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Rede Pão de Açúcar lucra R$ 91 mi no 2º trimestre

Resultado foi 64% acima do visto no mesmo período do ano passado

Por Da Redação 26 jul 2011, 07h48

A rede varejista Pão de Açúcar registrou um lucro líquido consolidado, incluindo as vendas da Casas Bahia e do Ponto Frio, de 91 milhões de reais no segundo trimestre de 2011, resultado 64% acima do visto no mesmo período do ano passado. O lucro líquido da empresa apenas das operações de venda de alimentos, com as bandeiras Pão de Açúcar, Extra e Assaí, somou 93,2 milhões de reais, representando uma alta de 409,0%. Os resultados da Casas Bahia foram incorporados ao balanço do Pão de Açúcar a partir de novembro do ano passado.

A geração de caixa, medida pelo Ebitda, totalizou de forma consolidada 641,2 milhões de reais no segundo trimestre deste ano, desempenho 66,3% superior a igual intervalo de 2010. A margem Ebitda consolidada ficou em 5,7% ante 5,5% do mesmo período de 2010 (alta de 0,2 ponto porcentual).

A receita líquida consolidada da companhia no segundo trimestre totalizou 11,269 bilhões de reais, representando um crescimento de 61,5% sobre o mesmo período de 2010. Apenas nas operações alimentares, a receita líquida subiu 10,4%, para 6,228 bilhões de reais.

No segundo trimestre de 2011, o resultado financeiro líquido totalizou 336,0 milhões de reais negativos, equivalente a 3,0% das vendas líquidas, mantendo-se no mesmo patamar dos três meses anteriores. No primeiro semestre de 2011, o resultado financeiro líquido totalizou 661,7 milhões de reais negativos, o que corresponde a 3,0% das vendas líquidas.

Carrepão – Recentemente, o Pão de Açúcar, controlado pela holding Wilkes, cuja propriedade é dividida entre o empresário brasileiro Abílio Diniz e a rede varejista francesa Casino, fez uma oferta de fusão com o Carrefour Brasil, liderada por Abílio. A fusão teria o apoio do Banco Nacional para o Desenvolvimento (BNDES). A proposta desagradou profundamente o sócio francês, que veio ao Brasil pedir ao BNDES que não se envolvesse na operação. O BNDES recuou, assim como Abílio. Entenda o caso.

(Com Agência Estado)

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