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31/03/2014

às 7:35 \ Política & Cia

50 ANOS DO GOLPE DE 1964: vejam curto documentário apresentado por Augusto Nunes

Documentário narra os principais acontecimentos que antecederam o golpe de 1964

Documentário narra os principais acontecimentos que antecederam o golpe de 1964

Há 50 anos o Brasil foi palco de acontecimentos políticos tão dramáticos e relevantes que ainda hoje não foram relegados à serena decantação da História, continuando em discussão como se se tratasse de evento mais recente: o golpe militar de 1964, cuja ditadura decorrente duraria 21 anos.

Neste minidocumentário, Augusto Nunes narra os principais fatos que antecederam o golpe, desde a sucessão de Jânio Quadros por João Goulart, em 1961, até a posse do marechal Humberto Castello Branco, eleito indiretamente pelo Congresso, em 1964.

28/03/2014

às 16:30 \ Política & Cia

Ministério da Cultura, que autorizou captação de financiamento para filme sobre Brizola em ano eleitoral, nega o mesmo para documentário sobre Covas porque neste ano haverá eleições

Mário Covas no Palácio dos Bandeirantes: negativa do Ministério de Marta Suplicy a filme sobre o ex-governador não usa os mesmos critérios que liberou captação de recursos para documentário a respeito de Brizola (Foto: Luiz Paulo Lima / Agência Estado)

Mário Covas no Palácio dos Bandeirantes: os 580 mil reais a serem captados como financiamento pela Lei Rouanet são certamente menos do que custou a famosa escala da presidente Dilma em Lisboa, em janeiro  (Foto: Luiz Paulo Lima / Agência Estado)

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), protocolou na Mesa do Senado requerimento para que a ministra da Cultura, Marta Suplicy, explique à Casa por que sua pasta indeferiu pedido de captação de financiamento pela Lei Rouanet para a realização do documentário Covas, o Homem e Estadista. A Lei Rouanet é o principal instrumento de apoio à cultura por meio de renúncia fiscal.

O filme, que terá como diretor Thiago Carvalho, pretende abordar a trajetória do falecido Mário Covas como deputado federal (dois mandatos), senador por São Paulo (1987-1994), candidato à Presidência da República (1989) e governador do Estado (de 1995 até sua morte por câncer, em 2001, aos 71 anos de idade)..

A justificativa do Ministério para a recusa da captação dos 580 mil reais em que está orçado o filme — certamente menos do que a comitiva da presidente Dilma gastou na famosa escala em Lisboa –, é de que o pedido “foi apresentado em ano eleitoral e não seria prudente dar prosseguimento a aprovação, haja vista o caráter político-partidário do projeto”.

O senador Aloysio, porém, em seu requerimento, lembra que, em 2006, também ano eleitoral — ano em que Lula foi reeleito e foram escolhidos 27 governadores, todos os deputados e um terço dos 81 senadores, além de todos os deputados estaduais –, o documentário Brizola – Tempos de Luta, em que o diretor Tabajara Ruas traça a vida política do ex-governador Leonel Brizola, foi autorizado a recolher  592 mil reais exatamente via Lei Rouanet. O filme sobre Brizola foi lançado no ano seguinte, 2007.

Não custa lembrar que este governo se intitula “popular e democrático”, e que Marta Suplicy, a ministra, se dizia “amiga” de Covas. Imaginemos se não fosse…

No requerimento, Aloysio quer ter acesso à cópia do processo que negou o patrocínio ao filme sobre Covas e saber a fundamentação legal para a decisão, via pareceres técnicos e jurídicos, além de solicitar cópia do processo administrativo que autorizou a captação de financiamento para Brizola — Tempos de Luta.

O governo jamais divulgou os gastos exatos da “escala obrigatória” que Dilma fez em janeiro, em Lisboa, ao voltar de Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial, com uma passagem por Cuba.

Mas, considerando-se que apenas diária da suíte ocupada pela presidente custou o equivalente a 26 mil reais, que a comitiva ocupou 45 apartamentos em dois dos hotéis mais caros da cidade, somados ao valor dispendido em refeições, gorjetas, deslocamentos de táxi e mais as despesas da parada do avião presidencial no Aeroporto da Portela, tem-se, aí, até mais do que o orçamento do documentário sobre Covas.

10/11/2013

às 14:00 \ Tema Livre

VÍDEO PRECIOSO: A bravura dos “percebeiros” da Galícia, na Espanha, que arriscam suas vidas em busca de uma iguaria gastronômica

Serxio Ces em ação: arriscando a vida na costa galega em busca dos percebes (Imagem: reprodução)

Serxio Ces em ação: arriscando a vida na costa galega em busca dos percebes (Imagem: reprodução)

Por Daniel Setti

No momento em que se redige este texto, um quilo de percebes, peculiar espécie de crustáceo encontrada predominantemente nas costas oeste e noroeste da Espanha e da França, está cotado em até 125 euros (R$ 400).

Não por acaso, em restaurantes da Galícia, comunidade autônoma no noroeste espanhol, fronteira norte com Portugal, estes seres de aspecto não muito estético figuram sempre entre as iguarias mais caras dos cardápios.

Os percebes: até R$ 400 o quilo (Foto: Tiendasdemariscos.es)

Os percebes: até R$ 400 o quilo (Foto: Tiendasdemariscos.es)

A explicação de tais cifras escandalosas é simples: para se obter os percebes, é necessário garimpar as formações rochosas litorâneas mais inacessíveis e perigosas, aquelas que ficam em permanente contato com a fúria do mar. É lá onde crescem e se reproduzem os ditos cujos, perseguidos por especialistas conhecidos como percebeiro.

Personagens de diversas lendas urbanas na Espanha, estes bravos homens e mulheres ganharam em 2012 uma bonita homenagem arquitetada por David Beriain, um jornalista com experiência como correspondente de guerra em países como Afeganistão e Congo.

Cara a cara com o perigo

À frente de uma equipe de 13 pessoas, Beriain dirigiu o documentário em curta-metragem Percebeiros, no qual acompanha o trabalho de um deles, Serxio Ces, da cidadezinha galega de Cedeira.

Em 12 minutos, o filme registra de perto, cara a cara com o perigo, a odisseia rotineira de Ces, na qual abundam caldos espantosos e uma serenidade sobre-humana no trato com o geladíssimo e indomável Atlântico.

A entrevista com o protagonista no adorável e bastante compreensível idioma galego – um dos quatro idiomas oficiais da Espanha, ponto médio entre português e castelhano – também é muito interessante. Em uma das passagens, ele relembra um colega percebeiro morto, atingido por ondas de 9 metros. Em outra, recomenda ouvir os sinais enviados pelo mar: “de valentes o cemitério está cheio”. Imperdível:

 

29/10/2013

às 16:39 \ Política & Cia

A dupla Eduardo Campos-Marina Silva já está sendo filmada para documentário

 

A cineasta Tizuka Yamasaki: desde já preparando documentário sobre a candidatura presidencial do PSB (Foto: cinedicas.com.br)

A cineasta Tizuka Yamasaki: desde já preparando documentário sobre a candidatura presidencial do PSB (Foto: cinedicas.com.br)

Por Ilimar Franco, da coluna Panorama Político, do jornal O Globo

SUPERPRODUÇÃO

A cineasta Tizuka Yamasaki [diretora de filmes como Gaijin e Pátriamada, de novelas de TV como Kananga do Japão e Amazônia ou minisséries como O Pagador de Promessas] está documentando todos os passos da dupla Eduardo Campos e Marina Silva.

Gravou tudo ontem no seminário conjunto PSB/Rede, em São Paulo, e continuará andando com os dois pelo país.

 

19/07/2013

às 18:30 \ Tema Livre

VÍDEO PARA ENCANTAR: Belíssimas imagens em time-lapse mostram os sinais dos primeiros humanos na Austrália, 50 mil anos atrás, em meio a paisagens únicas

Imagens do documentário "Primeiras Pegadas", de Murray Fredericks

Imagens do documentário "Primeiras Pegadas", de Murray Fredericks

First Footprints (Primeiras Pegadas, em tradução livre) é um documentário em série, da ABC, a rede Pública de TV da Austrália, que vai em busca da história não contada dos pioneiros originais do imenso continente que é este país, uma história que começou há 50 mil anos, antes de os humanos modernos chegarem à América e Europa.

O imperdível vídeo a seguir é apenas uma amostra das imagens, em time-lapse e HD, do rico, variadíssimo e, em muitos aspectos de sua natureza, inigualável país que é a Austrália.

A obra é de Murray Fredericks e a trilha sonora de Antony Partos.

16/07/2013

às 16:30 \ Política & Cia

DROGAS: entendam a real posição de FHC a respeito do assunto. Não é nada de “liberou geral”

Feira sobre maconha em Amsterdã, na Holanda

Feira sobre maconha em Amsterdã, na Holanda

Amigas e amigos do blog, em razão da visível incompreensão manifestada por vários leitores diante do artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso publicado hoje no jornal O Globo e republicado pelo blog, defendendo a postura inovadora do governo do Uruguai em relação à maconha, repito aqui post com reportagem da Rede Globo que esclarece muito bem a posição de FHC em relação à questão.

O post foi originalmente publicado, com o título acima, a 26 de julho de 2011.

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Amigos, a impressionante reação dos leitores ao post Da droga para a lama: imagens chocantes mostram a destruição física de viciados — o recordista absoluto em número de acessos no blog até agora — provocou muitos comentários.

Em boa parte, leitores se referiram à posição que o ex-presidente Fernando Henrique tem adotado em relação ao problema.

Acredito que muitos dos leitores que criticam FHC não conhecem a complexidade do que ele propõe. O vídeo abaixo  resume com muita clareza a posição do ex-presidente sobre a questão das drogas.

É uma  reportagem de Sônia Bridi que foi ao ar no Fantástico da Rede Globo de 29 de maio passado, abordando o documentário Quebrando o Tabu, do cineasta Fernando Grostein Andrade, que tem como principal protagonista o ex-presidente, viajando pelo Brasil e por diferentes países para observar como se enfrenta o problema das drogas a partir da constatação de que a “guerra às drogas” decretada pelos Estados Unidos — e seguida mundo afora — em 1974 custou 1 trilhão de drogas, não resolveu o problema, aumentou o número de viciados e o consumo, e fez aumentar o crime e o número de mortos.

Compartilho plenamente das posturas de FHC e sou A FAVOR da descriminalização da maconha como um dos passos de uma nova política diante do problema drogas.

12/04/2013

às 14:00 \ Política & Cia

A oposição no Brasil não tem jeito, mesmo. O PSDB pode perder o apoio do PPS, que namora com o PSB do governador Eduardo Campos. Agora, surge encrenca com seu mais tradicional aliado, o DEM

FHC, com Marco Maciel, apresenta seu programa de governo em 1998: velha aliança com o DEM em crise (Foto: veja.abril.com.br)

A aliança entre o PSDB e o DEM (ex-PFL) vem desde a primeira campanha presidencial de Fernando Henrique Cardoso, em 1994, e se consolidou com a incorporação do então senador Marco Maciel, então do PFL de Pernambuco, como vice-presidente da chapa.

Em São Paulo, o governador tucano Mario Covas, embora com chapa “puro sangue” de tucanos — seu vice era o atual governador Geraldo Alckmin –, também incorporou o PFL ao governo, e o mesmo aconteceu em outros Estados. Da mesma forma, tucanos passaram a participar de governos do PFL. Nos municípios, onde a situação é tradicionalmente embaralhada, não se pôde observar um padrão, mas em centenas deles a aliança funcionou.

Agora, o principal partido da tímida oposição ao lulopetismo, o PSDB, que já vê seu outro tradicional aliado, o PPS do deputado Roberto Freire, aproximar-se do conterrâneo Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSD, começa a enfrentar sérios problemas no DEM.

Leiam o texto do jornalista Ilimar Franco, de O Globo:

Agripino com Aécio no Senado: o presidente do DEM reclamou ao presidenciável do PSDB que os tucanos não respeitam compromissos e que fará alianças estaduais com outros partidos (Foto: José Cruz / Agência Senado)

Nada será como antes

Temendo que o aliado embarque no projeto Eduardo Campos (PSB), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) reuniu-se ontem com a cúpula do DEM.

Seu presidente, senador José Agripino (RN), reclamou que os tucanos não respeitam compromissos. Disse que o objetivo de seu partido é eleger 50 deputados federais em 2014. E que, para isso, fará alianças estaduais com PSB, PDT e PMDB.

O DEM reclama que foi massacrado pelos tucanos em 2012, quando o partido esperava eleger um número maior de prefeitos em Minas Gerais e São Paulo.

Protesta contra a implosão da candidatura de Valéria Pires ao Senado, no Pará, em 2010.

O Democratas quer o PSDB alinhado com a candidatura do ex-prefeito Cesar Maia, que tem 10% nas pesquisas para o governo do Rio.

Questiona os tucanos por apoiarem “a fórceps” o prefeito ACM Neto (DEM) em Salvador.

O líder na Câmara, Ronaldo Caiado, quer equidistância em Goiás, onde pretende disputar o governo contra a reeleição do governador Marconi Perillo (PSDB).

O partido vai vender caro o seu tempo de TV.

01/04/2013

às 19:00 \ Tema Livre

VÍDEO: A rotina dos magníficos pinguins-imperadores da Antártida

Os vaidosos pinguins parecem querer mostrar seus hábitos aos observadores

Documentados com cuidado e respeito, os pinguins não se assustam e parecem até querer mostrar seus hábitos aos observadores

Alguns adultos, solenes, parecem estar batendo papo. Filhotes já crescidos andam com boa desenvoltura mas, aqui e ali, tropeçam. Uma pinguim mãe carrega seu filhotinho sobre as patas, para um passeio. Outros adultos se reúnem como se se aquecessem sob o sol da Antártida. Um, mais brincalhão, desliza de peito como se fosse um trenó. Mães alimentam e afagam os filhotes, e a comunidade toda de pinguins-imperadores desenvolve sua rotina sem sustos.

Isso apesar de estarem, todos, sendo filmados — com extremo cuidado — pela equipe do zoólogo suíço e documentarista da vida selvagem Ruedi Abbühl.

A partir do vídeo que vocês verão abaixo, pode-se chegar à mesma conclusão que Ruedi: parece que, para os pinguins, o ser humano é um tipo diferente de pinguim — imprevisível, muitas vezes vezes violento, mas perfeitamente tolerável enquanto fica parado, admirando a natureza sem interferir.

Tanto é que os pinguins-imperadores parecem se esforçar por mostrar aos seus observadores como se dão suas relações familiares, seu afeto, seu lazer e seus hábitos.

A trilha sonora, new age, é obra de Mike Rowland.

12/06/2012

às 14:20 \ Livros & Filmes

E por falar em crime… Amor bandido: a história de cinco mulheres que foram parar na cadeia por amor

talavera-bruce (Foto: Daniel Machado Mello)

Cela rosa, no Talavera Bruce (Foto: Daniel Machado Mello)

Para algumas pessoas, a expressão “Amor Bandido” possui uma conotação literal. Cinco delas protagonizam o documentário Se Eu Não Tivesse Amor, da cineasta carioca Geysa Chaves, que acompanha as histórias reais de cinco mulheres encarceradas por terem se envolvido na vida criminosa de seus maridos, namorados ou namoradas.

Concluído em dezembro de 2010 e, desde então, exibido em diferentes festivais pelo Brasil, o filme demorou dois anos para ser produzido e foi bancado por recursos da cineasta.

Seu cenário central é a unidade prisional Talavera Bruce, do Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro, considerada modelo na ressocialização de presos. Segundo dados do presídio, 70% de suas detentas trabalham e estudam.

Ainda de acordo com números divulgados no documentário, no Brasil há cerca de 290.000 presos, sendo 6% mulheres. Durante a rodagem, de cada dez presas do Talavera, nada menos do que nove estavam cumprindo pena por participação direta ou indireta nos crimes praticados por seus companheiros sentimentais.

se-eu-nao-tivesse-amor

“Amor” e “Falta de Amor”

Há dois pontos principais que levam mulheres ao crime, segundo o dr. Carlos Eduardo Carvalho de Figueiredo, juiz corregedor da Vara de Execuções Penais e um dos entrevistados do documentário: “o amor” (atração pelo parceiro ou pela parceira, mesmo que eles sejam criminosos) ou “a falta de amor”(mulheres abandonadas por homens, muitas delas excessivamente jovens e já com mais de um filho).

“E aí, do lado da casa dela tem a boca, que oferece tanto por mês para ela ir lá embaixo vender cocaína, maconha, o que seja”, teoriza Figueiredo logo no início do filme.

As personagens de Se Eu Não Tivesse Amor são Dione, Luciana, Jaqueline, Jennifer e Jéssica, que se entregaram de corpo e alma a criminosos, e aceitaram suas escolhas, alegando encantamento com seus estilos de vida ou pura alienação, para tornaram-se também traficantes, assaltantes e criminosas.

Conheça um pouco de cada relato (com fotos de Felipe Gaspar – feitas propositalmente com as cinco bem vestidas e maquiadas, fugindo ao estereótipo de presidiárias):

DIONE, brasileira, 27 anos, presa por roubo de cargas, pena de 42 anos de reclusão

dione

“Eu estava fazendo aquilo, que já doía meu coração…”, revela Dione, evocando os momentos em que abordava os caminhoneiros – ironicamente a mesma profissão de seu pai – para roubar-lhes as cargas com o parceiro (por quem havia deixado o marido). Foi Miss Penitenciária 2010.

Melancólica e nostálgica, ela relembra um ditado que ouvia de seus cúmplices: “vivos somos traídos, presos esquecidos; mortos, deixamos saudades”. Condenada a 42 anos de reclusão, depois de sucessivos recursos Dione teve a pena reduzida para 39 anos, dos quais já cumpriu sete, passando a regime semiaberto. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

16/04/2012

às 14:00 \ Política & Cia

Por que a política no Brasil não é sempre feita assim?

Reprodução do convite do presidente da Câmara, Marco Maia, do PT, para o lançamento de documentário sobre FHC

Viva a civilidade, viva a convivência de contrários.

Amanhã, terça-feira, às 12 horas, no Salão Negro do Congresso Nacional, será lançado o documentário A Construção de Fernando Henrique, produzido pela TV Câmara.

Quem expede os convites para o evento é alguém sem cujo OK o documentário nem teria sido realizado: o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (RS), atualmente um dos expoentes do PT – partido que há pelo menos 18 anos não cessa de criticar FHC, suas ideias e feitos.

 

 

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