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Como a proposta de financiamento para o “fundão” cairá R$ 200 milhões

Proposta era de R$ 5,1 bilhões para financiamento eleitoral, mas desentendimentos levaram a corte para R$ 4,9 bilhões; em 2018, montante foi R$ 1,7 bilhão

Por Luana Zanobia
Atualizado em 21 dez 2021, 22h06 - Publicado em 21 dez 2021, 14h16

A verba para o financiamento do fundo eleitoral (fundão) para as campanhas eleitorais de 2022 sofreu um corte de 200 milhões de reais da previsão inicial que constava no relatório do Orçamento de 2022. No começo do dia, falava-se em um corte ainda maior, de 400 milhões de reais, para uma cifra de 4,7 bilhões. A verba, no entanto, voltou a aumentar para 4,934 bilhões para custear as eleições do próximo ano. Na primeira versão do relatório, estavam previstos 5,1 bilhões de reais para o financiamento de campanhas.

O valor da verba vinha sendo alvo de críticas e desentendimentos entre parlamentares, levando ao adiamento da votação para esta terça-feira, 21. Em nota, a Câmara dos Deputados informa que o “adiamento foi provocado por uma série de questões, como um debate em torno da redução do valor do Fundo Eleitoral”. Na semana passada, o Congresso derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro a um trecho da Lei de Diretrizes referente ao aumento do fundo eleitoral. O valor proposto pelo presidente ao fundo era de 2,2 bilhões de reais. Mas, com o veto, o Congresso garantiu uma verba de garantiu de 5,7 bilhões de reais para as campanhas eleitorais de 2022, cifra que é três vezes maior ao valor de 2018. Nesse ano, o montante para o fundo eleitoral foi de 1,7 bilhão.

A proposta inicial de 5,7 bilhões para o fundão foi alterada para 5,1 bilhões, e de novo para os atuais 4,9 bilhões. O fundo foi criado em 2017 para substituir o financiamento privado em campanhas eleitorais e os seus recursos são obtidos por meio de emendas parlamentares e compensação fiscal.

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