Com 60% das importações dos EUA vindas do Brasil, o setor de ferro-gusa conquistou a principal exceção, favorecendo empresas como SAMA, IFG, AVG e Fergubel.
Cacique, Cocam, Realcafé e Nestlé foram beneficiadas. O café solúvel passou a integrar a lista, ao lado do café em grão, preservando um mercado de cerca de US$ 203 mi.
Além da isenção já concedida à carne bovina, a JBS ganhou proteção para parte do couro bovino e a Alcoa foi beneficiada com o hidróxido de alumínio.
A empresa perdeu a proteção para a celulose solúvel, que foi retirada da lista de exceções. O produto já enfrenta outras barreiras comerciais no mercado dos EUA.
Os pedidos de isenção das empresas para motores, papéis e embalagens foram rejeitados pelo governo americano.
Grendene, Alpargatas, Vulcabras, Beira Rio, Bibi não conseguiram exceções, prejudicando o setor que teve os EUA como principal comprador em 2025.
Pedidos de exceção para pisos cerâmicos, compressores e papéis não revestidos foram rejeitados. Estes produtos movimentam mais de US$ 270 milhões nos EUA.
Parte dos produtos químicos terá isenção apenas para uso farmacêutico, afetando empresas como Caramuru e outros fabricantes, em um mercado de US$ 243 milhões nos EUA.