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Leiloca, ex-Frenéticas: ‘O mundo está muito careta hoje em dia’

A integrante das Frenéticas, um dos principais grupos do pop nacional dos anos 70, recorda os tempos do desbunde no 'VEJA Música'

Por Da Redação Atualizado em 12 abr 2018, 16h31 - Publicado em 10 abr 2018, 19h12

Leila Neves, a Leiloca, é uma das figuras-chave para se entender a cultura pop dos anos 70, década em que, apesar da repressão, as pessoas eram muito mais abertas a experiências. Neste VEJA Música, ela fala sobre o período, astrologia – uma de suas paixões – e de como foi seu curto namoro com o roqueiro Raul Seixas.

Sua primeira experiência profissional foi nas Dzi Croquettas, versão feminina dos Dzi Croquettes, grupo performático de bailarinos e atores comandados pelo americano Lennie Dale. “Ele almoçava na minha casa”, lembra ela.

O maior passo na carreira de Leiloca, contudo, se deu com a criação das Frenéticas. Era um grupo de garçonetes (e candidatas a estrelas) que trabalhavam na Frenetic Dancin’ Days, casa noturna do jornalista Nelson Motta. As Frenéticas não apenas inovaram o pop daquele período (em canções como Dancin’ Days e Perigosa) como também injetaram sensualidade no cenário dos anos 70 – e que hoje foi praticamente extinto pelo politicamente correto.

Leiloca, que também é astróloga, diz ainda que analisou o mapa de diversos líderes mundiais, como Donald Trump e Vladimir Putin.

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