13/02/2012
às 19:16Comentários
Caros, há muitos comentários na fila. Demora um pouco, mas a gente dá conta de tudo.
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13/02/2012
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15 Comentários
R P T
-16/05/2012 às 17:50
Prezados Senhores,
Sou a bastante tempo assinante da revista Veja, acompanho sempre artigos em que se aborda constantemente a educação à distância, em um país em que a classe menos favorecida necessita do trabalho para viver e pagar o que comeu ontem, vem lutando para que o seu salário melhore no final do mês, a educação à distância veio amenizar a situação do trabalhador que fica entre o sustento e a necessidade de terminar os seus estudos, esta modalidade de ensino já é uma tendência no mundo todo. Cada vez mais cursos estão sendo disponibilizados por intermédio de diferentes tecnologias, principalmente da internet. Parabenizo a esta conceituada revista em que vem tirando as dúvidas e com certeza auxiliando e incentivando o trabalhador a ter o teu tão sonhado curso superior.
De sua leitora
R P T
lucia
-14/02/2012 às 13:59
byMEL, fiquei estarrecida com o que aconteceu com a psicóloga Marisa Lobo.Nada melhor se pode esperar de um governo que defende a marginalidade em detrimento de quem trabalha , paga seus impostos, respeita a constituição em seus direitos e deveres. Sou agnóstica mas defendo o direito da livre expressão e opção religiosa.Sou totalmente leiga mas acredito, que este caso deveria ser levado a OAB para um análise mais detalhada. Não podemos deixar inverter os valores.Se noa calamos, estamos cedendo espaço para que o mal se estabeleça. Respeito é bom e devemos exigir quando dos nossos direitos. Não calem!
Cláudius
-14/02/2012 às 1:34
A Psicóloga do comentário deve acionar a Justiça. processar o Conselho por coação, danos morais e interdição do exercício da profissão.
Esperança
-14/02/2012 às 0:33
Entrevista com Eleonora Menicucci de Oliveira. Entrevista em 14/10/2004, feita por Joana Maria
Pedro em Cárceres, MT.
Transcrita por Joana Borges
Conferida por Luciana Fornazari Klanovicz
Esperança
-14/02/2012 às 0:30
Pedra no caminho – As eleições municipais que se avizinham por certo terão a disputa pela prefeitura paulistana como ponto alto. Tudo porque o ex-presidente Luiz Inácio da Silva, que está fora da vitrine política por problemas de saúde, precisa voltar à cena o quanto antes, caso queira manter em voga o seu sonho de retornar ao Palácio do Planalto.
Lula, que aposta suas fichas na candidatura do desconhecido e pouco eficiente Fernando Haddad, pode enfrentar problemas decorrentes de alguns atos da sua sucessora, a presidente Dilma Vana Rousseff. Durante a campanha presidencial, em 2010, Dilma defendeu a tese de que o aborto deve ser tratado como questão de saúde pública, o que deixou o eleitorado mais conservador em polvorosa. Para minimizar o estrago de então, o núcleo da campanha petista acionou o peemedebista Gabriel Chalita, católico fervoroso e com livre trânsito nos domínios da fé.
Candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo, Chalita com certeza arrebatará os votos desse extenso reduto de eleitores contrários à legalização do aborto. Se Chalita tinha alguma expectativa de chegar ao comando da maior cidade do País, suas chances aumentaram consideravelmente com a indicação de Eleonora Menicucci de Oliveira para a Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Ex-companheira de cela de Dilma Rousseff na “Torre das Donzelas”, espaço que o truculento DOI-Codi reservava às presas políticas durante a ditadura militar, Eleonora Menicucci é uma conhecida defensora do aborto. Em sua primeira declaração após ter o nome indicado para a Secretaria, a agora ministra comparou o aborto à dengue, o que irritou os representantes da fé, que já pedira a sua cabeça.
Com isso, a situação de Gabriel Chalita em sua corrida à prefeitura da capital paulista ganha um combustível extra, pois a disposição do PT para insistir na tese da legalização do aborto volta ao cenário em momento inadequado, pelo menos sob o prisma eleitoral.
Para piorar ainda mais a situação de Dilma e Eleonora, mas facilitando a vida de Chalita, uma entrevista concedida em 2004 pela ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres mostra o que teremos pela frente. Em arquivos da Universidade Federal de Santa Catarina, a entrevista mostra a tranquilidade com que Eleonora Menicucci fala sobre como aprendeu a prática do aborto. Em determinado trecho, Menicucci afirma sem titubear: “Estive também fazendo um treinamento de aborto na Colômbia. Era nas Clínicas de Aborto. A gente aprendia a fazer aborto”.
Clique e confira a íntegra da entrevista concedida por Eleonora Menicucci de Oliveira
Leonel
-14/02/2012 às 0:21
Reinaldo, olha quem voltou…
Grupo pede a retirada de crucifixos de órgãos da Justiça gaúcha
Liga Brasileira de Lésbicas defende que Justiça não deve professar religião
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/02/grupo-pede-a-retirada-de-crucifixos-de-orgaos-da-justica-gaucha-3662734.html
Laudelino Marcos Silva
-13/02/2012 às 22:46
UMA BOA CACETADA NO VLAD SAFADO
joão pereira coutinho
Diário da Europa
Resposta a Vladimir Safatle
Nada tenho contra a ignorância. Na melhor tradição socrática, sei que a ignorância é a base de qualquer conhecimento válido.
Coisa diferente é a ignorância atrevida; ou a má-fé intelectual de quem falsifica os factos para construir uma narrativa “apropriada”.
Vladimir Safatle é um caso: dias atrás, escrevi nesta Folha que o seu texto sobre o conflito israelense-palestino revelava desconhecimento sobre aspectos básicos do problema, que qualquer um dos meus alunos aprende no 1º ano de faculdade.
Lendo a resposta de Safatle à minha resposta, vejo que me enganei –e devo um pedido de desculpa aos leitores.
Safatle não revela apenas desconhecimento; revela desconhecimento, desonestidade e um desagradável traço de grosseria.
Sobre a grosseria, digo apenas isto: no meu texto, em nenhum momento teço considerações pessoais sobre Safatle. Não há uma linha sobre a sua ascendência cultural; e nunca me passaria pela cabeça atribuir-lhe qualquer maleita psiquiátrica.
Que Safatle tenha evocado a minha condição de português para, alegadamente, eu não entender certas palavras (no fundo, um velho clichê racista) e levantado suspeitas sobre as minhas “alucinações negativas”, eis uma postura que define a criatura.
Em condições normais, não haveria resposta ao texto de Safatle. Mas, por respeito aos leitores da Folha, gostaria de esclarecer alguns pontos sobre a “polêmica”.
Em primeiro lugar, Safatle afirma que um “muro” é um muro e que eu, de forma demente, teria transformado o Muro (com maiúscula) em “barreira de segurança”. Para que não restem dúvidas, mantenho o que disse: a parte em cimento da “barreira de segurança” da Cisjordânia constitui apenas 5% da totalidade dessa barreira (que, na verdade, é mais uma cerca que outra coisa).
Isto não é um pormenor; é uma forma de tratar as palavras (e a realidade) com um mínimo de decência. Bem sei que é mais dramático afirmar que Israel construiu um Muro (”o Muro da vergonha”, “um novo Muro de Berlim” etc. etc.) para separar os israelenses dos palestinos. Lamento: Israel apenas construiu esse Muro quilométrico na retórica de Vladimir Safatle.
Uma vez estabelecidos os factos, convém lidar com as implicações: a “barreira de segurança” vai além das fronteiras pré-1967 e anexa território alocado aos palestinos? Verdade.
Mas não é a “barreira de segurança” (ou os assentamentos na Cisjordânia, já agora) que impede uma solução para o conflito e a existência de um estado palestino que inclua a totalidade de Gaza e a (quase) totalidade da Cisjordânia (já lá iremos).
Israel retirou de Gaza em 2005 e, para o efeito, evacuou povoações inteiras (Netzarim, Morag, Dugit etc.). Aliás, a evacuação não se limitou a Gaza; incluiu também outras povoações na Cisjordânia, como Ganim ou Homesh.
Nenhuma novidade. O mesmo já sucedera depois dos acordos de Camp David (em 1979) quando a paz com o Egito levou Israel a desmantelar a totalidade dos assentamentos no Sinai.
Dito de outra forma: nem os assentamentos, nem a “barreira de segurança”, ambos removíveis por definição, são os verdadeiros obstáculos da paz.
E quando, mais acima, escrevi sobre a possibilidade de um estado palestino que inclua a totalidade de Gaza e a (quase) totalidade da Cisjordânia, nem esse “quase” é um obstáculo real: o
Plano Clinton já previa que os 94%-96% da Cisjordânia palestina seriam completados por 6%-4% de território israelense anexado a Gaza. Mas nem isso levou Arafat a aceitar um acordo histórico para os palestinos.
E Arafat não aceitou o acordo porque exigiu o regresso dos 4 milhões de refugiados palestinos (tradução: o regresso dos filhos dos filhos dos filhos dos refugiados originais) a Israel, e não ao novo estado palestino, como seria lógico.
Com imensa bondade, Safatle concorda que esse regresso em massa seria um suicídio demográfico e cultural para Israel. Mas depois pergunta por que motivo não se tenta encontrar uma solução de compromisso que passe pela “absorção de uma parte e a compensação financeira dos demais”.
Se Safatle tivesse lido alguma coisa a respeito, ele saberia que “absorção de uma parte” e “compensação financeira dos demais” foi precisamente o que foi proposto por Ehud Barak em Camp David.
Para sermos precisos, Barak propôs absorver uma parte dos refugiados palestinos ao abrigo de um programa de reunificação familiar; e propôs também compensações no valor de 30 bilhões de dólares. Arafat recusou na mesma.
Por último, Safatle horroriza-se com a minha frase: “a existência de um Estado autônomo e respeitoso das fronteiras de 1967 tem sido sucessivamente proposto pelas lideranças israelenses desde 1967″.
Não entendo o horror. Se esquecermos que, antes da Guerra dos Seis Dias, foram sempre os árabes a recusar a existência de um estado palestino junto a um estado israelense (1917, 1937, 1948), o que dizer depois da Guerra?
Depois da Guerra, ainda em 1967, quando Israel estava disposto a trocar a terra conquistada por paz, reconhecimento e negociação, a resposta árabe ficou célebre na Cúpula de Cartum, que a história registou para a posteridade como a “Cúpula dos Três Nãos”: não à paz com Israel; não ao reconhecimento de Israel; e não à negociação com Israel.
Apesar de tudo, um estado palestino respeitoso das fronteiras de 1967 (embora, como referi, implicando “trocas de terra” em que Israel cederia parcelas do seu território para compensar perdas na Cisjordânia) voltou a ser oferecido em 2000, em Camp David; e retomado por Ehud Olmert, em 2008. A resposta árabe foi sempre a mesma: não, não e não.
É pena. Os palestinos, que Safatle me acusa de ignorar em tom melodramático, mereciam melhor destino.
Mereciam, por exemplo, que as lideranças palestinas não tivessem desperdiçado as várias oportunidades de alcançarem um estado palestino independente depois de 1967.
E mereciam que, antes de 1967, quando Gaza e a Cisjordânia estavam sob domínio egípcio e jordano, respectivamente, os “irmãos árabes” tivessem integrado os refugiados palestinos nas suas sociedades.
Exatamente como Israel integrou os milhares de refugiados judeus que, durante a Guerra da Independência de 1948, partiram ou foram expulsos dos países árabes da região.
Discutir o conflito israelense-palestino, ao contrário do que pensa Vladimir Safatle, é um pouco mais complexo do que soltar umas interjeições adolescentes (”um muro é um muro!”, “há situações inaceitáveis sob quaisquer circunstâncias!” etc.) que talvez impressionem alguns alunos pós-púberes.
Infelizmente, senhor professor Safatle, não me impressionam a mim
byMel
-13/02/2012 às 22:18
Reinaldo,
Veja a perseguição a cristãos que está acontecendo com uma psicóloga em SC:
Conselho Federal de Psicologia persegue psicóloga
Conselho de psicologia da um prazo de 15 dias para que Marisa Lobo tire das redes sociais toda mídia que a vincule a sua fé Cristã estando ameaçada de cassação.
Ao entrar no conselho foi recebida por duas fiscais, que informaram-lhe sobre as denúncias, todas estas feitas por ativistas LGBT e também ativistas PRO-MACONHA, dizendo-se incomodados pela postura da mesma em se declarar psicóloga e cristã, e por assumir em suas redes sociais que é Cristã(leia-se evangélica), e pelos seus questionamentos ao devasso KIT-GAY.
http://libertatum.blogspot.com/2012/02/conselho-federal-de-psicologia-persegue.html#more cristã
Alex Esteves da Rocha Sousa
-13/02/2012 às 22:07
Reinaldo,
Vai uma frase de minha esposa sobre o uso do computador aqui de casa: “Aqui você só sai um pouquinho e já tá em joguinho, vídeo de criança ou Reinaldo Azevedo”.
Os joguinhos e os vídeos de criança ficam por conta de nossos filhos, enquanto eu fico esperando para ler o seu excelente blog.
Alex Esteves da Rocha Sousa.
Thiago - RJ
-13/02/2012 às 21:46
_Caro Reinaldo,
_segue link de texto interessantíssimo sobre a questão do aborto. Comentei lá também.
_Abraço!
http://construindopensamentos.wordpress.com/2012/02/13/aborto-a-questao-essencial-que-ninguem-quer-discutir/#comment-4624
Ricardo
-13/02/2012 às 21:13
Reinaldo,
Aproveitando a sua deixa sobre comentários, eu lhe pergunto: você assistiu à entrevista que o Ciro Gomes concedeu ontem ao Kennedy Alencar, no programa É Notícia? Nunca vi tanta mentira saindo da boca de um só homem… E o problema é que ele é bem articulado… Quem assistiu e não acompanha a política fica com a impressão de que ele sabe sobre o que está falando… Espero que a audiência tenha sido pequena, pois ele contribuiu muito para cristalizar a falácia de que o Brasil foi descoberto por Lula em 2003. Se você não assistiu, Reinaldo, tente dar uma olhada… Deve estar no site da emissora ou no youtube. Acho que ele merece uma boas cacetadas suas aqui no Blog. Nós, que admiramos a obra de FHC, contamos com você para isso!
Grande abraço!
Irmão são do Lenin
-13/02/2012 às 20:30
Prezado Reinaldo,
Não sei se o Sr. está sabendo, mas o Governo Federal mandou a ONG Viva Rio à Venezuela para encontrar-se com Chavez e auxiliá-lo em uma campanha desarmamentista lá. O vídeo está aqui:http://www.youtube.com/watch?v=BwdMNcT-MWc . Gostaria que o Sr. comentasse sobre este fato absurdo. Principalmente pra dar repercussão a este movimento orquestrado da esquerdalha internacional, desarmando todos os cidadãos de bem da América Latina e deixando os bandidos cada vez mais armado. Acesse ao vídeo e veja a quantidade de mentiras que eles falam descaradamente. Um abraço.
Margaretha Jakab
-13/02/2012 às 20:23
A nova presidente da Petrobrás anuncia que foi catadora de recicláveis na infância. Mentira!!! Quando esta senhora era criança não se catava recicláveis, esta prática iniciou na década de 90. O que existia na época eram os ferro- velhos, que diga-se de passagem,cujos donos, que eram rejeitados pela sua rudeza, eram pessoas bem endinheiradas.
MARCELO
-13/02/2012 às 20:22
Este senhor é um LOBO em pele de CORDEIRO….exemplo: ele usa a igreja, a palavra de DEUS e a cara de bom moço que na verdade é uma bela cara de PAU, para se promover e conquistar seus desejos pessoais. Só falta matar em nome de JESUS. HIPÓCRITA.
carlos carvalho
-13/02/2012 às 20:21
Eita!! Tás brabo e agitado como um SIRI NA LATA!
CACETE NESSA QUENGA!