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Por que o Toblerone não pode ser mais considerado chocolate suíço?

As mudanças ocorrem em razão da lei suíça, que exige que qualquer produto que use o nome do país atenda a um conjunto de critérios de origem

Por Luana Zanobia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 7 mar 2023, 11h20 • Atualizado em 7 mar 2023, 14h25
  • A partir deste ano, a icônica montanha Matterhorn da Suíça não estará mais presente na embalagem do chocolate Toblerone, pois a empresa americana proprietária, Mondelez, transferirá parte da produção para a Eslováquia. A declaração “estabelecido na Suíça em 1908” que classifica o Toblerone como “chocolate suíço” também será removida.

    As mudanças ocorrem em razão da legislação suíça em vigor desde 2017, que exige que qualquer produto que use o nome do país e símbolos nacionais atenda a um conjunto de critérios de origem. Em relação aos produtos lácteos, por exemplo, a norma estabelece que tanto a matéria-prima quanto a produção devem ser integralmente originárias do país como forma de proteger o prestígio associado aos produtos suíços. Marcas que fazem uso do nome do país em seus produtos podem incluir símbolos como a bandeira ou referências a cidades suíças, como Genebra, ou até mesmo a famosa montanha nos Alpes com formato de pirâmide, como é o caso do chocolate Toblerone.

    As mudanças incluem um novo logotipo de montanha modernizado e aerodinâmico, uma fonte Toblerone aprimorada e o logotipo da marca, além da assinatura do fundador do nougat, amêndoa e chocolate recheado com mel, Theodor Tobler.

    O Toblerone é fabricado desde 1908 e desde a década de 1990 era produzido exclusivamente na Suíça. Agora terá parte de sua produção transferida para a Bratislava, capital da Eslováquia. A marca é conhecida por sua forma triangular única e por conter nougat, amêndoas e mel em sua receita e é vendida em mais de 120 países. O chocolate Toblerone é tão popular que, de acordo com dados de venda, o país que mais consome a marca é o Reino Unido, seguido por França e Alemanha.

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