Vale do Aço: o imbróglio envolvendo Usiminas, Fiemg e entidade de classe
Manifesto contrário a indenização bilionária da CSN conta com assinatura da Fiemg, que diz que nunca viu o documento
Em dezembro do ano passado, saiu um manifesto da Agenda de Convergência do Vale do Aço em apoio a investimentos na Usiminas e criticando a decisão do STJ que impôs uma indenização bilionária a um dos controladores da Usiminas, a Ternium, em favor da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). “Há expectativa de que os tribunais superiores revisem e revertam a decisão, evitando prejuízos à Usiminas e ao Vale do Aço. A presença considerada ilegal da maior concorrente (Ternium) no quadro acionário da Usiminas adiciona complexidade e tensão à situação”, diz o manifesto, assinado pelo presidente Luciano Araújo.
O curioso é que a peça elenca o nome de 51 entidades que endossariam o documento. Entre elas, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) regional Vale do Aço. Questionada pela CSN, acionista da Usiminas, a entidade nega ter participado da confecção do manifesto tampouco assinado qualquer documento e diz que Araújo não preside a Agenda de Convergência do Vale do Aço desde 2018.
Questionado, Araújo afirmou que as reuniões são realizadas em espaço cedido pela Fiemg e que o manifesto foi lido aos presentes, não havendo objeções. “No manifesto, não consta assinatura das entidades que compõe a Agenda e sim uma lista das entidades que participam deste fórum de discussão”, diz Araújo. Vai entender.
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