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Matheus Leitão

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Blog de notícias exclusivas e opinião nas áreas de política, direitos humanos e meio ambiente. Jornalista desde 2000, Matheus Leitão é vencedor de prêmios como Esso e Vladimir Herzog

A necessária diversificação da CVM

Cenário complexo pede integrantes de fora da área jurídica. Entenda

Por Matheus Leitão 25 ago 2025, 18h33 •
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    A renúncia de João Pedro Nascimento à presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu uma vaga no colegiado e reacendeu um antigo debate sobre a necessidade de diversificar a composição do grupo, geralmente formado apenas por profissionais do meio jurídico.

    Parte do mercado avalia que a CVM precisa ter entre seus integrantes especialistas de áreas como a contabilidade e a auditoria – consideradas como áreas essenciais para a elaboração traduzir a complexidade dos balanços e das métricas ESG em decisões regulatórias consistentes.

    Agentes do mercado argumentam que a diversificação é necessária para a comissão acompanhar a complexidade crescente das Normas Internacionais de Relatório Financeiro (mais conhecidas pela sigla em inglês, IFRS), que padronizam a elaboração de demonstrações financeiras para permitir a comparação e a compreensão dos dados em todo o mundo. Citam que os novos modelos de relatórios de sustentabilidade (IFRS S1 e S2) como exemplo das novas complexidades.

    Tudo somado, essa discussão não se limita à escolha de um nome. Trata-se de repensar o perfil de quem tem a missão de arbitrar os rumos de um mercado que movimenta trilhões de reais e impacta diretamente a confiança de investidores e a imagem do Brasil no cenário global.

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