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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Após tragédia com ônibus, ações vão na contramão da segurança

Agências federal e estadual parecem não estar atentas às necessidades atuais do transporte de passageiros

Por Machado da Costa 28 nov 2020, 12h41

Na semana em que aconteceu uma das maiores tragédias rodoviárias recentes no país, as ações de governantes apresentam-se no mínimo erráticas. Na quarta-feira, 25, 41 pessoas morreram após um ônibus se chocar contra um caminhão na Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho, no município de Taguaí (SP). Contudo, neste mesma semana, o Ministério da Infraestrutura publicou uma resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) liberando de multas as empresas que transportarem passageiros em número superior à lotação especificada pela legislação.

No governo paulista a situação não é nada melhor. Faltando poucos dias para o seu encerramento, a consulta pública promovida pela Artesp para o transporte rodoviário de passageiros vem chamando a atenção pela inexistência de medidas objetivas para o aumento da segurança nas estradas.

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