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PSDB

16/03/2015

às 7:47 \ Opinião

Eliane Cantanhêde: ‘Crise grave, mas sem saída’

Publicado no Estadão

ELIANE CANTANHÊDE

O Brasil tem agora o antes e depois de 15 de março de 2015. Mais de um milhão de pessoas foram às ruas para protestar contra a presidente Dilma Rousseff e contra o PT, que, desde 1980, era quem tinha força e capacidade de mobilização.

Quem poderia imaginar que o PT mudaria de lado e passaria a ser alvo, após 30 anos de glórias e de jogar as ruas contra tudo e contra todos em nome da ética? Bastaram 12 anos de poder para o caçador virar caça. E isso tem um lado dramático. Mas cada um colhe o que plantou.

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08/03/2015

às 12:10 \ Feira Livre

‘Que ano é hoje?’ – Uma crônica sobre o Brasil

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SILVIO NAVARRO

São Paulo, 15 de março de 2015, um domingo de sol. Mas poderia ser 1992.

Seu João acordou de um coma que durava mais de 23 anos e desafiava a ciência moderna. Sem saber em que ano despertava, perguntou ao médico: 

- Doutor, o que está acontecendo lá fora?

O médico respondeu prontamente, até porque estava indignado naquela manhã com a notícia de que o governo anunciará a convocação de mais médicos cubanos, algo que, para ele, ecoava inconcebível num país com tantas universidades e profissionais formados.

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20/02/2015

às 10:38 \ Sanatório Geral

Coisa de gênio

“A oposição quer inviabilizar o governo da presidente Dilma. É uma ação direta e a origem está no PSDB, que já fala até em impeachment”.

Jorge Viana, senador pelo PT do Acre, revelando que a ideia de desviar dinheiro público para financiar as campanhas eleitorais de Lula e Dilma Rousseff foi sugerida por Fernando Henrique Cardoso para derrubar Lula e Dilma Rousseff.

15/11/2014

às 10:10 \ Opinião

‘Dilma em estado puro’, de J.R. Guzzo

Publicado na edição impressa de VEJA

J.R. GUZZO

O que a presidente reeleita Dilma Rousseff, o PT e o ex-presidente Lula, condutor de uma e do outro, pretendem fazer em relação aos 51 milhões de brasileiros que votaram em seu adversário Aécio Neves na eleição presidencial de outubro? É uma pergunta que deixa impaciente o alto-comando do governo; e torna especialmente irado seu sistema de propaganda. Gostariam de que essa gente toda não existisse; não podendo fazer com que ela evapore no ar, acreditam que a saída é não reconhecer sua existência. A indagação, que continua sem resposta clara, é perfeitamente razoável, levando-se em conta que os 51 milhões de pessoas em questão estarão aí pelos próximos quatro anos – não só eles, na verdade, já que outros 37 milhões de cidadãos nem apareceram para votar, votaram em branco ou anularam seu voto.

Ao todo, no fim da conta, resulta que perto de 90 milhões não votaram na presidente que ficará no Palácio do Planalto até janeiro de 2019. Além disso, a diferença em seu favor foi a menor desde que PT e PSDB começaram a bater chapa, doze anos atrás. (A vantagem vem diminuindo a cada eleição: passou de mais de 61% dos votos, em 2002, para menos de 52%, em 2014.) É apenas matemática, ciência indiferente aos desejos do PT ou de qualquer outro partido. Mas o governo fica de mau humor quando alguém fala no assunto, e o resultado é essa situação esquisita em que os vencedores ficam reclamando o tempo todo dos vencidos.

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13/11/2014

às 12:34 \ Opinião

Oliver: ‘O sono dos insolentes’

VLADY OLIVER

Faço parte de uma comunidade que ajuda gratuitamente pessoas que trabalham com os tipos de softwares com os quais trabalho, tirando dúvidas, fazendo sugestões ou simplesmente ouvindo seus argumentos. Infelizmente, a coisa parece um cursinho básico de inglês. As mensagens de erro desses softwares aparecem na tela e as pessoas “printam” (e publicam) sem ter a menor ideia do que o Gúgol traduziu. E qual o mote para um blog político? O mote é a tal “Smartmatic”, empresa cujas informações simplesmente não existem em português confiável. Mesmo os “esquerdistas ianques”, que tendem a dourar a pílula como toda a canalhada socialista a soldo aqui aboletada, não conseguem esconder os odores que emanam das reiteradas fraudes bolivarianas levadas a cabo pela quadrilha do Foro de São Paulo na latrino américa.

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12/11/2014

às 18:13 \ Opinião

Paulo Moura: ‘A oposição eficaz’

Publicado na coluna de Paulo Moura

Em junho de 2013 milhões foram às ruas contra a corrupção e por melhores serviços públicos de transporte, educação, saúde e segurança. O que ocorreu em 2013 nada tem a ver com as mobilizações que a esquerda costumava liderar no século XX, sob o comando de sindicatos, associações de bairro, entidades estudantis e a esquerda da Igreja. Emergiu no Brasil, assim como na Espanha em 2004, na Tunísia e no Egito em 2011 e na Turquia, Ucrânia e Venezuela mais recentemente, um fenômeno típico das sociedades-rede.

Correndo por fora das organizações tradicionais, milhões de cidadãos conectados pelas mídias sociais saíram às ruas para se manifestar e, sem planejar isso como objetivo, derrubaram ou desestabilizaram governos. Tudo ocorreu sem lideranças, sem organizações de massas, sem projetos de poder e sem controles. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

12/11/2014

às 17:51 \ Opinião

Almir Pazzianotto Pinto: ‘E que postes!’

Publicado no Estadão desta quarta-feira

Encerrado o último ato do drama eleitoral, diante da Nação dividida descortinam-se dois cenários: para os petistas, estamos no melhor dos mundos, como diria dr. Pangloss, o imortal personagem de Voltaire em Cândido, o Otimista. Para os vencidos, o panorama é outro: a crise é geral e profunda. Mas o governo, enquanto puder enganar, se recusará a reconhecê-la em nome de uma política surrealista que, como escreveu Giulio Carlo Argan, “é a maneira de iludir a realidade dos problemas, mediante a ambiguidade e o paradoxo”.

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11/11/2014

às 17:02 \ Opinião

‘Cada um no seu lugar’, de Dora Kramer

Publicado no Estadão desta terça-feira

Quando a presidente da República e os líderes do PT no Congresso exortam a oposição a “descer do palanque”, deixam de lado um simples e evidente fato: o papel de quem perde é trabalhar para tentar ganhar a eleição seguinte. Isso significa prosseguir na atividade política na posição antagônica ao governo, fiscalizando, debatendo, denunciando quando for o caso, enfim, vivendo a vida conforme os ditames das urnas.
O resultado elegeu um governo, mas não determinou que a força política derrotada eleita fosse empacotada, jogada no lixo e tragada pelos votos da maioria; que desaparecesse ou se calasse até a próxima campanha eleitoral. Ao contrário. A fim de que se mantenha em funcionamento pleno a democracia, o ideal é que todas as vozes permaneçam atuantes.

06/11/2014

às 19:29 \ Opinião

‘Ao perdedor, o festejo’, de Dora Kramer

Publicado no Estadão desta quinta-feira

Mesmo depois de virar água passada, a eleição de 2014 continua produzindo fatos inusitados. Passado o baque daquela noite de domingo (26), em que o PT mais uma vez tirou o PSDB da rota de volta da planície ao Planalto, a oposição não faz outra coisa a não ser comemorar a derrota.

O entusiasmo, a unidade de ação e o pensamento dos perdedores contrastam com os reclamos, as divergências e a desorientação dos vencedores que ficaram com o governo, mas herdaram uma oposição cujos primeiros acordes sinalizam que será completamente diferente daquela que saiu das três eleições anteriores.

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06/11/2014

às 18:32 \ Sanatório Geral

Segue o pesadelo

“Para mim, o PSDB… o PSD, aliás, desculpa. Vocês podiam ter ficado sem essa… Eu também. Pelo menos eu não falei isso na campanha, né?”.

Dilma Rousseff, no encontro com figurões do PSD, ao confundir o partido de Gilberto Kassab com o PSDB, revelando que continua a ter pesadelos em que ouve a voz de Aécio Neves soletrando a palavra “leviana”.

 

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