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Dos Estados Unidos ao Japão: como outros países tratam a posse de armas

Sem Dúvidas mostra quais os resultados na segurança de nações que decidiram flexibilizar ou restringir o posse de armas

Por edgarmaciel - 20 jan 2019, 12h04

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que flexibiliza a posse de armas no Brasil. A medida, defendida durante a campanha eleitoral, dá o direito ao cidadão de ter até quatro armas por pessoas. Entre as exigências impostas estão a idade mínima, de 25 anos, além da obrigação de não responder a inquérito policial ou processo criminal e comprovar a capacidade técnica e psicológica de usar uma arma.

No mundo, estima-se que existam mais de 875 milhões de armas de pequeno porte em circulação, em um mercado que movimenta US$ 8,5 bilhões por ano. O Brasil está entre os maiores exportadores de armas, perdendo apenas para Itália e para os Estados Unidos.

O Sem Dúvidas explica como país como Estados Unidos, Itália, Reino Unido, Austrália e Japão adotaram caminhos opostos quando o assunto é posse de armas e quais os resultados que essas nações obtiveram quando o quesito é segurança.

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