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Petrobras justifica prejuízo com ‘conjunção de fatores’

Por Da Redação
3 ago 2012, 19h44

Por Sabrina Valle e André Magnabosco

Rio e São Paulo – A presidente da Petrobras justificou com uma conjunção de fatores o prejuízo da companhia no segundo trimestre deste ano, a primeira cifra no vermelho em mais de 10 anos. Em comentários publicados no balanço, divulgado na noite desta sexta-feira, Graça Foster também sinaliza que os próximos resultados devem vir com números mais favoráveis e reitera o comprometimento com a paridade de preços.

Segundo ela, o resultado decorre, principalmente, da expressiva depreciação do real frente ao dólar; despesas extraordinárias com poços secos, cujas perfurações foram feitas entre 2009 e 2012; menor exportação de petróleo, fruto da menor produção devido às paradas programadas com vistas ao aumento da eficiência e segurança operacional; e desalinhamento de preços dos derivados vendidos no mercado brasileiro em relação aos parâmetros internacionais.

No texto, a presidente diz que a companhia trabalha para recuperar a rentabilidade. “Desde que assumi a presidência da Petrobras, há cinco meses, venho reiterando nosso comprometimento com a paridade internacional de preços.”

Ela lembra os últimos aumentos de 3,94% para o diesel e de 7,83% para a gasolina, a partir de 25 de junho, e de 6% para o diesel, em 16 de julho. “Esses reajustes são necessários para a financiabilidade do Plano de Negócios e Gestão, para preservarmos nossos limites de alavancagem e para garantir a lucratividade da companhia.”

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Segundo ela, o novo plano de negócios 2012-2016 tem como foco a produção de óleo e gás no Brasil, associada à precisão no estabelecimento das metas e à gestão rigorosa de projetos com especial atenção à disciplina de capital.

Graça menciona que, neste segundo semestre, está prevista a entrada em produção de dois novos sistemas: Cidade de Anchieta, com capacidade de 100 mil bbl/d (Baleia Azul), e Cidade de Itajaí, com capacidade de 80 mil bbl/d (Baúna & Piracaba). “Esses sistemas, assim como a entrada de novos poços em outros sistemas, serão contribuidores para o aumento da produção e consequente atingimento das metas previstas para o ano.”

No refino, a presidente diz que a empresa opera em excelentes níveis de eficiência batendo sucessivos recordes de processamento. “Avançamos na modernização do parque e já em agosto a unidade de coque da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) irá operar em plena carga, aumentando a produção de óleo diesel.”

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