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23/11/2014

às 20:10 \ Séries Anos 2010-2019, Séries Canceladas

ABC cancela ‘Members Only’ antes de sua estreia

Natalie Zea e John Stamos (Foto: Natalie Zea via Twitter)

Natalie Zea e John Stamos (Foto: Natalie Zea via Twitter)

A série que traria John Stamos de volta à TV foi cancelada pela rede ABC antes de sua estreia, segundo divulgado pelo Hollywood Reporter. Anunciada em janeiro, quando ainda não tinha um título, Members Only foi aprovada sem passar pelo episódio piloto para avaliação.

Criada por David O. Russell  e Susannah Grant (A Gifted Man), a série sofreu seu primeiro golpe em fevereiro, quando Russell deixou a produção porque não estava disposto a se afastar do cinema para se dedicar à série.

A história apresenta a relação entre patrões, sócios e empregados de um country clube fundado pela família de Mickey (Natalie Zea, de Justified), milionária que atua na administração do local. Ela é casada com Randy (Stamos, de Três é Demais), um homem que subiu na vida quando se casou.

No elenco também estavam Chris Conroy, como Forty Holbrooke, um milionário que passa a viver sozinho depois que sua mãe comete suicídio; Callie Hernandez, como Ana, uma das funcionárias do clube que costuma roubar peças de valor para penhorar; Rebecca Forsythe como Eve, uma adolescente inteligente e sensível; Betsy Brandt (Breaking Bad), como Leslie, uma advogada casada com um dos proprietários do clube que precisa ajudar a restabelecer as finanças do local quando o marido a deixa para fugir com a madrasta;  Luke Mitchell (The Tomorrow People), como Jesse, um ex-delinquente juvenil que arranja emprego no clube; e Jamie Lee Kirchner (Mercy), como Diana, esposa de Deacon (Boris Kodjoe, de Undercovers), um ex-jogador de futebol que se muda com a família para o interior, onde ele começa a trabalhar como agente imobiliário. Tentando lidar com a burocracia e estabelecer uma lista de contatos, ele se associa ao clube.

MOLogo1Chegando a sustentar o título de The Club, a série tinha treze episódios encomendados para sua primeira temporada. A produção era da CBS Television Studios em parceria com a ABC Studios.

A rede ABC está sobrecarregada de novas séries para a Midseason, o que pode ter levado ao cancelamento de Members Only. Uma opção seria agendá-la para a Summer Season, mas a ABC pode ter concluído que não valia a pena.

Além de American Crime, Secrets and Lies, Agent Carter e Galavant, que já têm data de estreia anunciada, a ABC ainda tem The Astronaut Wives Club, The Whispers e Fresh Off the Boat, que aguardam uma decisão sobre quando serão exibidas.

Cliquem na primeira foto para ampliar.

23/11/2014

às 18:59 \ Opinião, Séries Anos 2010-2019

Review – ‘The Knick’, primeira temporada

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A descrição de personagens pode conter Spoilers. 

Entre agosto e outubro, o canal Cinemax exibiu a primeira temporada de The Knick, série criada por Jack Amiel e Michael Begler, com direção e produção de Steven Soderbergh. No Brasil, ela chegou pelo canal Max e atualmente está disponível no Now.

O Cinemax, canal do grupo HBO, ainda está dando seus primeiros passos na produção de séries ficcionais, embora tenha iniciado neste formato entre as décadas de 1980 e 1990. Neste período, o canal se dedicava à produção de séries eróticas. Sem abandonar este gênero, o Cinemax começou a investir em séries dramáticas em 2011, quando entrou como coprodutor da segunda temporada de Strike Back, série britânica. No mesmo ano, ele se tornou coprodutor de Hunted, outra produção inglesa, a qual ele tentou resgatar depois que a BBC cancelou a série (até o momento não há nenhuma informação que confirme o retorno desta produção). A primeira produção original do Cinemax, ou seja, sem coprodução de outro canal, é Banshee, série que não teve uma grande receptividade crítica, mas que conseguiu gerar fãs, mantendo sua audiência.

The Knick é a segunda série original do canal e a primeira a conquistar o público e ter boa aceitação da crítica. A série não oferece personagens intrigantes ou profundos, nem situações que gerem ansiedade do telespectador para saber o que vai acontecer em seguida. Na verdade, os personagens sequer conduzem a história. Eles estão à mercê do tema, reagindo às situações que são criadas pelos roteiristas para desenvolver a proposta da série. O que torna The Knick uma produção que vale a pena conferir é seu tema.

A série é situada em um hospital que de fato existe. Fundada em 1862 por James Hood Wright, um banqueiro e filantropo, a instituição era conhecida como Manhattan Dispensary, local onde os soldados feridos na guerra civil americana eram tratados. Com o fim da guerra em 1865, ele passou a oferecer tratamento médico gratuito aos pobres, sendo que não tratava casos de alcoolismo, doenças contagiosas ou mentais, nem realizava partos. Mantido como uma instituição de caridade, o hospital era sustentado por doações. Em 1894, com a morte de seu fundador, o hospital mudou o nome para J. Hood Wright Memorial Hospital. No entanto, a mudança levou muitos a acreditarem que a instituição deveria ser sustentada pela família de Wright. Assim sendo, ela passou a ser conhecida como The Knickerbocker Hospital, ou por seu apelido, The Knick.

Clive Owen é o Dr. Thackery

Clive Owen é o Dr. Thackery

A história da série é ficcional, mas situações e personagens foram inspiradas na vida real. Clive Owen interpreta o Dr. John Thackery, mais conhecido como Thack, chefe de cirurgia do The Knick. Respeitado e admirado pelos colegas que sonham em realizar cirurgias ao seu lado, Thack esconde de todos seu vício por cocaína, a qual ele injeta diariamente para conseguir realizar as tarefas que seu cargo exige. Mais do que isso, Thack deseja tanto se tornar um médico melhor e descobrir novas e melhores formas de exercer sua profissão que tem dificuldades de aguentar seu próprio nível de exigência e de lidar com as frustrações que sofre com cada erro ou perda.

Segundo Owen em entrevistas, seu personagem foi inspirado no Dr. William Stewart Halsted. Considerado um profissional brilhante, ele realizou diversos procedimentos considerados arriscados e inéditos em sua época, que levaram a algumas descobertas na área médica. No entanto, Halsted era um voraz consumidor de diferentes tipos de drogas, entre elas, a cocaína líquida, que na época era considerada um anestésico. Ignorando os efeitos que o uso prolongado da droga causa no corpo humano, Halsted se tornou um viciado. Entre 1885 e 1886, ele se internou no Butler Hospital para tratar da dependência da cocaína. Para tanto, ele foi submetido a um tratamento com morfina. Como resultado, ele se tornou viciado em cocaína e em morfina. Isto não o impediu de continuar trabalhando ou realizando procedimentos pioneiros. Halsted faleceu em 1922, aos 70 anos de idade, de complicações causadas por pedras na vesícula. Não consta em sua biografia que ele tenha trabalhado no The Knick.

Neste primeiro momento, o Dr. Thackery é um viciado em cocaína que se dedica inteiramente ao trabalho. Quando a série tem início, ele assume o cargo de chefe de cirurgia depois que seu amigo e mentor, o Dr. J. M. Christiansen (Matt Frewer) comete suicídio. Ele escolhe o Dr. Everett Gallinger (Eric Johnson) como seu médico assistente, mas a direção do hospital está mais interessada em contratar o Dr. Algernon Edwards (Andre Holland), um médico que estudou na França, onde chegou a publicar artigos importantes sobre medicina, em coautoria com outros nomes conhecidos.

Acontece que Edwards é negro e, por isso, não é tratado como um colega pelos demais médicos, em especial o Dr. Gallinger. Para Thack, a cor de Edwards não importa de fato, mas ele sabe que terá dificuldades de exercer seu trabalho se o ambiente do hospital ficar preso às tensões raciais. Assim, mantém Edwards a uma distância segura, depois de tentar em vão conseguir sua demissão.

Andre Holland como o Dr. Edwards

Andre Holland como o Dr. Edwards

Edwards é um homem determinado, que já está acostumado a lidar com o preconceito. Seus pais trabalham na casa do Capitão August Robertson (Grainger Hines), onde Edwards cresceu ao lado de Cornelia (Juliet Rylance), filha do Capitão que agora trabalha na direção do hospital. Ela e seu pai tomaram a decisão de contratar Edwards, mesmo sabendo que ele teria dificuldades de ser aceito por médicos, enfermeiras ou pacientes.

Além de Thack, Gallinger e Edwards, a equipe médica também é formada pelo Dr. Bertram Chickering Jr. (Michael Angarano), mais conhecido como Bertie. Filho de um médico que atende os ricos, Bertie sofre constantes pressões do pai para abandonar seu trabalho no The Knick. Além de idolatrar Thack, Bertie tem outro motivo para continuar no hospital. Seu nome é Lucy Elkins (Eve Hewson), uma enfermeira que está apaixonada por Thack.

Quando Edwards é colocado a escanteio, fazendo trabalhos de enfermeiro, ele decide montar uma clínica clandestina para atender pacientes de cor. Com esta situação, os roteiristas exploram não apenas os casos médicos x precariedade do período, mas também a questão relacionada ao preconceito racial no trabalho de um médico. Edwards é tão inteligente e brilhante quanto Thack, com a diferença que não faz uso de drogas para se manter ativo. No entanto, em função de sua cor, suas opiniões e técnicas não são facilmente aceitas por seus colegas. Mesmo os pacientes de cor têm um certo receio de confiar totalmente em Edwards, embora essa atitude tenha mais a ver com o fato de não confiarem em médicos, independente de quem sejam.

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(E-D) Sullivan e Bobb como Tom e Barrow

Neste primeiro momento, a série acompanha quatro histórias. Além da trajetória de Thack e de Edwards, o telespectador também é apresentado a Herman Barrow (Jeremy Bobb) e à Irmã Harriet (Cara Seymour). Barrow é o admnistrador do Knick. Responsável por controlar as finanças do hospital, ele lida com um orçamento apertado, corre atrás de mais doações, e tenta controlar os gastos. A história de Barrow é a mais fraca da série, ao menos neste momento. Isto porque ela foge à proposta da série, que é a de mostrar a situação da medicina no início do Século XX.

Enquanto que, através dos cirurgiões e enfermeiras temos uma amostra de como era o tratamento médico naquele período, a série falha em trabalhar na mesma medida a visão do admnistrador de um hospital. Embora tenhamos situações que apresentam administração vs. tratamento médico, elas aparecem apenas como um registro do ambiente.

Barrow é desperdiçado pelos roteiristas, que preferiram tirá-lo do ambiente tema da série para criar uma situação banal e, aparentemente, desnecessária. Devendo dinheiro para Bunky Collier (Danny Hoch), um agiota, ele desvia recursos do hospital. Tentando encobrir o rombo, Barrow corta despesas, contrata serviços mais baratos e compra material de segunda mão.

O problema é que a história não se aprofunda nas consequências destes desvios, porque os roteiristas preferem acompanhar Barrow em suas visitas a uma prostituta, e mostrar como o agiota lida com os clientes que lhe devem dinheiro. A solução que Barrow encontra para se livrar de Collier sugere que, na segunda temporada, continuaremos a nos afastar da admnistração do hospital para acompanharmos a relação de Barrow com o mundo do crime do início do Século XX.

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Irmã Harriet e Tom

A história mais interessante neste primeira temporada é a da Irmã Harriet. Imigrante irlandesa, Harriet é uma freira católica que oferece seus serviços como parteira. Trabalhando em um orfanato, ela também tenta encontrar famílias dispostas a adotar as crianças abandonadas ou órfãs. Em paralelo, ela realiza abortos clandestinos, como uma forma de controle de natalidade e de ajudar mulheres que não desejam um filho.

A personagem é belíssima! Harriet tem plena consciência da situação da mulher na sociedade em que vive, bem como da precariedade da medicina, visto que muitas mulheres ainda morrem durante a gestação ou no parto. Por outro lado, como freira católica, ela conhece a opinião da igreja a respeito do aborto. Mesmo assim, ela não demonstra qualquer conflito moral ou profissional em relação aos abortos que realiza. Em seu dia a dia, ela vê como as crianças abandonadas ou órfãs são tratadas e como elas crescem quando não são adotadas. É uma pena que a série não aprofunde a história da personagem, nos mostrando sua vida no orfanato e explorando as situações que as mulheres grávidas vivem, bem como as questões morais que surgem daí.

As atividades clandestinas de Harriet a levam a se associar a Tom Cleary (Chris Sullivan), condutor de ambulância que costuma roubar dinheiro e jóias de pacientes, bem como vender cadáveres frescos para hospitais. Embora seja, inicialmente, contra abortos, ele vê nesta atividade uma forma de ganhar sua porcentagem e evitar a morte prematura de mulheres que tentam se livrar por conta própria de uma gravidez. A cumplicidade que surge entre Cleary e Harriet também é muito bonita de se ver. Cada um tem uma opinião muito própria sobre o que faz. Eles também não escondem a opinião que têm um do outro. Mas os dois têm consciência da difícil trajetória de cada um, o que os fazem entender que não têm o direito de julgar um ao outro.

Ao longo de dez episódios produzidos para a primeira temporada, The Knick utiliza boa parte deles para mostrar como os médicos lidavam com a precariedade da época (sendo que não podemos descartar aqui a possibilidade da série fazer uso de anacronismo para retratar alguns casos). Em diversos momentos temos situações criadas unicamente para expor a forma como uma doença era tratada, sem que o personagem ou a situação tenha continuidade na trama. Ao apresentar estes casos, The Knick é uma série médica procedural que lida com diferentes casos, mas sem o aparato moderno que vemos em outras produções do gênero situadas nos dias atuais. Algumas questões sociais que levam à casos específicos tratados pelos médicos ou pela administração do hospital também são apresentadas de forma rápida, como um registro do período.

O final da temporada sugere que a segunda, já anunciada, seguirá o mesmo caminho que foi adotado pela série neste primeiro momento, ou seja, continuaremos a ver situações criadas unicamente para expor uma questão social ou médica da época, inserida na trajetória de um dos personagens (não importa qual). A expectativa é a de que os roteiristas percebam a necessidade de abandonar o uso de amostragem de temas polêmicos da época para focar na personalidade e trajetória de cada personagem. Seria mais interessante se a série pudesse reduzir as situações propostas a um número que lhe permitisse aprofundar a questão, detalhando seu desdobramento.

The Knick é uma produção da Anonymous Content.

Estrelas3.5

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Vídeo dos bastidores de ‘Looking’, segunda temporada

22/11/2014

às 16:08 \ Televisão

BBC America sob nova direção

BBC AMERICAO futuro do canal BBC America começa a se formar. Dedicado a exibir séries produzidas na Inglaterra, com algumas coproduções britânicas e canadenses (sendo a mais famosa Orphan Black), e tentativas tímidas de oferecer uma produção seriada original, o BBC America se associou ao grupo AMC para expandir sua marca e se estabelecer no mercado televisivo.

No final de outubro, foi anunciado que o grupo AMC adquiriu por 200 milhões de dólares 49.9% das ações da BBC America. O interesse do AMC na coprodução com programas britânicos, entre os mais recentes Top of The Lake, The Honourable Woman e One Child (ainda inédito), levou o grupo a tomar a decisão de mergulhar mais a fundo nesta parceria. Com o investindo feito no BBC America, o AMC tem o direito de interferir no processo de escolha e desenvolvimento de projetos originais, negociar vendas de programas e espaços comerciais, bem como manter o controle operacional da empresa. Em outras palavras, o canal BBC America vai mudar.

O canal foi lançado em 1998 pela BBC Worldwide, braço comercial da BBC britânica, que ainda detém 50.01% das ações da empresa. Sustentado por assinaturas e venda de espaços comerciais, o canal era, praticamente, um retransmissor de programas produzidos no Reino Unido, seja pela própria BBC ou pelo ITV, Channel 4 e outros canais e estúdios. O problema é que o BBC America não é o único canal nos EUA a oferecer séries britânicas, o que significa que ele tem que disputar a compra de títulos com a concorrência.

Em 2004, o BBC America começou a ampliar seus horizontes investindo na coprodução de séries e minisséries britânicas. Uma das primeiras foi a nova versão de Sharpe, série estrelada por Sean Bean entre 1993 e 1994 e que ganhou uma minissérie em dois episódios, novamente com o ator no papel principal. Em 2012, após passar por mais algumas experiências de coprodução, o canal estreou sua primeira série original, Copper. O programa seguiu o perfil das produções britânicas, ou seja, um drama de época sobre luta/diferenças de classes. Com duas temporadas produzidas, a série foi cancelada em 2013.

Copper era a grande aposta do canal em se estabelecer no mercado de séries originais e elevar seus lucros. As novas tentativas também não conseguiram realizar esta tarefa. Apesar de ter conseguido uma boa audiência em sua estreia, Intruders perdeu público ao longo de sua exibição e não conseguiu conquistar a crítica. Já Almost Royal gerou uma boa repercussão junto aos críticos, mas não se estabeleceu na audiência. O forte do canal ainda é a retransmissão de séries britânicas (como Doctor Who, Broadchurch e o reality Top Gear), bem como a coprodução com a Inglaterra (sendo a mais recente The Game) e com o Canadá (Orphan Black). Com a entrada do AMC, o canal tem uma nova oportunidade de mudar de rumo e se estabelecer neste mercado.

Pela parceria com o grupo AMC, do qual também fazem parte os canais Sundance TV, IFC e WeTV, o BBC America anunciou esta semana a contratação de Sarah Barnett como a nova diretora do canal. Sua função é a de definir o novo perfil de programação do BBC America.

Pelo currículo divulgado à imprensa, Barnett trabalhou doze anos na rádio BBC e em canais da Inglaterra antes de se mudar para os EUA, onde atuou no departamento de marketing do BBC America. Em 2005, ela foi trabalhar no departamento de marketing do Sundance TV onde, em 2009, passou a atuar no departamento de produção, assumindo em 2012 a função de definir e estabelecer o perfil dos programas ficcionais do canal. Sob seu comando, o Sundance TV estreou sua primeira série original, RectifyBem recebida pela crítica nacional e internacional, a série foge dos padrões que vêm sendo explorados pela produção americana. Também foi decisão de Barnett investir na coprodução de Top of the Lake, outra que não se enquadra nos padrões de programas americanos.

Resta saber se Barnett levará para o BBC America a mesma determinação em assumir riscos, como fez com o Sundance TV. Em uma época em que a narrativa rápida é utilizada pelo grande público como referência para determinar a qualidade de um programa, ela conseguiu estabelecer qualitativamente duas séries que se apóiam na narrativa lenta e no processo contemplativo dos personagens.

Dificilmente ela seguirá o mesmo caminho com o BBC America, que provavelmente irá moldar sua programação original de forma a manter o padrão com os programas importados da Inglaterra. Mas já é um passo na direção certa ver que o canal se preocupa em colocar no comando uma pessoa que não se limita a uma visão essencialmente comercial.

Com a saída de Barnett do Sundance TV, o canal deve começar a procurar um novo diretor, que terá a função de oferecer programas originais diferenciados, mas que mantenham a qualidade de programação já estabelecida, perpetuando o perfil do canal voltado para a produção independente.

As séries produzidas pelo BBC America não chegaram ao Brasil. A única que temos por aqui é Orphan Black, que ganhou a coprodução do BBC America depois de ter sido encomendada pelo canal Space do Canadá. A série chegou pelo Netflix e BBC HD. A expectativa é a de que, com a parceria com o AMC, as próximas produções originais do BBC America cheguem por aqui, visto que o grupo iniciará suas atividades no Brasil em 2015.

‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ migra da NBC para o Netflix

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Unbreakable Kimmy Schmidt, nova série de Tina Fey e Robert Carlock, ambos de 30 Rock, estava prevista para estrear na rede NBC na Midseason. Mas, como já ocorreu com tantas outras séries, ela foi cancelada antes que seus episódios pudessem ser exibidos. Segundo representantes da NBC, a falta de espaço na grade levou ao cancelamento da série. No entanto, é mais provável que o cancelamento tenha ocorrido porque o enredo da sitcom tem poucas chances de atrair o interesse de uma grande audiência.

A notícia foi divulgada à imprensa junto com o anúncio de que o Netflix já resgatou a produção, e ainda encomendou treze episódios para a segunda temporada. A primeira temporada (produzida para a NBC), também composta de treze episódios, será disponibilizada pelo site de streaming em março de 2015.

Tituss e Ellie em cena de 'Unbreakable Kimmy Schmidt' (Foto: Steve Sands/GC Images)

Tituss e Ellie em cena de ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ (Foto: Steve Sands/GC Images)

Estrelada por Ellie Kemper (The Office), a história acompanha a trajetória de Kimmy, uma mulher que, após quinze anos convivendo com uma seita que acredita no apocalipse, decide largar tudo e reiniciar sua vida em Nova Iorque.

Sem posses e sem planos, ela chega na cidade grande onde é contratada por uma mulher rica (Jane Krakowski, de 30 Rock) que precisa de uma babá para sua filha Xanthipp (Dylan Gelula, de Jennifer Falls, Chasing Life), uma adolescente mimada, porém sensível.

Em Nova Iorque, Kimmy também conhece Titus (Tituss Burgess, de 30 Rock), um cantor afro-americano gay que nunca conseguiu fazer carreira na Broadway. Agora ele vive com pouco dinheiro trabalhando em Times Square vestido de robô fazendo anúncios. Os dois se tornam amigos e passam a dividir um apartamento.

No elenco também estão Sara Chase, como  Cyndee, a melhor amiga de Kimmy na seita; Lauren Adams como Gretchen, membro da seita há dez anos, e a única que acredita em tudo o que lhe dizem; Sol Miranda, Carol Kane (Taxi) e Andrew Ridings.

Krakowski substituiu Megan Dodds, que interpretou a personagem no episódio piloto, produzido para avaliação.

A produção é da Universal Television, Little Stranger, 3 Arts Entertainment e Bevel Gears.

21/11/2014

às 20:24 \ Séries Anos 2010-2019, Versão Televisiva

Teaser de ‘Eye Candy’, nova série do canal MTV

No dia 12 de janeiro o canal americano MTV começa a exibir sua nova série. Eye Candy, criada por Jason Blum, Emmy Grinwis e Catherine Hardwicke, é uma adaptação da obra de RL Stine.

A história gira em torno de Lindy (Victoria Justice, de Zoey 101 e Victorious), uma jovem especializada em computação que mantém um blog sobre ataques terroristas e suspeitos de assassinato. Sem uma vida social, ela segue os conselhos de Sophia (Kiersey Clemon, de Transparet), sua companheira de quarto, para participar de sites de encontro online. Mas logo ela descobre que um de seus pretendentes é um perigoso stalker e assassino em série em potencial. Assim, com a ajuda de seus amigos, ela começa a investigá-lo

No elenco também estão Casey Deidrick, que substituiu Nico Tortella, como Tommy, detetive da polícia que trabalha na unidade de crimes cibernéticos; e John Garret Stoker como Connor, um blogueiro amigo de Sophia.

A primeira temporada tem dez episódios produzidos.

FX e FXX anunciam suas estreias de janeiro, que inclui a inédita ‘Man Seeking Woman’

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‘Man Seeking Woman’ (Foto: FXX)

Os canais FX e FXX anunciaram esta tarde suas estreias do mês de janeiro. A maioria é retorno de produções já consagradas pelo canal. Apenas uma é inédita. Trata-se de Man Seeking Woman, sitcom anunciada em julho.

Criada por Simon Rich e Lorne Michaels, ambos de Saturday Night Live, a história tem como base o livro The Last Girlfriend On Earth, de Rich.

Na história, Josh Greenberg (Jay Baruchel) é um jovem ingênuo e romântico que, após ser dispensado pela namorada Maggie (Maya Erskine), começa uma nova busca pelo amor de sua vida. Morando em Nova Iorque, ele passa a viver os altos e baixos do primeiro encontro, sem perder o ânimo de que, algum dia, a agonia terminará.

No elenco também estão Eric André (Don’t Trust the B– in Apartment 23), como Mike, melhor amigo de Josh; e Britt Lower (Unforgettable), como Liz, irmã de Josh.

A primeira temporada tem dez episódios produzidos pela Broadway Video e FX Productions. A série estreia no dia 14 de janeiro, pelo FXX. No mesmo dia, o canal começa a exibir a décima temporada de It’s Always Sunny In Philadelphia.

Pelo canal FX, dos EUA, estreia no dia 8 de janeiro a sexta temporada da série animada Archer. No dia 20 começa a ser exibia a sexta e última temporada de Justified. Mais para frente, no dia 28, o canal estreia a terceira temporada de The Americans.

Ainda não há previsão de estreia destas temporadas no Brasil.

21/11/2014

às 14:59 \ Pilotos de Séries, Remakes, Versão Televisiva

Novos projetos e pilotos – Novembro 2014 – Parte 4

From Hell

ABC

Forever 31 – Projeto de Mark Gordon, Cindy Chupack e Iliza Shlesinger, que deverá estrelar a produção, caso a série seja aprovada. Na história, ela interpreta uma versão ficcional de si mesma: uma comediante de trinta e poucos anos que, na companhia dos amigos, vive os absurdos e afrontas pelas quais uma pessoa passa quando se torna adulta. A produção é da ABC Studios em parceria com a Mark Gordon Company.

Grandma Dearest – Projeto Todd Linden (Jennifer Falls, Family Tools), Moses Port e Jamie Tarses. Este é um projeto de sitcom que gira em torno da pior avó do mundo que, ao perder sua fortuna, se vê obrigada a morar com a filha. A produção é da Sony Pictures Television em parceria com a FanFare Productions.

Vamp  - Projeto de Adam Shankman e Amy B. Harris (The Carrie Diaries). A história acompanha a vida de uma bailarina que se muda para Nova Iorque com a mãe, uma mulher que abandonou seus sonhos para se dedicar à família.Tentando se livrar das regras rígidas do balé e da sociedade, a jovem arranja emprego no Vamp, um nightclube de má reputação. A produção é da  A.B. Baby Productions em parceria com a Warner Brothers TV.

Offspring – Projeto de David HobermanTodd Leiberman que adapta a série australiana criada por John EdwardsImogen Banks, já exibida no Brasil pelo canal Multishow. Esta é uma dramédia romântica que gira em torno de Nina, uma enfermeira que trabalha na maternidade de um hospital. Tentando lidar com os problemas de sua família e de sua profissão, ela ainda luta por manter uma vida amorosa. Seu maior problema é sua imaginação, que costuma fantasiar situações. A produção é da Mandeville Television.

Fox

Projeto de Hely e Riggle – Desenvolvido por Steve Hely, o projeto é uma comédia que, se produzida, será estrelada por Rob Riggle. Trata-se de um remake da série austríaca Braunschlag, criada por David Schalko, que teve oito episódios produzidos em 2012, tornando-se uma das maiores audiências do canal ORF (trailer no final da postagem). A história acompanha a vida do prefeito de uma cidade do interior que luta para salvar sua comunidade. Para tanto, está disposto a fazer qualquer coisa. A produção do projeto é da 20th Century Fox em parceria com a Principato-Young Entertainment.

Elenco da série australiana 'The Strange Calls' (Foto: ABC1/Arquivo)

Elenco da série australiana ‘The Strange Calls’ (Foto: ABC2/Arquivo)

FX

From Hell – Projeto de David Arata e Don Murphy que adapta a novela gráfica de Alan Moore e Eddie Campbell, a qual já foi adaptada para o cinema em 2011, com o título de Do Inferno. Trata-se de uma versão ficcional sobre Jack, o Estripador. Na história, a Rainha Vitória encarrega o médico da corte, Sir William Gull, a ‘dar um jeito’ nas prostitutas que estão chantageando um amigo do Príncipe Albert. Elas sabem que Albert é o pai da filha ilegítima de Annie Crook, outra prostituta internada em um hospício. Com a ajuda da polícia e de John Netley, um condutor de carruagem, Gull começa a eliminar cada uma das cinco prostitutas de forma violenta. Enquanto que para a Coroa a morte destas mulheres é uma forma de evitar um escândalo real, para Gull ela significa um ritual no qual a sociedade masculina estabelece seu poder sobre a feminina. Para a polícia, ele justifica a morte das prostitutas como uma forma de evitar a ameaça maçom. Conforme os crimes vão ocorrendo, Gull vai mergulhando cada vez mais em sua loucura e motivações. A produção é da Fox TV Studios em parceria com a Angry Films.

HBO

Cortes – Projeto de Chris Gerolmo (Over There, The Bridge), Martin Scorsese (Boardwalk Empire) e Benecio Del Toro, que pode interpretar Cortes caso o projeto seja transformado em série. A história apresenta a vida de Montezuma, líder do povo Asteca, e de Hernán Cortés, espanhol que aniquilou o Império Asteca e conquistou o México em nome de seu país. A produção é da Sikelia Productions, empresa de Scorsese.

NBC

The Strange Calls – Projeto de Donick Cary (New Girl), Ruben Fleisher (Zombieland) e Aaron Kaplan (The Neighbors) originalmente desenvolvido para a rede ABC. Pelo contrato, a ABC era obrigada a encomendar a produção de um episódio piloto para avaliação. Como isto não ocorreu, conclui-se que tenha sido paga uma multa aos produtores, que levaram o projeto para a rede NBC. Trata-se de um remake de série australiana criada por Daley Pearson, que por sua vez se inspirou em Twin Peaks, Arquivo X e Nothern Exposure. Esta é uma comédia que gira em torno de Toby Banks, um policial rebaixado de posto. Fazendo rondas no período da noite na pequena e pacata cidade costeira de Coolum, ele descobre que o local é o berço de diversas situações bizarras, entre elas, um homem que se transforma em galinha, uma Sereia que se apaixona por um homem e um gato que volta à vida. A produção do projeto é da 20th Century Fox TV que adquiriu os direitos de adaptação da série.

Elenco de 'Tudo em Família' (Foto: CBS/Arquivo)

Elenco de ‘Tudo em Família’ (Foto: CBS/Arquivo)

Sem Canal Definido

Remakes de séries australianas – Além dos remakes já mencionados nesta postagem, mais duas séries australianas tiveram seus direitos de adaptação para o mercado americano adquiridos. Trata-se de East West 101, adquirida pela Entertainment One Television, e Fat Cow Motel, adquirida pela Hoodlum Entertainment. Entre elas, apenas a primeira já foi exibida no Brasil, pelo canal +Globosat. Criada por Steve Knapman e Kris Wyld, East West 101 é uma série policial que acompanha as atividades de dois detetives atuando em um departamento de Sydney onde precisam lidar com os conflito étnicos que ocorrem nas regiões Leste e Oeste. A primeira é formada por anglo-saxões de classe média alta e a região oeste é predominantemente composta por imigrantes de diferentes países, a maioria representantes da classe operária. Mais informações sobre a série aqui. Já Fat Cow Motel é uma série criada por Nathan Mayfield e Tracey Robertson. Trata-se de uma comédia de mistério situada em uma região rural da Austália. Na história, Cassie Brown, proprietária de um pequeno hotel, tenta salvar seu negócio espalhando o boato de que a lenda da música dos anos de 1980, Rory Toogood, faleceu no quarto de número treze. Quando os turistas começam a chegar, trazem com ele o jornalista Jack Green, que está disposto a descobrir a verdade. Os projetos estão, no momento, sendo oferecidos a canais de TV dos EUA.

All in the Family 2015 – Em painel realizado no Paley Center em Nova Iorque, o produtor Norman Lear revelou ter sido abordado pela Sony Pictures Television para desenvolver um projeto que poderá dar à sitcom Tudo em Família uma nova versão, a qual poderá ser uma nova série ou apenas um especial. Mas, ao invés de girar em torno de uma família americana da classe operária, a história acompanharia a vida de uma família latina. Tudo em Família é um marco da televisão americana, exibida nos EUA entre as décadas de 1970 e 1980. Esta, por sua vez, era um remake da série britânica ‘Till Death Do Us Apart, sucesso da Inglaterra. Informações sobre o enredo de Tudo em Família aqui.

21/11/2014

às 9:47 \ Cartazes, Internet, Séries Anos 2010-2019

Cartazes de ‘Marco Polo’, primeira temporada

Marco Polo estreia pelo Netflix no dia 12 de dezembro. Confiram o primeiro cartaz aqui. Cliquem nas fotos para ampliar.

Atualização de elencos

William Shatner (Foto: Paul Archuleta/FilMagic)

William Shatner (Foto: Paul Archuleta/FilMagic)

Marry MeDan Bucatinsky (Scandal, The Comeback, Web Therapy), intérprete de Kevin, pai de Annie (Casey Wilson), foi promovido a ator do elenco regular da série, que ainda está em sua primeira temporada pela rede NBC.

Revenge – O ator Sebastian Pigott (Being Erica, Bomb Girl) terá participação recorrente na série interpretando Lyman Ellis, um político irmão de Louise (Elena Satine).

The Mindy Project – Segundo o TV Line, o ator Adam Pally (Happy Endings) deixará o elenco da sitcom no início de 2015, quando seu contrato com a série encerra. O intérprete do Dr. Peter Prentice foi introduzido na história na segunda temporada. Seu último episódio será o 13º da terceira temporada. Caso sua agenda permita, ele poderá continuar a fazer participações especiais esporádicas.

Haven – O veterano ator William Shatner (Jornada nas Estrelas, Carro Comando) terá participação em quatro episódios da quinta temporada da série. Segundo o TV Line, seu personagem não foi divulgado, mas será alguém que terá um profundo impacto no destino de Haven e seus moradores.

The Expanse – Minissérie do SyFy que adapta a obra de James S.A. Corey. Situada 200 anos no futuro, a história acompanha a luta de um detetive (Thomas Jane, de Hung) e o capitão de uma nave (Steven Strait, de Magic City) para desvendar uma das grandes conspirações da história da humanidade. O ator Chad Coleman (The Walking Dead, The Wire) interpretará Fred Johnson, um ex-fuzileiro que se envolve na luta pelo poder travada entre a Terra e Marte; Jared Harris (Mad Men) será Anderson Dawes, um homem que entra em conflito com o detetive; Kristin Hager (Being Human) interpretará Ade Nygaard, oficial de navegação; e Shawn Doyle (Big Love) será o Secretário Errinwright. A estreia está prevista para 2015.

Parks and Recreation – A última temporada da série contará com novas participações de Jon Hamm (Mad Men), Rob Lowe, Rashida Jones e Megan Mullally. Hamm, que será visto em um episódio, volta a interpretar Ed, funcionário demitido por Leslie (Amy Poehler) no final da sexta temporada. Lowe e Jones retornam em outro episódio como Chris e Ann, que se mudaram de Pawnee; já Mullally volta a interpretar Tammy 2, uma das ex-esposas de Ron (Nick Offerman).

The Delivery Man – Esta é uma nova sitcom do canal britânico ITV anunciada em agosto. A história acompanha Matthew (Darren Boyd, de Spy, Whites), um policial que decide largar a carreira para trabalhar como parteiro. O ator Paddy McGuinness interpretará o melhor amigo de Matthew. A série estreia em 2015.

Silicon Valley – A segunda temporada desta comédia da HBO já está em fase de filmagens. Em seu retorno, ela contará com a participação recorrente do ator Chris Diamantopoulos (Episodes), que interpreta Russ Hanneman, um bem sucedido empresário que se interesse pela Pied Piper.

Childhood’s End – Esta é uma minissérie do SyFy anunciada em setembro. Adaptação da obra de Arthur C. Clarke, a história apresenta a chegada à Terra dos Overlords, uma raça alienígena que coloca um fim em todas as guerras. Intelectual, tecnológica e militarmente superior aos humanos, a raça, de forma pacífica, consegue reconstruir a sociedade, transformando a Terra em um planeta quase utópico. No entanto, neste processo, os humanos perdem sua identidade cultural. O ator Ashley Zukerman (Manhattan, The Code) interpreta Jake Greggson, um designer que descobre que os filhos começaram a desenvolver poderes psíquicos; e Osy Ikhile interpretará um personagem chamado Milo.

 

Jared Harris (Foto: Jason LaVeris/FilmMagic)

Jared Harris (Foto: Jason LaVeris/FilmMagic)

PROJETOS DA TEMPORADA 2014-2015 (Elenco de Pilotos encomendados para avaliação):

Code of Conduct – Este é um projeto da HBO anunciado em outubro. Criado por Steve McQueen (diretor do filme12 Years a Slave), Matthew Michael Carnahan (roteirista do filme Guerra Mundial Z/World War Z), Russell Simmons, Iain Canning (Top of the Lake) e Emile Sherman (Top of the Lake), com roteiro de McQueen e Carnahan, o projeto traz a história de Beverly Snow (Devon Terrell), um afro-americano com um passado obscuro, que vive no meio da alta sociedade de Nova Iorque. O ator Paul Dano interpreta Jared Rotmensen, um empresário altruísta que faz amizade com Beverly. As filmagens iniciam este mês em Nova Iorque.

Happyish – Série do Showtime que seria estrelada por Philip Seymour Hoffman. Com a morte do ator, os produtores o substituíram por Steve Coogan (The Trip). A troca de atores levou a série de volta ao estágio de piloto para avaliação. Se aprovada, ganhará, novamente, a encomenda da primeira temporada. A história acompanha a vida de Thom Payne, um publicitário que começa a se sentir obsoleto e a meio caminho da morte. A atriz Ellen Barkin (The New Normal) interpretará Dani Kirschenbloom, uma mulher com humor sarcástico e sem ilusões sobre o mercado de trabalho, que trabalha ao lado de Thom.

Outcast – Anunciado em novembro de 2013, o projeto de Robert Kirkman (The Walking Dead) ganhou a encomenda de um episódio piloto em julho de 2014 pelo canal Cinemax. A história apresenta Kyle Barnes (Patrick Fugit), um jovem que desde criança vem sendo atormentado por possessões. Tentando encontrar uma resposta para seus problemas, ele inicia uma jornada espiritual, a qual lhe revela que o fim da humanidade pode estar próximo. Os atores Reg E. Cathey (House of Cards, The Divide, The Wire), Julia Crockett, Wrenn Schmidt (Boardwalk Empire, The Americans) e Kip Pardue (Ray Donovan) entraram para o elenco. Reg será Giles, chefe de polícia amigo de Anderson (ator ainda não escolhido), com quem joga pôquer; Julia será Sarah Barns, mãe de Kyle que sofreu durante anos de problemas mentais, tornando a vida do filho em um inferno. Agora Kyle acredita que os problemas da mãe podem ter sido de origem sobrenatural; Wrenn será Megan Holter, irmã adotiva de Kyle e psicóloga infantil que tenta ajudar todo mundo, inclusive o irmão; e Kip será Mark Holter, um policial marido de Megan, um homem de pavio curto que tem dificuldades de aceitar a ideia de que alguém possa estar possuído por um demônio.

 

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