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Bovespa perde fôlego à tarde com exterior e Petrobras

Por Da Redação 28 jul 2011, 17h27

Por Claudia Violante

São Paulo – A Bolsa de Valores de São Paulo aproveitou a trégua no mercado externo para recompor um pouco dos preços perdidos nos últimos três pregões no vermelho. Teve um dia de ganhos, mas fechou bem longe das máximas, prejudicada à tarde pela piora das Bolsas norte-americanas. As ações da Petrobras, que vinham sendo baluarte após o lançamento de seu plano de investimentos, hoje foram sacrificadas.

O ganho de hoje foi insuficiente para o índice Bovespa retomar os 59 mil pontos. O Ibovespa terminou em alta de 0,72%, aos 58.708,25 pontos. Na mínima, registrou 58.290 pontos (estável) e, na máxima, os 59.167 pontos (+1,51%). No mês, acumula perda de 5,92% e, no ano, de 15,29%. O giro financeiro totalizou R$ 5,659 bilhões. Os dados são preliminares.

Segundo um operador, a Bovespa ainda se ressente de tomador final e, por isso, continua predominando operações de troca de ações. Isso teria prejudicado os papéis da Petrobras nesta sessão, já que eles teriam sido vendidos para que outras empresas ocupassem lugar na carteira. Caso de Vale e OGX, por exemplo. Petrobras ON terminou o dia em baixa de 1,10% e Petrobras PN, de -0,38%. Vale ON subiu 0,91%, Vale PNA, +0,92%, e OGX ON, +2,71%. Na Nymex, o contrato futuro do petróleo para setembro avançou 0,04%, a US$ 97,44 o barril.

Mas o mercado doméstico operou de olho no exterior, onde segue a expectativa em torno de um acordo sobre o aumento do teto do endividamento norte-americano. Como uma solução parece distante, os investidores em Wall Street devolveram no período da tarde os ganhos exibidos mais cedo e que haviam sido estimulados por indicadores favoráveis. Foram eles os pedidos de auxílio-desemprego (-24 mil na última semana ante previsão de estabilidade) e vendas pendentes de imóveis (+2,4% em junho, ante previsão de queda de 2%).

O Dow Jones terminou o dia em baixa de 0,51%, aos 12.240,11 pontos. O S&P-500 recuou 0,32%, aos 1.300,67 pontos, e o Nasdaq subiu 0,05%, aos 2.766,25 pontos.

Na Bolsa brasileira, Redecard ON subiu 5%, na segunda maior alta do Ibovespa, depois que divulgou seus números trimestrais. Teve lucro líquido consolidado de R$ 322,6 milhões no segundo trimestre do ano. Embora 13,9% menor do que no mesmo período de 2010, o resultado agradou por ter superado as previsões e mostrado aumento de receitas com aluguel de terminais. LLX ON liderou os ganhos com +5,39%.

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