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Petróleo tem leve alta após dados de serviços nos EUA

Por Da Redação 5 jun 2012, 17h02

Por Álvaro Campos

Nova York – Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) ganharam força nos últimos 30 minutos da sessão e fecharam em alta modesta nesta terça-feira, acima de US$ 84,00 o barril. A commodity recebeu suporte de um indicador melhor do que o esperado sobre o setor de serviços nos EUA.

O contrato do petróleo WTI mais negociado, com vencimento em julho, ganhou US$ 0,31 (0,37%), fechando em US$ 84,29 o barril. Na plataforma ICE, o petróleo do tipo Brent fechou praticamente estável, com queda de US$ 0,01 (0,01%), a US$ 98,84 o barril.

O Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) divulgou nesta terça-feira que seu índice de atividade dos gerentes de compra (PMI) do setor de serviços nos EUA avançou para 53,7 em maio, de 53,5 em abril, superando as expectativas dos analistas ouvidos pela Dow Jones, de queda para 53,0.

Já na Europa, os indicadores foram ruins. O PMI composto da zona do euro, que leva em conta os dados de manufatura e serviços, caiu para 46,0 em maio, de 46,7 em abril, segundo a provedora de dados Markit. As vendas no varejo na zona do euro também decepcionaram, com retração de 1,0% em abril ante março, quando a expectativa era de queda bem menor, de 0,2%. E na Alemanha, as encomendas à indústria recuaram 1,9% em abril ante março. A previsão era de queda de 1,0%.

Mas a acentuação da crise na zona do euro aumenta as expectativas com uma possível ação coordenada global para combater a crise. Hoje, os ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G-7 realizaram uma teleconferência para discutir os problemas europeus. Na prática, nada foi decido, mas Japão e EUA reiteraram as promessas de ajudar a Europa. Agora as atenções se voltam para a reunião do G-20 que acontece nos dias 18 e 19, no México. Mas mesmo antes disso, o Banco Central Europeu (BCE) pode cortar sua taxa básica de juros amanhã, que já está na mínima recorde de 1%.

Nesta terça-feira, a Administração de Informação de Energia (EIA, na sigla em inglês) do governo dos EUA corrigiu informações sobre a demanda por petróleo em março. O consumo naquele mês foi 154 mil barris por dia maior do que o inicialmente informado, o que gera uma queda anual de 5,6%, e não 6,4%, como tinha sido dito. Mesmo assim, a demanda continua sendo a menor para o mês de março desde 1997.

E na quarta-feira saem os dados sobre os estoques de petróleo nos EUA. Analistas ouvidos pela Dow Jones esperam uma queda de 500 mil barris na semana até 1º de junho, a primeira redução após nove semanas de alta, que levaram os estoques para o maior nível em 22 anos. “Talvez isso tenha dado algum suporte para os mercados hoje”, disse Andy Lebow, vice-presidente de futuros de energia da Jefferies Bache. As informações são da Dow Jones.

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