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‘Índice do Medo’ dispara com tarifas dos EUA; bolsas americanas despencam

Índice de volatilidade do S&P 500, o Vix, avança quase 30%; bolsas dos EUA aprofundam perdas

Por Juliana Machado Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 abr 2025, 12h59

Enquanto os investidores, analistas e economistas ainda avaliam os impactos da imposição de tarifas recíprocas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os índices financeiros derretem no mercado americano, refletindo o receio sobre as consequências para a economia do país e do mundo.

No começo da tarde desta quinta-feira, 3, o índice CBOE Volatility Index, ou Vix, operava em forte alta de 28%. Conhecido como “índice do medo”, o Vix mede o “sentimento” dos investidores para o futuro por meio dos negócios que são feitos no mercado financeiro, ligados ao S&P 500. 

O indicador funciona da seguinte forma: se os investidores negociam mais opções de venda, ou “puts”, para se protegerem contra quedas das ações, isso leva o Vix a subir. O mesmo vale para o oposto: se os investidores decidem negociar opções de compra, ou “calls”, por estarem mais otimistas com o mercado, o Vix cai. 

Assim, movimentações mais fortes do índice para cima ou para baixo indicam qual tendência e o tamanho da expectativa dos investidores para o mercado em um curto período de tempo – a volatilidade do Vix inclui intervalos de até um mês. 

Na esteira da preocupação dos investidores com o futuro e da busca por proteção, os três principais índices da bolsa americana derretem. O S&P 500, das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, cai 3,82%, enquanto o Dow Jones cede 3,25%; o Nasdaq, voltado para o setor de tecnologia, recua 4,31%. Diversos outros índices menores acompanham a trajetória e seguem em baixa.

Com as preocupações a respeito da economia americana a partir das tarifas aplicadas a mais de 150 países, o Índice Dólar DXY também opera em queda, de 1,78%. O índice mede o desempenho do dólar contra uma cesta de moedas: o euro, de maior peso, além da libra esterlina, dólar canadense, iene, coroa sueca e franco suíço, todas consideradas fortes reservas de valor.

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