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Carne da discórdia: ouro não está mais no pico – resta saber a seleção

Prato que ostenta peças de carnes folheadas a ouro custa até 3 mil reais; se a janta acontecesse em 2020, o prato com certeza sairia mais salgado

Por Luana Zanobia 5 dez 2022, 15h23

Nos últimos dias, um vídeo dos jogadores da seleção brasileira no restaurantes Nusr-Et, em Doha, famoso por servir pratos excêntricos e ostentosos, como peças de carnes folheadas a ouro, dividiu opiniões. O prato que custa até 3 mil reais foi apreciado pelos atletas na terça-feira, após a vitória do Brasil contra a Suíça.

A Arábia Saudita e os Emirados Árabes são famosos pela ostentação proporcionada aos habitantes e turistas. Se o jantar dos jogadores acontecesse em 2020, o prato com certeza sairia mais salgado. Naquele ano, a cotação do ouro subiu acima de 2 mil dólares por onça-troy, em consequência das incertezas causadas pela pandemia e da rentabilidade dos títulos do tesouro americano, que estavam em mínimas históricas, se tornando um ativo mais atrativo. A procura pelo metal cresceu vertiginosamente no auge da pandemia, mas foi cedendo conforma a vacinação avançava e os países iam retomando a normalidade com a reabertura econômica.

Após valorizar 24% em 2020, o ouro acumulou queda de 6% nos últimos dois anos. Nesta segunda-feira, 05, o ouro estava sendo negociado com queda de 1,50% por volta de 14h, cotado a 1,7 mil dólares onça-troy. Hoje, a seleção entra em campo na disputa na disputa contra a Coreia do Sul para uma vaga nas quartas de final e, após perder para Camarões, o que o povo brasileiro quer mesmo é que a seleção ostente o título de melhor time de futebol – o único a ganhar 5 copas – nos campos, e volte para a casa com o hexa.

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