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Frigoríficos de Mato Grosso do Sul suspendem produção de carne para EUA

Objetivo é evitar que produtos não vendidos por conta do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump se acumule,

Por Camila Pati Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 jul 2025, 17h05 • Atualizado em 15 jul 2025, 17h27
  • A produção de carne vendida para os Estados Unidos foi suspensa por frigoríficos do estado do Mato Grosso do Sul. Pelo menos quatro frigoríficos paralisaram a produção: JBS, Naturafrig, Minerva Foods, Agroindustrial Iguatemi. As informações são do governo do estado e do Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados de Mato Grosso do Sul (Sincadems). Segundo a entidade, a produção nacional continua normalmente.

    A justificativa para a suspensão da produção é logística: as empresas querem evitar que produtos não vendidos por conta do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump se acumulem.  A taxa de 50% torna inviável a venda de carne, segundo  disse o vice-presidente do sindicato, Alberto Sérgio Capucci, ao G1. Segundo ele, as carnes enviadas aos EUA demoram cerca de 30 dias para chegar aos Estados Unidos

    Representatividade dos EUA nas exportações de carne

    Em junho, os Estados Unidos foram o segundo destino principal das carnes brasileiras atrás apenas da China. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), os americanos compraram  18,2 mil toneladas de carne em junho, o que gerou receita de US$ 123,6 milhões para o setor. No mês,  o Brasil exportou ao todo 271,2 mil toneladas de carne bovina, alta de 23,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, por  1,428 bilhão de dólares, crescimento de 50%.

    No acumulado do primeiro semestre do ano, as exportações brasileiras somaram US$ 7,23 bilhões, crescimento de 27,1% em relação ao mesmo período de 2024 (US$ 5,68 bi).  Entre os principais mercados no semestre, a China liderou com 641,1 mil toneladas e US$ 3,22 bilhões em compras, um aumento de 28,2% em valor na comparação com o mesmo período do ano anterior.

    Os Estados Unidos aparecem em segundo lugar, com 181,5 mil toneladas e US$ 1,04 bilhão, alta de 102%. O Chile importou 58,9 mil toneladas, com receita de US$ 315,5 milhões (+37,4%). O México comprou 52 mil toneladas, totalizando US$ 276,3 milhões, crescimento  de 235,7%.

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