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Faculdades de administração inovam e têm objetivo de formar futuros CEOs

Projetos buscam superar tradicionais como FGV e Insper ao oferecer estágios desde o início do curso

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 27 nov 2025, 22h12 - Publicado em 27 nov 2025, 16h35

O curso superior de administração é um dos mais procurados por brasileiros. Segundo dados do Censo da Educação Superior, realizado pelo Inep, o número de matrículas foi de 653 mil em 2024. Na rede privada, configura-se como o 5º curso mais popular do país. Nesse cenário de alta demanda, cada vez mais faculdades e projetos no setor de educação têm o objetivo de se destacar para atrair jovens com potencial de serem altos executivos.

Isso porque o tradicional ainda é popular: a renomada Fundação Getúlio Vargas, que está no mercado desde 1944, atraiu mais de 5 mil alunos de graduação no ano passado. Só no curso de administração de empresas em São Paulo, o número de estudantes matriculados foi de 2.523, de acordo com o relatório anual da instituição. A mensalidade custa 7,2 mil reais e as formas de ingresso consistem em vestibulares próprios, sociais ou internacionais, Enem, transferências e olimpíadas de conhecimento.

O cenário é similar ao Insper, que inaugurou seus primeiros cursos de graduação há 26 anos. Em 2024, havia um total de 3.776 graduandos. Para o ano que vem, são oferecidas 65 vagas para o curso de administração, sendo 62 via vestibular próprio e 3 via Enem.

Olhando para o futuro, há, ainda, projetos novos que buscam mudar os conceitos tradicionais. A PIB – the new college, por exemplo, existe desde 2024 com um foco claro: oferecer oportunidades de estágios desde o primeiro ano de curso, que dura, no total, oito semestres. Apesar de também ser um formador de futuros administradores, a sua estrutura é diferenciada.

O processo seletivo é rigoroso e exige que os candidatos passem por uma série de entrevistas para, no fim, os escolhidos serem sabatinados. O método permite que só pessoas genuinamente interessadas ingressem na turma, a fim de que sejam transformados em possíveis futuros empresários e/ou CEOs.

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A catarinense PIB, com sede em Itajaí, está abrindo uma subsidiária em São Paulo neste ano, com início das aulas no primeiro semestre de 2026. A primeira turma consistirá em 50 alunos. A mensalidade, por sua vez, é salgada: 10,5 mil reais — praticamente a média do valor mensal de uma faculdade particular de medicina. Theo Braga, um dos fundadores da PIB, justifica o valor pelo “alto nível dos professores, que são executivos qualificados e com CNPJs ativos, além da garantia de estágios, viagens e da individualidade concedida a cada aluno, devido ao pequeno tamanho da classe.”

E ela não é a única no segmento. A Link School Of Business, inaugurada em 2020, também oferece graduação em administração, focada exclusivamente em empreendedorismo. O currículo é semelhante: professores experientes e relevantes na área, oferecimento de intercâmbios e criação de futuros líderes. No entanto, é preciso desembolsar mais: 13,5 mil reais por mês.

A razão é principalmente por estar há mais tempo estabelecida no mercado em relação à PIB. Além disso, um dos diferenciais da Link é a parceria com uma aceleradora de startups, a Venture Lab, que também é aplicada nos projetos criados pelos estudantes.

As inscrições para a turma de 2026 da PIB estão abertas até 7 de dezembro, e há 80% das vagas preenchidas. Basta acessar o seu site. Já as admissões para a Link estão encerradas, mas há uma lista de espera para os interessados.

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