Defunto insepulto
Resta agora a dúvida sobre se a saída de Marcos Cintra significa o enterro definitivo da CPMF
Foi-se o secretário da Receita Federal Marcos Cintra, mas não se encerrou com isso o assunto da volta da CPMF. Seria o enterro definitivo? Restam dúvidas. Primeiro, porque não está claro se ele foi demitido pela defesa ardorosa do mais odiado dos impostos ou se a causa foi a divulgação antecipada de algo que ainda estava em estudos e na dependência do sinal verde do presidente da República.
Em segundo lugar, porque governos adoram o tributo, de fácil arrecadação (“cai na conta” do Tesouro automaticamente) e vasta base de contribuintes, pois pessoas físicas e jurídicas fazem transações financeiras. Fernando Henrique criou, Luiz Inácio da Silva tentou ressuscitar, o que lhe custou rara e fragorosa derrota no Congresso, Dilma Rousseff chegou a cogitar e agora Jair Bolsonaro retomaria se pudesse. Uma coisa era o candidato que rechaçava a volta da CPMF, outra bem diferente é o presidente e suas circunstâncias administrativas.
A avaliação geral no Congresso e no Executivo é de que tão cedo não haverá clima para retomar o tema, mas como a reforma tributária parece que só avança em 2020, há tempo. Na hipótese de uma retomada, o governo nem precisaria por a digital, podendo recorrer aos serviços de congressistas amigos para apresentação de emenda incluindo o imposto devidamente repaginado na proposta da reorganização dos tributos.
A reação de auditores da Receita ao novo inquérito de Moraes sobre violação do sigilo de ministros
Mais da metade dos americanos acredita que começo de novo governo Trump foi fracasso, diz pesquisa
Após ser cassado e preso, ex-deputado Eduardo Cunha tenta voltar à Câmara
A primeira declaração de Lula sobre Bolsonaro após ex-presidente ir para a Papuda
Volta Redonda x Flamengo no Cariocão: onde assistir, horário e escalações







