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Bolsa possui amplo espaço para crescer, afirma Felipe Miranda da Empiricus

Auxiliada por recursos ainda poupados na renda fixa, o CIO da empresa afirma que a bolsa brasileira pode ser impulsionada também pela vacinação

Por Luisa Purchio 21 Maio 2021, 10h01 • Atualizado em 21 Maio 2021, 13h02
  • Da mesma forma como a efetividade da vacinação alavancou a bolsa americana, Felipe Miranda, CIO e estrategista-chefe da Empiricus, estima que ainda há um espaço significativo para o Ibovespa crescer com o avanço da imunização no Brasil. “Mais cedo ou mais tarde a vacina vai chegar e, olhando para os Estados Unidos, a volta é muito vigorosa”, diz ele. “A população que pôde poupou ao longo do último um ano e meio, portanto há uma demanda reprimida que está louca para consumir”, diz ele sobre o momento pós-vacina, o qual VEJA trata na edição desta semana. Há uma expectativa para que, quando isso ocorrer, as ações chamadas cíclicas domésticas, que sofreram durante a pandemia, ligadas a consumo, varejo, construção civil, shoppings e educacionais, subam.

    Este movimento que está sendo chamado pelo mercado de “minieuforia econômica” devem compensar os riscos fiscais e políticos que se acirrarão com a disputa eleitoral para a Presidência em 2022, afirma Miranda. “Estamos há alguns meses de começar de fato o processo eleitoral e em política uma semana é muito tempo. Neste momento, esperamos que essa recuperação econômica que está para acontecer sobrepuja as discussões políticas, que são muito ruído, mas pouco transbordam para a prática”, diz ele.

    Para Miranda, o movimento pode ser auxiliado por recursos que se mantém investidos em renda fixa, principalmente na poupança. “Há uma migração importante para ser feita da renda fixa mais tradicional, CDI, poupança e CDB de bancão para uma renda mais sofisticada, com alongamento dos prazos e busca de instrumentos mais sofisticados na renda fixa. Além disso, espera-se um pouco mais de presença de fundos imobiliários e ações, e a internacionalização dos portfólios”, diz ele.

    “Com a tecnologia e com esse excepcionalismo americano muito à frente do resto do mundo, é natural que os brasileiros queiram diversificar suas aplicações também no exterior. Essas são as grandes tendências seculares que na minha visão não vão ser interrompidas pela projeção do aumento da Selic para 5% ou 6% até o final do ano”, afirma o estrategista-chefe da Empiricus, do grupo Universa, que está em negociações de venda com o banco BTG Pactual.

     

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