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Como o saque do FGTS mexe com o mercado privado da educação

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Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 ago 2019, 14h11 • Atualizado em 4 ago 2019, 14h11
  • O saque do FGTS animou o setor de educação privada, que espera reduzir inadimplência e ganhar novos alunos. A MoveEdu, maior plataforma edtech do país — com 500.000 estudantes —, estima ampliar matrículas em até 20%.

    “Esse é um dinheiro que pode ajudar a vida de muita gente. Na MoveEdu aproveitamos o momento para conscientizar os estudantes para a melhoria de seus currículos e ascender profissionalmente. É uma oportunidade de investir na qualificação profissional e, consequentemente, melhorar de vida”, explica Rogério Gabriel, presidente e fundador da MoveEdu.

    Com a liberação de saques de contas ativas e inativas do FGTS, os trabalhadores poderão retirar até 500 reais da conta que possuírem no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. A medida, prevê o governo, injetará 30 bilhões de reais na economia esse ano e 12 bilhões de reais em 2020.

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