Os desafios do Brasil diante da corrida global por minerais críticos
Com a segunda maior reserva de terras raras do mundo, Brasil 'precisa decidir se será protagonista ou colônia', diz ex-executivo da Vale
Vice-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração, o Ibram, Fernando Azevedo e Silva analisou, nesta sexta, no Seminário Lide Mineração, em São Paulo, a corrida global por minerais críticos, especialmente no que diz respeito a posição do Brasil em relação a disputa entre Estados Unidos e China.
Para Azevedo e Silva, o Brasil precisa assumir imediatamente o protagonismo global na mineração sustentável, ou corre o risco de ser “mero espectador” da nova geopolítica dos minerais críticos.
“O momento decisivo da mineração brasileira é agora. A segurança energética, a segurança alimentar e a segurança mineral estão interligadas. O futuro da mineração está sendo escrito agora”, disse Azevedo e Silva.
Outro convidado do evento do Lide de João Doria, o ex-vice-presidente da Vale Alexandre D’Ambrosio disse enxergar uma “corrida mineralista” no planeta.
“O mundo vive um novo tipo de corrida, similar à corrida armamentista. E o Brasil, com a segunda maior reserva de terras raras do mundo, precisa decidir se será protagonista ou colônia”, alertou D’Ambrosio.
Ele defendeu a inovação, a verticalização e a tokenização dos royalties minerais como caminhos para atrair investimentos e modernizar o setor.
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