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‘O resultado final é muito positivo’, diz Appy sobre reforma tributária

Em live de VEJA, o secretário para a reforma tributária do Ministério da Fazenda analisou os impactos da aprovação da PEC no Senado

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 nov 2023, 10h08 • Atualizado em 10 nov 2023, 13h21
  • Secretário para a reforma tributária no Ministério da Fazenda, Bernard Appy participou da live de Os Três Poderes desta sexta-feira, 10. O programa semanal de VEJA, que analisa os principais fatos da semana, destacou a aprovação da PEC da reforma no Senado – uma vitória da equipe econômica que, na opinião do ministro da Economia Fernando Haddad, mereceu ‘nota 7,5 com louvor’. “O ideal seria que não houvesse exceção alguma, mas o resultado final foi muito positivo”, disse Appy. O secretário minimizou as concessões políticas ao texto, afirmou que a ‘espinha dorsal’ foi mantida e declarou que a proposta aumentará o potencial de crescimento da economia. O placar da votação, de 53 a 24 no primeiro turno, foi mais apertado que o esperado. Os comentaristas Matheus Leitão, Robson Bonin e Marcela Rahal participam da edição da live, com apresentação do editor Ricardo Ferraz. Assista:

    As incertezas fiscais do governo também entraram na pauta da edição. O presidente Lula deixou claro em declarações recentes que restringir os gastos não é sua prioridade. Matéria de capa de VEJA explica por que essa falta de compromisso com a responsabilidade fiscal ameaça o crescimento do Brasil e pode ter consequências nefastas para as contas públicas. A postura do presidente também sabota os esforços do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para arrumar a casa na economia, dando voz à ala política do governo de olho em mais despesas para o próximo ano eleitoral.

    Os ruídos no Brasil sobre a guerra Israel-Hamas foram debatidos pelos colunistas. O ministro da Justiça Flávio Dino deu uma resposta dura à nota do governo de Israel que afirmou que a ação da Polícia Federal contra suspeitos de terrorismo no Brasil teve a cooperação do país. Flávio Dino declarou que ‘nenhuma força estrangeira manda na PF’ e que rejeita o uso de operações policiais ‘para fins de propaganda’. A relação entre os dois países ficou ainda mais estremecida depois que o embaixador israelense participou de um encontro com Jair Bolsonaro na Câmara. A reunião gerou mal-estar no governo Lula. Nesta sexta-feira, o grupo de brasileiros em Gaza recebeu enfim autorização para deixar a região.

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