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Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Daniel Gullino, Gabriel Sabóia, Marcelo Ribeiro e Pedro Pupulim. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Consumo de aço volta ao patamar pré-pandemia

Demanda de aço continua crescendo devido ao aumento do índice de produção industrial e da manufatura, e à recomposição dos estoques

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 abr 2021, 11h29 •
  • Dados da Associação Latino-americana do Aço mostram que o consumo do produto continua crescendo devido à recuperação da demanda, ao aumento do índice de produção industrial e da manufatura, e à recomposição dos estoques, tanto dos consumidores finais quanto da cadeia de distribuição.

    O consumo de aço em janeiro de 2021 subiu pelo nono mês consecutivo, 0,8% em comparação com o mês anterior, totalizando 6,09 milhões de toneladas, ou seja, 12,7% mais do que em janeiro de 2020. Com isso, recupera-se o nível anterior ao início da pandemia da Covid-19.

    As perspectivas de curto prazo se mostram favoráveis ao fortalecimento da demanda de aço na região. Há alguns dias, o
    Fundo Monetário Internacional divulgou a atualização de abril das suas previsões para este ano, que apontam que
    a economia global crescerá 6%, os países desenvolvidos 5,1%, as economias emergentes 6,7% e a América Latina 4,6%;
    na região destacam-se o Brasil, com uma taxa de 3,7%, e o México, com 5%.

    O Brasil foi o país que mais contribuiu para a melhora do desempenho da demanda de aço, com um aumento de 8,8%. A Argentina também apresentou uma alta de 10,8% no consumo de janeiro, em comparação com dezembro de 2020.

    As importações registraram um aumento de 5,7% na comparação com janeiro de 2020. As exportações do mês caíram
    27,3% em relação ao mesmo período do ano passado, porque a indústria está se concentrando em abastecer o mercado
    local de maneira prioritária.

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