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PSDB

13/04/2013

às 11:48 \ Sanatório Geral

Aluno exemplar

“Não enxergo o Brasil justo e solidário sem o PP junto com o PSDB”.

Aécio Neves, senador e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, durante a convenção do PP, mostrando que aprendeu direitinho com José Serra como se perde uma eleição.

09/04/2013

às 20:43 \ Direto ao Ponto

O comício de encerramento da campanha de Capriles foi uma lição da resistência democrática venezuelana aos partidos oposicionistas brasileiros

Em matéria de presidente da República, a Venezuela empata com o Brasil. Nicolás Maduro, o motorista de ônibus que virou piloto de país, confunde eleição presidencial com briga de trânsito, qualifica o adversário de “maricón” e jura que Hugo Chávez ressuscitou disfarçado de passarinho. Dilma Rousseff não diz coisa com coisa, é incapaz de produzir uma frase com começo, meio e fim, esquece à noite a promessa que fez de manhã e tornou-se uma prova ambulante de que o Brasil sobrevive até a governantes com um neurônio só.

Em matéria de presidente-adjunto e eleitorado, o empate se repete. No momento, Lula se faz de morto para escapar do caso Rose e governar na clandestinidade. Chávez se faz de vivo (fingindo que dorme no caixão transparente ou voando com a leveza de um colibri) para garantir a vitória de Maduro e tornar-se no primeiro presidente com gabinete no Além. Nos dois países, a eleição é decidida pela imensidão de desvalidos que se acham felizes por não saberem o que é isso. Gente que imagina que viver é não morrer de fome retribui com votos os donativos dos gigolôs da miséria.

Em matéria de oposição, a Venezuela está ganhando com folga ─ e, se mantiver a estratégia que resultou nas imagens do vídeo acima, talvez acabe impondo uma goleada ao Brasil. O PSDB troca socos e pontapés com tucanos, o PPS flerta com o PSB de Eduardo Campos, o DEM ainda não descobriu quem é. No reino dos chavistas, os adversários do chavismo e recuperaram a sensatez  e reaprenderam a unir-se no combate ao inimigo comum . Por aqui, a oposição oficial não se junta nem em festinhas de batizado. E há mais de dez anos não dá as caras nas ruas.

No comício de encerramento da campanha de Henrique Capriles, principal adversário de Maduro, foi reencenado em Caracas o espetáculo da multidão disposta a barrar nas urnas o avanço dos  pastores do primitivismo. Uma vitória e tanto. Seja qual for o resultado da eleição, a resistência democrática venezuelana mostrou-se extraordinariamente maior, mais musculosa e mais lúcida do que os arrogantes herdeiros de Chávez. Vejam o vídeo. A Venezuela garroteada por um bolívar-de-hospício, quem diria, pode livrar-se do tempo das cavernas bem mais cedo que o Brasil.

01/04/2013

às 18:52 \ Feira Livre

Seis notas de Carlos Brickmann

PUBLICADO NA COLUNA DE CARLOS BRICKMANN

CARLOS BRICKMANN

A hora do Mensalão
O ministro-revisor do processo do Mensalão, Ricardo Lewandowski, já concluiu sua parte no acórdão do julgamento. É provável que o acórdão seja publicado nesta semana, o mais tardar na próxima, abrindo-se então o prazo para recursos. Encerrado o julgamento dos recursos, cumprem-se as sentenças.

Engenhoso Engenhão
A melhor maneira de esconder um escândalo é arranjar outro escândalo com maior poder de escandalizar. Vale a pena ler a nota de um profundo conhecedor do Rio, o excelente colunista Aziz Ahmed, do jornal O Povo: “A divulgação que a prefeitura do Rio está dando à lambança que resultou na interdição do Engenhão tem um componente político articulado pela dupla Eduardo Paes ─ Sérgio Cabral.

Aproveitando a paixão do povo pelo futebol, os dois peemedebistas conseguiram apagar do noticiário uma trapalhada de maior gravidade, porque esconde suspeitas de conluios com empreiteiras, malfeitos e corrupção.

Trata-se do programa Minha Casa Minha Vida. Em Duque de Caxias, construíram um conjunto dentro de um charco. Em Niterói, o conjunto para o pessoal do Morro do Bumba está sendo demolido antes de ser ocupado. Em Itambi (Itaboraí), começaram a construir um conjunto com vários blocos e a obra foi abandonada”.

Alguém tem dúvida de que o problema do Engenhão sirva mesmo para isso?

As boas intenções
O senador mineiro Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência da República, conversou com a bancada federal do partido e pediu foco nas propostas tucanas. Tem razão. Só falta descobrir quais são as propostas tucanas.

Chega de intermediários
O PSDB já contratou um conselheiro político das campanhas de Barack Obama, David Axelrod, para trabalhar com seu candidato Aécio Neves. Outro americano, Antonio Villaraigosa, prefeito de Los Angeles em fim de mandato, que comandou a campanha de Hillary Clinton para ser candidata à Presidência (foi batida por Obama), também vem sendo procurado pelos tucanos.

Do marketing o PSDB está cuidando. Agora é só convencer o partido a apoiar o candidato.

A verba voa
A Prefeitura paulistana, com o petista Fernando Haddad, está demonstrando grande disposição de torrar dinheiro com propaganda. Em rádio e TV, no horário nobre (o mais caro), anunciou maciçamente a doação de um terreno para um novo campus da Universidade Federal de São Paulo. Não era verdade: o terreno existe, um dia, dizem, será doado, mas a doação ainda não foi aprovada pela Câmara. O Ministério Público Estadual decidiu abrir inquérito sobre o caso. A Prefeitura explicou que houve um engano, uma troca de anúncios: deveria ter saído um sobre saúde. Mas alguém aprovou a veiculação. Quem? Como? Silêncio.

Outros anúncios, mais baratos, são até ofensivos: apontam novos pontos de ônibus como um presente da Prefeitura para a cidade.

Quem imaginava que instalar pontos de ônibus fosse obrigação da Prefeitura certamente estava enganado.

Onde está Chávez?
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, informou oficialmente, há dias, que não seria possível embalsamar o corpo de Hugo Chávez, porque o tratamento teria de se ter iniciado logo após a morte. Não houve enterro oficial. Onde está o corpo de Chávez? Ficará no Museu Histórico Militar, sem sepultamento?

27/03/2013

às 11:58 \ Feira Livre

‘Acredite, mas é ao contrário’, por Carlos Brickmann

PUBLICADO NA COLUNA DE CARLOS BRICKMANN

CARLOS BRICKMANN

O senador Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência da República, conseguiu o apoio do governador paulista Geraldo Alckmin para presidir o partido e teve amplas promessas de apoio da liderança tucana de São Paulo. Saiu consagrado ─ desde que a gente acredite naquilo que os políticos dizem.

Aécio, de maneira ostensiva, não participou das campanhas presidenciais de Serra e de Alckmin. Na última campanha de Serra, fez duros ataques aos paulistas que tentavam obrigar os mineiros a participar da chapa (Serra o queria para vice). No segundo turno, depois de prometer empenhar-se na campanha tucana, deixou seu reduto, Minas, onde tem forte influência, e foi pedir votos no Norte e Nordeste, onde era menos conhecido do que plural em discurso de Lula. Deixou mágoas. As vítimas da época podem ficar a seus pés, mas na condição de calos.

Eduardo Campos trabalha em condições melhores. Tem bom relacionamento com Alckmin, Serra e Kassab; está formando uma frente pernambucana da qual só ficam de fora o PT de Dilma, e PSOL, PCdoB, PSTU, PCO e outros campeões de votos. Sua candidatura interessa ao PSDB, pois facilita a realização do segundo turno. E o PT é obrigado a fazer-lhe declarações de amor, sempre correspondidas ─ sabe-se lá o que o futuro lhes reserva? Mas tanto o PT quanto o PSB iriam ao enterro político um do outro com grande prazer, mantendo embora a tristeza no rosto besuntado de óleo de peroba.

Como não dizia o escritor francês Stendhal, a palavra foi dada aos políticos para esconder seu pensamento.

Quem deita rola
Claro que nenhum candidato, nenhum de seus aliados e nenhum de seus estrategistas está perdendo tempo com planos de Governo, projetos para o país, essas bobagens: o foco é exclusivamente ganhar a eleição. Não se surpreenda, portanto, se Serra mudar de partido e se candidatar ao Governo paulista, com Kassab para o Senado e Eduardo Campos para presidente. Ou, se Kassab ficar com Dilma, Alckmin para a reeleição, Serra para o Senado e Eduardo Campos para presidente.

E que tal o Partido dos Trabalhadores com Paulo Skaf, presidente da Fiesp, o patrão dos patrões, na vice de Aloízio Mercadante ou do ministro Padilha?

O tempo passa…
O julgamento do Mensalão foi concluído em 17 de dezembro de 2012. Três meses e dez dias depois, ainda não foi publicado o acórdão ─ basicamente, o texto da decisão. Após a publicação do acórdão, abre-se o prazo para os embargos da defesa; há a decisão dos ministros sobre esses embargos; só então a sentença se torna definitiva e se inicia o cumprimento da pena. O processo é imenso, envolve muita gente ─ mas mais de três meses para uma redação não é meio muito?

…o tempo voa
A Operação Porto Seguro, aquela que revelou Rosemary Póvoa de Noronha, ocorreu em 23 de novembro de 2012. De lá para cá, um retumbante, trovejante, ruidosíssimo silêncio ─ até mesmo do presidente Lula, sempre feliz ao dar entrevistas e desde então privado desta sua alegria.

São pouco mais de quatro meses. É preciso resolver logo o caso, pensando até na citada senhora. Perdeu o cargo, está afastada do amigo. Nem para as viagens empreiterais tem sido convidada!

A missa da Poderosa
Para as vítimas de Petrópolis, nada: as verbas sumiram, as casa prometidas não surgiram, as encostas desprotegidas de novo caíram. Para as vítimas de Petrópolis, nem missa. O agente da Polícia Civil Paulo Roberto Filgueras fez sua parte, heroicamente; morreu salvando vítimas da tragédia de Petrópolis. E sua família ─ viúva, mãe, irmão ─ foi impedida de entrar na Catedral Metropolitana porque quem nada sofreu com a tragédia, Sua Excelência a Presidenta Dilma Rousseff, estava lá, cercada por sua tropa de seguranças. Dilma fez todo mundo esperar: a missa estava marcada para as 17h, e ela só chegou às 18h30, quando enfim as orações começaram.

A família da vítima não pôde entrar: quem aquelas pessoas de luto pensavam que eram para ficar no mesmo recinto da Presidenta?

25/03/2013

às 20:14 \ Feira Livre

Reynaldo-BH: Serra é problema

REYNALDO ROCHA

Não há como nem por que discordar de uma palavra do post de Augusto Nunes sobre o comportamento de José Serra e sua hostilidade a Aécio Neves.

Li hoje, em outro espaço, que São Paulo em 2014 não votaria em Aécio, pois ainda está com Serra. E que Aécio não tem como ser eleito sem o apoio de São Paulo. Veja bem: um comentarista “da casa”.

Esta aposta na divisão ─ uma nova Guerra dos Emboabas? ─ entre Minas (e outros estados) e São Paulo é de um bairrismo absurdamente míope.

Serra deixou de ser uma opção. É só o que sempre foi: um problema, um egocêntrico, um hesitante que não soube ser oposição contra a mais fraca candidata a presidente da história do Brasil, um desagregador, um ressentido. Enfim, alguém que teve a oportunidade de ser mais do que é e a desperdiçou. Não teria nem mesmo os votos que teve em 2010.

Não sei se é Aécio o nome da oposição. Sinceramente, ainda falta a este cimento algo que me anime. Mas certamente Serra nunca mais será sequer areia neste traçado. E dividir esta questão em bairrismo vulgar, é forçar a barra de uma visão que não é de Minas. É do Brasil.

Serra passou por 2010 e não deixou sequer marcas. Exceto a de considerar Lula um homem acima da história. Os tucanos sabem como ninguém administrar o desastre provocado por eles mesmos. E Serra é especialista em, sob os panos, envenenar tudo e todos.

Sei que lulopetistas dirão: “Era este cidadão que vocês queriam como presidente?”

Sim, era! E não vou usar o “Não sabia” como argumento de defesa. Prefiro o óbvio: melhor um desequilibrado com mania de grandeza do que um poste caracterizado pela subserviência indecente. Não queríamos um novo mandato de Lula. E ele conseguiu, colocando uma boneca de ventríloquo na cadeira que infectou.

Serra conseguirá o que quer? Não sei. Mas sei que o orgulho deste operador de desastres será recompensado se acabar com o partido, ou com a chance de haver uma alternativa ao lulopetismo.

Teria o argumento que tanto busca: eu não sou péssimo como candidato (ou debatedor). A culpa é de outros! E desse modo tentaria sobreviver ao enterro (de luxo) que fez questão de providenciar.

 

25/03/2013

às 18:55 \ Direto ao Ponto

Tucanos só sabem fazer oposição ao PSDB

É secundário saber se José Serra tem ou não motivos para a declaração de guerra à candidatura de Aécio Neves em 2014. O que importa é a constatação: Serra tem combatido o companheiro de partido com a agressividade que lhe faltou na campanha presidencial de 2010.

Se tivesse enfrentado Dilma Rousseff com a determinação e a bravura exibidas na luta contra o senador mineiro, poderia ter vencido a disputa com o poste que Lula inventou. Na pior das hipóteses, não seria derrotado tão facilmente.

Tucanos são péssimos quando precisam opor-se aos inimigos de verdade. Mas esbanjam competência quando o adversário é outro tucano.

11/03/2013

às 13:50 \ Sanatório Geral

Brasil do avesso

“Até quando resolve demonstrar que tem preocupação social, o PSDB precisa copiar um projeto do PT, porque não sabe como fazer”.

Paulo Teixeira, deputado federal pelo PT paulista, sobre a proposta de desoneração da cesta básica, jurando que no Brasil Maravilha o governo consegue lançar um projeto original seis meses depois de vetar a cópia  apresentada pela oposição.

28/02/2013

às 21:50 \ Feira Livre

‘Exemplos’, por Merval Pereira

PUBLICADO NO GLOBO DESTA QUINTA-FEIRA

MERVAL PEREIRA

Fazer oposição ao governo popular que chegou para nos redimir só pode ser coisa de direitistas raivosos, de reacionários a serviço dos piores interesses. Ao contrário, basta que alguém adira ao governo petista para se transformar imediatamente em pessoa respeitável, sobre quem nada pode ser dito sem que uma crítica signifique tentativa de desestabilizar o tal governo popular.

Reputações são lavadas em segundos, passados são esquecidos, muitos se tornam esquerdistas tardiamente. Quantos parentes de presos políticos que nunca levantaram um dedo para repudiar a ditadura agora posam de esquerdistas em defesa da memória de seus queridos e aproveitam para tirar um benefício do governo?

Por que Fernando Henrique deveria “no mínimo ficar quieto”, se, tanto quanto ele, os ex-presidentes que nos restam atuam politicamente com intensidade? E por que Fernando Henrique deveria deixar Dilma trabalhar em paz se ele é o principal nome da oposição e, como o nome diz, tem como função principal se opor ao que está aí no governo?

O que fazia o PT quando estava na oposição? Deixava Fernando Henrique governar com tranquilidade ou tentava por todos os meios boicotar sua administração? Logo no início do governo Lula, quando ele assumiu surpreendentemente como tarefa de seu governo prosseguir a reforma da Previdência, conversei com o então presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha ─ hoje condenado pela participação no mensalão ─ e perguntei a ele por que o PT se batera tanto contra a reforma quando o PSDB estava no governo se agora se mostrava favorável a ela.

Ele, candidamente, respondeu: “Luta política”. Simples assim. A “luta política” justificava tudo, até mesmo trabalhar contra medidas que eles consideravam acertadas. Enquanto ainda era presidente, Lula reclamava da ação de Fernando Henrique, dizendo que ele tinha que aprender a ser ex-presidente. Houve momento em que petista graduado disse que o ex-presidente tucano deveria ir para a casa “cuidar dos netinhos”.

Lula prontificava-se a fazer isso, ao mesmo tempo em que prometia voltar a fazer churrascos para os amigos, sem se meter em política. Ensinaria a Fernando Henrique o que é ser um ex-presidente. Sabemos muito bem o que ele fez desde o primeiro momento em que deixou a Presidência. Faz questão de demonstrar sempre que quem está no comando é ele, a ponto de, na reunião do PT para comemorar os dez anos de poder do partido, ter feito discurso em que tratou a presidente Dilma Rousseff como se fosse um oposicionista. Como ele sempre é o centro de suas próprias falas, Lula fez brincadeira com sua conhecida vaidade. Disse que gostava tanto dele mesmo que sempre votou em si próprio para presidente da República, e que, quando não pôde mais fazê-lo, votou num “poste”.

O “poste” em questão estava ali a seu lado, era a presidente da República, que foi classificada assim durante a campanha eleitoral pelos críticos de sua escolha. Para aliviar o ambiente, Lula deu um fecho generoso à sua piada de mau gosto, dizendo que o “poste” Dilma estava iluminando o Brasil.

Todas essas atitudes de Lula fora do poder podem ser perfeitamente aceitáveis para seus correligionários e eleitores, que costumam não ver seus defeitos. Mas não é possível que críticas aos governos petistas, ou mesmo à sua pessoa, sejam consideradas demonstrações de reacionarismo político, ou tentativa de boicotar as ações do governo popular que chegou para redimir o país, sem dever nada a ninguém, sem ter herdado nada, tendo construído tudo. Lula alimenta essa bobajada.

27/02/2013

às 13:07 \ Sanatório Geral

Professor de economia

“O PSDB atrasou o desenvolvimento do país em muitos anos, Fernando Henrique endividou demais o país, vendeu boa parte do patrimônio brasileiro, deixou a maior dívida pública da história e inflação alta”.

Cid Gomes, governador do Ceará pelo PSB, explicando que, se o governo FHC copiasse a fórmula inventada pelo estadista de Sobral, todos os brasileiros teriam dinheiro de sobra para mandar a sogra passear de jatinho na Europa e contratar Ivete Sangalo por R$ 650 mil animar a inauguração de hospitais cujas marquises desabam na semana seguinte.

22/02/2013

às 22:38 \ Sanatório Geral

Da cela ao pátio

“Vamos continuar dialogando com o povo e comparando os governos, percorrendo o país e mobilizando a sociedade para a continuidade do desenvolvimento nacional soberano, democrático e popular”.

José Dirceu, em seu blog, informando que vai viajar bastante, de preferência em helicópteros de capitalistas selvagens, até chegar a hora da caminhada diária entre a cela e o pátio.

 

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