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Dilma admite que filme de Lula pode ajudar nas eleições de 2010

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(Agência Brasil/VEJA)

A pré-candidata à presidência pelo PT, Dilma Rousseff, afirmou que o filme Lula, o Filho do Brasil, dirigido por Fábio Barreto, deve influenciar nas eleições de 2010. O longa, que estreia em janeiro (início do ano eleitoral), "deve comover a população que teve seus interesses atendidos por ele", disse a ministra-chefe da Casa Civil em entrevista à rádio CBN, de Florianópolis.

Embora não consiga prever o peso que o filme terá nas eleições presidenciais, a pré-candidata admite que a obra baseada na vida de Lula deve ganhar relevância no final do mandato. Sobre sua opinião pessoal, a ministra não polpou elogios: "Acho a história do presidente Lula fantástica. A história em si é comovente, é muito forte: um retirante do Nordeste vira operário, funda um partido e vira presidente da República".

Cinema - Dois atores interpretarão Lula no filme de Fábio Barreto: Guilherme Tortólio, na fase adolescente, e Rui Ricardo Diaz, na fase adulta. Estrelas globais também marcam presença na produção, como é o caso de Glória Pires, que viverá a Dona Lindu, mãe do presidente, Cléo Pires, que representará Maria de Lurdes da Silva, e Antônio Pitanga, que será o Senhor Cristóvão. 

A obra chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 1º de janeiro e teve um orçamento de 12 milhões de reais. É o filme mais caro já produzido no país, com patrocínio e apoio de um grupo de empresas que tem negócios ou interesse com o governo.
 

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