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Prestes a perder pasta do Trabalho, Guedes diz que o script é dele

Recriação do Ministério do Trabalho vai servir para abrigar o ministro Onyx Lorenzoni em minirreforma ministerial

Por Victor Irajá 21 jul 2021, 14h01

Paulo Guedes chegou à Brasília como todo poderoso superministro da Economia, abraçando quatro ministérios numa pasta só. Agora está para perder um deles, o do Trabalho. Mas ele garante a assessores que a dança das cadeiras na Esplanada dos Ministérios tem seu dedo. Segundo ele, a tríade “vacina, renda e emprego”, que clama aos quatro cantos, é uma iniciativa dele. Ele afirma que os ministros da Saúde, Marcelo Queiroga; da Cidadania, João Roma; e, agora, do Trabalho, Onyx Lorenzoni, darão vazão à sua agenda, cada um em seu posto.

Com respaldo garantido pelo presidente, segundo ele, Guedes afirma que trabalha em prol da governabilidade e, consequentemente, dar vazão à agenda econômica — alterada pela pandemia de Covid-19. “O script é meu”, diz ele aos secretários. Ele afirma que Queiroga na busca e organização em torno das vacinas, Roma na consolidação do auxílio emergencial e Lorenzoni nas políticas de emprego seguirão seus dogmas e agenda, com a anuência do presidente Jair Bolsonaro.

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