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PSDB

14/12/2015

às 19:01 \ Sanatório Geral

Golpista amnésico

“O PSDB tirou a máscara e entrou de cabeça no golpe”.

Rui Falcão, em artigo publicado nesta segunda-feira no site da sigla, sobre o apoio do PSDB ao impeachment de Dilma Rousseff, qualificando de “golpe” o que o PT fez em 1992 com Fernando Collor e em 1998 com Fernando Henrique Cardoso.

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12/12/2015

às 23:33 \ Sanatório Geral

Ministro da Pilantragem

“O que eu lamento é que algumas pessoas que ajudaram a construir a democracia no Brasil, e que têm uma biografia nessa luta, parece que esqueceram do que defenderam no passado e, por questões momentâneas, abrem mão de princípios para se somar a uma situação de busca de um impeachment que não tem a menor base constitucional”.

José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, nesta sexta-feira, sobre o apoio do PSDB ao processo de impeachment, ensinando que o uso desse instrumento constitucional deve ser qualificado de “golpe”sempre que o autor de crimes de responsabilidade como os praticados por Dilma for filiado ao PT.

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03/12/2015

às 16:58 \ Sanatório Geral

Coisa estranha

“Esse pedido de impeachment é uma futrica política, é o terceiro turno de uma eleição que insiste em continuar. Esse impeachment tem nome e tem dono: PSDB, que trai a democracia, trai o seu povo”.

Sibá Machado, líder do PT na Câmara e fundador de uma espécie animal ainda não catalogada pela ciência.

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13/11/2015

às 19:37 \ Sanatório Geral

Coragem & coerência

“Não fomos nós que mudamos. O PT, no governo Fernando Henrique, era contra, agora é a favor. O PSDB, no governo Fernando Henrique, era a favor, agora é contra. O PMDB manteve a posição. Nós temos lado, nós temos lado, nós temos responsabilidade com o país”.

Moreira Franco, ex-ministro de Dilma Rousseff e ex-governador do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, confirmando que o PMDB continua onde sempre esteve e vai permanecer no mesmo lugar: ao lado de quem está no poder ou logo estará.

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31/10/2015

às 17:26 \ Opinião

Editorial do Estadão: PT aposta na confusão moral

A presidente Dilma Rousseff disse recentemente, em tom indignado, que seu governo estava sendo atacado por “moralistas sem moral”, isto é, políticos sujos cujas biografias desautorizariam qualquer forma de acusação ou de crítica e que só lhe assacam crimes que eles mesmos cometeram, com o único objetivo de dar um golpe e tirá-la do poder. É assim o modo petista de agir: quando companheiros são pilhados em delitos capazes de embaraçar até mesmo o mais crédulo dos militantes, os figurões do partido tentam virar o jogo, apostando na confusão moral, imputando a seus adversários os mesmos desvios éticos de que os petistas são acusados. Assim, tentam minimizar a roubalheira generalizada que o País hoje testemunha, fruto de inédito projeto de pilhagem do Estado para a manutenção do poder.

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17/10/2015

às 7:00 \ Opinião

Roberto Pompeu de Toledo: Três heróis

Publicado na versão impressa de VEJA

O PSDB já foi partido de ricos quadros e boas bancadas. Hoje tem heróis solitários. Os antigos ensinam que celebrar heróis edifica os povos. Na moderna imprensa, à prática de desancar vilões atribui-se valor infinitamente maior do que à de celebrar heróis. Esta coluna vai hoje trocar o moderno pelo antigo e celebrar três heróis do que ainda resta de dignidade no PSDB.

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25/09/2015

às 1:50 \ Opinião

Oliver: O ranço fundo

VLADY OLIVER

Bem pra lá do fim do mundo, assisti hoje atentamente ao programa político do PMDB. E também acho que chegou a hora da verdade. Como profissional acostumado a este tipo de discurso político, convido os demais leitores a uma reflexão menos bairrista e acostumada apenas à leitura certinha, feita sempre pelos tucanos da nossa realidade turva: o que há de errado com o discurso peemedebista? Eu não vi absolutamente nada.

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21/09/2015

às 20:07 \ Sanatório Geral

Falta camisa de força (2)

“O comportamento do Fernando Henrique é constrangedor. Como dizia Brizola, ele está costeando o alambrado do golpe. Qual é a proposta do PSDB? Ficar contra o fator previdenciário e a CPMF, que eles criaram? Contra o ajuste fiscal, que eles introduziram como valor supremo?”

Ciro Gomes, agora acampado no PDT, confirmando que quer ser FHC quando for liberado do hospício.

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01/06/2015

às 16:54 \ Opinião

Valentina de Botas: ‘Se tanto faz um FHC ou uma Dilma, um Pimentel ou um Aécio, um JD ou um Anastasia, longa vida ao jeca!’

VALENTINA DE BOTAS

Otimista, eu? Não me levem a mal, mas sou meu texto, com equívocos sinceros e acertos, se os há, pequenos perante a dúvida, esta placa de procura-se em que ele – meu texto – se configura nas alamedas ensolaradas desta coluna. Meu querido Oliver vê uma divisão entre os indignados – os que enxergamos um país sob o cadáver do lulopetismo ainda morno, acusados de otimistas; e os presumíveis pessimistas que veem um país perdido no rastro de miséria que o finado deixou.

Celebro a morte do jeca, do lulopetismo, do projeto deles de poder perene. Há menos de um ano, ela era uma obviedade que nem mesmo os profetas mais otimistas anunciavam e o jeca, deleitado na reeleição da presidente de ignorância enciclopédica, estava atravessado de luz como um santo de vitral. Mas há uma maneira pela qual esse pesadelo alcança uma sobrevida: quando igualamos tucanos e lulopetistas. Esse é um dos desejos podres da súcia. Se tanto faz um FHC ou uma Dilma, um Pimentel ou um Aécio, um JD ou um Anastasia, longa vida ao jeca!

Apregoar que um bando disfarçado de partido pôde perpetrar o assalto inédito na história contra o Estado porque o outro partido – eficiente como gestor e ineficaz como oposição – abriu o portão abranda a face anômala do PT e empresta ao PSDB um gangsterismo ausente entre os tantos defeitos dos tucanos. Não dá. Ao contrário do PT, o PSDB não tem a gramática do ódio como afeto político, a mentira como cultura de subsistência, a libido totalitária, a incompetência como sopro, a delinquência como essência, e a súcia, seja lá quem a antecedesse no poder, esbulharia o país e depredaria o estado de direito democrático como tem feito.

Não fosse a era tucana na administração de FHC, a súcia teria sido ainda mais forte em dentes e músculos. Cintila, sob o monturo de sucata e além do rastro de miséria que o lulopetismo deixa, um país decente. Somos nós – otimistas, pessimistas ou nada disso, mas todos indignados, resistentes, cintilando, fartos desse monturo. Quem haverá de negar que existimos? Que existe esperança para a esperança e políticos honrados ainda, inclusive desse PSDB de desencontro marcado com a nação que resiste?

Claro que as mazelas somente serão saneadas no longo prazo e que o problema do longo prazo é que ele é longo. Mas ele está se escoando. Esse é meu otimismo como ele é. Não me levem a mal.

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26/05/2015

às 12:43 \ Opinião

Valentina de Botas: A existência do nanico moral continua agredindo a decência

VALENTINA DE BOTAS

A paisagem bucólica é linda: em primeiro plano, com uma baía estreita vista do alto, um lavrador, de costas, lida com um arado puxado por um cavalo; em segundo, no terreno irregular, um pastor olhando para o alto de costas para o mar, entre as ovelhas, apoiado no cajado; no terceiro, alguns navios se distribuem entre umas ilhotas com o sol ao fundo dominando o horizonte. Na atmosfera tranquila que envolve montanhas, rochas e uma cidadela à beira-mar, a vida segue prosaica como ela só. O quadro famoso é “A queda de Ícaro”, do pintor renascentista Brughel.

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