como um dos principais fatores que teriam levado o projeto a ser rejeitado.

Mas o que de fato deu errado?  Com certeza não foi o tema. A ideia de ter uma heroína na TV vai ao encontro do perfil das novas séries americanas, a maioria delas centrada no universo feminino. Muitos acreditam que o fracasso de séries como “The Cape” e “No Ordinary Family”, bem como a queda de audiência de “Heroes”, teria feito com que as produções estreladas por super-heróis perdessem lugar nas grandes redes. Para esses, o único canal que poderia exibi-los atualmente seria o CW, voltado para o público jovem, que apresentou ao longo de uma década a série “Smallville”.

Outros acreditam que o problema da nova série seria o fato dela ser situada em um ambiente diferente daquele para o qual a heroína foi concebida. No entanto, essa abordagem já tinha sido feita anteriormente, tanto nos quadrinhos quanto na TV, e aceita pelo público.

Quando a série da década de 1970 foi produzida, ela retratou a história dos quadrinhos em sua primeira temporada, situando a heroína durante o período da 2ª Guerra Mundial. A audiência foi boa mas, mesmo assim, a rede ABC decidiu cancelar a produção. Resgatada pela CBS, a série ganhou uma nova roupagem, levando a heroína aos tempos atuais.

Adrianne Palicki como Diana Themyscira

Influenciada pela série “As Panteras”, a produção da Mulher-Maravilha transformou Diana Prince em uma espécie de panterinha, ou anjo de Charlie, vestindo-a como uma modelo de capa de revista, capaz de realizar diversas tarefas como agente secreto. Assim, sua transformação em heroína era praticamente desnecessária. Nesse formato, a série durou mais duas temporadas.

Curiosamente, o remake de “A Mulher-Maravilha” surgiu no mesmo ano em que outro canal (neste caso a ABC) anunciou a nova versão de “As Panteras”, que teve sua produção aprovada.

Deixando o visual de lado e a ideia de colocá-la ou não em um ambiente contemporâneo, o que parece ter saído errado foi o roteiro. É público e notório que Kelley não consegue desenvolver bem suas personagens femininas. Que me desculpem os fãs de “Ally McBeal”, mas o forte de Kelley são os personagens masculinos. “Harry’s Law”, que está em produção, é estrelada por um personagem que foi concebido para ser um homem, sendo transformado em mulher quando a produção contratou Kathy Bates. No entanto, a concepção de sua personalidade permaneceu inalterada.

Me parece que as personagens mulheres de Kelley são normalmente concebidas como homens. Quando concebidas como mulheres, elas são fracas e inseguras, tornando-se incapazes de se definir dentro de seu próprio universo.

Quem teve acesso ao roteiro do episódio piloto de “A Mulher-Maravilha”, versão 2011,  não se entusiasmou. Segundo divulgado, a proposta e seu desenvolvimento seriam fracos.

Uma das versões do novo uniforme da Mulher-Maravilha, com Adrianne Palicki

Na história, a heroína se divide em três personagens: Diana Prince, Diana Themyscira e a Mulher-Maravilha. O mundo sabe que Diana Themyscira, uma empresária bem sucedida, é a Mulher-Maravilha.

Sua corporação explora a imagem da heroína vendendo bonecos e produtos diversos. O lucro da venda é utilizado na produção de veículos e outros artefatos para que ela, como heroína, possa combater o crime.

Para ajudá-la, ela conta com o apoio de um grupo formado por jovens nerds conhecido como “The Animals”, que trabalha na área de novas tecnologias.

Mas nem todos estão a favor da Mulher-Maravilha, visto que Diana Themyscira é obrigada a comparecer no Senado para defender a constitucionalidade de seus atos como heroína (esse tipo de discurso não faltaria em um roteiro de David E. Kelley, famoso por suas séries de tribunais).

Já Diana Prince é uma jovem comum, conservadora, solitária, que vive em um apartamento de um quarto. Utilizando lentes de contatos que escondem a verdadeira cor de seus olhos, Diana Prince prende seus cabelos em coque e usa óculos. Assim, ninguém a identifica como sendo Diana Themyscira/Mulher-Maravilha.

Vivendo fora da Ilha Paraíso, Diana passa pelo processo normal de envelhecimento. Por isso, como Diana Prince, a personagem busca uma vida normal, algo que ela se arrepende de ter dispensando quando, há quatro anos atrás ela, como Diana Themyscira, terminou seu relacionamento com Steve Trevor, o amor de sua vida, porque uma heroína não tem tempo para romances.

Enquanto isso, Veronica Cale, executiva da Big Pharma, empresa farmacêutica, tem uma ambição na vida: criar super soldados que irão destruir a Mulher-Maravilha e conquistar o mundo…para ela.

Lynda Carter, a Mulher-Maravilha

Essa era a proposta da nova série, rejeitada pela NBC. Testes de audiência levaram o canal a acreditar que a produção não seria bem aceita pelo grande público. Um risco que o canal não poderia correr.

Há anos a NBC vem registrando baixa audiência em sua programação. A queda é significativa e preocupante para uma emissora que ainda não descobriu uma forma de sair do quarto lugar da audiência americana.

Assim, o público continua com Lynda Carter como referência televisiva da Mulher-Maravilha. Não que a produção da década de 1970 represente o que há de melhor em matéria de séries de super-heróis, mas o público infanto-juvenil da época se divertia com as aventuras da heroína.

Exibindo ótima forma física para quem está chegando aos 60 anos de idade, Lynda Carter foi vista recentemente ao ser entrevistada no programa “The Wendy Williams Show”‘, no qual comentou sobre a série que estrelou na década de 1970.

Na época, existiam poucas oportunidades para uma atriz estrelar uma série de TV, Assim, quando iniciaram as inscrições para os testes de uma produção estrelada por uma super-heroína famosa nos quadrinhos, ‘choveram’ candidatas. Entre elas, Farrah Fawcett, Cheryl Ladd, Jaclyn Smith, que ficariam conhecidas como “As Panteras”; e Lindsay Wagner, que se tornaria “A Mulher Biônica”. Segundo Lynda, as quatro sempre disputavam papéis com ela, por terem o mesmo perfil.

Lynda lamenta que a nova série não tenha sido aprovada. Em sua opinião, a heroína merecia uma chance para conquistar uma nova geração de fãs.

Fernanda Furquim: @Fer_Furquim

Atualmente investindo em sua carreira de cantora, Lynda compareceu ao programa para divulgar seu novo CD, “Crazy Little Thing”. Confiram a entrevista no primeiro video. No segundo, Lynda interpreta a música “Crazy Little Thing Called Love”:

30/03/2011

às 16:40 \ Curiosidades, Pilotos de Séries

Mulher-Maravilha Muda de Uniforme, de Novo

Quando a NBC divulgou a primeira imagem da nova Mulher-Maravilha, os fãs da heroína criticaram o uniforme.

A imagem clássica do shorts azul estrelado e botas vermelhas tinha sido substituída por calças e botas azuis brilhantes.

Alguns disseram que parecia muito vulgar, outros acharam que as cores eram muito brilhantes.

Atendendo, ou não, a pedidos, a produção fez algumas alterações no uniforme: escureceram o tom das cores e incluíram estrelas nas calças. Além disso, as botas voltaram à tradicional cor vermelha.

Hoje, durante as filmagens de uma cena em Los Angeles, foi possível conferir as mudanças. Na cena, a heroína persegue um homem pelas ruas da cidade, passando por cima de carros.

As gravações ocorreram na Hollywood Boulevard, que teve um trecho fechado para as filmagens, as quais encerram amanhã.

A produção de uma nova série da Mulher-Maravilha ainda está restrita ao episódio piloto para avaliação. Adaptado por David E. Kelley, o projeto é estrelado por  Adrianne Palicki (na foto), Justin Bruening, Elizabeth Hurley, Cary Elwes, Tracie Thoms e Pedro Pascal.

Vejam aqui como era o ‘antigo novo uniforme’. Cliquem na imagem para ampliar.

26/03/2011

às 14:41 \ Séries Anos 1970-1979

A Mulher-Maravilha, dos Quadrinhos para a TV

Lynda Carter

William Moulton Marston, um conhecido psicólogo americano, era um ávido leitor de HQ, mas também um de seus maiores críticos. Marston, professor de psicologia da Columbia University, autor de livros, colaborador da revista Reader’s Digest e palestrante, foi o inventor de um teste de pressão sanguínea que se tornaria um dos componentes para o polígrafo (detector de mentiras).

Marston também era defensor do feminismo. Através de seus textos publicados, ele dava conselhos a mulheres e apresentava seu ponto de vista a respeito do casamento, da obediência ao homem e da posição da mulher na sociedade. Para ele, uma mulher deveria ocupar o cargo de Presidente da República. Como psicólogo, Marston atacou o universo dos super-heróis dos quadrinhos, acusando-o de machista por não dar às mulheres personagens com os quais poderiam identificar-se. Em sua opinião, as meninas não desejavam ser meninas porque não existiam personagens femininas fortes e carismáticas, apenas mulheres que apareciam para atrapalhar o herói ou criar situações nas quais eles poderiam mostrar sua superioridade.

Ellie Wood Walker

As críticas de Marston chamaram a atenção da DC Comics, que o convidou a assessorar seus roteiristas, oferecendo-lhes o ponto de vista psicológico dos personagens e como deveriam ser passados para o público adolescente.

Nesta sua função, ele recebia os textos e fazia observações a respeito de mudanças que deveriam ser feitas nos personagens ou mesmo nas histórias. Com o tempo, ele foi convidado a criar um super-herói que refletisse suas teorias.

Assim surgiu a Mulher-Maravilha, que Marston criou utilizando o nome de Charles Moulton. Fisicamente bonita, feminina, extremamente inteligente e com a força de muitos homens, a personagem, que surgiu em um universo masculino, utilizava roupas provocantes (para a época).

Vivendo situações que atraíam o interesse masculino, entre elas, a de ser presa e amarrada, ficando à mercê de seus opressores, a Mulher-Maravilha sempre dava a volta por cima. Para as mulheres, as situações representavam a idéia de que era possível libertar-se de suas ‘amarras da sociedade masculina’.

Estudioso da cultura grego-romana, Marston criou um universo para sua personagem que remonta a esta cultura. Batizada de Diana, a personagem era uma amazona que vivia na Ilha Paraíso (também conhecida com Themyscira ou Temiscira), localizada no Triângulo das Bermudas.

Cathy Lee Crosby

A Mulher-Maravilha fez sua estréia nos quadrinhos no dia 8 de dezembro de 1941, ganhando uma edição própria em 1942. Nessa época, os EUA estavam entrando na 2ª Guerra Mundial, o que levou os meios de comunicação americanos, sem exceção, a serem convocados para atuarem em favor dos aliados e contra o nazismo. Assim, as histórias da heroína foram situadas no mesmo período.

Na Ilha Paraíso, as amazonas são seres imortais, nascidas de moldes de barro, vivendo por conta própria, sem a necessidade da presença do homem. Um dia, um acidente aéreo leva o piloto do avião, Major Steve Trevor, a ser socorrido por elas. Diana, filha da Rainha Hipólita, é a escolhida para levá-lo de volta aos EUA, onde deverá permanecer para ajudá-los a derrotar o nazismo.

Utilizando a bandeira americana encontrada no avião, as amazonas fabricam o uniforme da Mulher-Maravilha. Entre os acessórios, o laço da verdade (em referência ao detector de mentiras criado por Marston); braceletes feito de um material existente apenas na Ilha, capazes de repelir balas ou qualquer outro tipo de munição; e uma tiara, através da qual poderia se comunicar com a Ilha (a tiara também servia de bumerangue). Seu meio de transporte era um avião invisível, controlado pela mente.

Richard Eastham como o General Phil Blankenship

Além dos nazistas, algumas vezes representados pela Baronesa Paula Von Guther, a Mulher-Maravilha também enfrentava super-vilões, como Cheeta, Mulher-Leopardo, Giganta e, é claro, Marte, o Deus da Guerra, que desejava destruir as amazonas, amantes da paz, para continuar a instigar os homens à guerra.

Após a morte de Marston em 1947, a personagem nos quadrinhos continuou vivendo suas aventuras, chegando à década de 1960, quando surgiu a Garota-Maravilha, Donna Troy, uma órfã salva pela heroína. Através de um raio, Diana lhe dá super-poderes, tornando-a sua auxiliar no combate ao mau. Nesse período também surgiu I-Ching, um chinês mestre das artes marciais que se torna amigo de Diana.

Na década de 1970, a personagem foi atacada por outro psicólogo, Frederic Wertham, que a acusava de ser lésbica. Para ele, qualquer mulher que defendesse o feminismo só poderia ser homossexual. Assim, a personagem reduziu seu discurso feminista e passou a idolatrar o Major Steve Trevor.

O próximo passo da personagem foi adentrar o mundo da televisão. A primeira tentativa ocorreu na década de 1960, quando um piloto de cinco minutos chegou a ser produzido pelos mesmos responsáveis por “Batman”. Seguindo a mesma linha cômica, o primeiro roteiro foi escrito por Stan Hart e Larry Siegel, da revista Mad, o qual foi reescrito por Stanley Ralph Ross, da série “Batman”.

Na história, Diana vivia nos EUA em um pequeno apartamento, junto com sua mãe, Hipólita, que estava decepcionada com a filha por ela ainda ser solteira e ficar perdendo tempo em salvar o mundo. Diana, por sua vez, era uma jovem sem graça, como um patinho feio, que se transformava na Mulher-Maravilha. Quando se olhava no espelho, se via linda e maravilhosa. A personagem era interpretada por Ellie Wood Wallas e seu reflexo no espelho era Linda Harrison. Confiram o vídeo abaixo.

O enredo foi considerado medíocre e a série não chegou a ser produzida; a personagem teria uma nova chance na década de 1970. Depois de fazer sua estréia nas séries animadas “Superman-Aquaman Hour Adventure”, de 1967, e em “Os Superamigos”, de 1973, a Warner Brothers, que comprara os direitos de adaptação, deu início ao desenvolvimento de um telefilme com a Mulher-Maravilha.

Lynda Carter como Diana Prince

A idéia de Douglas S. Cramer, responsável pelo projeto, era trazer a personagem para o tempo presente, no qual ela seria uma aliada da CIA. O telefilme estreou em 1974, com Cathy Lee Crosby no papel título.

Sendo loira, vestindo um uniforme diferente e sem superpoderes, a personagem não retratava o universo popularizado pelos quadrinhos. A produção foi atacada pela crítica e pelos fãs, levando os responsáveis a reformularem o projeto, tornando-o mais fiel ao original.

Assim surgiu outro telefilme, com Lynda Carter no papel título. Inexperiente, a atriz, que tinha sido testada para o telefilme anterior, precisou enfrentar a resistência da rede ABC que queria Joanna Cassidy (240-Robert e A Sete Palmos) no papel principal.

Por curiosidade, entre as atrizes que fizeram testes para o projeto estão Suzanne Sommers (Step By Step), Rachel Welch, Lindsay Wagner (A Mulher Biônica), e aquelas que ficariam conhecidas como as panterinhas do Charlie: Kate Jackson, Farrah Fawcett, Cheryl Ladd e Jaclyn Smith.

No papel do Major Steve Trevor, o produtor Douglas S. Cramer contratou Lyle Waggoner, que já tinha feito testes para estrelar a série “Batman”.

Lyle Waggoner como Steve Trevor

Na história, a personagem passou por algumas mudanças, em função de orçamento e desenvolvimento criativo. Para se transformar na Mulher-Maravilha, Diana dá uma espécie de pirueta, fazendo surgir um clarão. Nos quadrinhos, a mudança é feita em alta-velocidade.

A personagem também adquiriu os poderes de mudar de voz e se comunicar com os animais. Para aprisioná-la, ao invés de unir seus braceletes, os bandidos teriam que retirá-los.

O telefilme foi um sucesso levando a ABC a produzir um outro, que mais tarde seria dividido em duas partes, apresentados como os dois primeiros episódios da série produzida entre 1975 e 1979 (já lançada em DVD no Brasil).

Lynda Carter como a Mulher-Maravilha

A série somente foi aprovada pela ABC quando as redes CBS e NBC demonstraram interesse em produzi-la. Após a primeira temporada, que retratou o universo criado nos quadrinhos, a série foi cancelada. Resgatada pela CBS, a segunda temporada foi produzida levando a personagem para o tempo presente.

Com o título de “As Novas Aventuras da Mulher-Maravilha”, a personagem foi transformada em uma espécie de “As Panteras”.Entre as mudanças, Steve Trevor teve uma participação reduzida, a Ilha Paraíso e o avião invisível foram dispensados, e a personagem abandona completamente a imagem tradicional de Diana Prince, identidade secreta da Mulher-Maravilha, que tinha o objetivo de passar despercebida das pessoas que a cercavam.

Na versão da CBS, ela é uma mulher exuberante, que vive na moda, que sequer utiliza óculos (à la Clark Kent) para disfarçar. Assim, ficou ainda mais difícil aceitar o fato que ninguém percebia que Diana era a Mulher-Maravilha.

Adrianne Palicki como a Mulher-Maravilha no piloto de David E. Kelley

Para justificar a presença da heroína no tempo presente, a história apresenta um novo piloto, no qual Diana está de volta à Ilha (uma das poucas, senão a única, referência na nova fase), onde salva a vida de Steve Trevor Jr, interpretado pelo mesmo ator. Assim, ela decide retornar aos EUA para ajudá-lo na caça a comunistas, terroristas e traidores.

Cancelada em sua terceira temporada, a série não conseguiu explorar o universo e o potencial criado em torno da heroína. Agora, com um novo projeto se desenvolvendo, as primeiras informações divulgadas levam a crer que a personagem continuará a ser desperdiçada pela televisão. Teremos que esperar para conferir.

Estrelada por Adrianne Palicki (Friday Night Lights), a série ainda está restrita à produção de um episódio piloto. No entanto, o produtor David E. Kelley declarou em entrevistas estar confiante de que a primeira temporada será encomendada, chegando ao ponto de afirmar que a série deverá estrear até 2012.

Sua confiança pode estar relacionada ao seu contrato. Alguns produtores de renome conseguem estabelecer em contrato a obrigação do canal de encomendar os primeiros episódios de projetos com potencial de atrair o interesse de um grande público. Ainda não há informações de que seja este o caso.

Esta é a segunda tentativa de dar à heroína uma nova série de TV. Entre 1997 e 1998, existiu um projeto da Warner Bothers para se produzir uma série criada por Deborah Joy Levine, responsável por “As Novas Aventuras do Superman”, com Dean Cain e Teri Hatcher.

Em 2000, surgiram informações sobre um filme para o cinema. Na época, John Cohen tinha sido contratado para escrever o roteiro, que seria produzido por Joel Silver. Posteriormente, Joss Whedon (Buffy a Caça-Vampiros) teve seu nome ligado à produção, que parece ter sido jogada para 2015.

Cloris Leachman como a Rainha Hipólita

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados