Blogs e Colunistas

Arquivo de janeiro de 2012

31/01/2012

às 21:16 \ Política & Cia

Procuradoria-Geral arquiva representações contra a ministra Eliana Calmon. É para se comemorar

Ministra Eliana Calmon: alvo do corporativismo de setores do Judiciário (Foto: veja.abril.com.br)

O arquivamento, pela Procuradoria-Geral da República, das representações apresentadas pela Associação dos Magistrados Brasileiros e da (AMB), pela Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) contra a corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon, é para se comemorar.

Os pedidos rejeitados queixavam-se de uma possível “violação de sigilo funcional” porque a ministra divulgou, no curso de investigações que — felizmente — realiza, operações financeiras consideradas “atípicas” pelo órgão oficial encarregado de fiscalizá-las, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda.

Eliana Calmon tem executado com firmeza seu trabalho de apurar irregularidades na magistratura e, por causa disso, vem sendo alvo do cerrado corporativismo de amplos setores da magistratura.

O Supremo Tribunal Federal deve julgar, nesta quarta feira, dia 1º, ação de entidades de magistrados desejosas de tolher a amplitude dos poderes do Conselho Nacional de Justiça. É possível que a decisão da Procuradoria Geral da República influencie o julgamento do STF.

LEIA TAMBÉM:

Entrevista direta no fígado: esta ministra deveria ser cogitada para ir para o Supremo. Infelizmente, não está. Mas veja sua franqueza e coragem


31/01/2012

às 20:00 \ Política & Cia

Referência nacional em saúde sofre com falta de técnicos — e não nomeia concursados

Sede do Instituto Evandro Chagas, em Belém, PA (Foto: Divulgação / IEC)

Sede do Instituto Evandro Chagas, em Belém do Pará: referência nacional para diversas doenças (Foto: Divulgação / IEC)

O Instituto Evandro Chagas, sediado em Belém do Pará, é um dos mais importantes centros de pesquisa científica da Amazônia na área da saúde pública e meio ambiente. É referência nacional para a vigilância e diagnóstico de diversas doenças como dengue, gripe A H1N1, febre amarela, rotaviroses, malária, hepatites virais e leishmanioses.

Coisas do Brasil: durante os 75 anos de existência da respeitada, veneranda instituição, organismo federal, ligado ao Ministério da Saúde por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, um único concurso público foi realizado — em 2010 — para o provimento de 392 vagas. O concurso teve a duração de um ano e seu resultado foi homologado em duas etapas: junho de 2010 e março de 2011.

Desde então, apenas 93 pessoas foram nomeadas. Parlamentares da bancada paraense têm cobrado as nomeações ao Ministério do Planejamento, explicando as necessidades do IEC e sua importância para a saúde pública do país e, sobretudo, da Amazônia.

Contudo, em recente nota informativa, o Ministério — que está enrolando os cientistas e técnicos aprovados desde 2010 — responde que as nomeações ainda dependem de “análise sistemática, à luz das necessidades do órgão e da disponibilidade orçamentária”.

Enquanto isso, conforme se pode constatar no noticiário da mídia, aumenta o número de casos de dengue no Pará e de várias doenças negligenciadas que atingem as sempre conformadas, silenciosas populações amazônicas.

Os pesquisadores do Instituto são há tempos vítimas da indiferença federal.

Em julho do ano passado, registrei aqui que seus pesquisadores não recebiam salários há cinco meses. E, a despeito de sua reputação, abrigava apenas 33 pesquisadores em seu quadro efetivo. Ao longo dos últimos 16 anos, para suprir a demanda, foram adicionados 74 pesquisadores por meio de bolsas ou contratos temporários.

Vários desses pesquisadores, aprovados no concurso, estão esperando, sentados, pela nomeação a que fazem jus.

31/01/2012

às 18:53 \ Política & Cia

Post do leitor: “Em Pinheirinho, agiram os gigolôs da verdade encomendada”

Integrante da Polícia Militar de SP lança granada de gás contra manifestantes em Pinheirinho, no município de São José dos Campos (Foto: veja.com.br)

Amigos, um colaborador frequente — e indignado — do blog, o leitor Mauro Pereira da Silva, representante comercial em Itapeva (SP), há muito tempo não escrevia um Post do Leitor. Já era hora. Vamos lá:

Embora previsíveis, a reação do governo federal e a cobertura da imprensa, principalmente a televisiva, à ação da Polícia Militar paulista no cumprimento da reintegração de posse — determinada pela Justiça — no Bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, foram no mínimo deploráveis.

Numa ponta, canalhas travestidos de políticos esgueiravam-se como hienas pelos arredores daquele cenário de guerra sangrenta que se prenunciava à espera das sobras para saciar seu voraz apetite eleitoral. Noutra, escroques da notícia fantasiados de jornalistas procuravam transformar em ação do governo de São Paulo o que foi, na verdade, uma determinação da Justiça paulista.

O governo federal e a mídia “companheira”

No meio, cerca de cinco mil pessoas a serem manobradas, vítimas de uma política habitacional fracassada cantada em verso e prosa nas propagandas oficiais mas muito distante de ao menos amenizar o escandaloso déficit habitacional que mantém milhões de brasileiros sobrevivendo em condições precárias debaixo, às vezes literalmente, de casebres, barracos e choupanas, tornando cada vez mais inatingível o sonho da casa própria.

Arrogantes, tanto o governo federal como a “mídia companheira” adotaram a mesma postura cínica das desocupações da Reitoria da USP e da Cracolândia, convictos que desta vez a sorte lhes sorriria e, acuada por aquele torvelinho de emoções, a PM não suportaria a pressão e transgridiria os limites da violência. O cenário era perfeito e o cheiro de sangue pairava no ar.

Manifestação de moradores de Pinheirinho antes da intervenção da PM (Foto: veja.abril.com.br)

Queriam um cadáver

Mais de sete mil pessoas se defrontrando numa guerra fraticida em que somente eles tinham a ganhar. Tudo conspirava para que finalmente conseguissem o mártir que a competência da PM paulista lhes havia negado nas outras duas oportunidades. O PT teria um fato político a ser explorado. Os socialistas de ocasião, um cadáver a ser comemorado em praça pública.Surpreendidos pelo desenlace diferente do esperado, não hesitaram em colocar em prática o plano B que consistia em desqualificar a capacidade gestora do governador Geraldo Alckmin e demonizar o trabalho da Polícia Militar.

Porém, mais uma vez esqueceram de combinar previamente com os policiais militares e a desocupação, considerando-se a estreita proximidade com o trágico que a assombrou o tempo todo, foi consumada sem que a ação se transformasse em um banho de sangue.

A primeira providência foi dar voz a funcionários de alta patente: “Nosso governo agiria de outra forma”, declarou o ministro Gilberto Carvalho, não esclarecendo se o seu governo desrespeitaria uma ordem do TJ do Estado de São Paulo ou se faria o que faz de melhor. Criaria falsas esperanças mentindo para os moradores do Bairro Pinheirinho como mentiu e criou falsas esperanças para os flagelados das enchentes do Rio de Janeiro e de Santa Catarina.

Em seguida, colocou a poderosa máquina da contrainformação a serviço da causa divulgando que o Instituto Médico-Legal de São José dos Campos estava abarrotado de cadáveres chacinados pela polícia do governador. Era a EBC ecoando o brado retumbante de um governo obrado e redundante, especialista em manipular a vida de gente, mas completamente despreparado para tornar menos sofrida a vida da gente.

Depois de nove anos testemunhando o flagelo ético imposto pelo lulalato à política brasileira, pensei que já tinha visto tudo de pior que um partido político pode oferecer — afinal, foram tantos os escândalos protagonizados pelos petistas, destacando-se entre eles os do mensalão, dos vampiros, do dólar na cueca, dos aloprados, da erenice, do caseiro, que cheguei até mesmo a imaginar ter se esgotado a capacidade de patifarias dos asseclas de Lula.

Parcialidade vergonhosa

Ledo engano. Eles sempre se renovam e ressurgem, cada vez mais cafajestes.

Por sua vez, a atuação da imprensa, mais notadamente os telejornais, que se sobressaem tanto pela agilidade da notícia quanto pela abrangência nacional, foi de uma parcialidade vergonhosa. Talvez desconcertados com a tragédia que não aconteceu, a partir de um determinado momento seus repórteres perderam qualquer pudor profissional e transformaram a cobertura, que deveria ser jornalística e, por causa disso, isenta, na mais degradante caça às bruxas. A voz embargada pela comoção malandra servia de contraponto às entrevistas dramáticas e direcionadas.

Respeitando as exceções que mínguam a olhos vistos, tivemos a oportunidade de ver rastejar pelo solo minado do Bairro Pinheirinho a nova face do jornalismo brasileiro representado por uma imprensa prostrada, que fez da submissão o sinônimo de sua liberdade e da afinidade com os cofres públicos o símbolo de sua independência.

É profundamente lamentável ver certas Redações, veneradas num passado ainda recente, serem rebaixadas à condição de guetos ideológicos e antro privilegiado da prostituição profissional.

Nesse ambiente putrefato, fartam-se os gigolôs da verdade encomendada.

31/01/2012

às 17:19 \ Tema Livre

Vídeo: tijolada na cara — uma campanha sobre o perigo de usar celular no trânsito… na República Checa, não no Brasil

As imagens são fortes, fortíssimas — uma tijolada na cara, que não deixa nenhum espectador indiferente. E a mensagem também, como deveria ser.

O governo da República Checa, mais precisamente seu Ministério dos Transportes, ou Ministerstvo Dopravy, lançou uma série de filmes em uma campanha contra acidentes de trânsito plenamente evitáveis.

Veja um desses vídeos, arrasadores, destinados a alertar os motoristas — no caso, sobre o perigo de usar celular ao dirigir.

O slogan da campanha, ”Nemyslis Zaplatis” em checo, é algo como “Não vale a pena”.

Respirem fundo e confiram:-

31/01/2012

às 15:27 \ Política & Cia

Socorro! Neste governo, nem quem fabrica dinheiro escapa de suspeita. Outra herança maldita do lulalato

O ex-presidente da Casa da Moeda, Luiz Felipe Denucci Martins (à esq.), em foto com o ministro da Fazenda, Guido Mantega: suspeita de corrupção até lá (Foto: Casa da Moeda do Brasil)

Salve-se quem puder!

Enquanto o ministro das Cidades, Mário Negromonte, agarra-se, para não afogar, aos escolhos das suspeitas de irregularidades — se cair, será o sétimo ministro a ir embora por esse tipo de, digamos, problema em 13 meses de governo — o presidente da Casa da Moeda do Brasil, a “fábrica” do dinheiro do país e de várias nações estrangeiras, Luiz Felipe Denucci Martins, desaba no chão por suspeitas de que recebeu 25 milhões de dólares em propinas depositados por fornecedores da estatal em empresas off-shore de sua propriedade.

O presidente da Casa da Moeda!

Denucci Martins, demitido no fim de semana por ordens da presidente Dilma, ocupava o cargo desde 2008 e seria, então, mais uma indicação podre do ínclito e patriótico PTB que veio de contrapeso do lulalato para o atual governo.

Uma herança maldita a mais, pois.

O Radar On-line já havia anunciado ontem o esborrachamento de Denucci Martins.

31/01/2012

às 12:59 \ Política & Cia

Dilma não fala em público sobre direitos humanos em Cuba porque a situação “não é emergencial”, diz Patriota. Dias depois de um dissidente morrer em greve de fome

Dilma, na chegadas a Cuba, recebe flores do chanceler cubano Bruno Rodríguez Padilla: não falar de direitos humanos em público (Foto: Roberto Stuckert / Presidência da República)

A presidente Dilma Rousseff está em Cuba, numa visita oficial à ilha dirigida pela ditadura comunista dos irmãos Castro há mais de meio século.

Ao desembarcar, recebeu flores do chanceler Bruno Rodríguez Padilla, e chegou cheia de amor para dar: com um novo empréstimo de 523 milhões de dólares ao governo cubano, o total de empréstimos brasileiros a Cuba já atinge 1,37 bilhão de dólares.

Já antes de embarcar, a presidente deixara claro que não trataria em público de questões ligadas a direitos humanos, e portanto, implicitamente, não falaria dessa forma em favor do pedido de autorização ao regime feito pela blogueira dissidente Yoani Sánchez, que deseja visitar o Brasil e já teve confirmado, pelo Itamaraty, seu visto de entrada.

Desde 2004 Yoani não consegue viajar para fora de Cuba, nem para receber diferentes e prestigiosos prêmios que recebeu por sua luta em favor da liberdade. Ela já teve recusados 18 pedidos de deixar o a penitenciária a céu aberto que é Cuba.

Não se sabe se, em particular, Dilma fará esse gesto humanitário, que dignificaria seu governo.

O chanceler Patriota: situação dos direitos humanos em Cuba "não é emergencial" (Foto: Agência Brasil)

O que não dignifica o Itamaraty é a explicação do chanceler Antonio Patriota para o fato de a presidente não abordar o tema direitos humanos em público (o que, frequentemente, diga-se a bem da verdade, pode ser contraproducente; conversas de bastidor, como realiza periodicamente o governo da Espanha, e que resultaram na libertação de dezenas de prisioneiros políticos, em geral funcionam melhor com a ditadura castrista).

Segundo Patriota, Dilma manterá essa postura porque “a situação dos direitos humanos em Cuba não é emergencial”.

Wilman Villar, dissidente político morto em greve de fome na prisão (Foto: Unión Patriótica de Cuba)

Não é emergencial para quem, cara-pálida? Certamente é, sim, emergencial para a família do dissidente político Wilman Villar, que morreu no dia 20 passado, na flor de seus 31 anos, após 50 dias de greve de fome num cárcere em Santiago de Cuba, em protesto contra uma condenação que recebeu por participar de uma manifestação pacífica em favor da liberdade.

Dilma chega a Cuba 18 dias após a visita oficial à ilha do tirano Mahmud Ahmadinejad, presidente do Irã e pária internacional.

O que interessa tanto ao governo lulo-petista em Cuba para visitas oficiais, empréstimos vultosos e declarações lamentáveis como a do chanceler Patriota?

O que mais é necessário — quantas mortes em greve de fome — para que o governo Dilma considere que, sim, Cuba vive uma permanente situação emergencial no terreno dos direitos e liberdades individuais?

 

31/01/2012

às 12:00 \ Música no Blog

Michael Kiwanuka: o inglês filho de refugiados ugandenses que deve ser uma das sensações musicais de 2012

Michael-Kiwanuka

Kiwanuka: apoiado no poder da voz e das canções (Foto: divulgação)

 

Por Daniel Setti

 Letras introspectivas, arranjos intimistas, belas melodias e uma voz que, com uma simples nota, é suficiente para preencher qualquer ambiente. Dotado de todas estas qualidades, Michael Kiwanuka, londrino de 24 anos filho de ugandenses refugiados da ditadura assassina de Idi Amin (1971-1979), concorre seriamente a ser uma das sensações musicais de 2012.

 E isso porque ainda não lançou um álbum completo. Até o momento, o jovem cantor, violonista e compositor ostenta no currículo apenas dois EPs (espécie de “mini-disco”) ambos editados no ano passado.

 Mas, graças à velocidade da internet, já é bastante conhecido tanto nos círculos mais voltados para a soul music quanto para os amantes do folk apoiado em voz e violão. Os dois gêneros, aliás, dão o tom das canções escritas por Kiwanuka, frutos de sua admiração tanto por Otis Redding e Bill Whiters quanto Bob Dylan e Nirvana.

 Sem perder tempo, o talentoso músico já agendou para 26 de março o lançamento de Home Again, seu primeiro disco propriamente dito. Enquanto esperamos, vale a pena escutá-lo interpretando “I’m Getting Ready”, composição que batiza um de seus EPs, acompanhado de baixo acústico, em edição de 2011 do fantástico Later…With Jools Holland. A própria BBC, emissora responsável pelo programa televisivo, elegeu Michael Kiwanuka como o principal candidato a estourar em 2012.

 

30/01/2012

às 18:41 \ Política & Cia

Dívida pública: Tesouro vê melhora no perfil, mas total bate em 1,866 trilhão e cresce 3 vezes mais do que o PIB

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Dívida pública federal: o perfil melhorou no ano passado, mas, batendo em 1,866 trilhão de reais, cresceu mais que o Brasil (Foto: Stock Exchange)

Tudo bem que a Secretaria do Tesouro Nacional viu boas notícias em vários aspectos da gestão da dívida pública do país, em relatório divulgado hoje.

Houve uma melhoria no perfil da dívida pública federal, por exemplo, no sentido de que o prazo médio de vencimento dos títulos mobiliários federais subiu de 3,51 anos, em 2010, para 3,62 anos, em 2011.

Pode parecer pouca coisa, mas não é, porque há vários anos, de passo em passo, vai-se consistentemente alongando os prazos da dívida, que, nos tempos infernais da inflação — principalmente no final do governo do presidente José Sarney (1985-1990) — eram assustadores, contando-se em meses e dias, e não em anos.

De todo modo, embora o Tesouro tenha à mão boas explicações para o fato (leia aqui), a verdade é que, atingindo quase inimagináveis 1,866 trilhão de reais no final de dezembro passado, a dívida pública federal cresceu nada menos que 10,17% no ano passado — mais do que o triplo do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) que, segundo estimativa recente do ministro da Fazenda, Guido Mantega,deve ficar entre 3% e 3,5%.

30/01/2012

às 17:49 \ Tema Livre

Vídeo comovedor: comercial mostra do que um cãozinho é capaz para salvar um bilhete premiado de seu dono

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"Lucky dog": sobre a grande sorte de se ter um amigo

Esse comercial é quase um épico, e não por coincidência brilhou no festival publicitário de Cannes de 2011. O braço na Nova Zelândia da agência de publicidade DDB realizou o filme escorado em dois antigos conceitos: o cão é o melhor amigo do homem e não se pode menosprezar a lealdade de um cão. Também inseriu uma mensagem valiosa: a sorte de cultivar um amigo.

Misturando drama, cenários exóticos na Ásia e uma atuação brilhante do cão “Wilson”, mostra o que um cachorrinho pode fazer para salvar um bilhete de loteria premiado de seu dono. Dura 2 minutos e meio, com versões menores, e faz parte da campanha publicitária de um dos sorteios da estatal NZ Lotteries, o Lotto, que confere prêmios semanais de 1 milhão de dólares neozelandeses (1,43 milhão de reais).

Feito pela produtora The Sweetshop, com direção de Steve Ayson, o vídeo ostenta uma trilha de luxo, a cargo do músico, compositor, ator e escritor Nick Cave, que emprestou sua voz pela primeira vez a um comercial, com a canção “To Be By Your Side” (estar a seu lado).

30/01/2012

às 15:46 \ Tema Livre

Podem voltar aos comentários, leitores. O problema técnico foi resolvido

Amigos, desde o meio-dia de hoje, segunda-feira, dia 30, está solucionado o problema técnico que obrigou alguns dos blogs de VEJA, inclusive este, a não aceitar comentários.

Senti a falta de vocês.

Aguardo a presença dos leitores, que são os que fazem o blog.

Um abração a todos e obrigado pela paciência.

Ricardo Setti


 

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