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Pimentel quer um acordo automotivo melhor com Argentina

Sem acerto entre os dois países, o livre-comércio de automóveis entrou em vigor em 1º de julho

Por Da Redação
4 jul 2013, 13h53

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou nesta quinta-feira que pretende buscar um melhor acordo automotivo vom a a Argentina, que termina em junho de 2014. “Temos mais um ano de prazo”, afirmou o ministro. Ele disse também que o assunto tem merecido um trabalho muito grande dos ministérios e do Itamaraty e que o governo quer melhorar os termos do pacto.

Segundo Pimentel, a indústria automobilística brasileira não tem qualquer queixa ou restrição ao formato do acordo e quer que ele prossiga. Para o ministro, do ponto de vista do Brasil, não há qualquer empecilho para o livre-comércio. “Mas, para a Argentina, o livre comércio é precipitado”, afirmou.

Livre-comércio – O governo argentino enviou ao Brasil uma proposta pedindo alterações no acordo entre os dois países. Como o Brasil não aceitou as sugestões, o pacto não foi renovado no prazo necessário e, a partir de 1º de julho, entrou em vigor o livre comércio de automóveis.

Até um novo acerto, vale o que está previsto no regime atual, que é a entrada do livre comércio bilateral. Um acordo automotivo entre os países é necessário para isentar os produtos de tarifa de importação porque o setor não faz parte das regras de livre comércio fixadas pelo Mercosul.

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Inovar-Auto – O ministro disse que a renovação do acordo é uma oportunidade para que os dois países avancem para a integração produtiva efetiva. Uma das demandas da Argentina, segundo ele, é que as autopeças produzidas no país possam integrar o programa Inovar Auto. “Essa é uma demanda que deve ser examinada com atenção e carinho. O Brasil vai se tornar de novo um polo exportador, e a Argentina quer participar desse esforço.”

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O ministro disse que o processo de globalização da indústria é uma realidade e remar contra essa corrente seria uma “tolice”. “Temos que direcionar a corrente para o que nos interessa, que é fortalecer o Mercosul e os países vizinhos, e aproveitar o movimento de globalização das cadeias para trazer mais benefícios para a nossa região.”

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(com Estadão Conteúdo)

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