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14/01/2014

às 14:02 \ Cultura, Educação, Lei e ordem

O “rolezinho” da inveja. Ou: A barbárie se protege sob o manto do preconceito

O assunto do dia é esse, não posso me eximir de colaborar com meus dois cents. Os “rolezinhos” marcados pelas redes sociais, fruto do capitalismo, têm levado centenas de pessoas aos shopping centers luxuosos. A alegação é de que combatem o preconceito contra negros e pobres. Pretendo mostrar que não é nada disso. Mas antes, vejam as cenas de um desses “rolezinhos”:

Alguém pode realmente acreditar que se trata de alguma forma de protesto legítimo? Sou do tempo em que o eufemismo politicamente correto ainda não tinha obliterado completamente os conceitos e a linguagem. Portanto, chamemos as coisas por seus nomes, ok?

O que vemos acima se chama “arrastão”. Uma turba de bárbaros invadindo uma propriedade privada para fazer baderna não é protesto ou “rolezinho”, mas invasão, arrastão, delinquência. O primeiro passo para vencer esse avanço da barbárie é chamá-la pelo nome certo. Selvagens que cospem na civilização não são “manifestantes” coisa alguma.

Sobre o “argumento” de preconceito, vamos lá. Casais ou indivíduos, vestidos de maneira adequada (sim, a maioria dos shopping centers não permite a entrada com trajes de banho, por exemplo, e esse é um direito dos proprietários do estabelecimentos), dificilmente serão alvos de constrangimento, por mais humildes que sejam, ou se tiverem a cor da pele mais escura.

Podemos ter casos isolados de abordagem inapropriada dos seguranças (que são trabalhadores humildes), que devem ser condenados. Ainda assim, pode-se argumentar, como atenuante, que seguem um ponto de vista estatístico: se a maioria de casos envolvendo pivetes nesses estabelecimentos ocorrer pelas mãos de pessoas com determinado estereotipo, então parece natural, apesar da afetação politicamente correta, que os seguranças ficarão mais atentos e preocupados quando alguém com tal tipo adentrar o local.

Sei o quão difícil é para muitos absorver isso, mas pensem em um sujeito com turbante e mochila entrando em uma sinagoga. Ele pode ser apenas um turista, claro, mas seria compreensível que os guardas ligassem o sinal de alerta. Ele também preenche melhor o perfil do típico terrorista…

Se pobres ou negros circulam livremente por diversos shopping centers (basta uma rápida visita ao Barrashopping, o maior da América Latina, para verificar), então esse tipo de “rolezinho” não pode alegar ser rejeitado por conta de algum preconceito. Ou por outra: é preconceito sim, mas não contra negros ou pobres, e sim contra falta de educação, barbárie, aglomeração de gente em local inadequado, baderna, multidões barulhentas e indecentes.

Tudo que eles querem é causar transtorno, levar o caos a esses lugares, para serem reprimidos pela força da lei, como devem ser, e depois posarem (ou pousarem, como diria Emir Sader) de vítimas. Ou seja, estão em busca do rótulo de vítimas de preconceito, sendo que o verdadeiro preconceito vem deles. Explico.

Não toleram as “patricinhas” e os “mauricinhos”, a riqueza alheia, a civilização mais educada. Não aceitam conviver com as diferenças, tolerar que há locais mais refinados que demandam comportamento mais discreto, ao contrário de um baile funk. São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade, e morrem de inveja da civilização. [explico melhor o que quis dizer com isso aqui]

Notem que isso não depende da conta bancária ou da cor da pele! Como eu disse, vários pobres ou negros frequentam esse tipo de estabelecimento numa boa, sem problema algum, como deve ser. Por outro lado, é bem capaz de que gente da esquerda caviar, da elite intelectual ou financeira, aplauda a barbárie dos “rolezinhos” para se sentir “engajada” e fugir justamente da pecha de preconceituoso.

Por fim, vale mencionar o direito de propriedade privada. O shopping center tem dono! Claro que certas regras, por se tratar de local aberto ao público, precisam ser respeitadas. Não é por ser propriedade privada que o estabelecimento pode barrar, por exemplo, a entrada de alguém só pela cor da pele. Isso seria crime de racismo. Mas o shopping pode, sim, criar critérios objetivos e impessoais, válidos igualmente para todos, no que diz respeito aos trajes ou comportamento.

O propósito do shopping é oferecer um local agradável para o consumo e o lazer das famílias e indivíduos. Quem está atrapalhando os demais na busca desses fins pode e deve ser impedido de permanecer no local. Os “rolezinhos” da inveja precisam ser duramente repreendidos e punidos. Caso contrário, será a vitória da barbárie sobre a civilização.

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287 Comentários

  1. Elisa

    -

    17/02/2014 às 19:04

    Vamos pensar no fato de que essas pessoas que participam de “rolezinhos” são pessoas excluídas da sociedade burguesa, não tem espaço planejado para elas usarem para lazer. Depois lembramos também que apesar de serem pobres eles também tem o direito humano de usar o shopping como todos nós. Essas pessoas normalmente não tem um bom estudo, nem uma boa educação em casa (não são todos, mas muitos) então levemos em conta que eles são menores procurando diversão, do mesmo modo que uma “patricinha” ou um “mauricinho” procura. Eles obviamente não vão ter o mesmo comportamento, o mesmo gosto musical, nem o mesmo modo de se vestir justamente pelo fato de que eles são de classes sociais diferentes, não pq eles escolheram, simplesmente nasceram assim… Não podemos julgar o modo de pensar do outro, da mesma forma que não gostamos de ter nossos pensamentos julgados, então diante disso por que julgar a forma que pessoas de uma outra classe social se diverte? Eu não estou aqui para defender as pessoas que estão lá para roubar e arrumar briga, mas para defender os jovens excluídos socialmente que só estão procurando uma forma de se divertir. Não concordo com a opinião que esse texto passa justamente pelo preconceito implícito. Os “rolezinhos” já aconteciam a muito tempo nos estacionamentos e só foram “descobertos” quando os jovens entraram no shopping. Pensem nisso antes de saírem falando coisas preconceituosas sobre assuntos dessa gravidade social. Muito obrigada pela atenção. Tenho 16 anos e venho aqui mostrar minha sincera opinião.
    R: Elisa, claro que devemos julgar o comportamento dos outros. Não fazê-lo seria o caos! No mais, ninguém disse que estes jovens não podem ir ao shopping; apenas que não podem tumultuar o ambiente. Ninguém pode!

  2. Monalisa

    -

    09/02/2014 às 17:36

    Não me pareceu honesto a postagem do vídeo, pois os jovens estavam fora do shopping, e a confusão se deu exatamente porque a entrada foi proibida. A impressão que tive é de tentativa de manipulação de minha opinião. Sinto muito, mas não achei o texto confiável.

  3. ReginaldoSoares

    -

    08/02/2014 às 21:41

    A Raquel Sheherazade toma na cabeça e é esculachada por seus comentários por estar na TV… Há os que espalham bobagens mas saem ilesos porque ler e mais difícil que assistir televisão.

  4. Rodrigo Zaborowsky

    -

    06/02/2014 às 13:35

    Rodrigo, vejo em seu texto uma análise dos rolezinhos muito mais profunda do que está reunião de jovens realmente é. Apesar de concordar parcialmente com seu post, comentários relacionados ao racismo e ao preconceito fogem bastante da idéia dos rolezinhos. Se os rolezinhos, fossem um grupo de meninos ricos e bem vestidos ouvindo musica alta, onde certos indivíduos aproveitam desta situação para baderna, a opressão seria a mesma. Isso se trata de jovens indo para lugares para se reunir e se entreter, mas o local que escolhem não é ideal.

  5. Maria

    -

    05/02/2014 às 12:50

    Só na capital mundial do coitadismo banditista que combater preconceito é incutir medo, ódio, nojo e desconfiança. Em qualquer civilização minimamente meritosa, despreconceber requer aproximar para conhecer, e não invadir para intimidar.

  6. Felipe Schulman

    -

    04/02/2014 às 13:13

    Rodrigo, admiro sua coragem em tempos em que o politicamente correto reina e é quase regra. A polícia do politicamente correto, como sempre, corre atrás de desculpas ou afirmações gerais, assim como culpados inexistentes para justificar o comportamento inapropriado e muitas vezes ilegal, que insistem em defender. Acredito, no entanto, que estamos todos cometendo um erro banal ao fazer análises assim tão profundas dos rolezinhos. Todos discutem o assunto rotulando-o ou como um protesto, ou uma nova moda que destruirá os poucos lugares de lazer (especialmente da elite) em São Paulo. Considero o assunto mais simples: jovens de férias foram atrás de lazer, já que não o encontraram na periferia onde moram, vieram aos bairros. Os shoppings teriam que proibir tais movimentos em suas propriedades. E assim o fizeram, não baseando-se na cor da pele, mas pelo barulho, pela quantidade de pessoas, pelo uso inapropriado do local. Acabaria aí. Mas enquanto não acabou a polícia chegou com cacetete e virou notícia. Como sempre a polícia de São Paulo, junto com o governo agem contra eles próprios, culpando não a falta de opções de lazer na cidade, e sim aqueles que sofrem com isso.

  7. José Carlos

    -

    29/01/2014 às 8:10

    Comentário lúcido. Este episódio tem sido manipulado de maneira desonesta por pessoas que querem desastabilizar as relações sociais no Brasil. Chegamos ao ponto deplorável em que defender a ordem, a urbanidade, opor-se ao vandalismo, passou a ser considerado ódio aos pobres e aos negros. Pobre país.

  8. Ricardo Pires

    -

    29/01/2014 às 5:48

    Muitos destes argumentos são muito fortes, e na maioria eu estou de acordo. Eu concordo que em certos casos há dificuldade dos rolezeiros conviverem com as diferenças. Também acho que as vezes falta um pouco de senso. Parece que ninguém envolvido nos rolês parou para pensar se aquilo estava certo ou não, apenas seguiram a multidão. Concordo também que existe lugar para tudo. Realmente existe lugares mais refinados onde baderna não e permitida. E sendo uma propriedade privada, quem são os jovens para desafiar as regras estabelecidas pelo dono. Se certas regras o incomodam, então se retire do local. Ninguém esta forcando jovens a irem ao shopping. Eles vão porque querem. A partir dai, o shopping pode estabelecer a regra que quiser, sendo elas regras que aplicam a todos. Apenas acho que você foi longe demais quando disse que os jovens “cospem na civilização”. Não acredito nisso. Apenas achou que estes jovens não tiveram capacidade de perceber que o que eles estavam fazendo era inapropriado e após serem abordados pela segurança do shopping e pela policia começaram a apelar pela desigualdade das classes e pelo racismo.

  9. Andre

    -

    29/01/2014 às 3:09

    Primeiramente, adolescentes que se aglomeram em um shopping center para se divertir e curtir com certeza não é invasão, arrastão, delinquência e muito menos “selvagens que cospem na civilização”. Esses ‘rolezinhos’ são apenas jovens procurando formas de se divertirem e socializarem enquanto estão de férias. Concordo que uma turma de jovens num shopping center gera um certo incômodo. Porém qualquer reunião de centenas de pessoas haverá baderna e confusão, independentemente de sua classe social ou cor de pele. Também, acho errado generalizar que todos são criminosos, apesar de que sempre haverá alguns infratores que aproveitam da situação para roubar, e são esses que devem ser punidos.
    Comento: “qualquer reunião de centenas de pessoas haverá baderna e confusão, independentemente de sua classe social ou cor de pele”. Foi exatamente isso que disse e condenei: não importa a cor, e sim o COMPORTAMENTO. A barbárie está em não se dar conta da falta de respeito em confundir shopping com baile funk.

  10. Nathalia

    -

    27/01/2014 às 21:09

    Rodrigo, concordo com você em apenas um aspecto: aquele em que você diz que os rolezinhos podem sim ser bastante desagradáveis. Porém, temos que entender os dois lados da situação. Não acredito que em nenhum momento esse jovens se juntaram em torno de uma ideia de vandalizar ou “causar” nos locais públicos, porque assim como eu e você, eles podem muito bem frequentar qualquer lugar público que eles bem entenderem. Mas, não posso negar que, como uma grande usuaria de shoppings, não iria gostar de ver esse tipo de baderna acontecendo ao meu redor (relacionando ao video colocado), mas, não vejo problema os adolecentes se juntarem para se divertirem. No momento em que eles são “abortados” pelos seguranças do local e uma confusão começa a tomar conta, é ai que devem agir de um modo mais rigido, mas nunca usando violência e muito menos palavras de preconceito.

  11. Renato Curiati

    -

    27/01/2014 às 20:27

    Rodrigo, compreendo o seu ponto de vista, porém não acho correto dizer que estes jovens “ cospem na civilização” . Estes jovens se juntam para se divertir, e não fazer baderna. O que realmente querem é buscar uma forma de entretenimento. Claro que a bagunça faz parte, até porque isso é muito comum quando um grande número de pessoas se juntam. Também, acho que esses jovens não merecem serem reprimidos com a violência policial (que se repete de novo após as manifestações). Os jovens merecem se divertir sem serem reprimidos.

  12. Julia Saliba

    -

    27/01/2014 às 18:38

    A única coisa que eu concordo com você nesse texto é que os “rolezinhos” não são agradáveis, especialmente quando você só quer se afastar um pouco do trabalho ou da escola passeando em um Shopping Center. Mas isso não é o que esses adolescentes também estão tentando fazer? Se encontrando com os amigos, conversando, nada ao extremo, eles não querem “causar transtorno, levar o caos a esses lugares, para serem reprimidos pela força da lei, e depois posarem (ou pousarem, como diria Emir Sader) de vitimas”. Eles não estão fazendo nada disso. Claro que reunindo 6,000 adolescentes, alguns podem ser tornar um pouco violentos, mas tudo o que eles querem é se divertir com os amigos, uma coisa normal igual a qualquer outra pessoa, inclusive você.

  13. Luiza Kalil

    -

    27/01/2014 às 12:18

    Rodrigo, concordo com você que os “rolezinhos” são bastante desagradáveis para usuários dos shoppings que escolhem esses locais como um lugar de lazer. Porém não acho que os jovens são “selvagens que cospem na civilização”. É claro que qualquer grupo de 6000 adolescentes iram causar uma grande comoção, mas não é porque eles pertencem a uma classe mais baixa ou pela cor da pele deles. Em aglomerações deste tamanho, é de se esperar que alguns vão ser mas violentos, mas a grande maioria não. Muitos vão aos “rolezinhos” apensas para conhecer gente nova, encontrar seus fãs, e se reunir com os amigos. Portanto acho que você faz uma generalização dos jovens que comparecem aos “rolês”.

  14. Cesca

    -

    27/01/2014 às 8:36

    Discutir os “Rolezinhos” que tem acontecido no Brasil é algo que certamente vai gerar polémica pois este é um fenômeno que só aconteceu e acontece no Brasil. Não tem nada similar no mundo para que se faça uma comparação ou relação. Não seria certo da minha parte dizee que é um movimento contra o racismo economico ou social no Brasil, nem dizer que é algo feito por baderneiros. O que consigo entender da análise feita por Rodrigo Constantino é que ele não consegue entender a relação entre o jeito que os integrantes dos “rolezinhos” agem e o discurso deles contra o racismo. A crítica que ele faz é em relação ao comportamento e não em relação ao discurso que não fica claro nos atos de vandalismo. Pessoalmente cresci ouvindo que o Brasil é o pais menos preconceituoso do mundo, mas eu descordo. Acho o Brasil super preconceituoso e fico impressionada quando viajo e vejo como lá fora, não importa sua cor.

  15. Mateo Games

    -

    27/01/2014 às 8:03

    Apesar de seu texto estar transbordando de comentários preconceituosos concordo que o objetivo do shopping está sendo atrapalhado pelo tumulto causado por esses jovens. Na minha opinião, um shopping center não é o lugar adequado para se fazerem os “rolezinhos” e o estabelecimento deveria ter o direito de barrar aqueles que possivelmente planejam participar de um. O problema é que nos encontramos com a lamentável coincidência de que os jovens “rolezeiros” são pobres e maiormente negros, e por essa razão começa a polêmica do preconceito. Até ai concordo, porém, eu não acho que os adolescentes involucrados deveriam ser punidos como criminais porque isso seria um absurdo, levando em conta que, de acordo com a lei, eles não cometeram nenhum crime.

  16. Sarah Santiago

    -

    27/01/2014 às 6:14

    Como já vimos nas manifestações de junho e julho, qualquer grupo grande de pessoas irá atrair baderneiros e pessoas com más intenções, mas isso não justifica classificar todos os participantes do rolezinhos como “bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade [que] morrem de inveja da civilização.” Os jovens que frequentam esses eventos pertencem à uma classe social emergente e não são todos negros. Concordo com você quando diz que há lugar para tudo e que é aceitável e compreensível a atitude dos shoppings, mas as dezenas de comentários preconceituosos nesse texto foram um pouco mais do que repugnantes. Confesso que não gostaria de me deparar com um rolezinho no shopping, mas não por causa dos jovens que “cospem na sociedade”, e sim pelo simples fato de não apreciar QUALQUER TIPO de aglomeração, seja dos “mauricinhos” e “patricinhas” ou dos “bárbaros” mais humildes. Sua visão do assunto é muito elitista, você está criminalizando esses jovens com base em alguns poucos participantes dos rolezinhos e agindo como vítima.

  17. Nicky Ferreira

    -

    26/01/2014 às 23:44

    Depois de ler este texto, devo dizer que vejo muitos argumentos dos quais eu discordo. Primeiramente, a maneira na qual você classificou as pessoas que frequentaram os “rolezinhos” como selvagens não civilizados, delinquentes e criminosos foi completamente inadequado; certamente eles não estavam se comportando de uma maneira completamente adequada, mas ver um monte de jovens festejando juntos não é nada fora do comum, e não os faz menos civilizados que o resto de nós. Outra coisa que eu gostaria de dizer, é sobre como você fala a respeito de “rolezinhos” não serem manifestações, e eu concordo não são, mas também seu propósito nunca foi ser uma manifestação e sim um encontro de muitos jovens para se divertir. O fato que eles se encontram em shoppings não tem nada a ver com eles tentando protestar contra estes shoppings luxuosos da classe alta – tanto que muitos “rolezinhos” foram feitos em shoppings de padrão mais baixo – e sim porque os shoppings são lugares onde jovens costumam se encontrar e que tem espaço o suficiente para caber tantas pessoas. Também, acredito que chamar estes eventos de “arrastões” é simplesmente errado, estas pessoas que vão pro shopping se encontrar não são criminosos visando saquear e roubar as lojas do shopping.

  18. Nabila Mourad

    -

    26/01/2014 às 23:43

    O Brasil esta sofrendo de uma descriminalização econômica e preconceito entre classes sociais. Isto foi claramente visto na série de “rolezinhos” em shoppings brasileiros e o papel da sociedade nestes acontecimentos. Não foi um movimento, também não foi “fruto do capitalismo” pois os jovens não estão manifestando contra a injustiça da classe social, muito menos a combaterem o preconceito contra negros e pobres. Interligados as redes sociais, usarem este meio para juntar-se para conversar, escutar musica em lugares públicos. Então discordo plenamente com os vários argumentos apresentados, especialmente ao “perfil do típico terrorista” e intolerância e serem bárbaros inferiores fora de nossa civilização. É exatamente ao contrario, são todos parte de nossa civilização, nada inferior e a única barbaridade neste assunto foi a falta de distinção de jovens causando tumulto e preconceito racial.

  19. Frederico Miguel

    -

    26/01/2014 às 22:11

    De acordo com o dicionário Michaelis, um “arrastão” é um Furto coletivo praticado por turmas de pivetes em locais de grande concentração de pessoas, como praças públicas e praias, em geral sem violência física. Em bom português posso lhe dizer, senhor Rodrigo, que jovens de outras classes sociais também tem o direito de ir aos shoppings públicos. Como pode o senhor dizer que jovens mais pobres são inferiores? Desde quando o nosso nível é medido por nossa riqueza, ou senão, gosto musical? O que faz de um cidadão com os mesmos direitos que eu e você temos inferior? Não sou de uma elite intelectual, não apoio os “rolezinhos” e muito menos sou esquerdista. Porém não posso ficar calado enquanto escuto diversos argumentos usados para depredar a imagem de pessoas que só estão em um evento social num local exclusivamente feito para o entreterimento.
    R: “Como pode o senhor dizer que jovens mais pobres são inferiores?” Simples: não disse isso! Leia direito ou tenha mais honestidade. Disse que inferiores, do ponto de vista CULTURAL, eram aqueles que não respeitavam os demais e confundiam um shopping center com baile funk, o que é BEM diferente.

  20. Valentin Hollard

    -

    26/01/2014 às 21:26

    Caro Rodrigo Constantino, são muito poucos os pontos que concordo neste seu post. O video presente no início deste post já desperta no leitor um sentimento de ódio contra estes jovens, mas não se sabe que tal comportamento não esta presente em todos “rolezinhos”. No video, é um grupo de jovens isolados, no lado de fora de um shopping, e acho errado generalizar todos “rolezinhos” como este no video. Condeno o comportamento dos funkeiros no video, mas não se pode generalizar a situação. Por outro lado, comparar estes jovens como “bárbaros”, como este (http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Conan.jpg) acho muito exagerado. São jovens que não tem condição de viajar durante suas ferias, e decidem de simplesmente se encontrar em um shopping para socializar. Se fossem se aglomerar em um local público como uma praça ou uma avenida como você sugere, receberiam provavelmente balas de borrachas e gás lacrimogêneo por existir este “preconceito” que você sustenta.

  21. Luiz Felipe Vidigal

    -

    26/01/2014 às 20:30

    Acho até engraçado como hoje em dia, depois das ondas de protestos legítimos do ano passado, tudo é visto como uma ‘revolução social.’ Os ‘rolezinhos’ são nada menos que jovens de uma determinada classe social que, independente da cor de pele, procurando meios de se divertir. Não tem a intenção de roubar ou agredir, apesar de alguns criminosos poderem se infiltrar na multidão. Entendo perfeitamente por que são vistos como mal educados, aliás, não conheço multidões educadas. E também entendo por que shopping centers, que são propriedade privada, estão fechando suas portas. De fato, o potencial de aglomeração dos ‘rolezinhos’ assustam e nenhum shopping, de classe alta ou baixa, gostaria de lidar com tal multidão em seus demais estabelecimentos. Os ‘rolezinhos’ estão longe de ser bárbaros. São jovens que estão querem conhecer pessoas novas e se divertir. Infelizmente eles ainda não acharam seu lugar (shopping centers não são adequados para tal tipo de evento), mas eventualmente isso vai acontecer.

  22. Marina Telles Nogueira

    -

    26/01/2014 às 19:54

    Oi, Rodrigo Constantino! Aqui quem escreve é a mãe dos meninos( Márcio e João Paulo) e estou com eles nesta empreitada juntamente com você. Eles me pediram para você ler o blog do Gustavo Moreira, História e Política e o artigo deste: “Ainda bem que somos bárbaros: Rodrigo Constantino e seus fãs civilizados”. “Fãs Civilizados”, entenda-se como os seus próprios leitores que fazem alguns comentários do “arco da velha”! (Marina Telles Nogueira; na verdade sou madrasta dos dois, mas não gosto desta palavra!). Abraços, Rodrigo!

  23. Lucas Espanha

    -

    26/01/2014 às 19:40

    Existe um preconceito contra esses jovens e tal preconceito ficou evidente após as restrições impostas pelo shopping JK, proibindo jovens destes “rolezinhos” de frequentarem o local. O preconceito porém é economico e não racial. A desatisfação das pessoas ao verem esses jovens não tem nada haver com o fato de alguns serem negros e outros não, e sim por estar em uma classe social abaixo dos frequentadores “habituais” do shopping. Não acho errado o JK proibir a entrada desses jovens, afinal, uma instituição privada tem o direito de selecionar seus frequentadores, agora o erro está em considerar estes jovens criminosos. Os jovens que participam nestes encontros não comparecem armados, tão pouco com a intenção de assaltar as lojas. Eles comparecem juntos para se divertirem, por que para eles isso é um meio de distraição. Dizer que estes jovens “cospem na civilização” é incorreto, pois estes jovens não se juntam para protestar e fazer baderna, são jovens que querem um entretenimento e acabam fazendo bagunça, como qualquer grande grupo de pessoas faz. Em conclusão, vejo este tema como uma futilidade, o que a sociedade deveria estar realmente preocupada é com problemas de uma escala maior e não discutir a criminalidade ou não destes jovens.

  24. Guilherme Pires

    -

    26/01/2014 às 19:31

    Rodrigo, concordo contigo que os ‘rolezinhos’ não tem foco algum em manifestação ou mobilização e só se trata de jovens querendo se divertir, mas dizer que quem participa nos ‘rolezinhos’ cospem na civilização é um absurdo. Os jovens presentes nesses ‘rolezinhos’ são predominantemente de classe C, a classe que mais evoluiu economicamente no Brasil. Eles possuem videogames, roupas e sapatos de grifes, portanto consomem desses mesmos shoppings em que vão tocar suas músicas e conhecer pessoas. Os ‘rolezinhos’ se tratam apenas de uma forma de diversão e não devem ser reprimidos com tanta violência policial, que é sempre um problema no Brasil. Se os shoppings quiserem banir os ‘rolezinhos’, fiquem à vontade, mas não pode ser permitido que policiais, da mesma classe C, desçam a porrada em jovens procurando se divertir.

  25. João Paulo Nogueira

    -

    26/01/2014 às 17:51

    Desculpe-me, mas não tive a intenção de acusar ninguém de “nazista” aqui. Até mesmo porque não conheço pessoalmente estes que fazem comentários infelizes contra os pobres e negros. E outra coisa: não possuo uma visão classista e maniqueísta da questão dos rolezinhos. Seria simplista e simplório de minha parte( assim como estão fazendo alguns esquerdistas e marxistas que tenho lido e ouvido nestes últimos dias). Aliás, meu irmão(Márcio) e eu temos procurado ler as mais diversas opininões, da esquerda à direita, sobre o assunto em boga no momento. De Paulo Nogueira a Aluízio Amorim, Raquel Scherazade, Júlio Severo e Felipe Moura Brasil. Mas, não a propósito do “darwinismo social”, com aspas ou sem aspas, sugiro a leitura do livro de Edwin Blacke: “A Guerra contra os Fracos: a Eugenia e a Campanha Norte-americana para criar uma Raça Perfeita”( se não me engano, o subtítulo é este), de mais 850 páginas, fartamente documentado. Ainda não o comprei, mas será o meu próximo livro a ser lido. Ainda sugiro a leitura do artigo “A arte de ignorar os pobres”, de James Kenneth Galbraith, no blog Controvérsia.

  26. João Paulo Nogueira

    -

    26/01/2014 às 16:52

    Mestre Constantino, sem demagogia, meu irmão e eu aprendemos muito com os seus artigos aqui no blog. Porém, sem prentender cassar a palavra de ninguém, há certos comentaristas aqui deste espaço cujas opiniões chegam a bordejar o famigerado e e de triste memória darwinismo social de Herbert Spencer e Companhia Limitada do século XIX. É só você observar como alguns comentários se referem aos pobres e negros oriundos das favelas e bairros da periferia. Tenho até dificuldade em repetir aqui tantos adjetivos baixos e mesquinhos que bem denunciam o tipo de caráter de quem os redige. É lamentável. Felizmente são apenas alguns em mais de 250 comentários. E nem me atrevo em solicitar a você que os delete. Absolutamente! Por favor, não faça isso! Pelo menos tais pérolas sócio-darwinistas têm um aspecto demonstrativo e pedagógico de como o darwinismo social, apesar de ter caído em desgraça após os horrores do nazismo, no final da Segunda Guerra Mundial, continua, em pleno século XXI, ainda que de forma difusa, presente na mentalidade popular do senso comum. Especialmente de determinadas pessoas que, apesar de mal terem ouvido falar de darwinismo social, eugenia, Francis Galton, Chamberlain, Spencer, etc. Porém, de holocausto nazista e Adolf Hitler, é claro, todos estes preconceituosos e racistas já ouviram falar um trilhão de vezes ao longo de suas vidas, não é mesmo?

  27. Ale Ortiz

    -

    26/01/2014 às 16:10

    Primeiramente, concordo com algumas pontos que o senhor faz, por exemplo quando diz que shoppings são propriedade privada e tem donos. Nisso, você esta certo, o shopping é de alguém e cabe a eles fazerem o que quiserem com o que é deles. Mais altamente descordo com a generalizações que você faz, pois isso demonstra uma ignorância de alta magnitude que o senhor tem sobre as pessoas que atendem os “rolezinhos.” Do outro lado, pessoalmente também não concordo com os “rolezinhos”, pois eles criam em uma escala muito grande uma exterioridade que acaba afetando outros que não estão envolvidos. Musica muito alta e um grande numero de pessoas que, se acontecer algo, como um incêndio, nem todos poderão se salvar.

  28. Luiz de Campos

    -

    26/01/2014 às 14:29

    Eu também não acho que essas multidões de jovens podem invadir os corredores dos shoppings e atrapalhar as vidas de todas as outras pessoas que não pertencem a esses grupos. Porém, seu argumento inteiro é absurdo, baseado em uma fonte só e um estereótipo. Esse vídeo só mostra uma pequena parte dos “rolezinhos”. Primeiramente, gostaria de apontar que os “rolezinhos” são encontros organizados por funkeiros jovens para poder encontrar com seus fãs e fazer novas amizades. Concordo que um shopping não é o melhor lugar para marcar um encontro de mais de 6000 pessoas e, em um grupo de 6000 pessoas, sempre vai ter alguém que quer causar confusão. Mas, isso é verdade para qualquer situação envolvendo milhares de pessoas. Portanto, você não pode dizer, baseado em um único vídeo no Youtube, que esses jovens são bárbaros que cospem na civilização. Também não pode generalizar que todos eles são indecentes, mal-intencionados e ignorantes só porque gostam de funk. Achei mais chocante e desrespeitoso sua afirmação que uma pessoa com um turbante e uma mochila tem mais probabilidade de ser um terrorista. Consequentemente, seu texto é limitado e preconceituoso.

  29. Mike Thomas

    -

    26/01/2014 às 11:19

    Rodrigo, discordo com a maioria dos seus argumentos, pois você generaliza uma raça e class econômica, por base de uma minoria. Ou seja, só porque tem alguns negros e pobres que não são educados, não significa que todos são assim. Se fosse assim, você poderia usar esse argumento pra maioria de homens brancos e bem-sucedidos, pois eu já conheci muitos sem educação. Não se pode colocar todos os negros e pobres do país em um grupinho porque todos nós somos diferentes e, de fato, não há só negro e pobre lá. É só assistir o vídeo que você postou mesmo que dá pra ver negros e brancos.

  30. Marcos Oliveira

    -

    26/01/2014 às 5:11

    Sr. Rodrigo Constantino. Sou negro, pobre, ganho pouco, trabalho duro e gosto de funk, mas nem por isso me vejo no direito de constranger pessoas educadas que levam seus filhos ao shopping para ter seu momento de lazer familiar. Quando falo de pessoas educadas não estou falando de educação formal, mas da educação que trazemos de casa, ensinada por nossos pais, que esses baderneiros sabem muito bem o que é, mas ignoram. Portanto, ser negro, ser pobre, ser funkeiro, ou qualquer outro pseudo-coitadinho não é desculpa para falta de educação, falta de respeito ao próximo e à propriedade alheia. Vejo esse pessoal do rolezinho que fazem baderna em shopping como verdadeiros vagabundos, mau caráter e criminosos. Esse problema se resolve da seguinte forma: um par de algemas e uma cela bem quentinha por um bom tempo (um santo remédio). Portanto Rodrigo, concordo 100% com tudo que você disse. Mas infelizmente, vejo que existe em sua página comentários de algumas pessoas dotadas de covardia intelectual e contaminadas pela PRAGA DO POLITICAMENTE CORRETO que ficam pinçando picuinhas do seu texto para tentar justificar, de alguma forma, a ação desses vagabundos. No meu entendimento, quem protege vagabundo é por que é da mesma laia. Portanto companheiro, ignore tais comentários e parabéns pelo seu texto.

  31. Victor Chang

    -

    25/01/2014 às 22:30

    Para começar, os “rolezinhos” foram planejados para o lazer e não para a manifestação de jovens adolescentes da classe menos privilegiada. É preciso levar em consideração que qualquer multidão pode gerar desordem, portanto, não podemos generalizar de que todos os jovens reunidos para o “rolezinho” são jovens delinqüentes. Não podemos nos deixar fixados com os estereótipos de que pessoas negras, pobres, que moram na favela e que escutam funk sejam bárbaros. Em seu texto, você diz que os jovens que participam desses “rolezinhos” são nada mais que selvagens que cospem na civilização e compara eles com um terrorista em uma sinagoga. Acho que você exagera em alguns pontos de seus argumentos no qual alguns são absurdos para ser sincero. Ao escrever um artigo com um grande potencial de tornar um assunto polêmico, você deveria ter pesquisado mais para ter uma visão mais ampla dos “rolezinhos”, ter falado com os jovens participantes dos “rolezinhos” por exemplo.

  32. Gabi Campos

    -

    25/01/2014 às 20:52

    Achei levemente irônica sua abordagem ao tema do preconceito sendo que seu texto está repleto dele, desde sua descrição do “típico terrorista” à sua denominação dos adolescentes que frequentam “rolezinhos” como “selvagens.” Você faz afirmações incorretas sobre os “rolês”, os quais não têm como finalidade a violência, “caos,” ou “causar transtorno.” De acordo com os “rolezeiros” entrevistados pelo Fantástico, os “rolezinhos” são apenas festas onde os adolescentes querem se divertir. Concordo que para muitos, esses acontecimentos são inconvenientes, principalmente levando em conta que uma pequena parte dos jovens foge da conduta ética. Porém, não é separando pessoas de classe social alta (de acordo com seu texto, a “civilização mais educada”) das de classe social baixa (associadas no seu texto à falta de educação, barbárie e inferioridade) que uma solução será encontrada.

  33. Esther Choe

    -

    25/01/2014 às 14:12

    Discordo plenamente com os seus argumentos. Primeiramente, é de se esperar que, não importa a classe social, um grupo de pessoas sempre fará barulho. Acredito também que os jovens que participam no “rolezinhos” não são “selvagens que cospem na civilização”. Vendo diversas reportagens, os jovens vieram para um encontro que foi planejado pelas redes sociais, onde a intenção era fazer novas amizades e um encontro de fãs. Eles não tiveram a intenção de cuspir na civilização e acredito que você está julgando os jovens baseado em suas classes sociais. Eles podem ser de uma classe mais baixa, mas isso não significa que todos são “bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade e morrem de inveja da civilização,” isso é só um estereotipo. Sim, concordo que não gostaria de me deparar um os “rolezinhos” nos shoppings, já que a minoria dos jovens vão com más intenções, mas isso foi, como dito antes, planejado em redes sociais onde qualquer um poderia participar.

  34. Aline Ho

    -

    24/01/2014 às 19:04

    É inaceitável que os jovens escolham um lugar inapropriado e privado para escutar “funk ostentação”, incomodando outros indivíduos que escolheram o local como uma forma de lazer. Alguns consideram isso uma questão das classes sociais menos favorecidas querendo ter acesso a ambientes frequentados por pessoas mais privilegiadas. Porém, eles não têm direito de destruir a propriedade privada de quem paga impostos. É verdade que existem jovens bem intencionados, que desejam se reunir para se divertir, sem causar dano a ninguém. Entretanto, pelo fato de que os “rolezinhos” foram formados por redes sociais, com mais de 1000 pessoas envolvidas, muitos jovens aproveitaram da situação para agir com más intenções. Os jovens têm o direito de se reunir, mas para isso o poder público deve providenciar locais adequados, como quadras esportivas, praças, clubes e escolas. Só assim os shoppings deixam de ser a única opção.

  35. JOÃO CELLES

    -

    24/01/2014 às 17:07

    Rodrigo, seu argumento descamba ladeira a baixo quando você afirma que uma pessoa pobre, ou favelada que escuta funk,é inferior que uma mulher rica que pode pagar até 10 mil reais em uma bolsa. Não se mede valores muito menos inteligencia e educação pelo “recheio da carteira”
    Comento: quando foi que eu disse isso? Não coloque palavras falsas em minha boca, rapaz! Isso é feito, desonesto. Eu condenei a postura daquela turma toda sem respeito pelo próximo, que acha que shopping é baile funk. Pode ter branco ou negro, rico ou pobre ali. Condeno o COMPORTAMENTO.

  36. Tenente Coronel

    -

    24/01/2014 às 12:33

    Hoje estamos vivendo uma situação de baderna generalizada, onde marginais incapazes de produzir estão revoltados por sua própria inaptidão em aprender e evoluir como pessoas insertas numa sociedade de consumo. O seu texto é mais do que correto, ele diagnostica um fenômeno interessante, onde as influências esquerdistas confundem bandalheira com manifestação, destruição da propriedade privada com protesto, intimidação criminosa e agressão física com manifestação do pensamento e inversão de valores socialmente construídos com liberdade de expressão. Será possível não se aperceber que essa geração de idiotas jovens e de tendências sociopatas já comprometeu o futuro do país? Será possível não entender que o tratamento jurídico e policial atual não é eficiente ou minimamente eficaz contra a ação deles? É assim tão difícil se ver qual é o tratamento a ser adotado contra essas iniciativas, ou devemos simplesmente continuar assistindo isso e condenando a polícia quando ela age com dureza? Que tipo de pessoas somos, se vemos cobras venenosas indo em direção aos nossos filhos e não corremos para eliminá-las? Quem são as autoridades que deveriam iniciar um processo de mudança jurídico-social capaz de restabelecer a ordem nesse país, e de juntar, pela dureza da lei e da ordem política e institucional, os jovens estúpidos que aparecem no vídeo na direção da disciplina e da busca incessante pela qualificação? O fato é que a continuar com esse “status quo” atual, sem ser autorizada uma repressão feroz e mesmo letal em defesa dos cidadãos, já estamos fadados ao declínio irrefutável enquanto sociedade. Devemos ser não somente duros, devemos ser implacáveis e impiedosos agora, ou perderemos a chance de restabelecer a ordem escrita na bandeira e sem a qual não existe progresso. Ou agimos fora dos limites da lei para retomá-la, ou entraremos na barbárie, onde grupos de cidadãos se reunirão e exercerão a justiça com as próprias mãos, pois mesmo as vítimas desses animais irão se revoltar em algum momento e buscarão alguma satisfação de seus algozes. O Estado tem de agir, agir com força, determinação, agir sem eufemismos, agir sem titubear, agir de maneira implacável, intolerante e diretamente, as forças de ordem devem receber o sinal verde e abrir as coleiras de seus agentes, antes que a cólera dessa turba ignota se derrame sobre o país.

  37. Rodrigo Curiati

    -

    23/01/2014 às 22:10

    Rodrigo, concordo plenamente com você que esses “rolezinhos” estão acontecendo em um lugar onde o lazer predomina, e não esse tipo de coisa. Porém, discordo plenamente com o seu argumento que os jovens que participam desses “rolezinhos” são “selvagens que cospem na civilização”. Sim, a primeira impressão que se passa quando se vê 6000 jovens de classe média reunidos em um shopping é de bagunça. Mas creio que os “rolezinhos” são apenas movimentos para gerar uma descontração, mesmo não agradando muitos brasileiros. Porém, concordo que depois de um tempo, esses “rolezinhos” estão passando uma impressão de um protesto social. Temos que ficar de olho….

  38. Laura Schivartche

    -

    23/01/2014 às 22:02

    Discordo plenamente com seus argumentos. Primeiro, é de se esperar que qualquer multidão faça barulho, segundo, não creio que os adolescentes que fazem parte dos “rolezinhos” são “bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade e morrem de inveja da civilização”. Você não pode julgar uma pessoa só porque não usa as mesmas roupas que você e não pertencem aos mesmos costumes. Eu creio que estes “rolezinhos” são apenas uma extensão do lazer que queremos no shopping, porém sem querer cresceram muito rapidamente. Pense, se fossem 6.000 jovens vestidos de marca e usando roupas “típicas” de classes sociais mais altas, haveria o mesmo tratamento? Óbvio que não, e você deveria ter olhado mais deste ponto de vista do que inferiorizar aqueles que parecem não ter tudo que você tem.

  39. MC Otani

    -

    23/01/2014 às 21:08

    Concordo plenamente com a distinção entre jovens fazendo bagunça e jovens negros e pobres. Mas note a palavra “distinção”. Não importa a classe ou a cor, qualquer ajuntamento de pessoas, qualquer multidão leva a algum nível de desordem e caos, seja em um jogo de futebol, uma manifestação na paulista, ou um rolê no shopping. Generalizar esses dois grupos, os jovens delinquentes com os negros e pobres em apenas uma categoria vai não apenas contra a lei, mas contra a razão. Comparar um rolê no shopping com um suposto terrorista em uma sinagoga é uma comparação um pouco exagerada, se não completamente absurdo. Sim, não aprecio funk nem gostaria de me deparar com um rolê enquanto passeio no shopping com a minha família, não aprecio esses tipos de agrupamentos. Mas a reunião de jovens de classe baixa indiscretos e barulhentos é o suficiente para ser considerada uma barbaridade e um cuspe no rosto da civilização? Certamente não. Ao chamar esses jovens de bárbaros, não se esqueça você vitimizou a si mesmo e a sua definição elitista de “civilização”.

  40. Fernanda F

    -

    23/01/2014 às 16:34

    Há muita discussão quando se trata dos rolezinhos acontecendo no Brasil e há varias opiniões e definições diferentes. Por tanto, eu acho que muitos dos argumentos apresentados nesse texto são muito fortes e não necessariamente corretos. Eu não acho que uma pessoa pode generalizar e falar que todos os adolescentes vão aos rolezinhos pelas mesmas razões. Provavelmente há alguns adolescentes que vão por motivos errados como “invasão, arrastão, delinquência” mas, não são todos. Muitos jovens somente estão indo aos rolezinhos para se divertir e para ser parte de um grupo e de um evento. Concordo que os rolezinhos são inconvenientes e muitas vezes incomodam as pessoas ao redor, mas mesmo assim não são crimes causados pelos jovens que merecem consequências, são somente “festas”.

  41. Márcio Passos Nogueira

    -

    23/01/2014 às 13:18

    Rodrigo, tem mais este: site Escrivinhador, para sociólogo Jessé Souza, “Classe média menospreza os pobres”. Confesso a você que ainda não tenho uma opinião formada a respeito do movimento conhecido como “Rolezinho”. Até mesmo porque moro em uma cidade pequena do interior e tenho acompanhado os fatos somente pelos jornais, revistas, telejornais, sites e blogs da Internet, bem distante dos acontecimentos, in locum, embora, é claro, já possa ter algumas impressões sobre o assunto. E o seu blog, com asuas perspicazes análises, tem me ajudado bastante. Sei que o tema é muito polêmico, com argumentos prós e contras. E assim, estou avaliando com calma os dois lados da questão. Porém, adianto-lhe que mesmo antes de me posicionar, aprecio muito o debate de ideias e o contraditório, respeitando todas as opiniões, mais à esquerda ou mais à direita, favoráveis ou contrárias ao que penso ou vier a pensar.

  42. Márcio Passos Nogueira

    -

    23/01/2014 às 10:01

    Por favor, Rodrigo, quando você puder, leia o artigo do sociólogo e cientista político Rudá Ricci: “Os rolezinhos do domingo”, de 19/01/2014, em seu site De Esquerda em Esquerda. Depois diga-me o que você achou da visão dele sobre esse movimento.

  43. Claudio ricardo santos

    -

    22/01/2014 às 23:22

    Esses pobres que hoje votam no PT ainda vão pagar muito caro na mão desse partido. Eles vão ver o que realmente é ser pobre em um país comunista.

  44. Letícia Guimarães

    -

    22/01/2014 às 23:03

    Discordo plenamente com o argumento de que os jovens que participam dos “rolezinhos” sejam “selvagens que cospem na civilização.” Porém, o que se esperar de milhares de pessoas reunidas em um só local além de confusão e violência? Sim, assim como nos protestos de 2013 houve baderna. Mas não acredito que os jovens de classe média tenham se reunido para criar confusão e muito menos para protestar. Creio que os “rolezinhos” são apenas um movimento para gerar lazer e descontração, mas que com um certo tempo ganhou uma conotação de protesto social. Vale também enfatizar que o problema não se trata de um apartheid racial e sim social como mencionado. Nesse aspecto sim, concordo plenamente.

  45. Daniel Dissinger

    -

    22/01/2014 às 19:49

    Parte dos seus argumentos são coerentes, porém, um tanto ofuscados por uma parcialidade arrogante e elitista de retratar os fatos. Concordo, sim, que tais eventos sociais não pertencem aos shoppings centres (nem no JK e tampouco no Metrô Itaquera) e que os proprietários destes estabelecimentos privados tem o direito de se mobilizar com liminares e as restrições descritas acima. O que não é sensato, é ofender os integrantes do rolezinho ao ponto de dizer que “são bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade”. Se tratava de estudantes entediados, que queriam se reunir com os amigos e fãs. Infelizmente este evento despertou os interesses de vândalos e delinquentes, que se aproveitaram da situação para badernar à vontade.

  46. Thiago Lima

    -

    22/01/2014 às 19:07

    Rodrigo, concordo com certos aspectos desse artigo. Primeiramente, os rolezinhos que estão acontecendo no shopping não podem ser tolerados por outras razões, mais do que só o fato que os adolescentes são negros e de Classe mais baixa. Creio que, por experiência própria, não deve ser tolerado ações ou qualquer evento que atrapalha e constrange as pessoas ao redor. Um shopping center tem dono, portanto, é uma área particular aberta ao público, mas que tem direito de criar certos limites às pessoas querendo entrar e usar a área. Eu, pessoalmente, como adolescente, ficaria realmente chateado se 6,000 pessoas por volta da minha idade entrassem em uma área que eu também estou usando para meu lazer, e começassem a tocar música alta, dançar, e infelizmente, cometer crimes como vimos nos últimos rolezinhos. O importante é que isso é independente de cor da pele e classe social. Também não gosto dos meninos que vão pro shopping de skate e mochila e boné pra trás em grupos de 10 ou mais. Acho que tem que ser notado e feito com que, qualquer um tenha direito de entrar no shopping center, respeitando os limites criado pelo estabelecimento e com base de não chatear nem perturbar as outras pessoas usando o mesmo local.

  47. Homero

    -

    22/01/2014 às 17:55

    Como testemunha da história, descreví no meu site o que vejo todo fim de semana: http://freakgames.com.br/

    Moro perto do Shopping Campo Limpo e ví nas notícias veículadas pela mídia esquizofrênica (alguns defendem a turba, outros exageram descrevendo o que não viram) a repercussão que os ditos “rolezinhos” e bailes funks no meio das ruas vem causando. Como testemunha ocular do fenômeno , vou agora escrever o que penso sobre o assunto.

    Os sujeitos dos rolêzinhos quando são expulsos do Shopping Campo Limpo, descem todos para a avenida em que moro e fecham a pista e causam um espetáculo, um bacanal dos tempos de Tibério e Calígula… reconheço muitas pessoas conhecidas aqui do bairro, inclusive, para meu espanto, até gente que nunca participou desse tipo de ação, simplesmente se deixando envolver pela onda, pela vibe da multidão e suas loucuras.

    Sociólogo tetinha só fala merda dizendo que os jovens da periferia são pobrezinhos famintos esquecidos do estado… o problema dos jovens da periferia é de pobreza de espírito crônica e não de pobreza material ou falta de espaço público para lazer e cultura: os cretinos que dão e participam de bailes funk fechando as avenidas aqui do bairro, desfilam com motos, carros, cocaína, maconha, wiski, roupas importadas e smartphones tops ou seja: dinheiro não falta.

    OBS: os cretinos dos bailinhos aqui do bairro e rolezinhos que desfilam com carros, motos, drogas, bebidas e smartphones, não são traficantes: alguns são sustentados pelos pais ou trabalham nos comércios, motoboys, etc. Pobreza de espírito pura pois podiam escolher lazeres e encontros mais saudáveis.

    Quando a prefeitura inaugura uma área de lazer, no mesmo dia o local vira ponto de consumo e tráfico de drogas (não tenho coragem de ir andar de skate com minha filha na pista pública aqui do bairro por causa dos maconheiros e crackeiros que circulam na pista) e os centros culturais e bibliotecas vivem vazios; pobreza? Pobreza era no meu tempo de moleque que meu pai vivia desempregado e fudido e o Sarney e seus planos cruzados com inflação de 400%; infelizmente contra os males que advém da pobreza de espírito, cegueira mental e herança cultural rasteira de antepassados viciados em ostentação (o que vocês pensam que é o Carnaval?!) , álcool,drogas e sexo, não há decreto ou política que possa combater, pois trata-se de escolha pessoal e visão crítica de sí mesmo e do mundo em que o sujeito está inserido.

    Droga! Todo Domingo fico refém, preso dentro de casa: desocupados começam a fechar a rua as 16 horas, chegam vários carros tocando essa música infernal num volume ensurdecedor (não tenho nada contra o funk de letras eróticas desde que ouvido em locais apropriados para maiores de idade), tudo quanto é tipo de viciado acocorados nas calçadas, gente fazendo sexo oral, anal, vaginal nas esquinas e carros (não é nada divertido abrir a janela e dar de cara com uma garota muito louca não sei do quê, boqueteando três caras embaixo da árvore de sua calçada), motos estourando escapamentos e muita putaria…

  48. Juli Isman

    -

    22/01/2014 às 17:37

    Os rolezinhos se geram pelas multidões de adolescentes procurando fazer bagunça em lugar qualquer. Não importa a classe social deles ou sua cor de pele, em qualquer lugar do mundo existem adolescentes com vontade de ser notados. E mais ainda quando estão de férias e só querem sair. Não pode-se afirmar que o movimento é uma “invasão, arrastão, [ou] delinquência” ou que são “selvagens que cospem na civilização” porque não é isso o que eles estão fazendo. Claro, sempre há aqueles que roubam ou tentam se manifestar de formas mais violentas, mas isso acontece em qualquer aglomeração de 6.000 pessoas. De novo, independentemente da classe social ou cor da pele. É muito difícil controlar tantos indivíduos dentro de uma multidão tão grande. No entanto, como você falou, o shopping é um lugar de lazer e esse não deveria ser o destino de tais acontecimentos.

  49. Maria Isabel Guinle

    -

    22/01/2014 às 9:32

    Achei o texto um tanto radical. Não creio que um encontro inconveniente de jovens com música alta seja algo que esteja cospindo na civilização. No entanto, o preconceito parece ser recíproco; há sim, em minha opinião, uma discriminação com a classe mais baixa, mas há também uma aparente “revolta” a classe A (os “patricinhas” e “mauricinhos”). Concordo que o rolezinho não seja uma manifesto mas acho que colocar jovens na cadeia por crimes que não cometeram, seja um pouco demais.

  50. Rodrigo Silveira

    -

    21/01/2014 às 23:06

    Seu texto é muito bom pelos os argumentos que usa e as coisas e ideias que você defende. Parabéns!

  51. Tania Calovi Pereira

    -

    20/01/2014 às 20:18

    Shopping centers sao e sempre serao edificios socialmente estranhos, e longe de serem os condensadores urbanos idealizados, por exemplo, pelo ingles Cedric Price. Price, em seu projeto mais famoso, o Fun Palace (1961-64), nunca construido. Ali Cedric propos um grande espaco onde a tecnologia criaria entretenimento e principalmente socializacao. No Brasil uma das responsaveis por projetos nesta linha foi Lina Bo Bardi, com seu Sesc-Pompeia, SP, ate’ hoje um bem-sucedido condensador de cultura e lazer, aberto a todos. Falta em nosso Brasil muito mais lugares como estes, que promovam mais expontaneidade, diversao, cultura e igualdade entre as classes, racas, bandeiras, etc., Edificios ou espacos assim, ensinam, dialogam e sao compreendidos pela populacao. Nos todos usamos os shopping-centers de uma forma ou outra, que e’ conveniente para o consumo, mas esta tipologia de edificio permanece socialmente artificial e necessita de urgente renovacao.

  52. Otto Lima

    -

    20/01/2014 às 19:18

    Os rolezeiros só querem se divertir do seu jeito (desagradável para muitos, é verdade, mas isso, a priori, não é crime). Contudo, como eles chegam em grandes grupos e fazendo algazarra, acabam assustando os demais frequentadores e os lojistas, funcionários e administradores dos shoppings. A segurança patrimonial tenta dispersar os grupos, mas não consegue e a polícia então é acionada. A reação de ambas é truculenta, a confusão se estabelece, alguns se aproveitam disso para roubar, furtar ou vandalizar, o sensacionalismo da imprensa desperta o clamor conservador pela repressão e a esquerda caviar termina de armar o circo com a cantilena de que os rolezinhos seriam um protesto dos menos favorecidos contra a exclusão social e a discriminação racial.

    Os rolezeiros não querem ser vistos como os “coitadinhos oprimidos pelo sistema” que a esquerda pensa que são, tampouco como os bandidos que parte da direita pensa que são. Eles só querem ser vistos como consumidores que de fato são, ainda que seu estilo não seja bem visto por muitos.

  53. Marcelo Abdul

    -

    20/01/2014 às 1:15

    Pois é senhora Ana Almeida. Lembro que esses mesmos pobres frequentam os shoppings da classe média e não são discriminados por isso. Muitos desses jovens gostam de roupas de grifes caras compradas em…shoppings. O problema é a falta de educação e cidadania dessa garotada que devem ter um mínimo bom senso e cidadania para diferenciar “protesto” de “arruaça”. São anos e anos de uma educação torpe,movida por governos incompetentes e corruptos como o atual. A insatisfação deve ser manifestada junto ao verdadeiro culpado: os políticos.A “odiada” classe média de Marilena Chauí não tem nada a ver com isso. Pelo contrário, ela paga 5 meses de impostos ao governo para o mesmo dar pobres e ínfimos benefícios sociais para a população. No dia que os “poderosos da classe média” ( que sustenta a carga tributária brasileira) deixar de existir como querem os psicopatas esquerdista você verá um Brasil com números norte coreanos. Daí você não poderá comprar a sua calça GAP no shopping Ibirapuera.

  54. Erlon

    -

    19/01/2014 às 12:20

    Bacana a matéria. Tem outra também bem interessante sobre os rolezinhos, todos deveriam ler: http://cutucandoaonca.blogspot.com.br/2014/01/rolezinho-ela-falava-alemao-e-ele-tinha.html

  55. Ana Almeida

    -

    19/01/2014 às 11:21

    Grosso modo, a sociedade, os poderosos, a classe média cria suas ilhotas de tranquilidade, e deixa os pobres no lugar de sempre: sarjetas, fora das escolas, sem emprego. Um dia, amigos, eles vêm cobrar o que é seu, seja de que jeito for. Vide tantas e tantas revoltas pelo mundo, que tomam as praças e outras tantas coisas; vide as manifestações de junho no Brasil. Muitas vezes, não parecem politizadas ou com um objetivo claro, mas o ponto do partida é o mesmo: uma insatisfação generalizada com a situação que se apresenta no país. Barbárie é o que é feito com os excluídos no Brasil e é bom que o poder se cuide, pois eles já estão dando demonstrações (e muitas!) de sua impaciência.

  56. ... Realiza o sonho dos mineiros o mar

    -

    19/01/2014 às 9:34

    Arrastão é assalto. É o que acontecia no passado nas praias do Rio e vem acontecendo nos restaurantes de São Paulo. Isso pode ser baderna mas cadê o roubo registrado ?
    R: Já tiveram vários.

  57. Renato Rodrigues da Silva

    -

    19/01/2014 às 7:18

    Shopping não é lugar público; não tem que ter correria nem depredação lá dentro, já que é um lugar onde se juntam centenas de pessoas, inclusive crianças. Gostem ou não, alí são gerados empregos e impostos; há pessoas trabalhando, fazendo compras, comendo ou tendo momentos de lazer. Esta safadeza toda ainda vai inviabilizar o negócio dos shoppings, pois vai afastar uma parcela que os frequenta e consome de forma ordeira para dar lugar a uma malta desprezível, desordeira, baixa, vil e vagabunda (e isso não porque são materialmente pobres; mas porque são culturalmente miseráveis).

    O mesmo que ocorreu com as escolas públicas, aliás…

  58. Ronaldo M. B. Barcellos

    -

    19/01/2014 às 3:14

    Rolezinho, passeio, ou qualquer outro nome que o valha, não define crime de pessoas ou grupos, que resolvam, juntas, fazer uma caminhada ou visitas a qualquer lugar que seja. O que configura crime passível de apuração e punição, são badernas, arrastões, furtos, roubos, brigas, quebra-quebra, desrespeito, ou quaisquer outras atitudes ilicitas. Qualquer outra situação não prevista aqui, que venha a ser passível de proibição, será puramente discriminação e preconceito, e ponto final.

  59. Oscar POA

    -

    18/01/2014 às 16:14

    Rodrigo, que você pode não ser preconceituoso, tudo bem mas há nos comentários abaixo flagrantes preconceitos, bem como na sociedade em geral sobre o tema! Seu texto sai do senso comum mas aborda só o “outro lado”, digamos. Nem tanto ao mar; nem tanto à terra.

  60. Ana Cláudia Marques

    -

    18/01/2014 às 15:53

    Em primeiro lugar, parabéns pela excelente matéria, sr. Rodrigo. O senhor redigiu aqui muita coisa de que eu tinha vontade de dizer!
    Então esses desocupados se acham no direito de tocar o terror em lugares públicos, soltando berros, armando correrias e arruinando a tranquilidade para trabalhar dos lojistas e o lazer dos frequentadores?
    O pior é que, se alguém condena essa “manifestação cultural”, – palavras do digníssimo sr. secretário de Segurança (!!?!!!?!) de São Paulo – corre o risco de ser chamado de ‘preconceituoso’, racista’, ‘elitista’ etc. Como se pobreza ou etnia fossem justificativas para ser desordeiro e mal educado. Até mesmo invejoso, o que não duvido muito!
    O que é uma grande sandice, pois há muita gente que vive em condições modestas e criam seus filhos muito bem, ao passo que há filhinhos-de-papai só sabem fazer arruaça – quem não se lembra da doméstica espancada na rua ou do índio queimado vivo em Brasília? Porém esse detalhe não interessa à esquerda caviar, que sempre há de tomar as dores de arruaceiro pobre.
    Faz-me rir (para não ter que chorar!) esse bolshevismo caboclo de fundo de quintal.

  61. Fernanda Medina

    -

    18/01/2014 às 13:42

    Sr. Rodrigo, penso que é de seu conhecimento a origem da palavra ‘bárbaros”. Era como os romanos chamavam, na época do Império, os povos do norte da Europa com quem mantiveram, até certo momento, relações comerciais “civilizadas”. Sei que também é de seu conhecimento que estes mesmos povos bárbaros derrubaram o Império Romano do Ocidente, instituindo uma nova ordem na Europa. Pois bem, o senhor, como a maioria dos burgueses da classe média, teme a instituição de uma nova ordem no país. O senhor acredita que sua “civilização” e seus valores mercantilistas é a melhor coisa que um ser humano pode almejar. Por isso, o senhor se crê invejado. Já leu “Mal-estar na civilização”, brilhante livro do igualmente brilhante Sigmund Freud? Acredito que já tenha ouvido falar nele. Se não leu, leia. Vai ver que o processo civilizatório exige do homem uma enorme dose de renúncia, obediência, subserviência e enquadramento a valores pré fixados muito antes do senhor pensar em existir. Ser civilizado, no sentido do seu texto é, de certa forma, não pensar por si próprio. Se ser civilizado é compartilhar este comportamento elitista, imperialista e desprovido de qualquer criatividade, fico com os BÁRBAROS.

    Civilizadamente,

    Fernanda Medina
    Comento: o que veio depois da queda de Roma não foi nada bom… já li Freud, realmente bom. Mas não vejo esse elo. Civilização é respeitar o próximo, algo que os rolezeiros não fazem.

  62. Fernanda Medina

    -

    18/01/2014 às 13:39

    Gostei muito de seu comentário, Albani. Compartilho de sua opinião.

  63. Felipe Alves

    -

    18/01/2014 às 10:56

    Rodrigo, muito bom o seu texto. Apenas corrijo: o maior shopping da América Latina é o Costanera Center em Santiago, Chile.
    Abraço.

  64. Eliane

    -

    18/01/2014 às 0:19

    Triste é ver a falta de discernimento dessa galera! Fico pensando: não seria um tapa na cara da elite preconceituosa, se esses mesmos funkeiros se manifestassem na porta do shopping sem a necessidade de fazer nenhuma arruaça??? Esse comportamento alimenta ainda mais o preconceito que eles mesmos querem eliminar! Não sejamos hipócritas de falar que o preconceito não existe. Basta dar uma olhada nos comentários dos vídeos no youtube, que chega à dar ainda mais indignação que o próprio vídeo. “Macacos”, “favelados”, “ratos” “ainda bem que não moro mais nesse país nojento” e por aí vai. Pode ser uma expressão exagerada por conta da indignação? Sim claro que pode! Mas as pessoas não se preocupam em ter cuidado com as próprias palavras! Toda manifestação é válida desde que tenha própósitos, mas parece ser apenas bagunça por bagunça mesmo, e o pior: atrapalhando a vida de pessoas que precisam trabalhar. Infelizmente o Brasil só tem chance de melhorar se a galera se preocupar em buscar mais conhecimento. Nem todos tem a chance de ter um ensino de qualidade, mas quem se interessa em adquirir conhecimento e consciência política, prá ter pelo menos uma noção do que acontece no país onde vive, consegue! Mas prá que, se curtir baile funk é mais legal?

  65. Roberto

    -

    17/01/2014 às 23:44

    Sequência do comentário do leitor Claudio (transcrito ao final)
    Claro que é uma hipótese extrema, mas garanto que tem militante de esquerda – sobretudo os mais radicais – apostando nisso:
    [...]
    5. Shoppings vão à falência;
    6. Supermercados vão à falência (em decorrência das invasões correlatas);
    7. O mercado produtivo entra em colapso;
    8. A esquerda marxista imputa a culpa desse colapso às “deficiências do capitalismo”;
    9. Está dado mais um passo em direção aos ideais de transformar o País em uma republiqueta comunista.
    ——————————————–
    “Claudio- 14/01/2014 às 20:53″
    “Consequência dos “rolezinhos”:
    1) Shoppings contratam mais seguranças;
    2) Shoppings aumentam valor do condomínio cobrado dos lojistas;
    3) Lojistas repassam o aumento dos custos ao consumidor aumentando o preço das mercadorias;
    4) Classe média-baixa deixa de frequentar os shoppings devido ao aumento de preços.”

  66. Roberto

    -

    17/01/2014 às 23:22

    Embora concorde com boa parte do que foi escrito, é inegável constatar que o texto tem problemas, sim. A título de exemplo, destaco os trechos abaixo:
    ————–
    “Ainda assim, pode-se argumentar, como atenuante, que seguem um ponto de vista estatístico: se a maioria de casos envolvendo pivetes nesses estabelecimentos ocorrer pelas mãos de pessoas com determinado estereotipo, então parece natural, apesar da afetação politicamente correta, que os seguranças ficarão mais atentos e preocupados quando alguém com tal tipo adentrar o local.”

    “Sei o quão difícil é para muitos absorver isso, mas pensem em um sujeito com turbante e mochila entrando em uma sinagoga. Ele pode ser apenas um turista, claro, mas seria compreensível que os guardas ligassem o sinal de alerta. Ele também preenche melhor o perfil do típico terrorista…”

    “Não aceitam conviver com as diferenças, tolerar que há locais mais refinados que demandam comportamento mais discreto, ao contrário de um baile funk. São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade, e morrem de inveja da civilização.”
    ———————-

    Tudo o que a militância de esquerda quer é legitimar o discurso de um pretenso elitismo preconceituoso. Agora, a “bola da vez” é a movimentação nos shoppings, apelidada de “rolezinho”. O marxismo, lembre-se, é a doutrina que prega a luta de classes. Vão fazer de tudo para demonstrar que as “elites” estão discriminando os “proletários” (na figura dos participantes de “rolezinho”). Portanto, para quem quer escrever contra essas baboseiras, e fazer o contraponto a inexistentes preconceitos (mas existentes badernas), o melhor a fazer é evitar ao máximo ser entendido como alguém preconceituoso.

    Certas palavras, por mais bem explicadas, sempre carregarão alguma carga pejorativa. Esse é o caso, por exemplo, do substantivo “inferioridade”. Deveria ser evitado, como de resto, todos os trechos destacados, por apresentarem problemas semelhantes.

  67. Heitor

    -

    17/01/2014 às 22:09

    Embora a Diane,(16/01/2014 às 3:30), não tenha gostado de seu texto, quero dizer que ele é perfeito, sensato e preenche todos os critérios da razoabilidade. Esse clichê de que “Quando os de Baixo se movem os de cima caem!!” a principio não se aplica aos baderneiros porque eles não estão embaixo, estão à margem, e marginais que são devem ter o tratamento reservado a eles e já previsto pela lei. Assim esta pseudointelectual chamada Diane deveria ler mais e falar menos para parecer menos idiota! Há uma citação de Abraham Lincoln para ela:”Às vezes é melhor ficar calado deixando que os outros pensem que você é um idiota, do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida.” Marque um “rolezinho” na sua casa Diane…

  68. maria cristina

    -

    17/01/2014 às 20:45

    Sou uma com senhora que já fui mais jovem, sofri e ainda sofro preconceito,com as experiencias da vida aprendi a não dar tanta importância a preconceituosos apesar de uns deles por saber que eu gostava de bons lugares com meu humilde salário me tirou a matrícula para não ter que me encontrar em alguns lugares que eles frequentam, conseguiram pois sem dinheiro não tem como pagar o consumido,dai entendo esse jovens pois através das mídias sociais conseguirão ter mais informações e visibilidade das diferenças da realidade e entender que estamos no mesmo mundo,país,estado,município,bairro e até ruas que com mostragem de dificuldade os seres humanos foram se distanciando por medo e falta de cultura, até com vizinhos que antes até se falavam,hoje muitos não se olham e nem se cumprimentam por diferenças muitos não sabem nem explicar o porque,mas sabemos que é esse mundo de ganancia para poucos que foi visualizando novos comportamentos e esses jovens estão tentando se unir para quebrar esse egoismo de corrupção implantada.Tomara sejam vitoriosos estou nesta luta torcendo por um mundo novo,,um recomeço.
    R: esses jovens estão se unindo para contestar a ganância, cantando funk OSTENTAÇÃO? É ruim, hein!

  69. Regina

    -

    17/01/2014 às 19:31

    Um exemplo: esta semana foi marcado um rolezinho no Plaza Shopping de Niterói. Posso falar pq cansei de ver: existem crianças, adolescentes e adultos que vão lá para PEDIR DINHEIRO às pessoas. São sempre as mesmas, os seguranças e lojistas já os conhecem. Mesmo assim, não são incomodados, entram sem problema. Só são abordados e conduzidos à saída qdo há uma queixa, e sempre há, pq eles só entram lá para esmolar. Digam-me então, onde está o preconceito, se eles entram sem problema???

  70. Albani

    -

    17/01/2014 às 17:25

    Que tal um pouco de civilização?
    Em tempos de “rolezinho” no shoping com a devida repressão das forças policiais, de cabeças decepadas nos presídios, do medo e da insegurança não mais como um pesadelo possível, mas como a realidade presente e crescente, fico pensando sobre o que é ser civilizado.
    Ao que parece considera-se que o limiar mais elevado é poder tranquilamente usufruir dos espaços de concreto e vidro destinados a guardar as mercadorias, viver a plena felicidade oferecida pelo shopping center. Nada mais pobre. Viver, dormir e acordar em nossas prisões sob o nome de condomínio, onde o medo e a incerteza são compensadas com cercas elétricas, câmeras e vigilantes com armas prontas para defender a sagrada propriedade, já que poucos podem desfrutar da riqueza que produzimos.
    Mas o nosso dia a dia também é muito civilizado, um símbolo de status e poder é o automóvel, esse ser de metal, aço, vidro e borracha que tenta cruzar ruas, avenidas, viadutos engarrafados. Ser civilizado é poder desfrutar da delícia de ficar parado no trânsito, se possível desfrutando do agradável aroma de fumaça de milhares de outros carros também parados.
    Em tempos de tecnologia móvel, ser civilizado é transformar-se em zumbis modernos, com mente e retinas grudadas em seu smartphone, tablete ou notebook, é substituir o abraço pelo curtir, é fugir da infame realidade para a fantasia digital. Um autentico ser civilizado não deve deixar de lembrar-se da boa e velha comida caseira, que agora só se encontra em restaurante, sendo assim, melhor mesmo é comer um nutritivo “big mac”no MacDonalds do Shopping Center mais próximo.
    A dramaticidade de ser civilizado também é cotidianamente representada pela violência que, tal qual um temporal, desaba sobre todos e teima em não cessar é apender a conviver com o medo de ser assaltado, sequestrado, assassinado ou de sofrer qualquer outra violência. Ser civilizado é saber identificar a quem devemos realmente prestar nossas reverências, nesse caso, é fazer do dinheiro nosso Deus supremo, e a ele render todas as nossas homenagens.
    A civilização nossa também envolve as relações que estabelecemos com nossos semelhantes, portanto, ser civilizado é transformar o “bom dia e boa tarde” friamente dado no elevador como mostra mais profunda que somos educados. Mas é também ignorar o sofrimento daqueles que se deslocam de ônibus, dos sem teto, dos sem terra, dos sem nada. É fingir com toda “sinceridade” que somos justos e bons com o próximo e ao mesmo tempo viver alheio as desgraças dos outros, pois elas não nos atingem. Pra completar, é ser falso, cínico. hipócrita, egoísta, malicioso e sutilmente educado ao pisar no próximo. Isso é ser civilizado.

  71. carlos

    -

    17/01/2014 às 16:23

    QUEM QUER EDUCAÇÃO E UMA VIDA DIGNA BATALHA POR ELA E NÃO ESPERA QUE ELA CAIA DAS MÃOS DO ESTADO OU DA ELITE, QUALQUER UM PODE FAZER PARTE DA ELITE MAS TEM QUE SUAR A CAMISA E O PROBLEMA DO BRASILEIRO E DA CLASSE BAIXA É A PREGUIÇA E QUER TUDO NA MÃO COMO UM BEBÊ QUE PRECISA DE SER CUIDADO PELOS OUTROS.

  72. carlos

    -

    17/01/2014 às 16:20

    Concordo contigo Rodrigo, é inveja pura e desmedida de um bando de ignorantes e mal educados, que deveriam estar estudando para trabalhar e ser alguém digno na vida e não aprontando essas macaquices porque na verdade isso é comportamento de animais quando um bando tenta se impor sobre outros, são bestas humanas. Não percebem suas atitudes animalescas.

  73. Ana

    -

    17/01/2014 às 16:14

    Lendo os comentários vejo o tanto que esquerdista é malicioso, cretino e maldoso mesmo. Tem gente que chega a comparar bagunça de criança com baderna, agressividade e pornografia de adultos. Gente doentia, não é atoa que esquerdista defende até mesmo a pedofilia. A esquerda é a doença mais pútrida e virulenta da sociedade, defende tudo aquilo que não presta, quer desfazer valores morais que permitiram a construção da civilização e ainda tem coragem de se fazerem de irônicos e te perguntarem o que você quis dizer com civilização, como se esse bando de malcriados estivessem demonstrando alguma civilidade naquele vídeo!

  74. Durval

    -

    17/01/2014 às 12:55

    Esse discurso sobre a inveja da riqueza para justificar preconceitos, eu já ouvi em algum lugar…
    Ah, lembrei! Foi ele, o Rei! Não esse Rei que você está pensando (embora provavelmente ele também já deve ter usado dos mesmos expedientes), mas o Rei do Camarote.
    Ele disse exatamente a mesma coisa, no conteúdo, claro, porque na forma nota-se o seu melhor domínio da linguagem, próprio de quem faz parte de civilizações mais educadas.

  75. RoCS

    -

    17/01/2014 às 12:38

    Excelente comentário e muito corajoso. Não o conhecia, apesar de antigo assinante. Pretendo ‘segui-lo’ Parabéns.

  76. Yuri

    -

    17/01/2014 às 11:59

    Rodrigo Constantino, abaixo a inveja social, isso mesmo, como figura pública organize um rolezinho em Pedrinhas e leve seus bons modos, cultura e educação pra lá.

    https://secure.avaaz.org/po/petition/Assembleia_Legislativa_do_Maranhao_Impeachment_da_governadora_Roseana_Sarney/?dRTlZdb

  77. Jackson Rodrigues

    -

    17/01/2014 às 11:24

    Grande Rodrigo Constantino!!! Perfeito texto como sempre!! E olha só, você hoje é a pessoa mais odiada do meu facebook por causa deste texto Parabéns!! A esquerda caviar está te xingando demais, te chamaram até de liberal, imagina que baixo nível (hahahaha)!!! Melhor assim não é, preocupante seria receber elogios dessa gente.
    Mas como dizem, xingam, esperneam, cospem e etc mas jamais refutam os argumentos com outros argumentos.

  78. Vinícius

    -

    17/01/2014 às 11:23

    A barbárie é algo presente no cotidiano diário da periferia, parte significativa causada pela força policial do estado, que não tem o objetivo de aplicar a lei, e sim manter a ordem nos morros.

  79. Talita

    -

    17/01/2014 às 2:33

    Ok, é um local privado onde pessoas que trabalham e indivíduos que vão para gastar o seu dinheiro não estão a fim de serem incomodadas. Concordo! Gosto de comer em locais tranquilos e odeio barulho. Agora, dizer que não é preconceito escrever um texto onde são usadas frases como “Caso contrário, será a vitória da barbárie sobre a civilização” é um ultraje a inteligência de qualquer indivíduo. Você tem um milhão de formas de se posicionar contra um movimento ou contra qualquer coisa. Não é a sua posição contrária que define você, mas os seus argumentos usados representam e muito o que você pensa e o que você é. O pior é que depois o senhor inteligente escreve um outro artigo através do qual busca responder a “fúria dos boçais” e permanece defendendo a ideia que não é preconceituoso. Mais do que isso. Julga estar escrevendo para se defender de agressões e ofensas, quando na realidade é você que agride o leitor com a sua escrita taxativa. Não sei se você busca convencer o leitor ou a si mesmo de que não é preconceituoso. Suas palavras, realmente, não te assemelham ao Hitler, mas são muito parecidas com as teorias sociológicas do século XIX. Pena saber que algumas pessoas legitimam isso…
    Comento: continuo afirmando o óbvio: um país que não respeita mais os pilares básicos da civilização, como educação e respeito ao próximo, e ainda APLAUDE jovens delinqüentes que só querem fazer arruaça e não conhecem LIMITES (onde estão seus PAIS???), é um país à beira da barbárie. Fato.

  80. Alvaro

    -

    17/01/2014 às 1:55

    De fato, liberal esse cara não é mesmo. Medo das críticas? Realmente não tem, de certa maneira, não podemos ser hipócritas ao ponto de dizer que existem bárbaros sim, no meio de uma massa, multicultural, que só deseja se divertir e curtir o espaço de lazer. É uma pena que por causa de um ou dois, o todo pague pelas contas. Mas os garotos e garotas estão de parabéns sim, um aplauso.

  81. Roberto

    -

    16/01/2014 às 23:23

    O grande estadista Haddad ainda convoca uma reunião com os líderes do ”movimento”. Imagina um Dostoievski, um Woody Allen ou um Ayrton Senna fazendo parte do ”Rolezinho”. Só participa disso quem realmente não tem nenhum vestígio de instrução; menos: quem não tem discernimento e está inclinado a baderna. Menos ainda: quem não consegue ver o óbvio! Que vergonha alheia eu senti ao assistir o vídeo. É realmente um manifesto da imbecilidade, da pobreza cultural, do vazio ideológico. Só um completo idiota se dá ao trabalho de sair de casa para participar de um espetáculo surreal desse tipo. Agora, a nossa democracia eleitoreira não só permite, mas estimula esse tipo de distúrbio social. Somos obrigados a assistir esse espetáculo, caso contrário somos racistas, intolerantes, burgueses… Essa rapaziada toda devia dar um passeio à deriva, em alto mar, lá no meio do oceano pacífico…

  82. Sidnei

    -

    16/01/2014 às 20:19

    E o cara ainda diz q não é preconceituoso, faça-me o favor, é preconceito puro e simples, se nesses rolezinhos entram alguem q queira fazer bagunça q seja preso, mas a maioria n é, podem ter certeza.
    Comento: como é? 800 pessoas e isso já não é, por si só, BAGUNÇA? O que seria bagunça para vc, ser não preconceituoso? Incendiar as lojas? Depredar as escadas rolantes?

  83. João Donda

    -

    16/01/2014 às 19:03

    SIEG HEIL.
    O ovo da serpente choca!
    está formada a SCHUTZSTAFFEL Tupiniquim.
    Ignorantes são os que não aprendem nada com a história.

  84. Rodrigo

    -

    16/01/2014 às 18:35

    Concordo em gênero, numero e grau com o Constatino. O que as pessoas não entendem é que ninguém é obrigado a compartilhar a opniao de ninguém, mas são obrigados SIM a aceitar. Como tb sao obrigados a aceitar as regras da sociedade, shopping center é um estabelecimento onde existem regras e tais sao impostas pelos donos, já que somos uma sociedade capitalista. Infelizmente as pessoas que não conseguem chegar a um patamar que gostariam, simplesmente acreditam que qm chegou tem culpa de algo. Não aceitam que uns podem ter mais do que os outros e partem para a ofensa.

  85. roxana filetti

    -

    16/01/2014 às 17:32

    Vc disse: é preconceito sim, mas não contra negros ou pobres, e sim contra falta de educação, barbárie, aglomeração de gente em local inadequado, baderna, multidões barulhentas e indecentes.

    Eu discordo: não é preconceito não, mas conceito, aplicado estritamente em função da sistemática interpretação de atitudes inadequadas recorrentes, em local inadequado. Além da expectativa desagradável de submeter-nos a baderna. Essa massa é apática, manobrável. Somente quando há uma liderança se movimenta. Se oprimida a apatia pode se transformar em atos violentos. Conceitos aceitos.

  86. Carolina Barbosa

    -

    16/01/2014 às 17:30

    Tem razão Pedro Brahim, devemos manter os neguinhos, favelados, enfim a barbárie isolados na periferia, por que é lá o lugar deles! Comentários como esse são típicos do povo que assina e lê a Veja. Notaram algum PRECONCEITO na primeira frase do meu comentário? Não… achou um comentário normal? Bom… realmente você é a escória da nossa sociedade! Vocês não vêem que tudo isso está sendo ótimo para a vitória antecipada do PT em São Paulo? Nada a ver? Então, veremos as próximas cenas da novela. O povo favelado (assim como eu) não irá mais colocar o rabinhos entre as pernas e pedir perdão!

  87. Eduardo

    -

    16/01/2014 às 16:45

    PS: essa foi a resposta dada a um dos comentários abaixo: “Os EUA, principalmente sob Obama, estão cada vez mais politicamente corretos. Uma pena. O preço será pago. Já está sendo…”

    Você realmente defende o politicamente incorreto e é sim preconceituoso. Qualquer denominação diferente dessa seria uma incoerência e uma tentativa de esconder tal preconceito. Respeito suas opiniões mas discordo delas com todas as forças possíveis.
    R: acho que não respeita. Vc é preconceituoso!

  88. Marcos Gomes

    -

    16/01/2014 às 16:29

    Olha Constantino, não te conhecia mais virei seu fã.. falou o que muitos não gostam de escutar, falou as verdades que se este país fosse um pouco menos hipócrita conseguiria entender. Muito lindo todos na net apoiando e falando em preconceito, mas basta uma aglomeração qualquer na rua e a reação normal é saírem de perto, imagine esses ANIMAIS fazendo este tipo de baderna sem limites e se achando superiores a qualquer um pq são “intocáveis”! não sei como o segurança não revidou aquele pivete o agredindo gratuitamente, tem que ter muito sangue frio.. meus parabéns! irei compartilhar.abs

  89. Pedro Brahim

    -

    16/01/2014 às 15:49

    Não sei o que é pior, a, aqui chamada, “elite caviar” aplaudindo a barbárie ou a elite ignorante que quer manter um padrão e não consegue suportar os que pagam a conta. É claro que quem se porta como os corretos, educados não são barrados. Quanto mais o Rodrigo escreve mais a veja surpreende. Tem razão Rodrigo, lugar desses povo não civilizado é nos bailes funk, favela e não no shopping. Mas tudo isso sem preconceito num é?

  90. Pedro

    -

    16/01/2014 às 15:11

    Só quero que você, meu caro Constantino, defina os termos “Civilização” e “barbárie” para que eu possa entender os seus padrões de classificação. E que não apaguem meu comentário dessa vez.

  91. Nelio Passos Novaes

    -

    16/01/2014 às 12:27

    A sociedade tem regras e como todas as regras devem ser respeitadas. Por que uma minoria pode se sentir no direito de desreipeita-las?

  92. Felipe

    -

    16/01/2014 às 12:13

    “se a maioria de casos envolvendo pivetes nesses estabelecimentos ocorrer pelas mãos de pessoas com determinado estereotipo, então parece natural, apesar da afetação politicamente correta, que os seguranças ficarão mais atentos e preocupados quando alguém com tal tipo adentrar o local.”

    Aparentemente Governo dos EUA discorda do seu “argumento estatístico” Rodrigo. Será portanto apenas seu preconceito disfarçado?

    http://www.nytimes.com/2014/01/16/us/politics/us-to-expand-rules-limiting-use-of-profiling-by-federal-agents.html?hp&_r=0
    R: Os EUA, principalmente sob Obama, estão cada vez mais politicamente corretos. Uma pena. O preço será pago. Já está sendo…

  93. Alan Darko

    -

    16/01/2014 às 10:57

    Contra fluxo, imagem revertida e subvertida das identidades de ostentação e consumo, o Rolezinho surge antes tardio que inusitado numa sociedade estratificada, hierarquizada essencialmente pelo mercado, espetáculo , consumo e capital.

    Para entendermos o fenômeno precisamos nos despir de nossa identidade de mercado, imbricada em modelos de comportamento e sobrevivência , se não dissimulados, sempre isolacionistas. A questão não é abrir mão do que é privado, especial ou belo, mas do fetiche que atribuímos a elementos básicos da sobrevivência humana: Moradia, locomoção e cultura A expressão Rolezinho é originada do ato de rolar, rodar, rodar de carro, passear de carro.A transmigração do termo para um passeio ao Shopping é um reflexo da incapacidade do pedestre ser respeitado em seu direito de ir e vir, de caminhar com qualidade de vida, com higiene e estética pela sua comunidade, cidade. Especialmente em Brasília, apesar de pararmos sempre na faixa de trânsito, o pedestre é visto como o “outro” , diferente e marginalizado, o incapaz de ter seu carro ( elemento no qual toda a cidade foi construída ). O carro é o fetiche de ser civilizado. O Rolezinho é consequência da falta de mobilidade urbana. O shopping, em contraste à rua e calçada, quando existem, é o lugar limpo, climatizado, belo e amplo, livre do caus urbano-social. O Rolezinho é a transposição desse caus para dentro do Shopping.

    Na última década os Shopping Centers se expandiram exponencialmente, não apenas em número de pontos geográficos mas em estrutura e formato. Os Shoppings, hoje, recebem os principais pontos de convergência social : Cinemas, teatros, restaurantes, livrarias, casas de espetáculos, até mesmo escolas e faculdades. Esses elementos de interação social que deveriam existir não apenas na cidade, mas nos bairros e comunidades, são agora embutidos nos enclaves sociais.

    A lógica de mercado exige que tudo o que puder ser consumido seja concentrado, o Rolezinho é um movimento que desconstrói essa lógica; O Shopping, antes visto como paisagem espetacular de consumo, agora representa apenas um meio-público,uma Apoteose, praça e rua onde o foco é a expressão humana. Rolezinho é um carnaval, uma representação de nossa identidade de mercado subvertida, transgredida.

    http://alandarko.blogspot.com.br/

  94. Jean Coppi

    -

    16/01/2014 às 9:59

    Ao assistir o vídeo acima,eu me questionei: Será o Apocalipse?será a visâo do inferno? É o Brasil,sil,sil!Fazer o que,este é o país da libertinagem!

  95. Bernardo

    -

    16/01/2014 às 9:09

    Esse é pra guardar pra mostrar pros netos.

  96. Alfonso

    -

    16/01/2014 às 8:23

    Gosto de shopping centers pelo que ele é mesmo: um lugar isolado da fumaça, do barulho da cidade e até dos problemas. São lugares artificiais, e daí? Gosto por isso mesmo.
    Estes espaços de respiração precisam ser defendidos daqueles que supõem
    que é lugar de bagunça. Fora os rolezinhos.

  97. marcos dos santos

    -

    16/01/2014 às 7:40

    Se um princípio de arrastão ocorreu, como dizem algumas testemunhas, por que o shopping soltou uma nota afirmando que nada foi roubado?

  98. Andief

    -

    16/01/2014 às 4:08

    Chega de papo-furado! A coisa é bem simples: um monte de fudidos( pobres, fedorentos, feiosos) descarregando a inveja que têm dos seus opostos. E, como todo mundo sabe, 99,99% desta ralé é fudida por incompetência e vagabundagem, não por falta de oportunidades. A inveja é uma merda, invejoso tem que sofrer mesmo. Invejosos sofredores, vão fazer macaquices na puta que os pariu!

  99. Diane

    -

    16/01/2014 às 3:30

    Rodrigo Constantino!!! Quando os de Baixo se movem os de cima caem!!
    Vá estudar História ou ler Walter Benjamin, Aviso de Incêndio!!
    Por acaso me enviaram a tua página, mas só para comentarmos o absurdo que é esse tipo de publicação..
    Comento: e vc me indica um socialista?

  100. Camila

    -

    16/01/2014 às 3:24

    Gostaria de ver metade das pessoas que estão fazendo comentários de apoio ao tal “rolezinho” sentados em uma mesa na praça de alimentação de um shopping qualquer, jantando com a família, enquanto 6.000 jovens (sejam eles brancos ou negros) entram correndo, cantando, dançando… Gostaria de ver se iriam continuar no mesmo lugar adorando a situação, ou sairiam do shopping com suas famílias! Hipocrisia, a gente ve por aqui.

    Muito bom o texto.

  101. joao antonio

    -

    16/01/2014 às 1:08

    “está MESMO comparando algumas crianças correndo com 900 pessoas fazendo baderna?”
    900 pessoas fazendo baderna ou 10?
    creio que o problema não seja quantas pessoas, mas sim o comportamento que vc abomina. ou então vc está falando algo do tipo: “façam baderna, mas um de cada vez(rs)”.

    até pq se temos 10 crianças fazendo baderna, o que impediria que outras 880 fizessem?

    só vejo que temos crianças DESACOMPANHADAS DE ADULTOS correndo pelo shopping, muitas vezes brincando nas escadas rolantes(já houve MORTE numa dessas, coisa que “ainda” não aconteceu no rolezinho), mas não vejo a mesma reação em vc. fato é que vc peca pela incoerência, pq as crianças podem e essa galera do rolezinho não.
    R: Se 10 pessoas, crianças ou adultos, estiverem fazendo baderna e prejudicando o ambiente, poderão ser convidados a se retirar sim, eufemismo para EXPULSOS. E já houve casos.

  102. Bourdieu Durkheim Marx Weber da Silva

    -

    15/01/2014 às 22:28

    Problema metodológico:
    Perguntas simples apenas para entender melhor o seu ponto de vista:
    De que civilização está falando?
    O que é ser civilizado?

  103. joao antonio

    -

    15/01/2014 às 21:29

    por favor, escreva um texto sobre as crianças que já corriam sozinhas em frente ao outback do shopping leblon muito antes do rolezinho. me explique tb pq os seguranças não chamam atenção delas e a partir dai vc terá coerência.
    Comento: está MESMO comparando algumas crianças correndo com 900 pessoas fazendo baderna?

  104. ramiro

    -

    15/01/2014 às 20:51

    me desculpe, mas você está generalizando todo um fenomeno social com base em uma ÚNICA pessoa q claramente estava fora de si. e todos os outros q foram o segurar? e as meninas que estavam filmando? estavam fazendo baderna? dançar é baderna?
    o que o sr. acha desse video: http://www.youtube.com/watch?v=nGHvq_pCMGU ? como justifica a diferença de tratamento desse fenomeno pro do rolezinho?

  105. Andre Alcantara

    -

    15/01/2014 às 20:37

    Não sou fã do Constantino devido uma questão emocional: A entonação que ele dá, quando fala, soa bem agressiva e isso me incomoda. Antipatia sem justificativa racional. Isso faz eu odiar concordar com ele! Não gosto quando ele tem razão! Odeio admitir, mas ele tem razão! Vira e mexe e ele escreve coisas com que eu concordo. Não gosto, mas aprendi a respeitá-lo e admirá-lo. Bom o texto!
    Comento: às vezes até eu sinto que exagerei no tom do desabafo, mas pessoalmente sou bem tranqüilo e bem-humorado.

  106. Gerson Medeiros

    -

    15/01/2014 às 20:19

    O Estado brasileiro já é paternalista demais para continuar a levar o ônus da culpa (favor não confundir com os políticos). O meio produtivo arca com regras trabalhistas das mais absurdas do mundo, o que onera toda a cadeia. O clima, solo e extensão territorial é propício para que todos adquiram uma posição privilegiada.
    Então, vamos lá: está na hora de parar com essa história batida de falta de oportunidades e de segregação por cor e classe social. Óbvio que os participantes deste tipo de manifestação são um bando de malucos, recalcados, imbecis, sem o que fazer, despreparados para sobreviver sem a ajuda dos pais ou da sociedade. Deveriam estar se aperfeiçoando para vencer na vida. Existe formas melhores de se ´divertirem´.

  107. Magno

    -

    15/01/2014 às 18:52

    ADEMAR, nosso jeito errado de viver? DBens que deveriam ser ofertados a todos de graça? Vc está sóbrio?

    Uma marca de sapato, faz um bem e deve os dar de graça é isso que está dizendo? Na certa deve ser daqueles que pregam “um mundo sem diferenças e melhor”. Lembre-se do que Pondé sempre diz, tenha medo dos que querem salvar o mundo…

  108. Leandro Dubost

    -

    15/01/2014 às 18:44

    Compreendo que não deve ter sido a sua intenção, mas o uso de argumentos como “inferioridade” ou “bárbaros” são sim tratamentos utilizados por pessoas que na história cometeram barbáries MUITO maiores do que rolezinho em shopping. Infelizmente eram exatamente esses termos que eles utilizavam como argumentos para qualificar outros grupos e exigir sua exclusão da “civilização”… Se não foi o que o senhor quis dizer, deveria ter usado palavras que dissessem diferente.

  109. verusca oliveira

    -

    15/01/2014 às 18:41

    e cadê meu outro comentário??

  110. Karl Pinheyro

    -

    15/01/2014 às 18:21

    Texto pobre, como é pobre a sua definição para civilização, se fomos civilizados não teríamos os baderneiros da Vila Madalena fazendo arruaça e usando drogas como fazem a tal classe média.

  111. Leandro Dubost

    -

    15/01/2014 às 17:57

    Me desculpa, mas quando você diz “são bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade” você sua exatamente como os senhores escravistas ou generais nazistas de antigamente. É exatamente o mesmo argumento!
    R: interpretação completamente equivocada e absurda!

  112. Trompson

    -

    15/01/2014 às 17:54

    Não concordo em nada com esse tipo de “rolezinho”. Isso é pura baderna, vandalismo e desrespeito para com o direito alheio de ir e vir.

  113. verusca oliveira

    -

    15/01/2014 às 17:20

    mas se são os “do rolezinho” que não suportam conviver com as diferenças porque foram os “civilizados” chamaram a polícia para os “do rolezinho”?? Ou será que os civilizados temem que as diferenças entre civlizados e “do rolezinho” sejam apenas no bolso?? e por isso chamaram a policia pois tem medo de acordar pra essa terrível realidade?? A de serem iguais. E olha senhor “temido pela esquerda” acho bom publicar meu comentário, pois tiro print e jogo na rede, pra provar o quanto liberal vc é
    Comento: chamam a polícia não porque temem a diferença, e sim porque não querem a BADERNA, a falta de respeito, de educação, o clima de arrastão, e os roubos que foram denunciados. Sobre o liberal aqui, o blog é meu, pode dar print do que quiser e postar no seu canal, mas o filtro aqui é meu. Aprenda sobre propriedade. E pense mais no que fala…

  114. Mariana

    -

    15/01/2014 às 16:51

    Isso é fruto da diferença social, isso é fruto de péssimo investimento em educação…Ele diz no texto: “Não toleram as “patricinhas” e os “mauricinhos”, a riqueza alheia, a civilização mais educada. Não aceitam conviver com as diferenças”, e por acaso deveriam? Sendo que eles nunca vão ter as mesmas condições de moradia e estudo que os outros?

  115. helena saraiva

    -

    15/01/2014 às 15:29

    Rodrigo, parabéns!
    A Inveja é filha da preguiça, irmã da incomPTência e prima de 1o. grau da bárbarie. Civilização só combina arrastão em música de Chico Buarque, que terá como nome “rolezinho”.

  116. Mauricio

    -

    15/01/2014 às 15:10

    O articulista escreve como se não houvesse preconceito contra pessoas humildades que saem da periferia pra passear em shopping elitizados. Tem preconceito sim, — e muito. O articulista mal consegue disfarçar a ojeriza que tem de gente humilde e barulhenta.
    Comento: não sabia que toda gente humilde tinha que ser barulhenta. Ah, e tem muita gente rica sem modos…

  117. Marcelo Danton

    -

    15/01/2014 às 15:09

    Bom eu sou preconceituoso SIM! Sou “gato escaldado” SIM! QUEM NÃO É??!! Se “toma na cabeça”… 1, 2 ,3 vezes e continua acreditando é débio mental. #SIMPLEASSIM
    Toda vez que chego em casa tem gente esparramada na rampa da garagem, que foi construida para meu carro não atrapalhar o trânsito na rua até a abertura do portão. Agora pergunto qual os tipinhos que insitem em ficar ali? é negrão? é chines/coreano? é boliviano/peruano? é branquelo? são adolescentes??
    NÃO!!
    NENHUMA DAS ATERIORES!
    São sempre os mesmos tipinhos (de 25 a 30anos) que ainda empinam pipas, soltam balões e adoram empregos sem compromissos firmes de horários e responsábilidades (só gostam de bicos).
    PRECONCEITO surge quando determinadas atitudes e compostura social NÃO ACEITAS são sistematicamente IMPOSTOS ao espaço particular privado. Um tal de música horrivel e alta, sujeiras, sair pelas portas erradas dos trens e metros, falar alto demais, andar teclando celular, ler jornal em pé no metro, etc, etc….Você observa e sempre são os memos tipinhos 90% dos casos. PRECONCEITO SURGE em razão disso. RACISMO SURGE EM RAZÃO dessas pessoas não se educarem e perpetuam suas atitudes chamando vocês de conservadores do valores sociais (sua libertade de escolha, o silêncio e paz). Direitos inalienáveis que estão sendo violentados pelos tais extremista progressistas. esquerdas/socialistas

  118. Ademar

    -

    15/01/2014 às 14:37

    Os rolezinhos são uma manifestação legítima daqueles que consideram um absurdo terem que estudar e trabalhar para ter as coisas. Os culpados somos nós que nos atrevemos a estudar e trabalhar para adquirirmos bens que deveriam ser ofertados gratuitamente a todos! Eles ainda se esforçam para nos transmitir seus valores estéticos e culturais! Eles são vítimas do nosso jeito errado de viver!

  119. Alan

    -

    15/01/2014 às 13:54

    Essas pessoas só sabem falar que sofrem preconceito, mas o que vemos aqui.? Desordem, afrontamento contra a policia, as pessoas confundem lugar publico com lugares para fazer bagunça….e guando você pede para que pare logo fala ” o lugar é publico ” ou seja ser publico você pode fazer o que quiser sem importar se o outro esta incomodado ou não….esse povo não tem respeito…a posto que muitas mães desse “adolescentes” esta trabalhando para sustenta-lo…e eles na rua dondo esse ” rolezinho ” sabe quando o preconceito vai acabar? Nunca enquanto esse tipo de comportamento existir.

  120. Vitor

    -

    15/01/2014 às 13:39

    Quem passeia em shopping é a população da classe menos abastada que não tem grana para bons restaurante, viagens etc.
    Esses rolezinhos só estão f….. com um dos poucos meios de lazer que a galera sem grana tem, que é dar uma volta no shopping e comer alguma coisa na praça de alimentação.
    É um tiro no pé da própria classe social.

  121. Rafael

    -

    15/01/2014 às 13:02

    “é preconceito sim, mas não contra negros ou pobres, e sim contra falta de educação, barbárie, aglomeração de gente em local inadequado, baderna, multidões barulhentas e indecentes ”
    É… é preconceito mesmo! Ainda bem que você admitiu, pois à exceção de uma pessoa do vídeo que encara os seguranças, não há nada além de jovens dançando num canto externo do shopping. Pode não ser o seu ideal de “civilização”, mas não há nada ilegal ou indecente… enfim, tem gente que tenta justificar a seus preconceitos com os argumentos mais estapafúrdios… aqui temos um caso claro. Só integrantes da classe média mais ignorante e insegura vão concordar com o ponto de vista desse texto…
    Comento: só elite culpada ou gente sem noção vai aplaudir baderna deliberada prejudicando os demais que querem tranquilidade nesses espaços privados.

  122. Antônio Vergueiro

    -

    15/01/2014 às 13:02

    Entendo que os shoppings deveriam criar manobras saudáveis para aproveitar o movimento, criando promoções nas lojas (Faturar com o problema) e e atividades culturais. Deveria ser criado através dos donos de shoppings um sistema de infraestrutura de shows e atividades nos estacionamentos dos shoppings escolhidos. Seria uma ótima forma de captar lucro e agregar a simpatia de quem adere ao movimento.

  123. Josué Tomaz

    -

    15/01/2014 às 12:57

    Vamos admitir que o problema é a aglomeração de pessoas vindas da periferia em espaços destinados ao consumo branco. Após se admitir isso, voltamos a conversar.
    Comento: vamos admitir que qualquer tipo de baderna está sendo condenada, e que brancos e negros são prejudicados. Depois disso, voltamos a conversar.

  124. Bruno

    -

    15/01/2014 às 12:53

    Agora um fato. Quem criou essas pessoas sem educação e violentas foi as políticas elitistas que não as educam para assim ter a doméstica ou o “pião” da fábrica do empresário rico…. então “Se você (aristocratas) planta capim, não queira colher rosas”.

  125. Silas

    -

    15/01/2014 às 12:26

    Aos 62 anos tenho a oportunidade de ver o que o pensamento de esquerda está fazendo ao Brasil. A falência é total, da economia à moral.
    Onde estão os pais destes jovens?
    Vi na TV um antropólogo ou sociólogo (sei lá o quê diabo o infeliz é – o que é certo é da área de “humanas”) justificando os tais rolezinhos! É o fim da picada!
    Lamento que meus netos tenham de viver num país como o Brasil de hoje e cujo futuro certamente será de densas trevas se a esquerda continuar pautando a vida dos brasileiros.

  126. Jackson

    -

    15/01/2014 às 12:14

    Ta faltando pulso nas autoridades públicas, um bando de bandidos que não tem mais moral pra por ordem em porra nenhuma… agora é isso, o feio é bonito, o mal agora é bom e falta de educação e respeito agora é moda.
    Vergonha de ser brasileiro!!!!!!!!!

  127. Paulo Girão

    -

    15/01/2014 às 11:19

    O nome da coisa, “rolezinho”, é cínico. já começa por aí. Outra coisa: Roseana sarney também se diz vítima do preconceito contra as mulheres, assim como Lula se diz vítima do preconceito contra os nordestinos. Avacalharam até o preconceito!!!

  128. Tatiana

    -

    15/01/2014 às 11:04

    Não vi nada demais no vídeo. Tem um idiota que briga com o segurança, mas é segurado pelos amigos. As meninas gritam, como quase todas as adolescentes fazem quando em grupo. De resto, estão fora do shopping, dançando e ouvindo música. Nunca li em lugar nenhum que se trate de protesto, eles estão lá pra se divertir. Que moralismo cansativo!
    Pra finalizar, deixo um vídeo de um rolezinho que acontece há anos e nunca foi reprimido, pra vocês pensarem se a reação contra esses últimos tem ou não a ver com a cor da pele dos participantes
    https://www.youtube.com/watch?v=nGHvq_pCMGU

  129. Eduardo

    -

    15/01/2014 às 10:58

    Lendo alguns comentários anteriores, fico impressionado como ainda existem pessoas que conseguem defender esses adolescentes… O que eles estão fazendo é crime! Ameaçam bater várias vezes no segurança e isso é manifestação legítima? Sinceramente, fico cada vez mais desanimado com esse país… Só não saio daqui porque minha esposa não quer… Ficaremos pior do que a Venezuela!

  130. Kim da Silva

    -

    15/01/2014 às 10:41

    Concordo integralmente com o Rodrigo, este pessoal apenas quer fazer ostentação para as meninas, nada alem disto!

    Deixo aqui uma sugestão de rolezinho para eles: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1402678129980575&set=gm.1407375249509583&type=1&theater

  131. VDC

    -

    15/01/2014 às 10:36

    Constatino, acompanho muito seus textos e compartilho a forma de pensar. O negócio vem degringolando numa velocidade exponencial. A minha dúvida é – isso vai ter solução um dia, ou vamos ter q mudar de país? Não me conformo com os desmandos, falta de políticas públicas coerentes, impostos altíssimos, custo de vida estratosférico, falta de segurança, corrupção e a ineptocracia instalada. O jeito será virarmos exilados?

  132. anna

    -

    15/01/2014 às 10:22

    neste video eu não vejo arrastão algum. vejo jovens obviamente abandonados pelo estado criando algum forma de comunicar o desespero perante a ineficácia da rede publica.
    Comento: vixe!

  133. Francisco Roberto

    -

    15/01/2014 às 8:58

    “Vocês não ajudam em nada o mundo a evoluir, NÃO POSSUEM UMA COMPREENSÃO MAIOR DO PROCESSO como um todo e são incapazes de absorver as mais variadas razões desses acontecimentos ao invés de rapidamente taxá-los como uma agressão ao bem estar da nossa sociedade (minha e sua, afinal pessoas sem educação não entram), uma pena.”

    Deixa eu ver se eu entendi: a Babi acha que o Rodrigo é apenas um alienado reacionário que não possui uma compreensão maior do processo? QUAL PROCESSO? Será que na sua cabecinha de pequena-burguesa só cabe o sentimento de culpa e não há espaço para o desejo de estudar história, filosofia e literatura? Não é uma questão de luta de classes, minha filha! É uma questão de preservar a ordem legal e ética, que permitem algum tipo de justiça e progresso humano, ou então mergulharemos na barbárie anárquica que desperta o pior de todos nós, o que seria o inferno PARA TODOS OS BRASILEIROS!

  134. Flavio Policia Civil

    -

    15/01/2014 às 8:46

  135. Francisco Roberto

    -

    15/01/2014 às 8:45

    Vocês não ajudam em nada o mundo a evoluir, NÃO POSSUEM UMA COMPREENSÃO MAIOR DO PROCESSO como um todo e são incapazes de absorver as mais variadas razões desses acontecimentos ao invés de rapidamente taxá-los como uma agressão ao bem estar da nossa sociedade (minha e sua, afinal pessoas sem educação não entram), uma pena.

    Deixa eu ver se eu entendi: a Babi acha que o Rodrigo é apenas um alienado reacionário que não possui uma compreensão maior do processo? QUAL PROCESSO? Será que na sua cabecinha de pequena-burguesa só cabe o sentimento de culpa e desejo de estudar história, filosofia e literatura? Não é uma questão de luta de classes, minha filha! É uma questão de preservar a ordem legal e ética, que permitem algum tipo de justiça e progresso humano, ou mergulharmos na barbárie anarquica do pior de todos nós, o que seria o inferno PARA TODOS OS BRASILEIROS!

  136. Flavio Policia Civil

    -

    15/01/2014 às 8:43

    Guarujá e demais praias são tomadas por rolezinhos da “playboyzada”, incomodam os moradores locais. Isso você não fala?

  137. Dorival Moreira da Cruz

    -

    15/01/2014 às 8:41

    Muito dos comentários aqui justificam a posição da “esquerda caviar”. Para reduzir a quantidade desses “marginais” temos o dever de reduzir a desigualdade social.
    Comento: mais um esquerdista que justifica o crime com base na desigualdade. Lamentável…

  138. Lucia Arruda

    -

    15/01/2014 às 7:09

    Concordo, mas desconfio que essas novas ondas, assim como os black blocs “serviram” para esvaziar as passeatas. Cada nova investida tem o objetivo político de desviar a atenção para o que está acontecendo e que não interessa ao governo que esteja na mídia (no caso, o mensalão, etc). O evento no Maranhão foi a mesma coisa!
    Bjs!

  139. Lidia

    -

    15/01/2014 às 3:56

    Rodrigo, e o que você tem a dizer sobre a aglomeração de estudantes da USP (que é liberada) em um outro shopping (administrado pela mesma empresa)? Por que esses jovens de classe média, estudantes, (a maioria brancos como se vê no vídeo)não sofrem represália pela ‘barbárie’?
    Segue o link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=9K11V6xJmls
    R: que um erro não justifica outro.

  140. Obervador

    -

    15/01/2014 às 2:04

    Finalmente alguém na imprensa chama as coisas pelo nome. Índios são índios e animais são animais e devem ser tratados como animais. Inveja é inveja e é isso que esses favelados têm contra a sociedade

  141. B. Falcão

    -

    15/01/2014 às 2:03

    Eu não sei, eu não sou hipocondriaco, não sou! Mas hoje em dia eu fico temeroso, eu fico nervoso quando tenho que ir num shopping mall no brasil! Eu ternho a sensação de que estou entrando numa zona endêmica. Como essa coisa de bolsa esmola, tah terrível. Temso que tomar cuidado pq pobreza pega! Pega! Pega como sarna! Pega como um vírus, entra pela pele, pela respiração, eu prendo a minha respiração, eu controlo meu ar sem querer, sem querer! Não toco em nada! NADA! Pra não me contaminar! E ainda tem aquelas comidas de praça de alimentação que aqueles pobres diabos daqueles empregados vem nos oferecer, aquilo é letal, resistente a qualquer antídoto, não sei como até hoje não morri! E ainda tem gente que come aquilo.

  142. Erly

    -

    15/01/2014 às 0:26

    Eu poderia concordar – visto que sou adeso às críticas do politicamente correto – caso, de fato, o vídeo mostrasse “invasão, arrastão, delinquência” ou barbárie. O que eu vi foram jovens em euforia por se verem donos de um espaço.

    Extrair disso uma afronta à civilização, isso sim é uma distorção do conceito de civilização até que nada mais reste dele a não ser gel no cabelo, terno e alguma colonização enófila da subjetividade.

    Texto boçal.
    R: Boçal é não ter compreendido que civilidade é saber como se comportar adequadamente em um espaço público, respeitar os demais ali presentes com outros propósitos, enfim, ter EDUCAÇÃO.

  143. Leonardo

    -

    14/01/2014 às 23:57

    Esse é aquele shopping que construiram no lugar de uma favela incendiada?

  144. Paulo

    -

    14/01/2014 às 23:55

    Não sou a favor dos rolezinhos. Não sou petista nem extremista de esquerda. Mas entendo ser profundamente lamentável ler isto: “São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade, e morrem de inveja da civilização” numa revista que ainda, infelizmente, é levada a sério por parte (cada dia menor) de nossa população. Até concordaria com os termos invejosos e inferiores, desde que nosso país oferecesse serviços públicos de qualidade, carga tributária bem menos regressiva, justiça imparcial e sem impunidade, sistema penitenciário ao estilo sueco, polícia eficiente, opções de lazer e cultura para todas as classes, imprensa que estimulasse o raciocínio crítico ao invés do ódio e da alienação, etc. Num cenário ideal, os fracassados seriam sim inferiores, mas não é o caso do Brasil. Sou contra os rolezinhos, mas nem por isso por concordar com colocações tão infelizes.

  145. Marcelo

    -

    14/01/2014 às 23:52

    Perfeito, lúcido e com boa dose de coragem…

  146. M

    -

    14/01/2014 às 23:42

    Gente querendo desorganizar o pouco que esta organizado e funcionando. Normal no Brasil e com os apoiadores de sempre.
    O que me acalma vendo o vídeo, é que parece que muitos estão ali por curiosidade, por pura farra. Senão aquele segurança teria sido linchado.

  147. Jorge Aloice

    -

    14/01/2014 às 23:40

    Acertado. Temos que chamar pelo nome. Rolezinho é vandalismo, falta de respeito para com o próximo.
    Os jornalistas estão usando o termo “encontros”! Parece algo romântico como um piquenique em uma frente de batalha!
    O Brasil do inho: Pedrinhas, rolezinho…É o Brasil da mediocridade.

  148. Marcelo

    -

    14/01/2014 às 23:34

    Tem uma passagem bíblica que diz?

    De tento se multiplicar a iniquidade o amor de muitos esfriara . Eu vejo um futuro de jovens zumbis, cheirando cocaina, fumnando maconha comendo cerebro humano, totalmente desequilibrados,
    Tudo na vida tende a corroer , Isso é só o comço da Barbario. vem cois apior pela frente

  149. José

    -

    14/01/2014 às 23:17

    POR NÃO TER SIDO BARRADO EM SEU ROLEZINHO É QUE LULA CONSEGUIU SE ABOLETAR NA PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA. CADA COISA EM SEU LUGAR. PERCEBER AS INTENÇÕES ANTES É PARA OS MAIS AGUÇADOS QUANDO TODOS SÓ PERCEBERÃO MUITO TEMPO DEPOIS. AÍ JÁ SERÁ TARDE COM A CASA ARROMBADA.

  150. teh pwnzord

    -

    14/01/2014 às 23:00

    Puxa vida Rodrigo, você precisa explicar três vezes que não se trata de preconceito com a cor da pele? Pra quê isso? Será que precisamos dar alguma explicação pros esquerdalhos? Penso que não. Isto aí no vídeo é vandalismo e bandidagem de selvagens que odeiam a civilização, e tem que ser reprimido com prisões, gás lacrimogeneo e muita, mas muita pancadaria policial. Tem que bater pra mandar pro hospital. Simples assim. Caveirão nos shopping center já.

  151. anon

    -

    14/01/2014 às 22:41

    2014 tem tudo para ser um ano memorável.
    Dúvida: bárbaros, barbárie e barba estão próximos no dicionários. Comunistas deveria estar na sequência

  152. 'Bob

    -

    14/01/2014 às 22:32

    Rodrigo, nota 10. Parabéns por essas postagens. Tem muita gente por ai que está ralando de inveja.

  153. Bruno Souza

    -

    14/01/2014 às 22:22

    Acho complicado comparar os shoppings do Rio com os de São Paulo. No Rio o convívio entre ricos e pobres é muito mais homogêneo do que em São Paulo; há outros locais de convivência comum além dos shoppings, como por exemplo a praia. “Rolezinhos” já acontecem nos shoppings do Rio, sempre aconteceram, sempre foram coisas normais, ordeiras. O que está ocorrendo em São Paulo é diferente, nasce da falta de convívio entre a classe média adulta e os jovens – não necessariamente pobres, pois boa parte deles tem roupas de grife e tênis da moda.

  154. silas

    -

    14/01/2014 às 22:11

    E entristecedor ver essa verdadeira inversão de valores… não e ser preconceituoso e sim conceitual… procurem alguém ali preocupado com valores e virtudes… são animais… Está insatisfeito com sua condição vá estudar, trabalhar e assim mudar de situação…

  155. Daniel Neves

    -

    14/01/2014 às 21:40

    Barrashopping é o “maior da América Latina”? De onde você tirou esse dado?

    Não está nem entre os dez maiores do Brasil! Nem por área total, nem por área locável!

    O maior shopping do Brasil e da América Latina é o Centro Comercial Leste Aricanduva (líder em todos os parâmetros).

  156. Daniel lopes

    -

    14/01/2014 às 21:35

    O bacana de todos esses fatos é mostra que os vermelhinhos não conseguem colar suas causas com seus malabarismo intelectuais. Vejo nos seus blogs, que os seus próprios leitores rechaçam todo esse clichê de racismo, luta de classes , mostrando a verdadeira diferença entre pobre e preto de vagabundo e marginal.

  157. SATURNO

    -

    14/01/2014 às 21:32

    Parabens ao jornalista e a veja pelo excelente ponto de vista.
    Estamos, aos poucos, nos dando conta que muito pouco fizemos nos ultimos anos, para o progresso social deste pais.
    Somos uma sociedade com baixa educacao, formal e informal, muitos analfabetos funcionais, isto ja comprovado em varios testes nacionais e internacionais.
    Criamos um monstro social e agora quem podera dete-lo?
    Temos crimes de toda especie por aqui.
    O aparato estatal e travado e incapaz de lidar com esta sociedade, e foi ele um dos responsaveis em cria-la.
    Constrimos os shopping centeres para ter um minimo de civilidade em nossas cidades sujas e repletas de ladroes e vândalos. Este, que era um dos ultimos redutos para um passeio legal com a familia nos fins de semana esta sendo finalmente atacado.
    Politicos – nao brinquem com a situacao em que estamos vivendo. O pais esta doente.

  158. MIGUEL PENNA SATTAMINI DE ARRUDA

    -

    14/01/2014 às 21:32

    Há muito tempo, desde que os PETRALHAS assumiram o poder pela primeira vez, que o Brasil vem sofrendo uma inversão de valores escandalosa. A cultura, a educação, a beleza, a poesia, a música, a dança e tudo mais que representa cultura e civilidade, estão sendo assassinadas pelos invejosos mal educados, sem cultura, analfabetos, funkeiros, traficantes, assaltantes, baderneiros e assassinos tanto do ser humano, quanto dos legítimos valores da sociedade. Isto é o que os governos do PT estão querendo para o país. Que suba a barbárie e morram os civilizados. O povo ignorante vai continuar votando em urnas eletrônicas manipuláveis, e essa máfia jamais vai deixar o poder. Vão acabar com o Brasil.

  159. HDG

    -

    14/01/2014 às 21:11

    Olha, vendo por outro ângulo, será que o tiro saiu pela culatra? Será que a esquerda caviar que vive de fashion está colhendo o que plantou nas suas lojas de shopping? Não é a mesma esquerda caviar que adora agenda gay, desfiles com mensagem socialista, chupa-chupa de qualquer coisa da Hollywood esquerdopata? Cuidado ein, fashionistas da esquerda caviar, porque suas lojas nos shoppings (e seus empreguinhos de “designer” socialista) estão a perigo. Enjoy!

  160. val

    -

    14/01/2014 às 21:09

    Ninguem deve ser inferiorizado , eu não gosto de funk odeio funk e similares mas jamais alguem deve inferiorizar outra pessoa por motivo algum ,exitem regras exitem abusos mas estamos aqui todos lutando de alguma forma por seu direito, não se sinta superior pode ter certeza que isso voce não é.

  161. Augusto Luz

    -

    14/01/2014 às 21:07

    Que rolezinho que nada ! o nome disso é baderna, que tem na grande maioria marginais que não estão nem ai com o bem estar do proximo, que não tem respeito por ninguém, imaginem um bandido desse o que deve fazer em casa, imaginem o que as mães desses merdas devem passar, talvez isso seja reflexo das atitudes e escandalos recorrentes parte do governo, ou seja (eles que são pra dar o bom exemplo, são os primeiros a não dar o bom exemplo, então vamos botar pra quebrar!) também por reflexo do que acontece hoje com o ensino principalmente nas escolas municipais, estaduais, onde hoje não se aprende nada alem do que não presta.

  162. Sonia

    -

    14/01/2014 às 21:03

    - O cidadão que concorda e/ou participa da violência, da barbárie para, supostamente, reivindicar “direitos” (que eles nem mesmo sabem quais seriam), sob o manto da proteção dos defensores do social, das minorias,dos excluídos, dos sei lá mais o quê, esses cidadãos não percebem que são massa de manobra do próprio governo, que se diz defensor desses grupos, que servem apenas para se manter no poder.
    - O PT usa esses idiotas úteis para fazer confusão, aterrorizar a sociedade, encurralar a parte da sociedade que trabalha, paga impostos e sustenta esse bando de desocupados que se dizem coitadinhos, mas que não fazem nada para melhorar.
    - Estudo e trabalho, muito trabalho, proporcionam que todos frequentem os “suntuosos templos de consumo”, civilizadamente.
    Mas enquanto o pessoal da periferia preferir viver de bolsas, cotas, esmolas governamentais, essas diferenças só crescerão.
    Que reivindiquem escolas, faculdades, empregos, saúde, segurança. Mas de forma organizada e aos donos do poder, aos seus prefeitos, governadores, presidente.
    Infelizmente a maioria quer é bagunça e nem se dá conta de que são usados, assim como a parcela dos revoltados que nada enxergam e se deixam levar pelos discursos “politicamente corretos”.

  163. Luis Filipe

    -

    14/01/2014 às 21:02

    Só a porrada nestes moleques e que irá fazer estes FDP pararem com isto. Não são garotos e nem garotas, são moleques, que só merecem uma coisa, porrada, muita……porrada…

  164. Claudio

    -

    14/01/2014 às 20:53

    Consequência dos “rolezinhos”:
    1) Shoppings contratam mais seguranças;
    2) Shoppings aumentam valor do condomínio cobrado dos lojistas;
    3) Lojistas repassam o aumento dos custos ao consumidor aumentando o preço das mercadorias;
    4) Classe média-baixa deixa de frequentar os shoppings devido ao aumento de preços.

  165. Diogo R Santos

    -

    14/01/2014 às 20:50

    Há diversas críticas que eu vejo muito boas a estes “rolezinhos” e o texto do Rodrigo endossa elas muito bem

    O “rolezinho’ é feito antes de mais nada por uma pivetada que não respeita ninguém (uma boa parte sequer os próprios pais). Com o “afago” dos Sakamotos e Elianes Brums da vida temos não “jovens carentes” e sim um “bando de jovens mimados”, que fica esperneando querendo respeito não respeitando ninguém. Além de delinqüentes, são hipócritas ao extremo….

  166. Sidney

    -

    14/01/2014 às 20:43

    Rodrigo
    Nota mil pelo – POST – e quer saber : TARGET !!! para o seu encerramento simmm >> O propósito do shopping é oferecer um local agradável para o consumo e o lazer das famílias e indivíduos. Quem está atrapalhando os demais na busca desses fins pode e deve ser impedido de permanecer no local. Os “rolezinhos” da inveja precisam ser duramente repreendidos e punidos. Caso contrário, será a vitória da barbárie sobre a civilização.<<
    Repassando para muitos taaa !!!
    Baita abraco

  167. Bruno Sampaio

    -

    14/01/2014 às 20:38

    Qualquer um que venha com o argumento de “preconceito das elites” é um completo imbecil. Isso aí é pura e simplesmente algazarra, baderna, não há sequer uma pauta de reivindicações, é zoar por zoar e, claro, se aparecer uma chance de fazer um “ganho” sem maiores consequências, já é, tá ligado? Repare nas menininhas, todas com shortinho da moda, cabelo com escova permanente, ninguém ali está passando fome ou algo assim. São jovens que ouviram muito poucos “nãos” em suas curtas vidas. Um bando de abusados sem noção do direito do próximo que tem mais é que levar um belo tapa na cara, de mão aberta, que é pra aprender a respeitar os outros.
    Parabéns pela linguagem direta, sem truques ideológicos e chamando as coisas pelo nome. Tá faltando isso, e muito no Brasil!

  168. Luiz

    -

    14/01/2014 às 20:35

    Não importa se o cara é preto, branco, pobre, rico ou classe média, o que vemos na cena lastimável é que não há educação, nem respeito.
    Tenho minhas dúvidas de que todos que estão ali são pobres de verdade. E mesmo porque, onde está escrito que pobre não pode frequentar Shopping?
    Que falta que faz uma boa educação num país!!!

  169. CARIOCA DE OPOSIÇÃO

    -

    14/01/2014 às 20:28

    O mais engraçado é o seguinte: cada dia mais empresários levam suas filiais para as periferias. Segundo discurso de muito é que lá está o dinheiro. E o melhor é que lá também oferecem trabalho, emprego, melhoria do padrão de vida. Pois quando empresários montam shoppings na periferia, e existem muitos por aí, as condições de infraestrutura melhoram nessas regiões. Mas como bem disse o Rodrigo na resposta ao ‘engajado’ das 16:59, eles querem é quebradeira…

  170. José

    -

    14/01/2014 às 20:22

    esse luciano soares é o protótipo do idiota útil à esquerda. barba e quadrilha agradecem.

  171. CARIOCA DE OPOSIÇÃO

    -

    14/01/2014 às 20:21

    Antigamente, o pobre lutava através de trabalho e estudo para melhorar de vida. Mesmo com dificuldades, muitas famílias além de exemplo, davam também educação formal, familiar, religiosa. Hoje vi postarem no FB uma foto de evangélicos que estavam no shopping e sentados em mesas e com bíblias, estudavam o livro. Mas todos os comentários foram pejorativos, dizendo que aquele rolezinho evangélico também devia ser proibido. Esquerdinhas brincando de engraçadinhos na rede social. Aposto que nenhum deles abre mão do conforto que tem. Eu não aguento mais esse comportamento, assim como não aguento mais essa falta de educação moral que toma conta desse país. Estamos cada dia mais seguindo pra um precipício sem volta, sem volta.

  172. Ricardo

    -

    14/01/2014 às 20:18

    Quem semeia vento, colhe tempestade: a inabilidade política dos shoppings fez com que se tornassem alvos.

  173. Jardel Jaime Jesimel

    -

    14/01/2014 às 20:17

    Muitos estão tentando jogar tudo no lombo dos pobres,isso aí não é porque são pobres,até porque a maioria estão muito bem vestidos e com tênis,Raybans de marcass e muito bem nutridos.Isso que está acontecendo é pura falta de educação no lar ou massa de manobra. É caso da polícia cientifica investigar se não há armação por trás.

  174. Antimarxista

    -

    14/01/2014 às 20:16

    Como se não bastasse o desserviço que já presta ao país com a Avaaz, olha o que este imbecil escreveu hoje na folha….
    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1397333-opiniao-liminar-que-proibe-rolezinho-assegura-direito-a-segregacao.shtml

  175. Gredson

    -

    14/01/2014 às 20:15

    Não é por ser propriedade privada que o estabelecimento pode barrar, por exemplo, a entrada de alguém só pela cor da pele. Isso seria crime de racismo.
    —————————–
    Recomendo que leia: Pelo direito de discriminar
    http://lucianotakaki.blogspot.com.br/2013/10/pelo-direito-de-discriminar.html

  176. S. Lincoln

    -

    14/01/2014 às 20:13

    Ops! Voltei para ver o vídeo… Não são ‘simples’ vagabundos: tem ‘soldados’ nesse meio…

  177. S. Lincoln

    -

    14/01/2014 às 20:09

    Muitos integrantes da tropinha do ‘rolezinho’ são turistas…

  178. Jessica

    -

    14/01/2014 às 20:09

    Finalmenteeee! Já estava achando que toda a imprensa iria defender o caos e a desordem. Essas pessoas desocupadas nem sabem o que é uma manifestação legítima ou uma reivindicação, só estão lá promovendo a bagunça e facilitando o crime que se infiltra no meio dos pobres coitados. Parabéns Rodrigo Constantino!

  179. HDG

    -

    14/01/2014 às 19:49

    Gentalha brasileira. Tolerância ZERO! Não acreditem em programa de desarmamento porque no futuro, os comunistas de helicóptero Puma pra dar rolêzinho em Trancoso com “modelos” socialistas do chupa-chupa Hollywood, enviarão esses jumentos de baixo QI para invadir suas casas, aí vocês poderão se proteger jogando fotos do George Clooney, do Bill Clinton, da Beyoncé neles. Acordem porque os pilantras da elite global (George Soros, IPCC, ONU, Bill Clinton, Al Gore, União Europeia, etc) estão destruindo suas vidas.

  180. Fernando H

    -

    14/01/2014 às 19:34

    Rodrigo, respeito sua opinião, principalmente quanto ao direito sobre a propriedade privada. Mas acho alguns pontos muito incoerentes:

    - Não existe “preconceito contra falta de educação, barbárie, aglomeração de gente em local inadequado”. O preconceito se aplica a pessoas ou coisas, cujos atributos que não lhe agradam você passa a presumir. Se você presume que a pessoa é mal educada, que comete barbaridades ou que suas presenças são inadequadas em determinados lugares, o preconceito é contra a pessoa.

    - “Não toleram a civilização mais educada. Não aceitam conviver com as diferenças”. Você tolera? Você aceita? Estou perguntando, não acusando. Mas o seu texto deixa evidente que não. As diferenças aqui, Rodrigo, não são de gosto musical ou senso de estética. Por mais que você não viva essa realidade, essas diferenças tem um só nome. Pasme: é a tão famosa DESIGUALDADE SOCIAL. Pessoas como você, que presume inferioridade nos indivíduos, ajudam a manter e aumentar a desigualdade.

    - O propósito do shopping não é lhe proporcionar lazer. Não se gastam milhões para proporcionar lazer às famílias. Investem-se milhões para recuperar os mesmos, multiplicados, num momento futuro. E a estratégia (e não propósito) para tal é isolar as pessoas num ambiente “seguro” e “confortável”, longe das ruas. Quanto menos andarmos nas ruas melhor para os shoppings, melhor para os bandidos, melhor para a violência.

    O grande problema de vocês críticos do rolezinho é que não apresentaram até agora um argumento imparcial e coerente. A vida socialmente imaculada de vocês é sempre a base para discutir. Fica complicado discutir com alguém que usa das suas motivações pessoais pra tratar de um assunto de interesse coletivo.

    “Um liberal sem medo de polêmica”. Interessante, suas idéias não são tão liberais assim. Quanto a polêmica, é claro que você não tem medo. Pelo contrário, parece que você a ama.

  181. L0l3z

    -

    14/01/2014 às 19:33

    O governo criou esses jovens.
    O mais correto é se juntar a eles e afundar esse lixo de brasil. Porque tá ligado que só se reergue o que foi destruido né! Se manter essa bosta de pé, vai ficar sempre igual. Nunca vai mudar.

  182. José Tomás

    -

    14/01/2014 às 19:31

    Concordo com o artigo . civilização significa respeito ao pensamento e comportamento dos outros e auto repressão aos sentimentos e ações condenafas pelas normas estabelecidas.Para haver civilização tem que haver um acordo regrss que nao podem ser quebradas sem punição.

  183. E.R.

    -

    14/01/2014 às 19:29

    Nada como ter um partido – PSTU – socialista dando respaldo a esse tipo de conduta

    Os “rolês” dos jovens da periferia nos shoppings
    http://pstu.org.br/node/20260

  184. DIZ

    -

    14/01/2014 às 19:25

    Estamos entrando no rolezinho das trevas.

  185. vinicius

    -

    14/01/2014 às 19:22

    Depois os favelados não sabem porque são taxados de “favelados”, essa gente faz por merecer o titulo.
    E quanto a nossa “elite intelectual”, não passam de um bando de hipócritas, pode ter certeza que a maioria concorda com cada palavra sua, Constantino, mas não a expressam por medo de ficar ‘mal na fita’, enfim, o tipico politicamente correto

  186. Cris Azevedo

    -

    14/01/2014 às 19:04

    Rodrigo

    Rola no twitter o print de uma página de facebook de um “roleteiro”, oferecendo alguns pares de tenis que ele, digamos, se apropriou em um rolezinho. Gente boa!
    Ora, tudo o que você nos diz é o óbvio ululante…ou era! Nos tempos negros de agora, o óbvio nunca é óbvio!
    Os jornais mesmo tratam de incentivar a baderna, como fizera com os protestos e black blocs.
    O Estadão de hoje saiu com a pérola “‘Shopping não tem direito de vetar o ir e vir’, diz advogado sobre ‘rolezinhos’. Tem direito , sim, se este “ir e vir”for apenas para barbarizar, aterrorizar, roubar. O Estadão está, na verdade, insuflando e fazendo apologia de comportamento criminoso! Penso que a Justiça , o MP, a polícia, deveriam agir em casos assim, quando parace que há um evidente interesse – escuso – em promover a baderna. Um coisa é um jornal dar a notícia. Outra, bem diferente, é procurar por todos os meios validar um comportamento que é criminoso por qualquer ângulo que se olhe. Já a Folha, o Globo e os outros TODOS demonstram, hoje, maior responsabilidade. Parecem bem cientes do perigo de se envolverem em uma espécie de complô criminoso.
    Preconceito? CONCEITO, mesmo! Não tem “pré”nenhum. Gente selvagem deve viver na selva. Civilização não é para quem se comporta feito bicho no cio, ou chimpanzé enrouquecido (nem qualquer conotação racista, basta assistir NET Geo Wild). Prá esses, o lugar certo é o zoologico.

  187. LH Simonetti

    -

    14/01/2014 às 18:58

    Ah Rodrigão, dê uma olhada nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=9H34MFaoegg&feature=youtu.be

    Calma, explico: 1 minuto e 18 segundos do Paulo Eduardo Martins a respeito desse assunto. Acho que foi na mosca também. Abraços.

  188. Hélio Dehon

    -

    14/01/2014 às 18:54

    Desculpe Ricardo Froes, quiz dizer Emir Sader!!

  189. Hélio Dehon

    -

    14/01/2014 às 18:51

    Que comentário desse Ricardo Froes, achou tudo certo, concorda com o rolezinho? Não são os shoppings que isolam a miséria humana do lado de fora, e sim temos miséria do lado de fora por morarmos em um pais onde o estado nos rouba compulsoriamente e temos pouca liberdade ou nenhuma liberdade econômica .afinal, em países ricos tb temos shoppings(mall) e não há a menor necessidade de se deixar os miseráveis de fora, já que são bem poucos! Vamos fazer uma vaquinha e dar uma camisa de Che pra ele!

  190. Babi Carvalho

    -

    14/01/2014 às 18:47

    “(…) São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade (…)”. Rodrigo, como uma pessoa bem educada, de “boa família”, que estudou nas melhores escolas, morou fora do Brasil e sabe se portar tanto à mesa quanto ao Shopping, definitivamente não acredito na “nossa” (se assim posso dizer, incluindo a mim e a você) superioridade após ler o seu quase caricato texto. Acho a sua visão dos “rolezinhos” reducionista e limitada, além de ser um discurso tão antiquado que, com algumas alterações nas palavras, caberia bem há alguns 100 ou 200 anos atrás. Não são bárbaros ou inferiores aqueles que não “cabem” nos shoppings, são pessoas. Pessoas que não tiveram a sua – ou a minha – educação, oportunidade ou requinte. Pessoas excluídas, que habitam nossas casas e vidas quase que exclusivamente para nos prestar serviços, não são melhores nem piores, superiores ou inferiores, são exatamente iguais a nós: gente. A única coisa realmente lamentável nesta história nem são os rolezinhos propriamente ditos, e sim o fato de nós – pessoas favorecidas pelo berço, dinheiro, oportunidades e inclusive cor (sim, é melhor ser branco no Brasil. Já está claro há algumas centenas de anos este fato. É mais fácil e oportuno) – não auxiliarmos pessoas de realidades infinitamente mais massantes e degradantes que as nossas. Não abrirmos o nosso “templo de ordem, beleza, superioridade e consumo” a elas. Porque não, não é aberto. Pessoas dentro do código de etiqueta (sem trajes de banho) e mal vestidas não entram no shopping. E não, eles não podem consumir na grande parte das lojas existentes nos shoppings. Os rolezinhos são manifestações sim – queira você ou não. Assim como as pixações, graffitis, vandalismos em geral e outras formas de expressão “menos valorizáveis” por nós, pessoas dentro da ordem, lei e progresso brasileiros. Porque é que fazemos nossas compras em lugares fechados à pessoas do nosso grupo social? Porque temos pessoas mais pobres e ignorantes servindo as nossas casas e templos de consumo? Porque faltam espaços públicos, em que todos podem se encontrar e fazer suas compras à vontade e chovem espaços privados separatistas, com regras e limitações específicas? Como arquiteta, afirmo que isto não é socialismo, é direito à cidade. É muito simplista chamar as pessoas de baderneiras, difícil mesmo é nos abrir para uma sociedade mais igualitária em todos os sentidos. Não concordo com baderna, não gosto, não é do meu feitio. Mas não interessa o que eu ou você concordamos ou não, interessa o que este acontecimento em massa quer dizer, e isso vai muito além da noção de ordem e organização da nossa classe média alta. É uma pena que você, com a sua inteligência e oportunidade de expressão e visibilidade, tenha escrito um discurso raso, preconceituoso (sim, chamar pessoas de inferiores é preconceito) e irredutível. Pena maior são os que concordam em gênero, número e grau com você. Vocês não ajudam em nada o mundo a evoluir, não possuem uma compreensão maior do processo como um todo e são incapazes de absorver as mais variadas razões desses acontecimentos ao invés de rapidamente taxá-los como uma agressão ao bem estar da nossa sociedade (minha e sua, afinal pessoas sem educação não entram), uma pena.
    Comento: NOTA 10 para sensacionalismo barato da esquerda caviar! Parece o Sakamoto falando! Cai na real, Babi Carvalho! Tem muita gente pobre com educação! E tem muita gente da elite (vc mesmo) justificando comportamento absurdo, falta de educação, e coisas do tipo. Sente-se tão culpada assim? Eu não. Não voto na esquerda, trato bem as pessoas decentes independentemente de renda, gero empregos, valorizo o trabalho e a meritocracia, não as esmolas estatais e as bolsas assistencialistas. Enquanto a elite mantiver esse seu discurso de vitimização e culto do coitadinho, não vamos avançar mesmo!

  191. Saulo Macedo

    -

    14/01/2014 às 18:42

    Olha, se sustentarmos o argumento do Rodrigo, teríamos que os “bárbaros” são invejosos. Sem entrar no mérito do quão “refinado” e civilizado é um shopping center, seria de uma honestidade intelectual que o autor fosse além de simplesmente ficar na rasteira posição de municiar um dos lados dessa triste dicotomia (esquerda/direita). Gostaria de ver, sob o ponto de vista do autor, como ele enxerga a questão para além do evento. Quando chama a todos de bárbaros e invejosos, desqualifica a cultura que foi criada na marginalidade não por opção, mas porque essas pessoas nunca puderam ter o prazer de aprender a ser “mauricinho e patricinha”. Parece que Constantino não se importa com o contexto maior, ainda que sob seu ponto de vista liberal. Coloca os fatos sociais como meras escolhas “pela barbárie” em detrimento da “civilização refinada e superior” que apenas parte das pessoas tiveram o “prazer” de poder usufruir. E mais: refutar comentários de pessoas que perdem a razão e xingam a revista é fácil e reforça propositalmente a imagem de uma esquerda doída e ignorante. Qual a utilidade do acirramento dessa dualidade? Com tendência liberal, sinto falta de profundidade nesse flaxflu de Rodrigo.
    Comento: Saulo, claro que é uma ESCOLHA. Tem muita gente do mesmo meio pobre que não age dessa forma desordeira, e tem gente rica que aplaude essa barbárie. Escolha sim. Chega desse discurso de vitimização! Chega de colocar a culpa na “sociedade” e isentar indivíduos de suas responsabilidades por suas escolhas! Ninguém agüenta mais isso.

  192. Ismael Pescarini

    -

    14/01/2014 às 18:38

    Pronto, a esquerda pegou carona no “rolezinho” e o que era uma porra-louquice estimulada por doze anos de mentalidade retrógrada e estimuladora de desrespeito ao próximo, desde que com fins aparentemente justos, virou regra de conduta, inclusive de classe média, como se viu na invasão do instituto Royal.
    Manda fazer “rolezinho” na 25 de Março em São Paulo, que é pública e popular, pra ver o pânico que vira e depois venham falar de preconceito de classe. Quero ver fazer “rolezinho” no metro da Luz ou da Sé! quantos mortos vocês apostam que teria?

  193. LH Simonetti

    -

    14/01/2014 às 18:38

    Pronto. Agora o “rolezinho” virou uma nova categoria no imaginário da luta de classes. É a vítima social (o garoto da periferia) contra a classe média branca, egoísta e reacionária que passa o seu tempo livre no shopping.

    Engraçado. Já vejo quem conhece pobre só de ouvir falar fazendo conjecturas sobre o aspecto “revolucionário” dos rolezinhos. Acaba sendo patético a forma como essas pessoas que se consideram – apesar de nunca dizerem – “moralmente superiores” veem injustiça social quando um espaço PRIVADO de USO público reage a um distúrbio orquestrado por 200, 300, 1000 pessoas. Por que? Porque acabam é ofendendo a TODOS os pobres.

    Na fantasia marxista dessas pessoas, nenhuma família pobre frequenta shoppings – apenas a 25 de março. Todos os centros de compra são filiais do Iguatemi. É o mesmo que dizer que as famílias pobres achariam super natural esse tipo de “manifestação” e entrariam na dança. É o mesmo que dizer que elas não tem o mesmo objetivo das famílias ricas quando vão a um shopping: ter um pouco de lazer e segurança que as nossas violentas ruas não são capazes de proporcionar.

  194. Fabrício

    -

    14/01/2014 às 18:33

    Concordo, frequento shoppings em que é possível ver as mais diversas cores e faixas de renda. Mas esse tal de Rolezinho não tem o mínimo de civilidade.

    Ou é normal milhares de jovens entrarem gritando ” vamo mata us puliça(…)?

    Esses que acham normal, poderiam deixar esses jovens dar um rolezinho por suas residÊncias, que tal?

  195. Ricardo Froes

    -

    14/01/2014 às 18:29

    São Paulo não tem praia, então o “rolezinho” é no shopping. Aqui no Rio, há muito tempo acontece isso nas praias. Não dá mais para frequentá-las em fins de semana. E não falo só dos roubos e arrastões, mas da falta de comportamento de gente que acha que “os incomodados que se mudem”.
    Eu bem que pensei em me mudar pro meio do mato, mas e se vierem os sem-terra e invadirem? Ou vai que a Funai, por causa dos índios Wai Wai me manda ir mesmo? Vai que o Frei David olha pra pim e diz quilombo!, e resolve assentar os descendentes de Ganga Zumba no meu terreno?
    Tá difícil a coisa…

  196. Teixeira

    -

    14/01/2014 às 18:26

    Belo texto, mas o que mais me chamou atenção é a necessidade da distinção entre o civilizado e o bárbaro, o ultimo, aquele que ignora normas e convenções sociais, é um ser bruto que cria o pânico pela bagunça, mas ele não faz parte também do grupo que frequenta os shoppings? Todo o ano, alunos da Faculdade de administração e economia da USP(FEA-USP) vão em bando ao shopping Eldorado comemorarem a recepção dos “bixos” e fazem tanta bagunça quanto, apesar disso nunca vi dedicarem textos dizendo sobre a barbárie destes alunos. Obviamente escolhi um caso isolado, não tenho informação de outros, mas sendo uma tradição anual já é válido não?
    Quanto a vestimenta se é que o que estes bárbaros usam pode ser considerada uma roupa, basta ir alguns dias da semana e será fácil ver pessoas civilizadas usando roupas parecidas, à final a população tem uma tendência de se padronizar, mesmo tentando se diferenciar(basta ver as “tendências da moda”).
    Bárbaros nunca gostaram dos gregos, assim como os nossos “novos bárbaros” não gostam de ricos. Tudo bem, generalizações e extrapolações infundadas são bem divertidas, mas que tal irmos com calma? Não acredito que as pessoas que frequentaram “esse rolezinho” desconheçam qualquer norma dita no texto, ao contrário ao desafiar algumas delas visivelmente eles querem destaque, o motivo real? Não sei, acredito que isso é passível de um amplo debate sociológico menos raso do que desprezo a cultura do povo civilizado.
    Por fim gostaria de comentar o comentário que o autor “deixa passar”. Muitos paradigmas só podem ser construidos quando outros são quebrados, esse “povo” talvez comece uma mudança em alguns “pré-conceitos” que nos temos, talvez não e foi só por algazarra, mas é bom sempre estar prevenido pelo pior não?

    OBS: Deixo como referencia um dos filmes da recepção da FEA, cuidado contém cenas fortes que pode faze-lo achar que nossos economistas e administradores são bestas selvagens.- como a existência de links externos pode impedir a publicação do meu texto, basta pesquisar “FEA eldorado” no youtube e terá os videos.

    Sobre o caso das sinagogas e o homem com turbante, vale lembrar que é uma comparação forçosa uma vez que à maioria das sinagogas não são abertas ao público em geral, e restringem o acesso, ao contrário do shopping. Tendo em vista isso gosto de acreditar que o escritor fez essa comparação de boa fé sem querer induzir o leitor a comparações erradas.
    E vale Lembrar que somos todos bárbaros, seja porque não somos gregos, seja porque ser civilizado é bem difícil e todos nós temos momentos que nossos instintos prevalecem.

    E desculpe pelo texto estar em um bloco, a diagramação do comentário não é das melhores…

  197. roberto dantas

    -

    14/01/2014 às 18:19

    nós comunistas te dariamos um tiro na cara é único presente que você merece….
    Comento: posto como prova da barbárie e para oficializar a ameaça, que será devidamente encaminhada com o IP da mensagem para as autoridades responsáveis.

  198. Cau Marques

    -

    14/01/2014 às 18:15

    Transmiti uma mensagem irônica, FINGINDO que era um professor de Sociologia da UFRJ. Uma dessas personalidades semi-divinas, que possuem explicações politicamente corretas para todos os problemas da humanidade. Um amigo leitor acreditou! Onde foi que eu errei? L’ironie est la politesse du desespoir! A ironia é a resposta educada dos desesperados!

  199. rafernandes

    -

    14/01/2014 às 18:13

    Poucas coisas me espantam no Brasil de hoje, mas ao assistir esse vídeo impressionei-me com a feiúra e a cafajestice do bando. Consertar isso vai levar mais de um século, se é que tem conserto. Hoje à noite vou assistir Downton Abbey para limpar um pouco a minha retina!

  200. Francisco Roberto

    -

    14/01/2014 às 18:12

    Os mesmos idiotas que defendem os imbecis do “rolezinho” acham que a atitude do imbecil de Piracicaba preso nos EUA era apenas “uma brincadeira” e que os americanos são “paranóicos” “pegando pesado com algo tão bobo”…

  201. Bottanelles

    -

    14/01/2014 às 18:08

    Parabéns! Perfeito.
    Penso que enquanto não nos dispusermos a dar os devidos nomes aos bois as coisas continuarão piorando.
    Não tenho preconceito. Tenho, isto sim, CONCEITO (o pior possível) sobre esse tipinho de gente baixa origem, deseducada e desrespeitosa, tanto dos que participam quanto dos que apoiam tais rolezinhos.
    Isto é o NÍVEL BRASIL.
    Como não querer distância para se proteger física, intelectual e moralmente desses vândalos?
    Preconceito uma ova! É legítima defesa.

  202. arlete

    -

    14/01/2014 às 18:04

    Olha… se adolescentes de classe média resolvessem se encontrar em algum shopping (em bandos… 100, 200, 500 ou 1000) também surgiria um sentimento de insegurança e seria dado um alerta.
    Não seriam tomadas atitudes diferentes do que está acontecendo.
    Pior ainda se mostrassem mau comportamento… seria, sim, também caso de polícia.
    E a gente sabe que em bando todos ficam valentes.
    Então, não venha a esquerda achar que é preconceito, porque o seu direito termina onde começa o meu… educação é bom e eu gosto.
    Jovens tem que aprender em casa a conviver com civilidade, e se não aprendem, não é passando a “mão na cabeça” com papo demagogo que vai ajudar.

  203. Adam

    -

    14/01/2014 às 18:04

    Perfeito os seus comentários!! Concordo em gênero, número e grau. Aproveito a oportunidade para fazer uma pequena correção na parte em que vc diz que o Barra Shopping é o maior da América Latina. Na realidade, essa posição pertence ao Centro Comercial Leste Aricanduva (Shopping Aricanduva). De acordo com informações que podem ser obtidas na Wikipédia a área construída do Shopping Aricanduva é de 341.000 m2, enquanto a do Barra Shopping é de 76.010 m2.

  204. ANTIPETRALHA

    -

    14/01/2014 às 18:03

    Essa tal de Uneafro foi uma das organizadoras do tal “rolezinho”.

    Veja só o que eles defendem – na seção “por que lutamos”, na página oficial da entidade:

    ” 1- …responsabilização do Estado brasileiro pelas mazelas sofridas por negras/os e não negras/os pobres e defesa intransigente de políticas públicas de ação afirmativa, entre elas o sistema de cotas para negras/os nos diversos espaços sociais;”
    (ou seja, querem que o Estado tome conta deles)

    ” 2- Fortalecimento da aliança entre o movimento anti-racista e movimentos anti-capitalistas e classistas… reforma agrária, contra a exploração das multinacionais e pela soberania nacional;”
    (Esse item já diz tudo!)

    “4 – Defesa intransigente da educação pública, popular, gratuita e de qualidade, casada à defesa das Ações Afirmativas e Cotas para a população negra em universidades… além do permanente questionamento ao modelo de acesso via vestibular”.
    (ou seja, nem vestibular mais eles querem fazer!).

    http://www.uneafrobrasil.org/?pg=conteudo&id=15

  205. Fernando B

    -

    14/01/2014 às 18:00

    Constantino, a questão do Sr. Luciano não é de pensamento, e sim de desconhecimento (se falar ignorância, vão achar que é ofensa). Ao ler o texto, e não ter capacidade interpretativa sobre o que se subentende em suas colocações e sobre o que se deve coibir, não diferencia o que é direito inalienável básico de ir e vir, impessoal, e o que é um comportamento social reprovável, derivado de incitações de indivíduos que possuem intenções desordeiras. Quando se unem nesses grupos, qualquer indivíduo deixa de lado sua condição social específica para se diluir numa turba que tem o objetivo de se divertir através da desordem, e em muitos casos, da violência e do crime de furto. Assim qualificar o grupo como de desfavorecidos que sofrem preconceito de classe, é uma falácia que subverte a verdade para virar propaganda na mão de todos os tipos interessados. Assim, qualquer pessoa independente de credo, raça e estrato social, que se une para praticar desordem ou crime tem nome e este figura em leis. O preconceito é de comportamento, nem pessoal, nem de classe. Os participantes merecem repreensão na proporção de seus atos, roubou, justiça, quebrou, responsabilidade, se pôs em risco físico pelo enfrentamento policial, que os pais tomem providências. Simples como deve ser. Isto nunca deveria ser uma bandeira de luta de classes, ricos e pobres, pois ambas caem na armadilha de servir aos donos do poder.

  206. ANTIPETRALHA

    -

    14/01/2014 às 17:54

    Em qualquer país minimamente civilizado, esses marginais seriam severamente punidos! Mas não no Brasil… Depois das cotas raciais, esses negros militantes acham que podem tudo!

    Por que ninguém vai fazer um “rolezinho” numa biblioteca pública, ou não usa todo esse tempo ocioso pra arranjar um emprego? Em vez de comprar uma camisa oficial do Corinthians, por que não compram um livro de matemática?

  207. Sandra

    -

    14/01/2014 às 17:48

    Pobre:
    1-consome;
    2-vai ao shopping;
    (por isso foram abertos shoppings na periferia. Não é para ricos dos Jardins atravessarem a cidade, embora não há nada que os proíba)
    3-adora quando funkeiro usa fones de ouvido;
    4-gostaria que o lixo daquele pancadão em frente de sua casa explodisse cinematograficamente;
    5-não gosta desses baderneiros.

  208. Mayara

    -

    14/01/2014 às 17:45

    “Preconceito contra a falta de educação” aí é que mora o problema que deveria servir de reflexão e não de preconceito. Por que tanta falta de educação?

  209. Téia

    -

    14/01/2014 às 17:44

    Parabéns Rodrigo falou tudo o que penso !

  210. Gabriel

    -

    14/01/2014 às 17:43

    Concordo. Isso é inveja. Quando roubam, não roubam para ter, mas para TIRAR dos outros. Agora não querem ocupar o mesmo espaço, não querem consumir e passear nos shoppings como os demais cidadãos de bem, querem simplesmente TIRAR o espaço dos que tradicionalmente o ocupam.

    Os shoppings são alguns dos últimos redutos públicos da decência e da liberdade no Brasil. Aeroportos, universidades e concessionárias já foram invadidos por essa gente que apenas quer tirar dos outros ao invés de se esforçarem para vencer, também. Se perdermos essa batalha, perdendo os shoppings, perdemos a guerra.

  211. Rodolfo

    -

    14/01/2014 às 17:42

    A imprensa deveria fazer o contrário: pegar uma loira bem branca, com pinta de patricinha, um rapaz bem branco com pinta de mauricinho, roupinha engomada, sapato de couro, etc… e colocá-los numa favela do RJ ou de SP à noite ou durante um baile funk para ver o que acontece!
    Verão de onde vem o PRECONCEITO!

  212. Rodolfo

    -

    14/01/2014 às 17:40

    Se eu não conhecesse os métodos do PT e do Gilberto Carvalho eu acharia que isso tudo é obra do acaso e realmente combinado em redes sociais.
    Tem que ser muito naive para acreditar nisso, ainda mais em ano eleitoral. E ainda mais com os tais rolezinhos, ou melhor, ARRASTÕES, se iniciando na cidade de SÃO PAULO, sonho de consumo de 11 entre 10 petistas, do Lula, …

  213. Paulo

    -

    14/01/2014 às 17:35

    Hoje fiquei sabendo pelo meu filho que esses “rolês” são organizados pelo PT como estratégia eleitoral. Como os protestos do MPL em junho de 2013. Logo algum vereador irá propor uma lei proibindo segurança privada em Shoppings. Ou um aumento de IPTU para compensar o preconceito…

  214. Marcel

    -

    14/01/2014 às 17:35

    “Quero mais é que invadam esses lugares elitistas e quebrem tudo.” Shopping metrô Itaquera agora é elitista, provavelmente lá dentro trabalham alguns amigos, parentes, vizinhos dos arruaceiros, esses esquerdistas sendo sempre nocauteados pela realidade, e provavelmente os que entraram em bando já entraram outras vezes sozinhos sem problema, só estavam parecendo mais civilizados.

  215. carlos

    -

    14/01/2014 às 17:32

    Essa é a verdade como deveria ser dita !!!! Parabéns !!!

  216. Daniel De Conti

    -

    14/01/2014 às 17:30

    Qual o critéio então?

  217. Robmac

    -

    14/01/2014 às 17:29

    Quando do advento dos black bocks , já sugeri a solução: neguinho saiu barbarizando, passa fogo. Pode ser que morram alguns inocentes mas se não se adotar medidas drásticas, veremos onde isto vai dar…

  218. Fernando

    -

    14/01/2014 às 17:07

    Meu Deus! Finalmente! Achei que ia morrer sem que alguém da imprensa tivesse tido coragem de colocar os pingos nos “is”!

    “Não toleram as “patricinhas” e os “mauricinhos”, a riqueza alheia, a civilização mais educada. Não aceitam conviver com as diferenças, tolerar que há locais mais refinados que demandam comportamento mais discreto, ao contrário de um baile funk. São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade, e morrem de inveja da civilização.”

    Irretocável!

  219. suzi

    -

    14/01/2014 às 17:01

    falou tudo q eu penso, parabens

  220. Luciano Soares

    -

    14/01/2014 às 16:59

    Já o preconceito do escriba é bem evidente.Assim como o da sociedade como um todo que acha que afastando a periferia dos seus suntuosos templos de consumo a vida fica mais bonita.Quero mais é que invadam esses lugares elitistas e quebrem tudo.E espero que a Veja quebre junto pra deixar sem emprego esses imbecis que espalham esses preconceitos medievais.
    Comento: só vou deixar passar esse comentário para mostrar como essa gente “pensa”. Acusam os outros de preconceituosos, mas querem ver quebradeira, pois não suportam o diferente! QUEM é o preconceituoso aqui? No mais, só analfabeto funcional para não entender que o problema não é a periferia ou o pobre, e sim o COMPORTAMENTO de ALGUNS completamente sem noção e educação, que querem justamente quebrar tudo em vez de construir. Com relação a esses, não é nem preconceito, é pós-coinceito mesmo. São uns idiotas!

  221. Aurélio Schommer

    -

    14/01/2014 às 16:58

    Como consumidor, evito shoppings e compro pela internet, mais barato e mais seguro.
    Como cidadão, vejo uma escalada, com hordas de doutrinados pela ideologia do ressentimento, insuflados por intelectuais rancorosos e por muitos setores do governo federal, a clamar pelo aprofundamento do modelo rumo à destruição total, terra arrasada, para eles a miséria de todos é melhor do que a prosperidade de quem quer que seja.
    Disso resultará, como já resultou na ação dos black blocks, um clamor por ordem, nenhuma sociedade aguenta o caos o tempo todo. A ordem, se vier, não será democrática, não será liberal, pois:
    Livre mercado e democracia não são causas populares, talvez jamais o sejam. Livre mercado para quem? Para todos, mas são os ricos que aparecem na maioria das mentes. Democracia para quem? Para todos, mas são os políticos que aparecem na maioria das mentes. O livre mercado só é aceitável quando a ausência dele provoca a ruína econômica da maioria. A democracia só é defendida com ardor quando a ausência dela provoca a tirania. Para piorar, muitos políticos são contra a democracia; muitos ricos são contra o livre mercado, pois dependem das limitações a ele para manter suas riquezas. No final, todos perdem, mas quem odeia não se importa em perder, desde que todos percam.
    Comento: perfeito seu comentário, meu caro!

  222. Ricardo Froes

    -

    14/01/2014 às 16:53

    Faço questão de lhe enviar um presente para rir – ou lamentar, sei lá.
    Os shopping-centers, utopia neoliberal

    Quase já se pode nascer e morrer num shopping. Só faltam a maternidade e o cemitério, porque hotéis já existem.

    por Emir Sader em 13/01/2014 às 14:12, na Carta Maior

    Na sua fase neoliberal, o capitalismo implementa, como nunca na sua história, a mercantilização de todos os espaços sociais. Se disseminam os chamados não-lugares – como os aeroportos, os hotéis, os shopping-centers –, homogeneizados pela globalização, sem espaço nem tempo, similares por todo o mundo.

    Os shopping-centers representam a centralidade da esfera mercantil em detrimento da esfera pública, nos espaços urbanos. Para a esfera mercantil, o fundamental é o consumidor e o mercado. Para a esfera pública, é o cidadão e os direitos.

    Os shoppings-centers representam a ofensiva avassaladora contra os espaços públicos nas cidades, são o contraponto das praças públicas. São cápsulas espaciais condicionadas pela estética do mercado, segundo a definição de Beatriz Sarlo. Um processo que igualiza a todos os shopping-centers, de São Paulo a Dubai, de Los Angeles a Buenos Aires, da Cidade do México à Cidade do Cabo.

    A instalação de um shopping redesenha o território urbano, redefinindo, do ponto de vista de classe, as zonas onde se concentra cada classe social. O centro – onde todas as classes circulavam – se deteriora, enquanto cada classe social se atrincheira nos seus bairros, com claras distinções de classe.

    Os shopping, como exemplos de não-lugares, são espaços que buscam fazer com que desapareçam o tempo e o espaço – sem relógio e sem janelas — , em que desaparecem a cidade em que estão inseridos, o pais, o povo.

    A conexão é com as marcas globalizadas que povoam os shopping-centers de outros lugares do mundo. Desaparecem os produtos locais – gastronomia, artesanato –, substituídos pelas marcas globais, as mesmas em todos os shoppings, liquidando as diferenças, as particularidades de cada pais e de cada povo, achatando as formas de consumo e de vida.

    O shopping pretende substituir à própria cidade. Termina levando ao fechamento dos cinemas tradicionais das praças publicas, substituídos pelas dezenas de salas dos shoppings, que promovem a programação homogênea das grandes cadeias de distribuição.

    O shopping não pode controlar a entrada das pessoas, mas como que por milagre, só estão aí os que tem poder aquisitivo, os mendigos, os pobres, estão ausentes. Há um filtro, muitas vezes invisível, constrangedor, outras vezes explicito, para que só entrem os consumidores.

    Nos anos 1980 foi organizado um passeio de moradores de favelas no Rio de Janeiro a um shopping da zona sul da cidade. Saíram vários ônibus, com gente que nunca tinham entrado num shopping.

    As senhoras, com seus filhos, sentavam-se nas lojas de sapatos e se punham a experimentar vários modelos, vários tamanhos, para ela e para todos os seus filhos, diante do olhar constrangido dos empregados, que sabiam que eles não comprariam aqueles sapatos, até pelos seus preços. Mas não podiam impedir que eles entrassem e experimentassem as mercadoras oferecidas.

    Criou-se um pânico no shopping, os gerentes não sabiam o que fazer, não podiam impedir o ingresso daquelas pessoas, porque o shopping teoricamente é um espaço público, aberto, nem podiam botá-los pra fora. Tocava-se ali no nervo central do shopping – espaço público privatizado, porque mercantilizado.

    O shopping-center é a utopia do neoliberalismo, um espaço em que tudo é mercadoria, tudo tem preço, tudo se vende, tudo se compra. Interessa aos shoppings os consumidores, desaparecem, junto com os espaços púbicos, os cidadãos. Os outros só interessam enquanto produtores de mercadorias. Ao shopping interessam os consumidores.

    Em um shopping chique da zona sul do Rio, uma vez, uns seguranças viram um menino negro. Correram abordá-lo, sem dúvida com a disposição de botá-lo pra fora daquele templo do consumo. Quando a babá disse que ela era filho adotivo do Caetano Veloso, diante do constrangimento geral dos seguranças.

    A insegurança nas cidades, o mau tempo, a contaminação, o trânsito, encontra refúgio nessa cápsula, que nos abriga de todos os riscos. Quase já se pode nascer e morrer num shopping – só faltam a maternidade e o cemitério, porque hotéis já existem.

    A utopia – sem pobres, sem ruídos, sem calçadas esburacadas, sem meninos pobres vendendo chicletes nas esquinas ou pedindo esmolas, sem trombadinhas, sem flanelinhas. O mundo do consumo, reservado para poucos, é o reino absoluto do mercado, que determina tudo, não apenas quem tem direito de acesso, mas a distribuição das lojas, os espaços obrigatórios para que se possa circular, tudo comandado pelo consumo.

    Como toda utopia capitalista, reservada para poucos, porque basta o consumo de 20% da população para dar vazão às mercadorias e os serviços disponíveis e alimentar a reprodução do capital.

    Mas para que essas cápsulas ideais existam, é necessário a super exploração dos trabalhadores – crianças, adultos, idosos – nas oficinas clandestinas com trabalhadores paraguaios e bolivianos em São Paulo e em Buenos Aires, em Bangladesh e na Indonésia, que produzem para que as grandes marcas exibam as roupas e os tênis luxuosos em suas esplendorosas lojas dos shoppings.

    O choque entre os mundo dos shoppings e o dos espaços públicos remanescentes – praças, espaços culturais, os CEUS de São Paulo, os clubes esportivos públicos – é a luta entre a esfera mercantil e a esfera pública, entre o mundo dos consumidores e o mundo dos cidadãos, entre o reino do mercado e a esfera da cidadania, entre o poder de consumo e o direito de todos.

    É um enfrentamento que está no centro do enfrentamento entre o neoliberalismo e o posneoliberalismo, entre a forma extrema que assume o capitalismo contemporâneo e a formas de sociabilidade solidaria das sociedades que assumem a responsabilidade de construir um mundo menos desigual, mais humano.

  223. Cesar

    -

    14/01/2014 às 16:49

    Acho que há dois aspectos nessa bizarrice: um é o dos coletivos alternativos, que ajuda a organizar essa selvajaria. O outro é fruto do total miolo mole do jovem típico de periferia. Ele realmente acha que fazer isso é um tipo de diversão muito interessante. Disso até o comportamento do brasileiro mais bem de vida que não sabe se portar em um teatro ou um espetáculo musical é apenas uma questão de escala, não de qualidades diferentes.

  224. John

    -

    14/01/2014 às 16:44

    O problema do Brasil é um só: O próprio povo brasileiro…O resto é tapar o sol com a peneira…Salvo uma minoria…

  225. Wombatmucholoco

    -

    14/01/2014 às 16:44

    Caro Rodrigo,
    tive contato com este tem “rolezinho” muito recentemente através de noticiário, acho que até este fim de semana nem tinha ouvido falar do assunto. Para mim não é nada mais do que a tentativa de intimidação, um arrastão dentro dos shoppings.
    É um absurdo que tenha gente que defenda isso dando como desculpa a exclusão seja lá do que for ou preconceito. Arruaceiros que não tem mais o que fazer agora tomam conta dos shoppings desfilando sua falta de educação, falta de cultura e expondo as pessoas decentes ao risco.
    Qualquer tumulto em um lugar cheio como este, muitas vezes cheios de crianças que acompanham seus pais, pode resultar em uma tragédia.
    Ainda há aqueles que dizem que os shoppings são lugares públicos, quando são apenas lugares privados aberto ao público, o que é uma grande diferença.
    Os donos de shopping precisam investir em câmeras de segurança, tantas quanto puderem de modo a, num eventual problema, identificar o máximo possível destes vagabundos. E a polícia precisa trabalhar com inteligência, vigiando as redes sociais e colocando agentes a paisana para debelar rapidamente qualquer tentativa de tumulto.
    Vejo nisto tudo a tentativa clara de destruir estes lugares enquanto centro econômicos, percebo que a método e doutrinação por trás desta história.

  226. eusebio henrique gatti

    -

    14/01/2014 às 16:38

    Pessoas como eu já de uma certa idade, não se conformam com o “andar da carruagem”. O que se vê hoje em dia é organizações criminosas comandadas por vagabundos (muitos sindicalistas), MST,MSTST,Vila Campwesina, Black Block, etc fazendo todo tipo de exigências para ter direito a tudo que os honestos só conseguem atravez do trabalho. Invadem terrenos particulares, o governo faz de conta que não viu e após reintegração de posse, queimam pneus, moveis velhos, danificando a via esfaltica, prejudicando o direito das pessoas de ir e vir. Como se não bastasse, vem as ongs financiadas pelo governo criticar a ação da PM, por abuso de poder, isto e aquilo. Este governo que aí está, só conhece a palavra direito para os vagabundos a seu serviço. O dever vale apenas para quem trabalha. Os indicadoresw econômicos nos levam a creditar que o pais está a caminho do brejo. Talvez um dia se esta oposição (que só existe no papel) chegar ao governo, muito provavelmente terá que recorrer ao FMI de pires na mão tamanha a lambança que os quadrilheiros estão fazendo neste pais cuja população não sabe reagir.Num futuro bem próximo talvez nem o carnaval e nem o futebol serão suficientes para apaziguar a revolta popular. É esperar prá ver.

  227. cesar rios

    -

    14/01/2014 às 16:34

    Dá pra piorar mais um pouquinho Rodrigo: http://www.youtube.com/watch?v=dkDQI8M-CS4

  228. Rodrigo Simões Lemos Dias

    -

    14/01/2014 às 16:32

    Posso apostar que deve ter o dedo de algum esquerdopata caviar por trás da organização (?) dessa horda. As comunidades estão cheias de ONGs propagando a luta de classes, igualdade social e um monte de outras ideias comunistas.

  229. Tomé

    -

    14/01/2014 às 16:27

    Sou a favor de juntar todas as pessoas de bem e baixar o sarrafo nesses delinquentes. Esperar o Estado para quê? Para mostrar que é “civilizado”? Besteira. Temos que fazer como o Walt Kowalski, personagem de Clint Eastwood no excelente Gran Torino. O negócio é dissuadir. É fazer os baderneiros sentirem receio de fazer o pretendem. Portanto, fica a sugestão: Se vir movimentos suspeitos e delinquentes correndo no shopping, mete uma banda em uns dois ou três e desce o cacete!!

  230. Samuel

    -

    14/01/2014 às 16:19

    O trecho “São bárbaros incapazes …” foi simplesmente ÉPICO. Passou da hora de alguém dizer as verdades que TODO mundo pensa mas tem receio de dizer por causa dessa onda tosca do politicamente correto.

  231. Elaine Moraes

    -

    14/01/2014 às 16:14

    Um rolezinho destes no Alvorada…

  232. Juliano Camargo

    -

    14/01/2014 às 16:13

    Isso aí aconteceu de forma espontânea com a tecnologia e foi imediatamente sequestrado por uma rede de organizações de esquerda que se dedicam à subversão.

    Prontamente se encarregaram de politizar e dar a orientação ideológica adequada, mas não sei se tiveram sucesso nisso.

    Desde os protestos de 2013 eles tem procurado fenomenos populares de massa.

    O governo federal possui organizações na folha de pagamento que se dedicam à fomentar conflitos étnicos e sociais. Mesmo esquema do aposentado MST, mas algo que gere subverção no espaço urbano.

    Flashmobs de jovens de periferia que aspiram ao consumo e à ‘ostentação’ não são a causa mais adequada para movimentos de esquerda anti-capitalistas, mas eles são assim, oportunistas, usam o que tem à mão.

  233. Tamara

    -

    14/01/2014 às 16:12

    Tudo começou a desandar quando ser esquerdinha comunista se tornou algo “da moda”, algo “legal”. Estudar que é bom……

  234. Wagner Malheiros

    -

    14/01/2014 às 16:11

    O duro é ler em outro blog da Veja um defensor desses “pobres oprimidos”.
    É só ler. Até a Veja está infectada. Repugnante o artigo, digno de um áulico tipo Paulo Henrique Amoral.

    http://veja.abril.com.br/blog/leonel-kaz/

  235. MINO NETO

    -

    14/01/2014 às 16:09

    Excelente a expressão “rolezinho da inveja”. Parabéns!

  236. Paulo Peres

    -

    14/01/2014 às 16:08

    Olá Rodrigo,
    parabéns pela reportagem!
    Sugestão para acabar com a valentia e a arruaça dos “excluidos”:
    Nada de bombas de efeito moral, balas de borracha ou sprayzinho de pimenta, nada disso!
    Quatro ou cinco ROTTWEILERS… só!
    Essa patifaria de rolezinho terminava rapidinho, garanto!

    Adoro ROTTWEILERS, são utilíssimos (eles “adoram” funkeiros, larápios, arruaceiros desocupados… sabia?)!

    Abraços.

  237. Roberto Silva 51 RJ

    -

    14/01/2014 às 16:06

    São vagabundos, e como tal devem ser tratados.
    Essa escória deve ser duramente reprimida pela polícia.

  238. thiago'

    -

    14/01/2014 às 16:04

    Como disse um amigo… A galera toda, indignada, com a reação aos rolezinhos: a classe média/alta assustada com os favelados invadindo seu espaço. Mas até agora não ouvi ninguém falar da recíproca verdadeira, de quando a elite vai pras favelas fazer especulação imobiliária e praticar higienismo, e os favelados acham ruim da invasão do seu espaço.

    Dois pesos e duas medidas, é?
    Comento: que coisa mais nada a ver! Em primeiro lugar, o que reclamam é da baderna, como eu deixei claro, não que ALGUÉM da favela vá ao shopping de forma civilizada. Segundo, quer dizer que quando alguém mais rico compra pagando preço alto imóvel da favela, para especulação imobiliária, isso é RUIM para quem tem imóvel na favela? Os preços dos ativos subindo, e isso é ruim? Explica essa lógica…

  239. Daniel De Conti

    -

    14/01/2014 às 16:01

    Até gostava dos seus posts, mesmo não concordando com nada deles. Mas de uns tempos pra cá o seu estilo está cada vez mais parecido com o do RA. Uma pena.

  240. Eurico Marques

    -

    14/01/2014 às 15:58

    Professor Cau Marques: não temos excluídos, temos competência e estudo de pouca ou nenhuma relevância. Sem este papo de excluídos. Estudem, ilustrem-se. A escola está lá, só não estuda quem não quer. Se a escola é ruim, mude-se a escola. Isto é papo de socialista asinino…

  241. Hélio Dehon

    -

    14/01/2014 às 15:56

    Cara nos EUA esse carinha que aborda o segurança no mínimo ia tomar uma cacetada elétrica ! Bando de vandalos( coitado dos vândalos já que eram uma sociedade extremamente organizada e com padrões sociais mais parecidos com os nossos,até mais que os romanos),jovens vagabundos, ociosos e alimentados por ideologias igualitárias e anos de assistencialismo desenfreado.Como dizem cada um com suas necessidades! E qual e a necessidade real desses ” manifestantes”? Emprego, casa, serviços básico?é só verificar no vídeo que tratam – se de playboys da periferia que só querem o ” direito” de ter o tênis ou o smartphone mais caro! Grande necessidade! Como diria Lobao:” não conheci nenhum socialista revolucionário na cadeia, só playboys consumistas”

  242. Valéria

    -

    14/01/2014 às 15:56

    O Brasil já era!
    Imagens chocantes, dois seguranças corajosos para enfrentar esses babuínos furiosos? Agora imaginem os filhos desses selvagens(os que sobreviverem, é claro)?
    Questão de mais uma geração e o Brasil já era, game over!
    Bem vindos à Nova Africa.

  243. Eurico Marques

    -

    14/01/2014 às 15:54

    É o assalto PTista estendendo-se até as ruas. Cria-se bagunça, para depois aparecerem os paladinos da justiça. Educação cabe em qualquer lugar. Verdes ou azuis, sejam eles quais sejam, tem regras de convivência em sociedades humanas que devem ser respeitadas. Façam bagunça, grasnem, zurrem, cacarejem em suas casas, ou na escola que é sempre uma baderna. Do contrário, fiquem longe, sejam vermelhos ou rosados…

  244. R Q

    -

    14/01/2014 às 15:52

    Essas pessoas que se sentem “inferiorizadas”, causando tumultos e badernas, na realidade estão se distanciando ainda mais de serem alguém na vida e viverem em condições melhores. Parte delas são preguiçosas, invejosas e que não querem suar a camisa para nada. Educação é base para tudo, e ela começa em casa. Só que têm pais que não estão nem aí para o futuro de seus filhos.

  245. Thandryus

    -

    14/01/2014 às 15:49

    Por que flashmobs, alunos da USP e Black Friday podem então?

  246. Cau Marques

    -

    14/01/2014 às 15:49

    Devagarinho, vamos chegando ao caos total. Naquele ritmo, onde o dia seguinte é apenas um pouco pior que o dia anterior. Devagarinho, no ritmo irresistível das grandes tragédias.

  247. Cau Marques

    -

    14/01/2014 às 15:46

    Cauma, zenti! Já falei prá cumpanhêra Diuma Ruçzefi implantá o PAC: Programa de Acesso ao Chopim!

  248. RMaia

    -

    14/01/2014 às 15:45

    O problema dessa moçada que quer “causar” é a cabeça oca de ideias, eles tem acesso a muita informação disponível via celular, mas não tem a capacidade de transformar isso em conhecimento útil, na verdade querem pousar de bacaninhas durante o “rolezinho” e assim produzirem vídeos e assim se gabarem diante da “galera”, coisa típica da fase de autoafirmação. Se a insegurança do comércio das ruas migrar aos shoppings, o que vai acontecer é que o público irá se afastar dos shoppings e as vendas vão diminuir, os lojistas vão primeiro demitir e depois fechar mesmo….

  249. Nadia

    -

    14/01/2014 às 15:45

    Estes tais rolezinhos fedem. pois nao ha boa intençao neles. Afinal estas coisas nao tem o direito de de nao nos deixar ir e vir. E realmente tenho compaixao pelos seguranças que procuram manter a ordem . O q podem fazer? Nada! Preconceito existe de todo tipo , se nao quisermos sofre-los , vamos nos enfiar numa bolha e nao sair. A ciencia evoluiu ,mas o homem, nao.

  250. rosemeri

    -

    14/01/2014 às 15:44

    cada comentário nada a ver aqui… as pessoas que vão ao shopping devem ir passear, comprar e se divertir. fora disso é despropósito. marcar protesto em shopping é demais!! vândalos!! protestem nas urnas, nas câmaras de vereadores, no Congresso… respeitem o espaço público. Desmiolados comandados por uma minoria oportunista.

  251. Renata

    -

    14/01/2014 às 15:44

    A que ponto a sementeira do ódio que está sendo alimentado à todo o momento em nosso país está nos levando. Tudo muito, muito triste.

  252. luiz

    -

    14/01/2014 às 15:43

    Estava eu num shopping, quando passou dois destes animais irracionais e arrotou no rosto de um rapaz que vinha passando com sua namorada. A reação foi instantânea, levou um soco na cara que quase ficou desmaiado. Achei SENSACIONAL.
    PT, PARTIDO DA ÉTICA E DA MORAL.
    FORA LULA, FORA DILMA, FORA PT.

  253. Luiz Gustavo Mayrink Carvalho

    -

    14/01/2014 às 15:43

    O mais gozado é que, fora o Shopping JK Iguatemi, todos os “rolesados” são na periferia da cidade e destinados às classes C/D. Ou seja, são frequentados por essas mesmas pessoas diariamente! Isso quer dizer que nem a “luta de classes”, o protesto dos “pobres” contra os “ricos” podem ser levantados!

  254. Valéria

    -

    14/01/2014 às 15:38

    É isso mesmo!
    É tudo arquitetado para fomentar a luta de classes e para vagabundos roubar à vontade, a barbárie com ajuda de voluntários idiotas. Esses vagabundos querem impor na marra a subcultura que produzem, esse lixo de funk, barulho feito por pedófilos para incentivar as meninas à promiscuidade e perdição, vida bandida.
    Cultura da morte.
    E os jornalistas puxa-sacos fingindo que não há nada além de “molecagem”.
    Socorro!

  255. Marcelo Ribeiro

    -

    14/01/2014 às 15:37

    Eu iria mais longe que voce, Rodrigo: Acho que shoppings e lojas deveriam sim ter o direito de barrarem negros, brancos, índios, judeus, latinos (no caso de lojas européias) ou qualquer tipo de preconceito que seus donos decidissem. Seria uma atitude nojenta e podre que a sociedade se encarregaria de repudiar e suas portas nao ficariam abertas por muito tempo ja que iriam a falencia rapidamente. Nao acho que o Estado deveria ter leis pra impedir que pessoas sejam estúpidas e nao deveria ter o papel de consertar o caráter de ninguém.

  256. Marcelo Danton

    -

    14/01/2014 às 15:35

    O preconceito surge quando determinadas atitudes odiosas se concentram em determinados tipos de pessoas ou animais (todo mundo tem medo dos pitbulls não é?!) O racismo surge quando essas atitudes começam a ameaçar nossas vidas e costumes (temos o direito de “conservar” nossos costumes ou não??) e os GOVERNOs PROGRESSISTAs não fazem nada…chamando-os de vitimas da sua riqueza egoísta. Editores da mídia correm a argumentar que faltam espaços para se divertirem em suas “comunidades”. Donos das mídias!! Mudem suas linha jornalística doutrinada pelos esquerdopatas rápido; senão ninguém venderá e ganhará dinheiro em meio a desordem pública que esta por vir….#ficadica

  257. Cau Marques

    -

    14/01/2014 às 15:31

    Caro Rodrigo, são manifestações legítimas de um segmento excluído desta sociedade injusta e opressora.
    Ass.: Doutor Cau Marques
    Doutor Cau Marques, é professor de Sociologia da UFRJ. Doutorou-se com a tese: ” O roubo e o assassinato como opções atitudinais válidas dentro do espectro da transversalidade apolítica dos segmentos excluídos da sociedade brasileira”.

  258. cassia

    -

    14/01/2014 às 15:30

    Rodrigo, vc já leu a coluna da Eliane Cantanhêde de hoje?
    Fica a pergunta: shopping é lugar público ou privado aberto ao público?
    Se é privado e muito deles tem até cotas de fundos imobiliários. O que acontece qdo o cotista perde rendimento em função da queda de vendas devido à essa bagunça que espanta a clientela? Se é privado tem o direito de resguardar o seu espaço…

  259. Will Silva

    -

    14/01/2014 às 15:25

    Rodrigo, ótimo texto. É de fato assim que essas pessoas abusam da boa-vontade da sociedade. Seu único problema é o meio de veiculação. Hoje em dia, nenhuma matéria (por mais pertinente que seja!) da Veja surte o efeito desejado.

  260. eduardo

    -

    14/01/2014 às 15:24

    o povo brasileiro é muito bonito…. as mulheres brasileiras são lindas!

  261. Marco Aurélio Antunes

    -

    14/01/2014 às 15:20

    Uma multidão num shopping fragiliza a segurança, aumentando o risco de assaltos. Os rolezinhos causam transtorno. É uma irresponsabilidade incentivar isso na propriedade dos outros. Quem gosta dos rolezinhos deveria oferecer a própria casa para essas atividades.

  262. Marcelo Danton

    -

    14/01/2014 às 15:19

    Sabem quantas pessoas cada ônibus deixa de transportar (por viajem) de passageiros PAGANTES para manter o cobrador ocupando espaço?? Cinco sentados e 6 em pé.
    15,7% poderiam ser economizados no valor da passagem.
    FORA O SALÁRIO DO PARASITA, pois uma pessoa que não fica num serviço desse é alguém sem vontade de trabalhar e crescer. Vagabundo embora empregado. As pessoas me censuram argumentando que eles trabalham….não são vagabundos.
    Contra argumento!
    A definição de vagabundo é: são pessoas acomodadas que não procuram crescer ou fazer algo de útil para a sociedade voluntariosamente ou mediante remuneração.
    Escuto tranqueiras de mãezinhas (que tem mais filhos do que posses para cria-los) dizendo que seu filho é trabalhador e nunca foi preso (nunca foi pego né) “Ele não é bandido. Só caiu em tentação por causa dos amigos) laiaaalaiaaaalaiaaaa…o Brasil tá cheio disso.
    É o modo esquerdopata e socialista (para os bandidos e vagabundos) de GOVERNAR.

  263. ricardo

    -

    14/01/2014 às 15:18

    eh um crime colocar esses seguranças para abordar uma multidão como essa! estão completamente desprotegidos pois não tem poder de policia e podem ser alvo de retaliações logo em seguida! sem contar que muitos devem morar em áreas da periferia, ficando assim expostos a vingança de delinquentes…são alvos fáceis para esse bando de vândalos! somente a polícia eh que deveria fazer abordagens em situações desse tipo…

  264. Leonardo

    -

    14/01/2014 às 15:13

    No mais, lido com esses jovens em meu trabalho e posso dizer que:

    1. Não respeitam autoridade, fazem o que querem. Perambulam pela sala durante a aula, fazem algazarra, usam o celular etc., mas não aceitam ser repreendidos.

    2. Sujam e depredam a escola toda. Em um dos colégios onde dou aula, os alunos do diurno parecem estar estudando para a carreira de urologia. Existem pênis desenhados por todo o colégio, até na cadeira que o professor senta eles desenharam um pênis. Jogar o lixo na lixeira? Se o arremesso não acertou a lata de lixo, já era, fica no chão mesmo. Ou então atira-se o lixo pela janela.

    3. Não querem aprender a ler e escrever corretamente, muito menos as quatro operações fundamentais (no ensino médio!). Qualquer tentativa de aconselhamento nesse sentido é respondida com indiferença ou deboche por parte dos alunos.

    4. Fazem algazarra no ônibus.

    5. Nunca assumem responsabilidade sobre absolutamente nada. Nota baixa? Culpa do professor! Mesa arremessada no chão? Culpa da força gravitacional.

    E depois reclamam que são vítimas de preconceito. Claro, só fazem besteira!

  265. ricardo

    -

    14/01/2014 às 15:12

    mas o que faz essa babacada de jornalistas do politicamente correto quando se depara, por exemplo, com uma turma vindo a seu encontro no meio da rua ou ate mesmo dentro do shopping? exercitam seu progressismo rezando, bem escondidinho, a todos os santos mas ficam esperando pra ver no que vai dar ou mudam de calçada? e como orientam seus filhos a passear pelas ruas? dizem que podem andar sem “preconceito” algum ate mesmo ao passar por lugares sabidamente perigosos?

  266. gilberto

    -

    14/01/2014 às 15:11

    Resumindo: pobre odeia ser pobre. Puro complexo de inferioridade.

  267. Payxão

    -

    14/01/2014 às 15:09

    Todos podem frequentar esses lugares, independente da condição social ou cor. Agora fazer bagunça, arrastão para justificar o injustificavel, o que pobreza tem haver com isso? Só se for pobreza de educação e caráter. O pior, é querer usar a condição social para justificar seus atos.

  268. Luis Ricardo

    -

    14/01/2014 às 15:06

    É impressionante a ignorância dessa “juventude” que foi criada e alimentada “sem limites”. Crianças que se “julgam” adultas acham tudo engraçado, bonito, se eles são o futuro do Pais, peço pra sair, tô fora.
    Isso tudo que esta acontecendo agora, é a tal impunidade que se agravou com o tal estatuto do aborrecente.. Precisamos mudar este estatuto com URGENCIA..

  269. Augusto

    -

    14/01/2014 às 15:01

    Emir Sader não é aquele que escreve Getúlho, ao invés de Getúlio?

  270. Cleber Souza

    -

    14/01/2014 às 14:47

    Rodrigo, vc explicou demais e com as corretas justificativas, mas se trata de algo simples: pura baderna de vagabundos(as) que nao tem nada o que fazer, frustrados com a vida. Olha so, esses vagais tem tudo que vem do Estado: escola estatal, moradia estatal (geralmente fruto de invasoes) , protecao do estado para o tadinho marmanjo de 17 anos, vale gas estatal, transporte subsidiado estatal, bolsa familia estatal e a lista segue. Agora todos nos, que trabalhamos duro, pagamos para esses “coitados” terem algo e eh assim que eles agradecem. VAO TRABALHAR CAMBADA DE VAGABUNDOS.

  271. Jônatas Oliveira

    -

    14/01/2014 às 14:41

    Indigna-me que pessoas que julgava sensatas propagando o ocorrido como um “Apartheid”. Circular essas imbecilidades esquerdistas de forma massificada e continua, aos poucos, altera o senso-comum, fazendo perder toda a noção de julgamento honesto.
    Este texto deveria ser lido em rede nacional.

  272. Leonardo

    -

    14/01/2014 às 14:39

    Muito bom, eu sou mulato mas sempre concordei com a postura da polícia em abordar determinado tipo de pessoas com uma frequência maior, em função das vestimentas ou do fenótipo. Tempos atrás, nos EUA, surgiu essa “polêmica”. Por que a polícia, ao vigiar as rodovias, abordava mais os negros e os hispânicos? Ora, simplesmente porque, entre eles, havia um maior número de envolvidos com gangues e tráfico de entorpecentes.

  273. José

    -

    14/01/2014 às 14:34

    os comunistas sempre jogaram a culpa de todos os problemas em nós capitalistas, mas vamos mostrar de maneira clara e acessível para o povão que a culpa é dos comunistas.

  274. Rick

    -

    14/01/2014 às 14:33

    Estou quase certo de que isso é coisa planejada por bandidos que se aproveitam dos idiotas úteis para infiltrar seus cupinchas lá e roubar à vontade. E depois ainda serão defendidos por artistas, políticos e toda a esquerda caviar como vítimas da sociedade.

  275. José

    -

    14/01/2014 às 14:32

    a culpa do rolezinho não é do capitalismo, mas sim do comunismo lula-petista.

  276. José

    -

    14/01/2014 às 14:31

    que os empresários fuleiras do país continuem votando nos lula-petistas. dá nisso!

  277. Doni

    -

    14/01/2014 às 14:30

    Estou farto dos comentários que dizem que os jovens representam a nova classe média brasileira, que estão procurando se divertir, que não dá para tolerar a repressão, que isso é discriminação, etc… Vamos lá. Estamos diante do crescimento vertiginoso da falta de educação, da falta de valores, da falta de respeito ao próximo, da forma como que toleramos que show de artistas, carnaval, bailes funks,representam a cultura brasileira. Depredar, promover algazarra, tumulto, roubos e assaltos agora também é expressão de cultura, é o fruto das manifestações de junho próximo passado. Nenhum povo jamais na história da humanidade pode prosperar cuspindo na cara do próximo. Esse não é o país que amamos. Quero meu país de volta!

  278. José

    -

    14/01/2014 às 14:30

    isso ai ainda vai se voltar contra a Dilma. espera para ver trovão. a revolta dessa galera não é contra o capitalismo não, é contra o estado das coisas no brasil e quando eles tomarem consciência que os maiores responsáveis pela violência, dependência e pobreza geral são os canalhas petistas, sai de baixo. os petistas devem estar com a porta dos fundos na mão com um rolezinho desses. não é a toa que tem nojento da esquerda elogiando por fora, mas rezando para acabar por dentro. pt a festa acabou!

  279. Djalma

    -

    14/01/2014 às 14:29

    Parabéns Rodrigo, excelente!

  280. Marcelo

    -

    14/01/2014 às 14:28

    mto bom constantino. se isso vai se tornando normal, penso no que será normal daqui 20, 30 anos. o que fazer?

    sugiro fortemente que você publique um texto com a sua reflexão/opinião (até para ajudar as reflexões de todos nós, seus leitores) sobre se devemos deixar o Brasil ou não. será que o sapo não tem que pular da panela antes que a água ferva?

    grande abraço

  281. Flávio

    -

    14/01/2014 às 14:27

    É o fim do mundo. Realmente o Brasil e seu politicamente correto são deploráveis.

  282. André

    -

    14/01/2014 às 14:22

    Se fossem loiros de olhos azuis e ricos fazendo baderna no shopping seriam expulsos da mesma forma.
    Só que nesse caso os esquerdistas não posariam de comovidinhos.
    Ou ficariam calados ou iriam dizer, de forma totalmente racista, que loiros de olhos azuis só sabem fazer baderna.

    Da mesma forma que o Lula disse que a crise financeira foi causada por pessoas loiras de olhos azuis.
    Uma afirmação carregada de racismo, mas como não é racismo contra um dos grupos que esquerdistas fingem amar ninguém denunciou ou reclamou. Afinal de contas racismo contra os brancos não só pode como deve ser aplaudido, na mente dos esquerdistas psicopatas.

  283. Ricardo Paranaguá

    -

    14/01/2014 às 14:22

    Perfeito! Sem mais…

  284. LP

    -

    14/01/2014 às 14:16

    É impressão minha ou essa nova modalidade de arrastão é a tentativa de implantar no Brasil os mesmos tipos de saques que ocorreram na Venezuela? Para mim o paralelo é claro e isto parece apenas o começo. Vídeo dos saques na Venezuela: http://www.youtube.com/watch?v=_KsIqqbENh4

  285. Eric

    -

    14/01/2014 às 14:11

    Quando eu vejo essa escória toda reunida perco a esperança nesse país… e boa parte desses elementos votam!

 

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