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VEJA Saúde: Mais que brinquedo, crianças precisam de interação

‘Veja Saúde’ traz orientações sobre o começo da vida de uma criança – quais são os estímulos ideais e como saber se há algo errado no desenvolvimento

Por Natalia Cuminale - Atualizado em 11 maio 2018, 21h58 - Publicado em 11 maio 2018, 11h23

Nos três primeiros anos de vida de uma criança, o cérebro realiza mais conexões neurais do que na idade adulta. Ainda no útero, o feto já sente sabores e escuta sons. Depois que nasce, cada interação faz diferença no desenvolvimento da criança. Nas últimas décadas, os cientistas acumularam evidências mostrando que os estímulos corretos até os três anos de idade moldam o cérebro e estabelecem uma arquitetura mais forte, permitindo a aquisição de habilidades e melhorando a capacidade de aprendizagem.

No programa VEJA Saúde, a repórter Natalia Cuminale entrevista a enfermeira especialista em primeira infância Anna Chiesa. Ela explica a importância da conexão entre a mãe, o pai e a criança. No bate-papo, Anna orienta como estimular o bebê desde cedo, a importância de acompanhar o desenvolvimento e como diminuir os excessos de tecnologia.

Semanalmente, o programa VEJA Saúde recebe médicos e especialistas das mais variadas áreas para falar sobre qualidade de vida e cuidados com o corpo e a mente. Acompanhe às sextas-feiras sempre aqui, em TVeja.

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