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O que mudou no tratamento contra o câncer nos últimos anos? VEJA Explica!

Atualmente, a maioria dos tumores têm possibilidade de um tratamento eficaz, principalmente quando a descoberta da doença ocorre em um estágio inicial

Por Natália Nogueira - 24 jan 2020, 14h18

Dos anos 1950 para cá, os tratamentos contra o câncer eram ancorados em três pilares – a cirurgia para extração de tumores, a quimioterapia e a radioterapia.

A extração de tumores ainda é uma boa alternativa dependendo do estágio da doença. A quimioterapia segue sendo usada, e acaba atacando também as células saudáveis, logo é mais agressiva. Já a radioterapia é menos agressiva, e traz bons resultados.

Mas a chegada das chamadas “terapias-alvo”, mudou bastante alguns tratamentos.

Neste caso as condutas são mais direcionadas e, portanto, com menos efeitos adversos e ação mais eficaz.

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Teve também a chegada da imunoterapia na oncologia, em 2011.

Outro ponto é que duas novas frentes de trabalho estão prestes a fazer diferença na vida das pessoas. Uma delas é a terapia agnóstica. A outra ainda está em fase de aprovação, que é a combinação de três remédios ao mesmo tempo, encorafenibe, binimetinibe e cetuximabe.

 

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