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30/03/2015

às 16:15 \ Galeria de Fotos, Séries Anos 2010-2019

Fotos do elenco de ‘The Messengers’ – 1ª Temporada

30/03/2015

às 16:02 \ Séries Anos 2010-2019, Versão Televisiva

ABC Family aprova a produção de ‘Shadowhunters’, adaptação da obra de Cassandra Clare

Cartaz do filme 'Os Intrumentos Mortais'

Cartaz do filme ‘Os Intrumentos Mortais’

O canal ABC Family anunciou a encomenda da primeira temporada de Shadowhunters, produção criada por Ed Decter (Helix, Unforgettable, The Client List), que adapta a série literária de Cassandra Clare, Os Instrumentos Mortais/The Mortal Instruments.

O número de episódios não foi divulgado, mas é possível que sejam treze. A produção é aprovada sem passar pelo piloto para avaliação.

A história acompanha a trajetória de Clary Fray, uma jovem que, em seu aniversário de dezoito anos, descobre não ser quem pensava que era. Ela é uma descendente dos shadowhunters (caçadores de sombras), híbrido de anjo com ser humano. Quando sua mãe Jocelyn é sequestrada, Clary se une a Jace, outro shadowhunter, e seu melhor amigo Simon para caçar demônios. Vivendo entre as fadas, bruxos, vampiros e lobisomens, Clary começa a tomar conhecimento de sua história.

A obra original tem seis títulos publicados: Cidade dos Ossos, Cidade das Cinzas, Cidade de Vidro, Cidade dos Anjos Caídos, Cidade das Almas Perdidas e Cidade do Fogo Celestial. O primeiro volume já foi adaptado para o cinema com o título de Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos, filme lançado em 2013. Nesta produção, Lily Collins interpretou Clary.

Ainda sem elenco divulgado, a série começa a ser filmada em maio, em Toronto, no Canadá. O canal não anunciou uma previsão de estreia.

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Cartazes de ‘Daredevil’ – 1ª Temporada

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‘Up the Women’ está cancelada

S2UTW-1O canal BBC2 da Inglaterra decidiu não renovar a série Up the Women para sua terceira temporada. Criada e estrelada por Jessica Hynes (Twenty Twelve), a sitcom teve um total de duas temporadas e nove episódios produzidos.

Situada no ano de 1910, a história gira em torno de Margaret (Hynes) que, ao visitar Londres, entra em contato com o movimento sufragista (que exigia o direito de voto às mulheres). Assim, ao retornar para sua cidade, ela decide criar o Banbury Intricate Craft Circle, movimento que tem como base os ensinos religiosos, o qual, educadamente, pede o direito de voto às mulheres.

As reuniões são feitas em uma sala da igreja local mas, a maioria dos temas debatidos acabam girando em torno daquilo que cada uma deseja para si. Enquanto isso, Helen (Rebecca Front, de The Thick of It), uma das mulheres do grupo, assume a posição de se opor a tudo que Margaret inventa.

A série estreou pelo canal BBC4. Ao ser renovada, a segunda temporada foi exibida pelo BBC2, onde registrou a média de 890 mil telespectadores ao vivo, com 4.7% da audiência em seu horário. Audiência abaixo da média do canal que, até setembro de 2014, era de 5.3%.

A série é uma produção da Baby Cow Productions.

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Atriz de ‘Game of Thrones’ terá participação em ‘Doctor Who’

Maisie (Foto: BBC)

Maisie Williams (Foto: BBC)

Enquanto as filmagens da nona temporada de Doctor Who continuam, uma lista de atores convidados é anunciada. Entre eles está Maisie Williams, intérprete de Arya Stark em Game of Thrones.

Em nota divulgada à imprensa, Steven Moffat, produtor de Doctor Who, deu poucas informações sobre a personagem que Maisie interpretará. O que se sabe é que ela será uma jovem que desafiará o Doutor (Peter Capaldi, de The Thick of It) de uma forma inesperada.

No momento, a produção está filmando dois episódios ao mesmo tempo. O primeiro é The Girl Who Died, escrito por Jamie Mathieson e Moffat; e o segundo é The Woman Who Lived, de Catherine Tregenna. A direção é de Ed Bazalgette (Poldark).

Os demais atores convidados para esta temporada são Rufus Hound (Cucumber), Tom Stourton, Ariyon Bakare (Jonathan Strange and Mr. Norrell), Simon Lipkin, Ian Conningham, Murray McArthur, Barnaby Kay, John Voce, e Struan Rodger.

A temporada estreia durante o período da Fall Season, que compreende os meses entre setembro e novembro.

 

BBC aprova produção de série criada por Steve McQueen

Steve McQueen (Foto: Kris Connor/Getty)

Depois de garantir a produção de Codes of Conduct para a HBO, o diretor Steve McQueen consegue a aprovação de uma nova produção seriada, desta vez para a BBC da Inglaterra.

O canal em que será exibida, bem como o título da série e seu elenco, ainda não foram definidos. Serão produzidos seis episódios para sua primeira temporada. O projeto desta série foi anunciado em janeiro de 2014.

Trata-se de um drama que pretende mostrar como é a rotina de um grupo de amigos negros e seus familiares vivendo na região oeste de Londres entre os anos de 1968 e 2014.

Os roteiros serão assinados por Debbie Tucker Green e McQueen, que também irá dirigir os episódios.

As filmagens terão início no primeiro semestre de 2016, com produção da Rianmark Films.

 

30/03/2015

às 0:03 \ Remakes, Séries Anos 2010-2019, Trailers

Teaser de ‘Humans’, remake de ‘Real Humans’

Humans estreia no canal AMC dos EUA durante o período da Summer Season. Informações sobre o enredo e o elenco aqui.

29/03/2015

às 23:43 \ Séries Anos 2010-2019, Trailers

Teaser de ‘Into the Badlands’, nova série do AMC

Criada por Al Gough e Miles Millar, ambos de Smallville, Into the Badlands é uma nova série do canal AMC que estreia durante o período da Fall Season, o qual compreende os meses entre setembro e novembro, nos EUA.

Inspirada no clássico chinês The Journey to the West, a série, situada na época dos senhores feudais, conta a história de Sunny (Daniel Wu), um grande guerreiro que viaja na companhia de um garoto por um território repleto de segredos e perigo. Sua missão é a de encontrar a iluminação.

No elenco estão Emily Beecham, como a Viúva, uma mulher elegante e poderosa; Sarah Bolger (The Tudors), como Jade, uma jovem ambiciosa que se faz passar por frágil; Oliver Stark, como Ryer, filho do guerreiro que não conseguiu preencher as expectativas do pai; e Orla Brady (Fringe, Mistresses, Jo), como a Baronesa Lydia, uma mulher que controla seu reino com punho de ferro.

As cenas de lutas marciais serão coreografadas por Daniel Wu e Stephen Fung.

A primeira temporada tem seis episódios produzidos pela AMC Studios, com distribuição internacional da Entertainment One.

29/03/2015

às 23:27 \ Séries Anos 2010-2019, Spinoff, Trailers

Teaser de ‘Fear the Walking Dead’

Fear the Walking Dead, spinoff de The Walking Dead, estreia no período da Summer Season, que compreende os meses entre junho e agosto, nos EUA. Pela cena do teaser, a história parece ser o prelúdio da trama desenvolvida na série original.

29/03/2015

às 17:08 \ Internet, Opinião, Séries Anos 2010-2019

Opinião: ‘Bloodline’ – 1ª Temporada

Bloodline1

Este mês, o site de streaming Netflix estreou sua mais nova série, Bloodline, criada por Todd A. Kessler, Daniel Zelman e Glenn Kessler, todos de Damages. Como ocorre com as produções originais do site, esta também teve todos os treze episódios de sua primeira temporada disponibilizados de uma vez só.

Trata-se de um drama familiar de suspense que traz uma relação familiar que lembra aquela vista no filme/peça Gata em Teto de Zinco Quente. Nesta obra de Tennessee Williams, vencedora do Pulitzer de 1955, temos os Pollitts, uma tradicional família sulista que mantém as aparências perante a sociedade, mas que em sua intimidade enfrenta uma crise. Formada pelo patriarca, sua esposa, seus dois filhos, com suas respectivas esposas, a família se reúne para celebrar o aniversário de Big Daddy. Os filhos, e consequentemente suas esposas, são totalmente dedicados às vontades dos pais, especialmente de Big Daddy, que está morrendo de câncer. Todos sabem disso, menos ele e sua esposa, que permanecem alheios não só a isso, mas também aos demais problemas familiares. No entanto, no transcorrer da festa, tudo aquilo que vinha sendo mantido em baixo do tapete começa a aparecer.

A descrição dos personagens pode conter pequenos spoilers.

Em Bloodline, a família se chama Rayburn, na qual os filhos e seus cônjuges são totalmente dedicados às vontades e desejos dos pais. Ela é formada pelo patriarca Robert (Sam Shephard, de Klondike), dono de um hotel na Flórida, casado com Sally (Sissy Spacek, vista em Big Love), com quem teve quatro cinco filhos. Um deles, Sarah (Angela Winiewicz), morreu em um acidente quando ainda era pré-adolescente. A perda trágica da menina marcou profundamente a família e determinou a forma como cada um passou a se tratar depois disso.

O filho mais velho é Danny (o australiano Ben Mendelsohn), que há muitos anos saiu de casa, tornando-se o ovelha negra da família. Viciado, com problemas de dinheiro, Danny ainda não encontrou seu caminho. Já tentou diversos trabalhos, sempre pedindo ajuda financeira à família, com quem não mantém um bom relacionamento afetivo. Há muitos anos, quando ainda era um pré-adolescente, Danny foi severamente espancado pelo pai. Mas o ato foi escondido pelos demais membros da família, para que Robert não fosse legalmente penalizado. O trauma que sofreu naquela época continua determinando seu presente e seu futuro.

Quando a série tem início, Danny está voltando para casa com o objetivo de participar de uma celebração. Apenas a mãe está ansiosa por sua volta. O pai ainda mantém uma distância afetiva segura do filho e os irmãos, que estão totalmente à disposição dos interesses dele, fazem o mesmo. Todos vêem Danny como alguém que se perdeu na vida, portanto, não é uma pessoa em quem se pode confiar plenamente.

John (Kyle Chandler, de Early Edition e Friday Night Lights), o segundo filho de Robert e Sally, é um policial casado com Diana (Jacinda Barrett, de Zero Hour), com quem tem dois filhos pré-adolescentes, Jane (Taylor Rouviere) e Ben (Brandon Larracuente).

Com a partida de Danny, John se tornou o filho mais velho, assumindo a função de se tornar o mais responsável e confiável. Aquele a quem todos recorrem quando têm um problema. O fato dele ser um policial apenas ajudou a definir esta sua função na família. Pressionado a sempre fazer a coisa certa na hora certa, para o bem de todos, John se tornou um ‘empregado’ da família, que é colocada em primeiro lugar na sua vida e nos seus pensamentos.

Buscando manter os interesses dos pais, e o bom nome dos Rayburn, John é o que mais se preocupa quando Danny reaparece dizendo que deseja voltar a fazer parte da família. Por ser seu irmão e se sentir culpado pelo que aconteceu a ele quando criança, John acredita que Danny merece uma segunda chance, embora tenha dificuldades de confiar plenamente nele.

Os demais filhos são Meg (Linda Cardellini, de Plantão Médico, Mad Men), uma advogada que deu as costas para todas as oportunidades que sua carreira pode lhe trazer, para poder ficar perto da família, atendendo seus interesses legais. Neste meio tempo, ela exerce sua profissão na pequena cidade do interior da Flórida. Sua família também determinou seus relacionamentos. Há cerca de cinco anos ela mantém uma relação com Marco (Enrique Murciano, de Without a Trace), um detetive da polícia que trabalha com John.

O rapaz foi aceito pela família, o que leva Meg a acreditar que precisa se casar com ele. Enquanto vai adiando a decisão de se tornar ou não sua esposa, Meg mantém um relacionamento passageiro com Alec (Steven Pasquale, de Rescue Me), um empresário que tem interesses na região. Mas, embora se veja dominada pela família, Meg consegue manter a neutralidade no exercício de sua profissão, não se deixando levar por interesses pessoais.

O outro filho de Robert e Sally é Kevin (Norbert Leo Butz, de The Deep End), um cabeça quente que ainda luta para manter seus negócios. Enquanto teme que um yatch clube seja construído na região, tirando-o dos negócios, Kevin tenta esconder da família o fato de que está se separando de Belle (Katie Finneran, de The Michael J. Fox Show).

Os personagens mais desperdiçados nesta primeira temporada são os patriarcas, Robert e Sally, que são relegados a uma presença insignificante, muito embora sua importância na trama seja inquestionável.

Ao longo da história, somos apresentados à personalidade dos filhos, mas não conhecemos, de fato, a dos pais. Vemos apenas um aspecto da personalidade de Sally, ou seja, a da mãe preocupada com o futuro dos negócios e da família, interessada em fazer o que for possível para trazer o filho pródigo de volta ao seu convívio. No entanto, ao ser mantida alheia a tudo o que está acontecendo no tempo presente, ela não oferece ao público uma visão mais profunda de sua personalidade. O mesmo acontece com Robert, que tem uma presença ainda menor. Sabemos apenas que ele é um pai rigoroso que não conseguiu superar a perda de um filho.

A série segue a mesma estrutura narrativa vista em Damages, ou seja, o público acompanha os personagens no tempo presente, o qual é interrompido com cenas que nos mostram seu futuro próximo. Visto que estas cenas não são reveladas em sua totalidade, é possível ter uma interpretação incorreta do que está por vir. Em determinados momentos da história, a narrativa também oferece cenas de flashbacks, que revelam um pouco do passado dos personagens. Esta é a fórmula dos roteiristas para estimular a curiosidade do público sobre a história desta família, ao mesmo tempo que em que esticam o suspense, não oferecendo muitas explicações sobre o passado ou futuro.

No entanto, embora esta estrutura tenha funcionado muito bem com Damages, ela não faz o mesmo com Bloodline. Talvez pelo gênero de cada série. Damages era um drama policial jurídico, enquanto Bloodline é um drama policial familiar. Na primeira, os diálogos do tempo presente eram preenchidos com questões relacionadas ao caso jurídico que estava sendo tratado na temporada, enquanto as cenas do futuro apresentavam uma situação policial (geralmente relacionada à morte de alguém), consequência do caso que estava sendo tratado. Em Bloodline, os diálogos do tempo presente referem-se aos relacionamentos e à situação de cada um na sociedade e na família; enquanto o suspense está todo voltado para as cenas do passado e do futuro (também relacionadas à morte de alguém).

Na tentativa de prolongar o suspense e não oferecer muitas explicações que poderiam levar o telespectador a adivinhar cedo demais o que está por vir (ou o que já passou), os roteiristas esvaziaram os diálogos, tornando-os repetitivos, limitados e redundantes (narrando aquilo que estamos vendo). Como resultado, os personagens chegam muito perto dos estereótipos, com suas reações e raciocínio limitados, sendo que algumas situações criadas não seguem adiante. Em vários momentos vemos que os personagens começam a traçar o caminho que os levará à compreensão dos fatos ou, no mínimo, a uma reação lógica à sua personalidade e à situação que estão vivendo, mas logo mudam de rumo para que a trama possa se esticar até o décimo episódio, quando eles ganham sua liberdade. Esta construção narrativa permitiu que Danny, o agente de mudança, crescesse acima dos demais, ficando livre para dominar a situação, agindo sem enfrentar grandes obstáculos.

Como ocorre em boa parte das histórias de suspense, tudo acontece nos três últimos episódios, momento em que o futuro se torna presente e as dúvidas que levaram o telespectador a continuar assistindo à série são respondidas.

Bloodline ainda não foi renovada mas, considerando a boa receptividade da crítica americana (que julgou a série pelos três primeiros episódios disponibilizados à imprensa antes de sua estreia), bem como ao fato de que, até o momento, todas as séries originais (adultas) do Netflix conseguiram ter mais de uma temporada produzida, é possível que ela seja renovada.

Embora a trama tenha sido solucionada ao final da primeira, ela também introduziu algumas situações que dão abertura para uma segunda temporada.

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