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Chefe da CNI diz que MP de Lula é “ataque à competitividade da indústria”

Ricardo Alban abandonou a comitiva de Geraldo Alckmin na China e retornou ao Brasil, após a edição da medida provisória pelo presidente da República

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 jun 2024, 17h58 • Atualizado em 5 jun 2024, 18h03
  • Chefe da CNI, o empresário Ricardo Alban abandonou, nesta quarta-feira, a comitiva do vice-presidente Geraldo Alckmin na China e retornou ao Brasil em protesto ao ato do governo que editou uma medida provisória para limitar a compensação de créditos de PIS/Cofins e vedar o ressarcimento de saldo credor decorrente do crédito presumido. Nas contas da entidade, a medida, editada sem diálogo ou aviso prévio, deve provocar perdas de 29,2 bilhões de reais no setor industrial.

    “Chegamos ao nosso limite. Nós somos um vetor fundamental para o desenvolvimento do país e vamos às últimas consequências jurídicas e políticas para defender a indústria no Brasil. Não adianta ter uma nova e robusta política industrial de um lado se, do outro, vemos esse ataque à nossa competitividade”, diz Ricardo Alban.

    O presidente da CNI estava na comitiva de Alckmin e outros ministros importantes do governo como o chefe da Casa Civil, Rui Costa. O “outro lado” que seria responsável pelo “ataque à nossa competitividade”, segundo a CNI, é o próprio Ministério da Fazenda de Fernando Haddad. “A MP 1.227, apresentada ontem pelo Ministério da Fazenda, onera ainda mais a já sobretaxada indústria brasileira”, diz a entidade.

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