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Fim de governo: Denúncias e rejeição marcam era Temer

Governo do emedebista conseguiu tirar Brasil da recessão, mas termina com escândalos político

Por edgarmaciel - 21 dez 2018, 17h47
O governo Temer chega ao fim depois de superar duas denúncias na Câmara dos Deputados e atingir níveis recordes de reprovação. Michel Temer, eleito vice-presidente em 2014, assumiu a presidência de forma interina em 12 de maio de 2016. Em 31 de agosto do mesmo ano, após o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, o emedebista tomava o posto em definitivo.
Com a promessa de retomar o crescimento econômico e tirar o Brasil da crise, Temer conseguiu um sucesso parcial: controlou a inflação, diminui a taxa levemente a taxa de desemprego e aprovou a Reforma Trabalhista. Mas a instabilidade política, com denúncias de corrupção ligada ao seu nome e aos ministros do governo, causaram a queda da Reforma da Previdência e a greve dos caminhoneiros – que causou prejuízos milionários para a economia.
O Estúdio Veja convidou os cientistas políticos Rafael Cortez e Sérgio Praça para discutir o legado que Michel Temer entrega como presidente.
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