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Roberto Minczuk: ‘Beethoven foi o primeiro heavy metal’

Regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo fala sobre a obra do compositor alemão e completa: 'Gostaria de tomar um porre com Beethoven'

Por Sérgio Martins Atualizado em 21 jan 2020, 15h15 - Publicado em 21 jan 2020, 09h00

2020 está sendo considerado o “ano Beethoven”. Embora o aniversário de 250 anos do compositor alemão seja comemorado somente no dia 17 de dezembro, as principais orquestras do Brasil e do mundo colocaram as criações do gênio de Bonn no roteiro desse ano. Uma delas é a Orquestra Sinfônica Municipal (São Paulo), que irá interpretar as sinfonias, os concertos, um oratório e a única ópera escrita por Beethoven. Roberto Minczuk, regente titular do conjunto erudito, explica ao Amarelas em Vídeo por que a música do alemão é importante até nos dias de hoje.

  • Ele ressalta os avanços do compositor em relação ao que era feito naquele período, seu diálogo com os tempos atuais (o que indica até uma associação curiosa com o rock pesado), as inovações que trouxe para o universo erudito e as dificuldades de se reger suas obras. “Em Bach e Mozart até dá para uma orquestra tocar sozinha. Isso não acontece com Beethoven”, comenta. Minczuk fala ainda da devoção de seu mentor, o maestro alemão Kurt Masur (1927-2015), que aos 84 anos ainda se dava ao luxo de estudar as partituras do compositor. A entrevista se encerra com um guia básico das obras de Beethoven.

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